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Reforma Tributária na importação: sua operação está em risco?

  • Foto de Milena Telles Escrito por Milena Telles
Tempo de Leitura 4 Minutos
  • Postado: 28 de fev de 2026
Atualizado: 2 de mar de 2026

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A Reforma Tributária já não é mais um assunto do futuro…


Ela começou a mudar, na prática, a forma como a importação acontece no dia a dia das empresas.

Muito além de novos tributos, como IBS e CBS (acesse aqui nosso blog sobre), a Reforma traz um recado claro para o importador: não basta mais pagar corretamente. É preciso informar corretamente.

E é aí que muitos ainda estão errando.

A Reforma Tributária não é só sobre imposto

Quando se fala em Reforma Tributária, muita gente pensa apenas em alíquotas, cálculos e impactos financeiros.
Mas, para quem importa, a mudança é mais profunda.

A fiscalização passa a olhar com ainda mais atenção para:
• dados declarados
• descrição dos produtos
• consistência das informações
• integração entre sistemas e documentos

A fiscalização está menos focada apenas no valor do imposto e cada vez mais atenta à qualidade da informação declarada.

Ou seja, o foco deixa de ser apenas o imposto e passa a ser o processo como um todo.

O erro mais comum hoje na importação

Antes da ReformaCom a Reforma Tributária
Descrição genérica do produtoDescrição detalhada e estruturada
Dados preenchidos só para cumprir etapaDados usados para controle fiscal
Planilhas paralelasInformações centralizadas no sistema
Erro como ajuste operacionalErro como risco de multa

Um dos erros mais frequentes nas operações de importação é tratar o preenchimento das informações como uma formalidade.

Descrição genérica de produto, dados preenchidos apenas para “passar no sistema”, informações espalhadas em planilhas paralelas… Com a Reforma Tributária e o Novo Processo de Importação, esse tipo de prática começa a gerar risco real.

Informações omitidas, incompletas ou inconsistentes impactam diretamente o controle fiscal da operação e podem resultar em multas relevantes, mesmo em operações de menor valor.

A mensagem é clara: dado mal estruturado deixou de ser detalhe operacional.

O que a Reforma Tributária muda na rotina do importador

Na prática, a importação passa a exigir mais organização e previsibilidade.
Alguns pontos já fazem parte da nova realidade:

• mais campos obrigatórios
• maior cruzamento de dados entre sistemas
• menos margem para improviso
• mais dependência de informações corretas desde o início

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Isso afeta diretamente o cadastro de produtos, a classificação fiscal e a emissão da DUIMP.

DUIMP e a importância do Catálogo de Produtos

Ter um sistema preparado, um catálogo bem estruturado e uma operação organizada faz toda a diferença para importar com segurança. No contexto do Novo Processo de Importação (NPI), a DUIMP concentra em um único documento todas as informações aduaneiras, fiscais e tributárias da sua operação, e o Catálogo de Produtos se torna essencial para isso, pois é nele que a classificação, atributos obrigatórios e dados fiscais de cada item precisam estar corretos e completos.

Essa integração de dados é justamente o que a reforma tributária em andamento no Brasil demanda, pois ela vai transformar como tributos sobre importação são calculados e administrados nos próximos anos, com novos modelos de CBS e IBS substituindo tributos atuais. Sistemas e catálogos bem organizados ajudam sua empresa a estar pronta para essas mudanças sem perder controle sobre custos e conformidade.

Se você quer fazer a transição para a DUIMP com menos erros, menos retrabalho e mais previsibilidade, você precisa estruturar sua operação hoje com as ferramentas certas.

Por que sistemas genéricos começam a virar um risco

Muitos importadores ainda tentam se adaptar à Reforma Tributária usando soluções improvisadas ou sistemas que não foram pensados para a complexidade da importação.

O problema é que sistemas genéricos não foram desenhados para:
• lidar com grande volume de dados de produto
• manter histórico e consistência das informações
• acompanhar mudanças regulatórias constantes
• integrar catálogo, DUIMP e processos fiscais

Com a nova realidade, essa falta de preparo deixa de ser apenas uma limitação operacional e passa a ser um risco para o negócio.

Importar em 2026 exige preparo sistêmico

A importação está entrando em uma fase mais técnica, mais integrada e mais orientada por dados.

Isso exige:
• processos bem definidos
• dados estruturados desde a origem
• tecnologia preparada para o Novo Processo de Importação
• pessoas capacitadas para lidar com as mudanças

A Reforma Tributária reforça algo que já vinha se desenhando há algum tempo: importar não é mais sobre apagar incêndios, mas sobre antecipar problemas.

Ter um sistema preparado, um catálogo bem estruturado e uma operação organizada não é mais diferencial. É proteção.

Se sua operação não pode errar em 2026, ela precisa de controle, integração e dados confiáveis.
Conheça o sistema especializado em importação da Mainô em www.maino.com.br e veja como estruturar sua operação com segurança.

Mainô Tabelas

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