Case de Sucesso: Harmony Stones

Veja como a Harmony Stones otimizou o fluxo de NF-es movimentando automaticamente o seu estoque:

“Eu já trabalhei em outras empresas com outros softwares, mas aqui na Harmony sempre foi a Mainô. A indicação vai a todos: o suporte da Mainô é excelente, temos vídeos para auxiliar a mim, a contabilidade e a área financeira.”

“Eu indico a todos que estejam começando ou que utilizam outro sistema. Façam o teste, vale a pena, e certamente vão contratar a Mainô.”

Daniel Coelho – Gerente da Harmony Stones

Inbound Marketing e sua importância para Empresas B2B

Quer saber como uma estratégia de Inbound Marketing pode ajudar a aumentar as vendas B2B e ser a solução para empresas alcançarem seu público em um mercado tão competitivo? Nós preparamos um artigo completo para você entender de forma definitiva como esse método pode aumentar a lucratividade de sua empresa.

Evolução do Marketing

Ao longo da história, o marketing foi evoluindo e continua seguindo o seu processo de expansão. Com os avanços da tecnologia, cada vez mais o consumidor tem voz e busca mais informações antes de adquirir um produto ou serviço. Hoje com poucos cliques você decide se compra ou não alguma coisa.

E cada dia mais, essa evolução cobra que as empresas se reinventem para acompanhar as mudanças de mercado e do consumidor. Em primeiro lugar, se o cliente anteriormente não tinha muito envolvimento e relacionamento com a sua empresa, hoje ele tem. Ele pode ser um promotor ou detrator da sua marca.

O Marketing Digital não é mais uma tendência e sim um investimento para as empresas. Se a sua marca não está na internet, você não existe. Se você for uma empresa B2B (business to business) que vende para outras empresas, mais ainda necessita dominar este assunto para encontrar estratégias que atendam e conquistem o seu público-alvo.

O crescimento da concorrência obrigou as empresas a mudarem suas estratégias para que assim pudessem se destacar em um mercado tão competitivo. Por este motivo, o Marketing Digital possui uma grande vantagem: ele permite que mesmo empresas com poucos recursos possam atrair clientes e aumentar a sua percepção de marca já que existem meios mais baratos e até gratuitos.

Dentro do Marketing Digital existem estratégias que, quando bem executadas, podem trazer um enorme resultado para a empresa a custos mais baixos e de forma facilmente mensurável como: o Marketing de Conteúdo e o Inbound Marketing.

Por que Inbound Marketing?

O que me motivou a escrever esse post foi entender a importância dessas estratégias e os benefícios que elas oferecem para um mercado mais desafiador: o B2B.  Apesar de desafiador, é um mercado cheio de possibilidades, que permite conquistar o cliente através de conteúdos de qualidade, engajamento e relacionamento, permitindo relações duradouras.

Fazendo bom uso dessas estratégias, é possível aumentar suas vendas, conquistar clientes e mantê-los por muito tempo. Como resultado, quanto maior o relacionamento com a sua marca, quanto mais valor ele enxergar, mais ele irá indicar. Um cliente promotor da sua marca pode te trazer muitos novos negócios.

O comportamento do consumidor B2B x B2C

Antes de qualquer ação de marketing e vendas, o primeiro passo é saber com quem você vai falar. É preciso investir tempo, dinheiro e trabalho tendo como base um público e linguagem adequados. Nosso consumidor precisa entender o que estamos falando. E nós precisamos ter bem definido o que e para quem iremos comunicar.

Se queremos falar com todo mundo, acabamos não falando com ninguém. Por isso, se posicione e saiba quem você quer impactar. 

Conceitos básicos: B2C ou B2B?

Existem alguns conceitos de marketing e vendas que são fundamentais para o sucesso de uma estratégia B2B (Business to Business) ou B2C (Business to Consumer).

As vendas B2B são feitas entre empresas, ou seja, uma empresa comercializa produtos para outra empresa. Já o B2C são as vendas realizadas entre a empresa e o consumidor final.  Ao mesmo tempo, por se tratarem de públicos-alvos diferentes, as empresas B2B e B2C precisam adequar estratégias, conteúdos e linguagens específicas e diferenciadas para cada público.

O B2C é direcionado para as massas, por isso, é preciso entender as necessidades básicas e os desejos desse público. É preciso trabalhar as estratégias em cima disso. Aqui a emoção é o principal fator decisivo e o processo de decisão de compra é rápido.

Já o B2B é focado na redução de custos, crescimento do lucro e geração de leads qualificados. Para os consumidores B2B, os dados e informações que o ajudem na tomada de decisão têm grande peso. Por se tratar de um público corporativo, são necessárias mais ferramentas. O custo x benefício é levado em consideração. O consumidor B2B pesquisa, busca argumentos, aprende sobre o produto e avalia bastante. Neste caso, o fator decisivo é a razão e a decisão de compra leva mais tempo.

Canais de comunicação

É possível utilizar os mesmos canais de comunicação para B2B e B2C. Normalmente os mais utilizados são as redes sociais, blogs, e-mail marketing e lojas virtuais. O que os diferencia é a forma como esses canais são usados.

No B2C os conteúdos normalmente são mais diretos e objetivos para se comunicar com o público e as vendas vêm a curto prazo. Enquanto no B2B é comum investir em canais de nichos. Como os ciclos de vendas são mais longos, é preciso gerar, segmentar e nutrir os leads. Consequentemente, quanto mais educados sobre o mercado e o produto, maior a chance de conseguir uma venda no médio e longo prazo. 

Quem trabalha com mercado B2B precisa ter em mente que as ações para esse cliente são diferentes das ações voltadas para o consumidor final. Não são somente as necessidades que são diferentes, o processo de tomada de decisão é outro.

Os compradores B2B baseiam suas decisões em custo x benefício, enquanto consumidores finais se baseiam não somente no preço, mas levam em conta também status, popularidade e diversos outros fatores sociais, emocionais e culturais. Com os compradores B2B é preciso ter em mente que é necessário construir uma relação valiosa e  duradoura. A base aqui é o relacionamento.

O marketing para o consumidor B2B

Diferente do marketing para consumidores, o marketing B2B é focado na geração de leads qualificados para a equipe comercial. Além disso, é o marketing o responsável por atrair, converter e nutrir o lead antes de enviar para o time de  vendas.

Para alcançar uma estratégia de marketing B2B de sucesso, é preciso otimizar a geração de leads. As ações precisam ser trabalhadas de modo a fazer com que o lead avance pelo funil até chegar ao seu momento de compra.

Jornada de Compra do Consumidor: Aplicando o Inbound Marketing

O processo de compra de serviços e produtos vem mudando muito nos últimos anos. Não faz muito tempo, os clientes quando precisavam saber sobre o produto, se dirigiam a loja e recebiam as informações que desejavam. Eles pesquisavam algumas lojas e por fim, efetuavam sua compra.

Hoje em dia, existem diversas ferramentas e muita informação na internet. Por isso, é cada vez mais importante que sua empresa tenha um bom posicionamento e diferenciais com relação a seus concorrentes. Afinal, com a evolução da internet, os clientes tornaram-se muito mais informados e consequentemente mais exigentes.

Para que as empresas possam acompanhar essa evolução do consumidor, elas precisam se adequar às mudanças para seguir crescendo competitivas no mercado. Uma boa estratégia para investir nesse caso é o Inbound Marketing. Dessa forma, as pessoas poderão encontrar conteúdos especializados, aprender sobre o seu produto, criar um relacionamento e engajamento com sua marca e vir a cogitar comprá-lo. Com tanta concorrência e conteúdo disponível, é necessário que a empresa leve em conta algo essencial nessa estratégia: a jornada de compra.

funil de Inbound marketingFunil de Vendas 

1ª etapa: Aprendizado e Descoberta

No primeiro momento, seu cliente possivelmente não identificou ainda que ele tem um problema. Ele ainda está despertando o interesse e curiosidade para entender determinados assuntos relacionados ao seu negócio. É nesse momento que o objetivo da empresa se torna capturar a atenção dele.

Vamos exemplificar? Imagine que você é uma empresa que desenvolve softwares de gestão para empresas de distribuição. Pedro é dono de uma pequena distribuidora de alimentos e tem a necessidade de organizar e controlar o seu estoque de mercadorias.

Nesse momento da jornada dele, você pode optar por oferecer conteúdos como: “Dicas para organizar o estoque da sua empresa” ou “Saiba como controlar o seu estoque em 10 passos”.

Para entender sobre o assunto, ele provavelmente buscará informações na internet ou nas mídias sociais. E a empresa precisa estar lá para que ele possa encontrá-la.

2ª etapa: Reconhecimento do Problema

Nesse momento, o lead já entendeu e se aprofundou um pouco mais sobre o assunto. Mas, agora ele identificou que tem um problema para resolver. O objetivo aqui é gerar nele a necessidade em solucionar a questão. Ou, podemos fazer ele perceber que tem um problema e buscar uma solução.

A distribuidora do Pedro começou a crescer e de repente ele percebeu que está tendo dificuldades para controlar o seu estoque. Ele decide então buscar alternativas de como fazer para controlar melhor esse estoque que precisa aumentar um pouco de tamanho. Nesse momento, sua empresa pode oferecer artigos como: “Boas práticas para armazenagem e controle de estoque” ou “Como fazer uma gestão de estoque eficiente”.
Aqui você também pode oferecer webinars online sobre o tema para tirar as dúvidas ou ainda uma planilha que ajude o Pedro a controlar o seu estoque.

3ª etapa: Consideração da Solução

Após pesquisar mais um pouco, o lead buscou algumas soluções possíveis para começar a avaliá-las.

Esse é o momento de sua empresa criar um senso de urgência para esse lead, fazendo com que ele avance no processo e tenha sua empresa como a primeira opção para resolver o problema dele.

Imagine que a distribuidora do Pedro seguiu crescendo. Fazer o controle do estoque manualmente tornou-se muito arriscado. Além de fazê-lo perder muito tempo nessa tarefa e dos riscos de uma contagem errada que possa atrapalhá-lo fiscalmente no futuro.

Esse é o momento de mostrar para ele que existem soluções no mercado para o problema dele. Alguns conteúdos possíveis aqui seriam: “Por que um software de gestão de estoque é essencial para empresa?” ou “Como escolher um software para controle de estoque?”. Esse é o momento ideal para apresentar seu software para ele.

4ª etapa: Decisão de Compra

Nessa última etapa, o lead analisa as possibilidades para poder efetuar a compra. Essa é a oportunidade de mostrar os diferenciais do seu produto em relação aos concorrentes e ajudá-lo a entender que a sua opção é a melhor.

O Pedro se interessou pelo seu software e está cogitando a compra. É a oportunidade de entregar um conteúdo comparando as suas funcionalidades com as do concorrente, apresentar um case de sucesso de algum cliente da sua empresa ou mesmo oferecer um teste gratuito (trial) de alguns dias para ele conhecer a sua ferramenta. Se ele gostar, a chance de fechar com a sua empresa é grande.

Marketing de Conteúdo: porque utilizá-lo no Inbound Marketing

O Marketing Digital deixou de ser uma tendência de mercado e se tornou um investimento necessário para a maioria das empresas. Se os seus possíveis clientes estão na internet, logo, sua empresa também precisa estar lá.

O Marketing de Conteúdo é essencial para a estratégia de Inbound Marketing. Para produzir um conteúdo de qualidade e atrativo para o seu público, há três coisas que são extremamente importantes: Entender quem são as suas personas, entender bem a jornada de compra do cliente e entender como funciona o funil de vendas.

As personas são personagens fictícios, definidos pela sua empresa como o perfil de cliente ideal. Entendendo bem essa persona, suas dores, o que buscam, aonde buscam e como se comunicam, é possível produzir conteúdos de qualidade para atraí-las. Para descobrir e entender quem são as suas personas, estude o seu mercado e faça pesquisas com seus clientes atuais.

Para cada etapa é importante definir bem que tipos de conteúdo utilizar. Deste modo, nas etapas de aprendizado, descoberta e reconhecimento do problema, os posts em blogs, e-books e webinários sobre os temas escolhidos são perfeitos para compor essa etapa topo de funil.

Já na fase de consideração da solução, os cases de sucesso de seus clientes são excelentes conteúdos. Nesses cases, abordar como seu cliente conseguiu resolver um problema dele com a sua solução é bastante atrativo. Essa fase compõe a etapa meio de funil.

Por fim, e muito importante, a etapa de decisão de compra, quando o lead já se encontra no fundo do funil, está bem quente e pronto para comprar um produto ou serviço. Um teste gratuito na sua ferramenta ou materiais comparativos com outras ferramentas semelhantes, mostrando os diferenciais do seu produto, são excelentes conteúdos para esse momento da jornada.

Uma vez que você entende os tipos de conteúdos ideais para cada etapa, é necessário ter em mente os 4 pilares do Inbound Marketing: 

  • Atração: Através de conteúdo interessante e relevante, o inbound marketing atrai visitantes interessados no seu negócio;
  • Conversão: Nesse momento, o intuito é transformar os visitantes em leads, buscando uma aproximação com seu negócio e fazendo deles potenciais clientes;
  • Vendas: Uma vez que o lead está interessado no produto ou serviço que você oferece, esse é o melhor momento para mostrar que a sua solução é a melhor e fechar a venda;
  • Encantamento: A relação do cliente com a empresa não termina quando ele efetua a compra. Uma vez que o lead se tornou um cliente, é importante mantê-lo encantado com seu produto ou serviço e atendimento. Desta forma, o inbound permite uma relação duradoura, onde você encanta seu cliente com bom atendimento, relacionamento, conteúdos e materiais úteis e interessantes para o negócio dele.

Não basta fazer um conteúdo de qualidade. É preciso saber como distribuí-lo de modo que ele seja encontrado não só por muitas pessoas, mas pelas pessoas certas.

Alguns canais e estratégias mais usados no Inbound Marketing são:

  • Blogs;
  • SEO;
  • redes sociais;
  • sites; 
  • e-mail marketing.

Os materiais mais utilizados são:

  • E-books;
  • Planilhas;
  • Vídeos;
  • Webinars;
  • Infográficos;
  • Cases de sucesso;
  • Podcasts.

Conclusão

É possível perceber que com toda a evolução do marketing, as pessoas estão cada vez mais conectadas à internet, nas redes sociais e em um mercado B2B, a estratégia de Inbound Marketing é de extrema importância e necessidade.

Tendo personas bem definidas, um bom entendimento sobre o funil de vendas, uma jornada de compra bem estabelecida e sabendo como se comunicar e onde encontrar o seu cliente ideal, a chance de fechar vendas é certa.

Usando bem os canais de marketing digital e oferecendo conteúdos de qualidade, é possível atrair e converter bastante leads. Uma vez cliente, não esqueça de permanecer encantando, criando vínculo e relacionamento duradouro com ele. A tendência é que o cliente satisfeito lembre muito da sua marca e indique o seu negócio para outros parceiros.

 

[E-book] Guia Definitivo do SPED

A sua empresa possui domínio sobre o Sistema Público de Escrituração Digital – SPED? Esse sistema foi anunciado pelo Decreto 6.022/2007 há mais de 10 anos. No entanto, ainda desperta muitas dúvidas nas empresas brasileiras por conta das grandes mudanças causadas pela modernização do relacionamento entre pessoas jurídicas e o Fisco. Continue reading “[E-book] Guia Definitivo do SPED”

Bloco K: sua empresa está preparada para essa obrigação em 2019?

O bloco K é um dos módulos do SPED Fiscal que ainda gera muitas dúvidas entre os empresários. Em meio a tantas novas exigências introduzidas pelo SPED, pode se tornar complicado organizar todas as informações necessárias e cumprir os diferentes prazos das obrigações, não é?

Entre os dados que devem ser controlados pelas empresas e transmitidos ao poder público estão aqueles relacionados aos insumos utilizados na produção de seus produtos e sobre o estoque de materiais. Foi para monitorar essas atividades que foi criado o bloco K do SPED Fiscal.

Você sabe se a sua empresa está preparada para a obrigação do Bloco K em 2019? Descubra ao longo deste artigo.

O que é Bloco K?

O bloco K é uma obrigação acessória do SPED Fiscal que consiste na apresentação de informações sobre controle de produção e estoque. Ou seja, os estabelecimentos industriais devem informar mensalmente, em formato digital, as principais informações sobre os insumos utilizados na produção e os materiais que estão armazenados no estoque da empresa.

O poder público já exerce um controle sobre as movimentações financeiras, patrimônio empresarial, recolhimento de impostos, entre várias outras informações de uma empresa, certo? O bloco K é uma nova exigência que busca aumentar o controle da fiscalização sobre tudo o que acontece dentro de uma indústria.

Entre as informações que devem ser informadas no bloco K do SPED Fiscal estão:

  • a quantidade produzida;
  • a quantidade de materiais que foi consumida;
  • a quantidade que foi produzida em terceiros;
  • a quantidade de materiais consumida na produção em terceiros;
  • as movimentações internas de estoque que não estejam diretamente relacionadas à produção;
  • os materiais de propriedade da empresa e em seu poder;
  • os materiais de propriedade da empresa e em poder de terceiros;
  • os materiais de propriedade de terceiros em poder da empresa;
  • a lista de materiais de todos os produtos que são fabricados na produção própria e em terceiros.

Entenda as principais mudanças do bloco K

Quando o bloco K começou a ser exigido às empresas brasileiras, ocorreram vários problemas pela falta de flexibilidade da Receita Federal no recebimento das informações. Era preciso confrontar todos os dados informados com a lista técnica do produto produzido, incluindo a exatidão de informações como número de itens e código dos produtos usados na produção.

As principais mudanças recentes no bloco K estão relacionas à flexibilidade para informar todos os dados necessários. Em vez de exigir inúmeras alterações e dificultar a entrega das informações, foram realizadas mudanças para que esses dados sejam entregues sem complicações. Além disso, foram liberados registros que permitem fazer ajustes na escrituração do bloco K em períodos anteriores de entrega do SPED Fiscal:  o K280 e K270/K275.

Quem precisa entregar o bloco K?

O objetivo do bloco K é monitorar as atividades de indústrias ou empresas equiparadas a indústrias e atacadistas. Por essa razão, são essas as organizações que ficam obrigadas a enviar o Livro de Registro de Controle de Produção e do Estoque através do SPED Fiscal.

Porém, ainda não são todas essas empresas que já estão obrigadas a realizar a entrega do bloco K em 2019. Os prazos e obrigatoriedades seguem as definições do Ajuste SINEF nº 25 de 2016:

  • 1º de janeiro de 2017, restrita à informação dos saldos de estoques escriturados nos Registros K200 e K280, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE);
  • 1º de janeiro de 2019, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 11, 12 e nos grupos 291, 292 e 293 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2020, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 27 e 30 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2021, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados na divisão 23 e nos grupos 294 e 295 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2022, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 24, 25, 26, 28, 31 e 32 da CNAE.

Registros K200 e K280

Entre os principais registros do bloco K estão o K200 e o K280:

  • K200: indica o estoque final escriturado, fazendo uma separação por tipo de estoque e por participante. Nesse registro estão inclusas as mercadorias para revenda, matéria-prima, embalagens, produtos em processo, produtos acabados, subprodutos e outros insumos. Além disso, também é preciso informar se as mercadorias são de propriedade da empresa e se estão em posse do informante ou de terceiros.
  • K280: tem o objetivo de escriturar alterações e correções dos dados informados na apuração anterior — escriturados no registro K200.

Como um sistema de gestão pode te ajudar com o bloco K?

Um sistema de gestão pode tornar muito simples a entrega do bloco K do SPED Fiscal. Essa exigência nada mais é do que uma parte do arquivo do SPED que contém as informações de gestão de estoque: entradas, saídas de mercadoria, localização da mercadoria, finalidade para qual a mercadoria foi adquirida, entre outros. Todas essas informações podem ser facilmente acessadas em um sistema digital de controle de estoque.

Ou seja, quando você precisa gerar o SPED por um sistema digital, torna-se possível organizar todos esses dados de forma automática, sem ter muito trabalho ou tempo desperdiçado. No sistema da Mainô, em menos de 5 minutos você consegue gerar o SPED com tudo que precisa do bloco K.

E então, a sua empresa já está preparada para as exigências do bloco K? Você gostaria de saber mais sobre o assunto? Então entre em contato conosco!

DUIMP: Saiba tudo sobre essa nova obrigação acessória

A Declaração Única de Importação Duimp – entrou em vigor no último mês de outubro, marcando o início de um novo processo de importação. As alterações propostas pela Duimp incluem mudanças administrativas e procedimentais capazes de tornar todo o processo muito mais rápido e eficiente. Continue reading “DUIMP: Saiba tudo sobre essa nova obrigação acessória”

Nota Fiscal Avulsa: O que é e como emitir?

A nota fiscal avulsa (NFA-e) é um documento emitido para micro e pequenas empresas que não têm autorização ou acesso à emissão de documentos fiscais como a Nota Fiscal eletrônica (NF-e). Trata-se de uma solução muito explorada pelas empresas e profissionais que realizam operações de venda com a necessidade de documento fiscal com pouca frequência.

Um Microempreendedor Individual que costuma comercializar os seus produtos apenas para o consumidor final não é obrigado a emitir nota fiscal. Nas situações ocasionais em que é feita uma venda para uma pessoa jurídica, pode ser exigido o documento fiscal. É nesses casos que a nota fiscal avulsa se torna necessária.

Porém, esse é um assunto que levanta muitas dúvidas por conta de suas particularidades. Neste artigo veremos o que é e como emitir a nota fiscal avulsa. Acompanhe.

O que é a nota fiscal avulsa?

A nota fiscal avulsa é um documento fiscal emitido individualmente em ocasiões de venda de produtos ou serviços. A sua emissão pode ser feita tanto em papel quanto formato eletrônico, assim como a nota fiscal eletrônica.

Os campos que devem ser preenchidos na emissão do documento são muito semelhantes aos da nota fiscal tradicional (modelo 1, 1-A ou 55). A principal diferença está nas características do emissor, que estão limitados a profissionais ou empresas que não estão obrigados a emitir a nota fiscal eletrônica:

  • Pessoa física não contribuinte, artesão e profissional autônomo.
  • Microempreendedor Individual – MEI.
  • Empresas públicas, repartições públicas, inclusive autarquias e fundações públicas.
  • Pessoas jurídicas que possuem CNPJ, mas não a Inscrição Estadual.
  • Produtor rural que atua como pessoa física.

Como emitir a nota fiscal avulsa?

A emissão de uma nota fiscal avulsa pode parecer complexa para empresas que ainda não encararam esse procedimento. Porém, nós preparamos um passo a passo que vai ajudá-lo a dominar essa rotina:

1. Informe-se na Secretaria da Fazenda do seu estado

O primeiro passo para a emissão da nota fiscal avulsa é buscar informações na Secretaria da Fazenda do seu estado. A autoridade tributária estadual tem poder para estabelecer requisitos próprios para a emissão do documento. Ou seja, cada estado possui exigências diferentes para solicitar e emitir a nota fiscal avulsa.

2. Reúna a documentação necessária

Mesmo com diferenças entre um estado e outro, os documentos necessários para realizar o cadastro para emissão da nota fiscal avulsa costumam ser os seguintes:

Para pessoas físicas:

  • Documento de identidade ou outro com a mesma equivalência.
  • CPF – Comprovante de Inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas.
  • Comprovante de residência.

Para pessoas jurídicas:

  • CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas.
  • Número da inscrição no CF – Cadastro Fiscal.
  • Documento de identidade ou equivalente.

3. Solicite a nota fiscal avulsa

Depois de feito o cadastro, você está apto para emitir a nota fiscal avulsa. Geralmente, esse é um procedimento que pode ser realizado pela internet através de uma plataforma própria da Secretaria da Fazenda Estadual ou Municipal.

4. Insira todas as informações sobre a operação

Assim como acontece na emissão de uma nota fiscal eletrônica, é necessário inserir diversos dados essenciais: identificação das partes envolvidas na operação, descrição dos produtos ou serviço, CNAE, valores unitários e total, destaque dos tributos recolhidos, entre outras.

5. Faça a impressão do documento

Depois de concluído o processo e autorizada a nota fiscal, será preciso fazer a impressão do documento. O armazenamento da nota fiscal avulsa deve ser feita em formato impresso e deve seguir o prazo mínimo de 5 anos de guarda.

Você já conhecia essas informações sobre a nota fiscal avulsa? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Como importar: o que é preciso para começar?

Quer saber como importar? Para importar, uma empresa precisa elaborar um plano de negócios consistente e estar preparada para investir um dinheiro considerável na compra das mercadorias que deseja revender. Além disso, deve buscar fornecedores aliados com a sua estratégia de negócios. Complicado? Nem tanto. Continue reading “Como importar: o que é preciso para começar?”

Como estipular a precificação do meu produto: Valor ou Custo?

A precificação correta dos produtos vendidos pela sua empresa pode torná-los um sucesso. Por outro lado, determinar preços mais altos do que os clientes estão dispostos a pagar, pode fazer com que o negócio perca vendas. Caso a empresa defina preços de venda muito baixos, poderá acabar operando no vermelho.

Não há uma fórmula única para determinar o preço de venda de um produto. No entanto, é possível usar estratégias e métodos de precificação diferentes para encontrar um valor que satisfaça a sua empresa e os seus clientes.

Mas como precificar corretamente os produtos da sua empresa? É o que você vai descobrir agora! Acompanhe!

O que é Preço de Venda?

Preço de venda é o valor cobrado pelos produtos oferecidos aos seus clientes. Esse valor deve cobrir o custo de fabricação, as despesas associadas as vendas e, ainda, permitir que a empresa trabalhe com lucro.

Como fazer a precificação de um produto?

Considere os seguintes fatores ao precificar os produtos da sua empresa.

1. Determine os custos

Antes de precificar os produtos da sua empresa é preciso determinar os custos associados a eles, sejam esses produtos fabricados ou apenas revendidos pela sua empresa.

Se a sua empresa produz os produtos que vende, por exemplo, precisa incluir todos os custos envolvidos na fabricação, desde o desenvolvimento, os materiais e os custos indiretos. Depois disso será possível obter o ponto de equilíbrio, que determinará o valor mínimo pelo qual o produto deve ser vendido para cobrir o valor investido.

2. Conheça seus clientes

Para precificar os produtos da sua empresa corretamente é preciso conhecer os seus clientes. A melhor forma de conhecer os seus consumidores é por meio de uma análise de mercado. O resultado desse processo fornecerá informações valiosas, incluindo a faixa de renda onde de seus clientes e também o perfil de consumo deles.

Com base nessas informações também será possível determinar o quanto os seus clientes estão dispostos a pagar por por um determinado produto, ou seja, a percepção de valor. Por exemplo, se sua loja atende majoritariamente consumidores de classe média, é importante observar que eles podem não estar dispostos a pagar preços muito altos para adquirir seus produtos.

No entanto, eles também estão buscando qualidade, o que fará com que eles não comprem “qualquer coisa”. Por isso é importante achar um ponto de equilíbrio para conseguir satisfazer a percepção de valor.

3. Conheça seus concorrentes

O preço cobrado pelos seus concorrentes também impacta na precificação dos produtos da sua empresa, uma vez que fornecem uma referência que a sua empresa poderá seguir.

É possível, por exemplo, definir preços iguais aos do seu concorrente. Também é possível fixar preços mais baixos, o que atrairá a atenção de um novo público. Ou ainda, caso a intenção seja valorizar seus produtos frente a concorrência, aumentar o preço dos produtos vendidos.

Determine sua estratégia de preços

Existem várias estratégias para precificação de um produto. A estratégia escolhida pode depender dos preços praticados pelos concorrentes da sua empresa ou simplesmente do que funcione melhor para o seu negócio. Abaixo estão algumas estratégias comuns de precificação:

Marcação

A marcação é um método popular de precificação e consiste na adição de uma porcentagem ao custo de um produto. Esse processo permite usar percentuais diferentes para itens diferentes. Para calcular o preço de venda de um produto usando a marcação, é preciso usar a seguinte fórmula:

Preço de venda = Custo do produto + (Custo do produto x Porcentagem de marcação)

Digamos que a sua empresa gaste R$50,00 para fabricar um produto e deseje obter uma margem de lucro de 60%, aplicando a fórmula, obteremos:

R$50 + (R$50 x 0,60) = R$80,00

Nesse caso, um produto com margem de lucro de 60% será vendido por R$80,00. A porcentagem usada dependerá dos custos associados a fabricação e de quanto a sua empresa espera obter de lucro.

Margem

A margem é uma porcentagem que leva em conta o preço de venda e o custo de um produto. A fórmula usada para calcular a margem de um produto é a seguinte:

Margem = (Preço de venda – Custo do produto) / Preço de venda

Suponhamos que você deseje vender um produto por R$80,00:

(R$80 – R$50) / R$80 = 0,375

A margem desse produto será 37,5%.

Como você pode ver, as porcentagens da marcação e da margem não são as mesmas. É possível usar a margem para determinar os preços dos produtos vendidos pela sua empresa quando se deseja obter um lucro específico. Já a marcação é usada para definir o preço de venda de um produto.

Preço Keystone

O preço Keystone determina que todos os produtos devem ser vendidos com um aumento de 100%. Essa metodologia de precificação pode não ser a melhor se a sua empresa vender uma grande variedade de produtos, pois, nesse caso, alguns produtos podem apresentar preços muito baixos, por exemplo.

Preços baseados no valor

A precificação baseada no valor é determinada pelo mercado. Mesmo que a marcação ou a margem possam estabelecer um preço mais baixo, os clientes podem estar dispostos a pagar mais por causa do valor percebido.

Os clientes podem perceber um valor maior com base na experiência de consumo. Podem ainda perceber um valor maior por identificarem um produto novo ou raro.

Preço sugerido

Como o próprio nome diz, representa o preço sugerido, ou seja, é o preço que o fabricante recomenda que o produto seja vendido. Esse procedimento permite que os fabricantes padronizem os preços de seus produtos em diferentes varejistas.

O preço sugerido facilita a precificação dos seus produtos, mas, impossibilita que a sua empresa obtenha uma vantagem sobre seus concorrentes.

Como a sua empresa faz a precificação dos seus produtos? Comente com a gente e não deixe de ler o nosso blog!

O que é CNAE? Aprenda a classificar a sua empresa.

Você sabe o que é CNAE? A Classificação Nacional de Atividades Econômicas é uma forma de classificar a sua empresa de acordo com as operações ou atividades realizadas. Trata-se de uma forma padronizada de identificar as atividades econômicas em todo o país, facilitando também o enquadramento tributário.

Quando o assunto é a burocracia por trás das atividades desenvolvidas por uma organização, são vários os registros e enquadramentos necessários, não é? Em meio a tantas nomenclaturas diferentes, é comum que os empresários fiquem confusos.

Para solucionar todas as suas dúvidas, veremos ao longo deste artigo tudo o que você precisa saber sobre o CNAE. Confira.

O que é a CNAE?

Todas as organizações devem pagar vários tributos que incidem sobre as atividades desenvolvidas, certo? Entretanto, esses tributos variam conforme a natureza dessas operações e seria impossível que os órgãos de fiscalização avaliassem individualmente as atividades desenvolvidas por cada uma das pessoas jurídicas em funcionamento.

Para solucionar esse problema, foi criada a Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE. Através desse código foi possível padronizar essa informação. Cada uma das atividades recebe um código único e todas as empresas informam o CNAE da sua atividade principal e das atividades secundárias.

Para que serve a CNAE?

A principal finalidade da CNAE é padronizar a comunicação entre o poder público e as empresas, facilitando a fiscalização. Na prática, esse código serve para informar exatamente quais são as atividades desempenhadas por uma pessoa jurídica e impacta diretamente na tributação adotada por uma organização e nos benefícios que podem ser aproveitados.

Como escolher o CNAE para minha empresa?

A escolha do CNAE deve ser feita com base nas atividades que serão desenvolvidas pela empresa. A organização será uma prestadora de serviços de arquitetura? Fará a comercialização de livros? Trata-se de uma indústria que produz calçados? Ou então engloba a prestação de serviços de veterinária com a venda de artigos de pet shop?

Depois de definidas as atividades que serão executadas, você pode consultar a tabela do CNAE através da internet pelo site www.cnae.ibge.gov.br. A atividade que mais colabora para a geração do valor adicionado é considerada a atividade principal, enquanto as demais atividades podem ser incluídas como atividades secundárias.

Quais cuidados devo tomar ao escolher a CNAE?

No momento de definir as atividades da sua empresa é muito importante tomar alguns cuidados para evitar complicações no futuro. Veja quais são as principais delas:

  • Enquadramento no Simples Nacional: Nem todas as atividades podem ser enquadradas no Simples Nacional. Portanto, é importante verificar se todos os CNAEs escolhidos pela sua empresa estão autorizados para esse regime.
  • Alteração de classe: A empresa pode realizar alterações no seu CNAE ou adicionar novas atividades secundárias. Entretanto, é preciso ficar atento aos impactos que isso pode causar, tanto na tributação quanto no cumprimento de outras exigências.
  • Regime tributário: O CNAE tem relação direta com o enquadramento tributário de uma empresa, interferindo nos tributos recolhidos e obrigações acessórias. Um ótimo exemplo disso é a necessidade de recolher o ISS apenas se o CNAE cadastrado se referir a uma prestação de serviço.

Qual a diferença entre a CNAE-Fiscal e CNAE-Domiciliar?

O CNAE pode ser subdividido em dois: o CNAE-Fiscal e o CNAE-Domiciliar:

  • CNAE-Fiscal: é um detalhamento usado pela administração pública para identificação da atividade econômica principal e secundária desempenhadas pelo empreendimento.
  • CNAE-Domiciliar: foi criado para facilitar o acesso aos dados empresariais no censo demográfico e nas demais pesquisas domiciliares.

Como consultar a CNAE pelo CNPJ?

A consulta do CNAE pode ser feita através da Emissão de Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral no site da Receita Federal. Basta inserir o CNPJ para ter acesso às principais informações daquela empresa, incluindo o código e a descrição das atividades desenvolvidas.

Você já sabia o que era CNAE? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Planejamento tributário para 2019: 5 dicas de como fazê-lo

Você já elaborou um planejamento tributário para 2019? Em um país com uma carga tributária tão complexa como o Brasil, lidar com todas as obrigações legais pode causar muita dor de cabeça para os empresários. Por esse motivo, é preciso que exista um acompanhamento especial para garantir que todos os tributos sejam recolhidos.

Com tantos tributos diferentes e mudanças constantes na legislação, é essencial ter um bom planejamento para servir como guia. Caso contrário, podem ocorrer diversas situações nada agradáveis – como o esquecimento da data de vencimento para o recolhimento de um imposto, o pagamento de valores maiores do que o necessário ou a incidência de multas e outras penalidades.

Além de ajudar a evitar essas situações, o planejamento tributário ainda garante a escolha do melhor regime tributário e o aproveitamento de todos os incentivos disponibilizados. Trata-se de uma ótima forma de diminuir a complexidade das obrigações fiscais e reduzir as despesas do seu negócio.

Quer descobrir como colocar um planejamento tributário em prática na sua empresa em 2019? Então confira neste artigo 5 dicas que vão ajudá-lo.

Os benefícios de um bom planejamento tributário

O planejamento tributário consiste em um estudo completo sobre todos os tributos que incidem sobre as operações de uma empresa. O objetivo é identificar formas de conseguir a redução dos custos nos pagamentos dos tributos e diminuir a complexidade desses processos. Quando essa rotina é colocada em prática, diversos benefícios podem ser aproveitados:

  • Definição do melhor regime tributário de acordo com as características da sua empresa;
  • Redução dos custos com o pagamento de tributos;
  • Eliminação de situações de autuação por não cumprimento das obrigações tributárias;
  • Realização de um orçamento anual incluindo todas as despesas tributárias – auxiliando na gestão financeira;
  • Aproveitamento dos incentivos fiscais existentes para o seu negócio;
  • Aumento da competitividade da empresa no mercado com o uso dos recursos economizados.

5 dicas de como fazer um planejamento tributário

Para fazer um planejamento tributário para 2019 será necessário fazer um estudo completo sobre vários aspectos que interferem no recolhimento dos tributos do seu negócio. Separamos 5 dicas para ajudá-lo nesse processo:

1. Reúna informações sobre a sua empresa

Comece reunindo o máximo de informações sobre a sua empresa: atividades desenvolvidas, faturamento dos últimos períodos, despesas com funcionários, principais tributos pagos, análise do fluxo de caixa, ciclo operacional, estrutura de capital, entre outras. Todos esses dados influenciam diretamente na escolha do melhor regime tributário para minimizar os custos.

2. Analise a tributação atual

Em qual regime tributário a sua empresa está inserida atualmente? Quais foram os gastos com tributos no último período? Foi aproveitado algum incentivo fiscal? Essa análise sobre a tributação adotada atualmente é fundamental para que seja possível realizar uma comparação com outras alternativas.

3. Acompanhe a legislação tributária

A sua empresa pode ser enquadrada no Simples Nacional? Você conhece quais são as principais alternativas de regimes tributários para o seu negócio? Estudar as particularidades de cada uma das suas alternativas pode ser um exercício muito produtivo para encontrar os melhores caminhos para a sua empresa.

4. Crie cenários de simulação

Um planejamento tributário eficiente passa pela criação de diversos cenários para que você possa comparar os seus resultados. Com base nos resultados projetados para 2019, calcule quais seriam as despesas tributárias em cada um dos principais regimes tributários. A partir dessas simulações, você consegue visualizar as opções mais vantajosas.

5. Adote o uso de tecnologias fiscais

Todo o planejamento tributário pode se tornar mais simples e eficiente com o uso de tecnologias fiscais que facilitam o acesso às informações tributárias e auxiliam no processo de análise. As principais informações fiscais da sua empresa podem ser encontradas em uma mesma plataforma.

Você gostou das dicas para fazer um planejamento tributário para 2019? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!