[E-book] Guia Definitivo do SPED

A sua empresa possui domínio sobre o Sistema Público de Escrituração Digital – SPED? Esse sistema foi anunciado pelo Decreto 6.022/2007 há mais de 10 anos. No entanto, ainda desperta muitas dúvidas nas empresas brasileiras por conta das grandes mudanças causadas pela modernização do relacionamento entre pessoas jurídicas e o Fisco. Continue reading “[E-book] Guia Definitivo do SPED”

Bloco K: sua empresa está preparada para essa obrigação em 2019?

O bloco K é um dos módulos do SPED Fiscal que ainda gera muitas dúvidas entre os empresários. Em meio a tantas novas exigências introduzidas pelo SPED, pode se tornar complicado organizar todas as informações necessárias e cumprir os diferentes prazos das obrigações, não é?

Entre os dados que devem ser controlados pelas empresas e transmitidos ao poder público estão aqueles relacionados aos insumos utilizados na produção de seus produtos e sobre o estoque de materiais. Foi para monitorar essas atividades que foi criado o bloco K do SPED Fiscal.

Você sabe se a sua empresa está preparada para a obrigação do Bloco K em 2019? Descubra ao longo deste artigo.

O que é Bloco K?

O bloco K é uma obrigação acessória do SPED Fiscal que consiste na apresentação de informações sobre controle de produção e estoque. Ou seja, os estabelecimentos industriais devem informar mensalmente, em formato digital, as principais informações sobre os insumos utilizados na produção e os materiais que estão armazenados no estoque da empresa.

O poder público já exerce um controle sobre as movimentações financeiras, patrimônio empresarial, recolhimento de impostos, entre várias outras informações de uma empresa, certo? O bloco K é uma nova exigência que busca aumentar o controle da fiscalização sobre tudo o que acontece dentro de uma indústria.

Entre as informações que devem ser informadas no bloco K do SPED Fiscal estão:

  • a quantidade produzida;
  • a quantidade de materiais que foi consumida;
  • a quantidade que foi produzida em terceiros;
  • a quantidade de materiais consumida na produção em terceiros;
  • as movimentações internas de estoque que não estejam diretamente relacionadas à produção;
  • os materiais de propriedade da empresa e em seu poder;
  • os materiais de propriedade da empresa e em poder de terceiros;
  • os materiais de propriedade de terceiros em poder da empresa;
  • a lista de materiais de todos os produtos que são fabricados na produção própria e em terceiros.

Entenda as principais mudanças do bloco K

Quando o bloco K começou a ser exigido às empresas brasileiras, ocorreram vários problemas pela falta de flexibilidade da Receita Federal no recebimento das informações. Era preciso confrontar todos os dados informados com a lista técnica do produto produzido, incluindo a exatidão de informações como número de itens e código dos produtos usados na produção.

As principais mudanças recentes no bloco K estão relacionas à flexibilidade para informar todos os dados necessários. Em vez de exigir inúmeras alterações e dificultar a entrega das informações, foram realizadas mudanças para que esses dados sejam entregues sem complicações. Além disso, foram liberados registros que permitem fazer ajustes na escrituração do bloco K em períodos anteriores de entrega do SPED Fiscal:  o K280 e K270/K275.

Quem precisa entregar o bloco K?

O objetivo do bloco K é monitorar as atividades de indústrias ou empresas equiparadas a indústrias e atacadistas. Por essa razão, são essas as organizações que ficam obrigadas a enviar o Livro de Registro de Controle de Produção e do Estoque através do SPED Fiscal.

Porém, ainda não são todas essas empresas que já estão obrigadas a realizar a entrega do bloco K em 2019. Os prazos e obrigatoriedades seguem as definições do Ajuste SINEF nº 25 de 2016:

  • 1º de janeiro de 2017, restrita à informação dos saldos de estoques escriturados nos Registros K200 e K280, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE);
  • 1º de janeiro de 2019, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 11, 12 e nos grupos 291, 292 e 293 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2020, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 27 e 30 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2021, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados na divisão 23 e nos grupos 294 e 295 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2022, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 24, 25, 26, 28, 31 e 32 da CNAE.

Registros K200 e K280

Entre os principais registros do bloco K estão o K200 e o K280:

  • K200: indica o estoque final escriturado, fazendo uma separação por tipo de estoque e por participante. Nesse registro estão inclusas as mercadorias para revenda, matéria-prima, embalagens, produtos em processo, produtos acabados, subprodutos e outros insumos. Além disso, também é preciso informar se as mercadorias são de propriedade da empresa e se estão em posse do informante ou de terceiros.
  • K280: tem o objetivo de escriturar alterações e correções dos dados informados na apuração anterior — escriturados no registro K200.

Como um sistema de gestão pode te ajudar com o bloco K?

Um sistema de gestão pode tornar muito simples a entrega do bloco K do SPED Fiscal. Essa exigência nada mais é do que uma parte do arquivo do SPED que contém as informações de gestão de estoque: entradas, saídas de mercadoria, localização da mercadoria, finalidade para qual a mercadoria foi adquirida, entre outros. Todas essas informações podem ser facilmente acessadas em um sistema digital de controle de estoque.

Ou seja, quando você precisa gerar o SPED por um sistema digital, torna-se possível organizar todos esses dados de forma automática, sem ter muito trabalho ou tempo desperdiçado. No sistema da Mainô, em menos de 5 minutos você consegue gerar o SPED com tudo que precisa do bloco K.

E então, a sua empresa já está preparada para as exigências do bloco K? Você gostaria de saber mais sobre o assunto? Então entre em contato conosco!

DUIMP: Saiba tudo sobre essa nova obrigação acessória

A Declaração Única de Importação Duimp – entrou em vigor no último mês de outubro, marcando o início de um novo processo de importação. As alterações propostas pela Duimp incluem mudanças administrativas e procedimentais capazes de tornar todo o processo muito mais rápido e eficiente. Continue reading “DUIMP: Saiba tudo sobre essa nova obrigação acessória”

Nota Fiscal Avulsa: O que é e como emitir?

A nota fiscal avulsa (NFA-e) é um documento emitido para micro e pequenas empresas que não têm autorização ou acesso à emissão de documentos fiscais como a Nota Fiscal eletrônica (NF-e). Trata-se de uma solução muito explorada pelas empresas e profissionais que realizam operações de venda com a necessidade de documento fiscal com pouca frequência.

Um Microempreendedor Individual que costuma comercializar os seus produtos apenas para o consumidor final não é obrigado a emitir nota fiscal. Nas situações ocasionais em que é feita uma venda para uma pessoa jurídica, pode ser exigido o documento fiscal. É nesses casos que a nota fiscal avulsa se torna necessária.

Porém, esse é um assunto que levanta muitas dúvidas por conta de suas particularidades. Neste artigo veremos o que é e como emitir a nota fiscal avulsa. Acompanhe.

O que é a nota fiscal avulsa?

A nota fiscal avulsa é um documento fiscal emitido individualmente em ocasiões de venda de produtos ou serviços. A sua emissão pode ser feita tanto em papel quanto formato eletrônico, assim como a nota fiscal eletrônica.

Os campos que devem ser preenchidos na emissão do documento são muito semelhantes aos da nota fiscal tradicional (modelo 1, 1-A ou 55). A principal diferença está nas características do emissor, que estão limitados a profissionais ou empresas que não estão obrigados a emitir a nota fiscal eletrônica:

  • Pessoa física não contribuinte, artesão e profissional autônomo.
  • Microempreendedor Individual – MEI.
  • Empresas públicas, repartições públicas, inclusive autarquias e fundações públicas.
  • Pessoas jurídicas que possuem CNPJ, mas não a Inscrição Estadual.
  • Produtor rural que atua como pessoa física.

Como emitir a nota fiscal avulsa?

A emissão de uma nota fiscal avulsa pode parecer complexa para empresas que ainda não encararam esse procedimento. Porém, nós preparamos um passo a passo que vai ajudá-lo a dominar essa rotina:

1. Informe-se na Secretaria da Fazenda do seu estado

O primeiro passo para a emissão da nota fiscal avulsa é buscar informações na Secretaria da Fazenda do seu estado. A autoridade tributária estadual tem poder para estabelecer requisitos próprios para a emissão do documento. Ou seja, cada estado possui exigências diferentes para solicitar e emitir a nota fiscal avulsa.

2. Reúna a documentação necessária

Mesmo com diferenças entre um estado e outro, os documentos necessários para realizar o cadastro para emissão da nota fiscal avulsa costumam ser os seguintes:

Para pessoas físicas:

  • Documento de identidade ou outro com a mesma equivalência.
  • CPF – Comprovante de Inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas.
  • Comprovante de residência.

Para pessoas jurídicas:

  • CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas.
  • Número da inscrição no CF – Cadastro Fiscal.
  • Documento de identidade ou equivalente.

3. Solicite a nota fiscal avulsa

Depois de feito o cadastro, você está apto para emitir a nota fiscal avulsa. Geralmente, esse é um procedimento que pode ser realizado pela internet através de uma plataforma própria da Secretaria da Fazenda Estadual ou Municipal.

4. Insira todas as informações sobre a operação

Assim como acontece na emissão de uma nota fiscal eletrônica, é necessário inserir diversos dados essenciais: identificação das partes envolvidas na operação, descrição dos produtos ou serviço, CNAE, valores unitários e total, destaque dos tributos recolhidos, entre outras.

5. Faça a impressão do documento

Depois de concluído o processo e autorizada a nota fiscal, será preciso fazer a impressão do documento. O armazenamento da nota fiscal avulsa deve ser feita em formato impresso e deve seguir o prazo mínimo de 5 anos de guarda.

Você já conhecia essas informações sobre a nota fiscal avulsa? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Como importar: o que é preciso para começar?

Quer saber como importar? Para importar, uma empresa precisa elaborar um plano de negócios consistente e estar preparada para investir um dinheiro considerável na compra das mercadorias que deseja revender. Além disso, deve buscar fornecedores aliados com a sua estratégia de negócios. Complicado? Nem tanto. Continue reading “Como importar: o que é preciso para começar?”

Como estipular a precificação do meu produto: Valor ou Custo?

A precificação correta dos produtos vendidos pela sua empresa pode torná-los um sucesso. Por outro lado, determinar preços mais altos do que os clientes estão dispostos a pagar, pode fazer com que o negócio perca vendas. Caso a empresa defina preços de venda muito baixos, poderá acabar operando no vermelho.

Não há uma fórmula única para determinar o preço de venda de um produto. No entanto, é possível usar estratégias e métodos de precificação diferentes para encontrar um valor que satisfaça a sua empresa e os seus clientes.

Mas como precificar corretamente os produtos da sua empresa? É o que você vai descobrir agora! Acompanhe!

O que é Preço de Venda?

Preço de venda é o valor cobrado pelos produtos oferecidos aos seus clientes. Esse valor deve cobrir o custo de fabricação, as despesas associadas as vendas e, ainda, permitir que a empresa trabalhe com lucro.

Como fazer a precificação de um produto?

Considere os seguintes fatores ao precificar os produtos da sua empresa.

1. Determine os custos

Antes de precificar os produtos da sua empresa é preciso determinar os custos associados a eles, sejam esses produtos fabricados ou apenas revendidos pela sua empresa.

Se a sua empresa produz os produtos que vende, por exemplo, precisa incluir todos os custos envolvidos na fabricação, desde o desenvolvimento, os materiais e os custos indiretos. Depois disso será possível obter o ponto de equilíbrio, que determinará o valor mínimo pelo qual o produto deve ser vendido para cobrir o valor investido.

2. Conheça seus clientes

Para precificar os produtos da sua empresa corretamente é preciso conhecer os seus clientes. A melhor forma de conhecer os seus consumidores é por meio de uma análise de mercado. O resultado desse processo fornecerá informações valiosas, incluindo a faixa de renda onde de seus clientes e também o perfil de consumo deles.

Com base nessas informações também será possível determinar o quanto os seus clientes estão dispostos a pagar por por um determinado produto, ou seja, a percepção de valor. Por exemplo, se sua loja atende majoritariamente consumidores de classe média, é importante observar que eles podem não estar dispostos a pagar preços muito altos para adquirir seus produtos.

No entanto, eles também estão buscando qualidade, o que fará com que eles não comprem “qualquer coisa”. Por isso é importante achar um ponto de equilíbrio para conseguir satisfazer a percepção de valor.

3. Conheça seus concorrentes

O preço cobrado pelos seus concorrentes também impacta na precificação dos produtos da sua empresa, uma vez que fornecem uma referência que a sua empresa poderá seguir.

É possível, por exemplo, definir preços iguais aos do seu concorrente. Também é possível fixar preços mais baixos, o que atrairá a atenção de um novo público. Ou ainda, caso a intenção seja valorizar seus produtos frente a concorrência, aumentar o preço dos produtos vendidos.

Determine sua estratégia de preços

Existem várias estratégias para precificação de um produto. A estratégia escolhida pode depender dos preços praticados pelos concorrentes da sua empresa ou simplesmente do que funcione melhor para o seu negócio. Abaixo estão algumas estratégias comuns de precificação:

Marcação

A marcação é um método popular de precificação e consiste na adição de uma porcentagem ao custo de um produto. Esse processo permite usar percentuais diferentes para itens diferentes. Para calcular o preço de venda de um produto usando a marcação, é preciso usar a seguinte fórmula:

Preço de venda = Custo do produto + (Custo do produto x Porcentagem de marcação)

Digamos que a sua empresa gaste R$50,00 para fabricar um produto e deseje obter uma margem de lucro de 60%, aplicando a fórmula, obteremos:

R$50 + (R$50 x 0,60) = R$80,00

Nesse caso, um produto com margem de lucro de 60% será vendido por R$80,00. A porcentagem usada dependerá dos custos associados a fabricação e de quanto a sua empresa espera obter de lucro.

Margem

A margem é uma porcentagem que leva em conta o preço de venda e o custo de um produto. A fórmula usada para calcular a margem de um produto é a seguinte:

Margem = (Preço de venda – Custo do produto) / Preço de venda

Suponhamos que você deseje vender um produto por R$80,00:

(R$80 – R$50) / R$80 = 0,375

A margem desse produto será 37,5%.

Como você pode ver, as porcentagens da marcação e da margem não são as mesmas. É possível usar a margem para determinar os preços dos produtos vendidos pela sua empresa quando se deseja obter um lucro específico. Já a marcação é usada para definir o preço de venda de um produto.

Preço Keystone

O preço Keystone determina que todos os produtos devem ser vendidos com um aumento de 100%. Essa metodologia de precificação pode não ser a melhor se a sua empresa vender uma grande variedade de produtos, pois, nesse caso, alguns produtos podem apresentar preços muito baixos, por exemplo.

Preços baseados no valor

A precificação baseada no valor é determinada pelo mercado. Mesmo que a marcação ou a margem possam estabelecer um preço mais baixo, os clientes podem estar dispostos a pagar mais por causa do valor percebido.

Os clientes podem perceber um valor maior com base na experiência de consumo. Podem ainda perceber um valor maior por identificarem um produto novo ou raro.

Preço sugerido

Como o próprio nome diz, representa o preço sugerido, ou seja, é o preço que o fabricante recomenda que o produto seja vendido. Esse procedimento permite que os fabricantes padronizem os preços de seus produtos em diferentes varejistas.

O preço sugerido facilita a precificação dos seus produtos, mas, impossibilita que a sua empresa obtenha uma vantagem sobre seus concorrentes.

Como a sua empresa faz a precificação dos seus produtos? Comente com a gente e não deixe de ler o nosso blog!

O que é CNAE? Aprenda a classificar a sua empresa.

Você sabe o que é CNAE? A Classificação Nacional de Atividades Econômicas é uma forma de classificar a sua empresa de acordo com as operações ou atividades realizadas. Trata-se de uma forma padronizada de identificar as atividades econômicas em todo o país, facilitando também o enquadramento tributário.

Quando o assunto é a burocracia por trás das atividades desenvolvidas por uma organização, são vários os registros e enquadramentos necessários, não é? Em meio a tantas nomenclaturas diferentes, é comum que os empresários fiquem confusos.

Para solucionar todas as suas dúvidas, veremos ao longo deste artigo tudo o que você precisa saber sobre o CNAE. Confira.

O que é a CNAE?

Todas as organizações devem pagar vários tributos que incidem sobre as atividades desenvolvidas, certo? Entretanto, esses tributos variam conforme a natureza dessas operações e seria impossível que os órgãos de fiscalização avaliassem individualmente as atividades desenvolvidas por cada uma das pessoas jurídicas em funcionamento.

Para solucionar esse problema, foi criada a Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE. Através desse código foi possível padronizar essa informação. Cada uma das atividades recebe um código único e todas as empresas informam o CNAE da sua atividade principal e das atividades secundárias.

Para que serve a CNAE?

A principal finalidade da CNAE é padronizar a comunicação entre o poder público e as empresas, facilitando a fiscalização. Na prática, esse código serve para informar exatamente quais são as atividades desempenhadas por uma pessoa jurídica e impacta diretamente na tributação adotada por uma organização e nos benefícios que podem ser aproveitados.

Como escolher o CNAE para minha empresa?

A escolha do CNAE deve ser feita com base nas atividades que serão desenvolvidas pela empresa. A organização será uma prestadora de serviços de arquitetura? Fará a comercialização de livros? Trata-se de uma indústria que produz calçados? Ou então engloba a prestação de serviços de veterinária com a venda de artigos de pet shop?

Depois de definidas as atividades que serão executadas, você pode consultar a tabela do CNAE através da internet pelo site www.cnae.ibge.gov.br. A atividade que mais colabora para a geração do valor adicionado é considerada a atividade principal, enquanto as demais atividades podem ser incluídas como atividades secundárias.

Quais cuidados devo tomar ao escolher a CNAE?

No momento de definir as atividades da sua empresa é muito importante tomar alguns cuidados para evitar complicações no futuro. Veja quais são as principais delas:

  • Enquadramento no Simples Nacional: Nem todas as atividades podem ser enquadradas no Simples Nacional. Portanto, é importante verificar se todos os CNAEs escolhidos pela sua empresa estão autorizados para esse regime.
  • Alteração de classe: A empresa pode realizar alterações no seu CNAE ou adicionar novas atividades secundárias. Entretanto, é preciso ficar atento aos impactos que isso pode causar, tanto na tributação quanto no cumprimento de outras exigências.
  • Regime tributário: O CNAE tem relação direta com o enquadramento tributário de uma empresa, interferindo nos tributos recolhidos e obrigações acessórias. Um ótimo exemplo disso é a necessidade de recolher o ISS apenas se o CNAE cadastrado se referir a uma prestação de serviço.

Qual a diferença entre a CNAE-Fiscal e CNAE-Domiciliar?

O CNAE pode ser subdividido em dois: o CNAE-Fiscal e o CNAE-Domiciliar:

  • CNAE-Fiscal: é um detalhamento usado pela administração pública para identificação da atividade econômica principal e secundária desempenhadas pelo empreendimento.
  • CNAE-Domiciliar: foi criado para facilitar o acesso aos dados empresariais no censo demográfico e nas demais pesquisas domiciliares.

Como consultar a CNAE pelo CNPJ?

A consulta do CNAE pode ser feita através da Emissão de Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral no site da Receita Federal. Basta inserir o CNPJ para ter acesso às principais informações daquela empresa, incluindo o código e a descrição das atividades desenvolvidas.

Você já sabia o que era CNAE? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Planejamento tributário para 2019: 5 dicas de como fazê-lo

Você já elaborou um planejamento tributário para 2019? Em um país com uma carga tributária tão complexa como o Brasil, lidar com todas as obrigações legais pode causar muita dor de cabeça para os empresários. Por esse motivo, é preciso que exista um acompanhamento especial para garantir que todos os tributos sejam recolhidos.

Com tantos tributos diferentes e mudanças constantes na legislação, é essencial ter um bom planejamento para servir como guia. Caso contrário, podem ocorrer diversas situações nada agradáveis – como o esquecimento da data de vencimento para o recolhimento de um imposto, o pagamento de valores maiores do que o necessário ou a incidência de multas e outras penalidades.

Além de ajudar a evitar essas situações, o planejamento tributário ainda garante a escolha do melhor regime tributário e o aproveitamento de todos os incentivos disponibilizados. Trata-se de uma ótima forma de diminuir a complexidade das obrigações fiscais e reduzir as despesas do seu negócio.

Quer descobrir como colocar um planejamento tributário em prática na sua empresa em 2019? Então confira neste artigo 5 dicas que vão ajudá-lo.

Os benefícios de um bom planejamento tributário

O planejamento tributário consiste em um estudo completo sobre todos os tributos que incidem sobre as operações de uma empresa. O objetivo é identificar formas de conseguir a redução dos custos nos pagamentos dos tributos e diminuir a complexidade desses processos. Quando essa rotina é colocada em prática, diversos benefícios podem ser aproveitados:

  • Definição do melhor regime tributário de acordo com as características da sua empresa;
  • Redução dos custos com o pagamento de tributos;
  • Eliminação de situações de autuação por não cumprimento das obrigações tributárias;
  • Realização de um orçamento anual incluindo todas as despesas tributárias – auxiliando na gestão financeira;
  • Aproveitamento dos incentivos fiscais existentes para o seu negócio;
  • Aumento da competitividade da empresa no mercado com o uso dos recursos economizados.

5 dicas de como fazer um planejamento tributário

Para fazer um planejamento tributário para 2019 será necessário fazer um estudo completo sobre vários aspectos que interferem no recolhimento dos tributos do seu negócio. Separamos 5 dicas para ajudá-lo nesse processo:

1. Reúna informações sobre a sua empresa

Comece reunindo o máximo de informações sobre a sua empresa: atividades desenvolvidas, faturamento dos últimos períodos, despesas com funcionários, principais tributos pagos, análise do fluxo de caixa, ciclo operacional, estrutura de capital, entre outras. Todos esses dados influenciam diretamente na escolha do melhor regime tributário para minimizar os custos.

2. Analise a tributação atual

Em qual regime tributário a sua empresa está inserida atualmente? Quais foram os gastos com tributos no último período? Foi aproveitado algum incentivo fiscal? Essa análise sobre a tributação adotada atualmente é fundamental para que seja possível realizar uma comparação com outras alternativas.

3. Acompanhe a legislação tributária

A sua empresa pode ser enquadrada no Simples Nacional? Você conhece quais são as principais alternativas de regimes tributários para o seu negócio? Estudar as particularidades de cada uma das suas alternativas pode ser um exercício muito produtivo para encontrar os melhores caminhos para a sua empresa.

4. Crie cenários de simulação

Um planejamento tributário eficiente passa pela criação de diversos cenários para que você possa comparar os seus resultados. Com base nos resultados projetados para 2019, calcule quais seriam as despesas tributárias em cada um dos principais regimes tributários. A partir dessas simulações, você consegue visualizar as opções mais vantajosas.

5. Adote o uso de tecnologias fiscais

Todo o planejamento tributário pode se tornar mais simples e eficiente com o uso de tecnologias fiscais que facilitam o acesso às informações tributárias e auxiliam no processo de análise. As principais informações fiscais da sua empresa podem ser encontradas em uma mesma plataforma.

Você gostou das dicas para fazer um planejamento tributário para 2019? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Endereçamento logístico: tudo o que você precisa saber

O endereçamento logístico permite que os produtos do estoque de uma empresa sejam localizados mais facilmente pelos funcionários.

Além disso, esse sistema torna mais simples o controle de entrada e saída de mercadorias, uma vez que determina que os produtos de alto giro fiquem próximos à área de entrada e saída.

Mas como funciona o endereçamento logístico? É o que você vai entender melhor agora! Acompanhe!

Como funciona o endereçamento logístico?

O endereçamento logístico pode ser entendido como o “endereço” de um produto no estoque de uma empresa. Nesse sistema as ruas são os corredores, o número do prédio corresponde a numeração das colunas, o nível corresponde ao andar e as sequências correspondem ao número de um apartamento.

Como é feito o endereçamento logístico?

O endereçamento logístico não deve usar letras, mas sim números. Por exemplo, se um funcionário estiver no corredor 10 e precisar ir para o corredor 20, saberá imediatamente que precisa deslocar-se por 10 corredores.

Mas, se ao contrário estiver no corredor F e precisar chegar ao corredor P demorará mais tempo para saber por quantos corredores precisará deslocar-se.

A seguir classificaremos cada item do endereçamento. Confira.

1. Área

O número de áreas de um armazém varia de acordo com o seu tamanho – empresas pequenas podem ter somente uma ou duas áreas, já empresas de grande porte podem ser compostas de diversas áreas.

Nesse caso, é preciso estabelecer diferentes códigos para cada área de armazenagem, mantendo uma sequência crescente para numerar os corredores.

2. Ruas

Os corredores de um armazém devem formar uma sequência numérica. O corredor 1 deve ficar próximo ao local de recebimento e do envio de mercadorias.

3. Módulo

Os módulos são os “edifícios” de um endereçamento logístico e correspondem ao espaço de armazenagem localizado entre duas colunas de um porta-palete.

Cada corredor deve ser preenchido por módulos dos dois lados. Os módulos do lado direito devem ser de numeração par e os do lado esquerdo de numeração ímpar, como acontece nas ruas de uma cidade.

4. Nível

Cada nível corresponde ao andar de um prédio e deve ser numerado em ordem crescente, começando pelo nível mais baixo.

5. Sequência

A sequência equivale a um apartamento e corresponde a cada boxe ou vão de armazenamento.  Depois de numerar todo o espaço físico do armazém é preciso estabelecer o endereço de cada item.

O sistema de localização permitirá que os itens sejam encontrados mais facilmente, uma vez que todas as áreas são organizadas de uma mesma maneira. O investimento destinado ao endereçamento logístico será rapidamente recuperado pois, todo o processo de armazenamento e expedição de mercadorias será otimizado.

Ao fazer o endereçamento, certifique-se de colocar os produtos de menor giro em locais mais afastados e os produtos campeões de venda mais próximos à área de saída. Isso evitará que o tempo de deslocamento dos funcionários dentro do estoque não seja ampliado na procura dos itens de maior giro.

Você já conhecia o endereçamento logístico? Que tal automatizar a organização do estoque da sua empresa? Entre em contato conosco agora mesmo!

Especial Melhores do Ano de 2018

Mais um ano chegando ao fim. Passou rápido, não é? 2018 foi um ano maravilhoso para Mainô! Foram inúmeros os desafios e também as conquistas. Firmamos parcerias, realizamos marcos e estivemos junto com nossos clientes, que é o que mais prezamos. Esperamos que para você, 2018 também tenha sido fantástico!

Para fechar esse ano com chave de ouro, separei para você os 12 conteúdos mais lidos/baixados desse ano.  Se você perdeu alguma dessas dicas valiosas, está aí mais uma oportunidade de abrir seus horizontes e traçar suas estratégias para o próximo ano. E se você já leu alguma delas, vale a pena reler e ver se tem algo que você possa aplicar no seu planejamento para 2019.

1- [PLANILHA] Planilha de Cálculo de Substituição Tributária

2- [ARTIGO] NF-e de Importação: como calcular igual seu despachante?

3- [ARTIGO] 3 Principais causas de multas no processo de importação

4- [ARTIGO] Como emitir NF-e não contribuinte

5- [PLANILHA] Nota Fiscal de Entrada de Importação: Planilha de Cálculo

6- [ARTIGO] Como emitir uma NF de remessa para feira ou exposição

7- [ARTIGO] Tributação na Importação: Redução no Paraná e Santa Catarina

8- [ARTIGO] Como Emitir Nota Fiscal de Armazenagem – CFOP 5905

9- [ARTIGO] ICMS na importação: entenda como funciona

10- [ARTIGO] ICMS de produtos importados para revenda: Suspenso em São Paulo

11- [ARTIGO] O Guia Definitivo da NF-e 4.0: Saiba tudo sobre a mudança

12- [ARTIGO] Gestão de Estoque: Como classificar e padronizar produtos

Aproveite os materiais e tenha um 2019 de muito sucesso!