Bloco K: sua empresa está preparada para essa obrigação em 2019?

O bloco K é um dos módulos do SPED Fiscal que ainda gera muitas dúvidas entre os empresários. Em meio a tantas novas exigências introduzidas pelo SPED, pode se tornar complicado organizar todas as informações necessárias e cumprir os diferentes prazos das obrigações, não é?

Entre os dados que devem ser controlados pelas empresas e transmitidos ao poder público estão aqueles relacionados aos insumos utilizados na produção de seus produtos e sobre o estoque de materiais. Foi para monitorar essas atividades que foi criado o bloco K do SPED Fiscal.

Você sabe se a sua empresa está preparada para a obrigação do Bloco K em 2019? Descubra ao longo deste artigo.

O que é bBloco K?

O bloco K é uma obrigação acessória do SPED Fiscal que consiste na apresentação de informações sobre controle de produção e estoque. Ou seja, os estabelecimentos industriais devem informar mensalmente, em formato digital, as principais informações sobre os insumos utilizados na produção e os materiais que estão armazenados no estoque da empresa.

O poder público já exerce um controle sobre as movimentações financeiras, patrimônio empresarial, recolhimento de impostos, entre várias outras informações de uma empresa, certo? O bloco K é uma nova exigência que busca aumentar o controle da fiscalização sobre tudo o que acontece dentro de uma indústria.

Entre as informações que devem ser informadas no bloco K do SPED Fiscal estão:

  • a quantidade produzida;
  • a quantidade de materiais que foi consumida;
  • a quantidade que foi produzida em terceiros;
  • a quantidade de materiais consumida na produção em terceiros;
  • as movimentações internas de estoque que não estejam diretamente relacionadas à produção;
  • os materiais de propriedade da empresa e em seu poder;
  • os materiais de propriedade da empresa e em poder de terceiros;
  • os materiais de propriedade de terceiros em poder da empresa;
  • a lista de materiais de todos os produtos que são fabricados na produção própria e em terceiros.

Entenda as principais mudanças do bloco K

Quando o bloco K começou a ser exigido as empresas brasileiras ocorreram vários problemas pela falta de flexibilidade da Receita Federal no recebimento das informações. Era preciso confrontar todos os dados informados com a lista técnica do produto produzido — incluindo a exatidão de informações como número de itens e código dos produtos usados na produção.

As principais mudanças recentes no bloco K estão relacionas à flexibilidade para informar todos os dados necessários. Em vez de exigir inúmeras alterações e dificultar a entrega das informações, foram realizadas mudanças para que esses dados sejam entregues sem complicações. Além disso, foram liberados registros que permitem fazer ajustes na escrituração do bloco K em períodos anteriores de entrega do SPED Fiscal:  o K280 e K270/K275.

Quem precisa entregar o bloco K?

O objetivo do bloco K é monitorar as atividades de indústrias ou empresas equiparadas a indústrias e atacadistas. Por essa razão, são essas as organizações que ficam obrigadas a enviar o Livro de Registro de Controle de Produção e do Estoque através do SPED Fiscal.

Porém, ainda não são todas essas empresas que já estão obrigadas e a realizar a entrega do bloco K em 2019. Os prazos e obrigatoriedades seguem as definições do Ajuste SINEF nº 25 de 2016:

  • 1º de janeiro de 2017, restrita à informação dos saldos de estoques escriturados nos Registros K200 e K280, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE);
  • 1º de janeiro de 2019, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 11, 12 e nos grupos 291, 292 e 293 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2020, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 27 e 30 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2021, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados na divisão 23 e nos grupos 294 e 295 da CNAE;
  • 1º de janeiro de 2022, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 24, 25, 26, 28, 31 e 32 da CNAE.

Registros K200 e K280

Entre os principais registros do bloco K estão o K200 e o K280:

  • K200: indica o estoque final escriturado, fazendo uma separação por tipo de estoque e por participante. Nesse registro estão inclusas as mercadorias para revenda, matéria-prima, embalagens, produtos em processo, produtos acabados, subprodutos e outros insumos. Além disso, também é preciso informar se as mercadorias são de propriedade da empresa e se estão em posse do informante ou de terceiros.
  • K280: tem o objetivo de escriturar alterações e correções dos dados informados na apuração anterior — escriturados no registro K200.

Como um sistema de gestão pode te ajudar com o bloco K?

Um sistema de gestão pode tornar muito simples a entrega do bloco K do SPED Fiscal. Essa exigência nada mais é do que uma parte do arquivo do SPED que contém as informações de gestão de estoque: entradas, saídas de mercadoria, localização da mercadoria, finalidade para qual a mercadoria foi adquirida, entre outros. Todas essas informações podem ser facilmente acessadas em um sistema digital de controle de estoque.

Ou seja, quando você precisa gerar o SPED por um sistema digital, torna-se possível organizar todos esses dados de forma automática — sem ser muito trabalho ou tempo desperdiçado. Em menos de 5 minutos você consegue gerar o SPED com tudo que precisa do bloco K.

E então, a sua empresa já está preparada para as exigências do bloco K? Você gostaria de saber mais sobre o assunto? Então acesse o nosso e-book sobre o assunto!

Controle de importação: Como reduzir custos?

Para as empresas que buscam reduzir custos, o controle de importação pode ser uma ótima solução para ajustar o seu fluxo de caixa. Os empresários que conseguem ter uma visão macro da sua organização podem potencializar o desempenho de todas as rotinas internas. Isso permite aplicar corretamente os recursos levando a empresa ao sucesso.

Para conseguir colocar isso em prática, a utilização de soluções tecnológicas pode ser muito efetiva. As ferramentas que promovem a automação de processos internos podem auxiliar em diversas rotinas das empresas e com o controle de importação isso não é diferente. 

Neste artigo veremos como você pode reduzir custos ao fazer esse controle. Confira.

O que é controle de importação?

A importação de produtos para o Brasil é um procedimento repleto de processos burocráticos e custos para as empresas importadoras, não é mesmo? Esses problemas tornam-se ainda mais graves quando não existe um controle efetivo sobre preenchimentos de documentos, envios de formulários, emissão de notas fiscais, entre outros processos.

O controle de importação é o conjunto de procedimentos que busca organizar todos esses processos da melhor forma possível, sendo responsável por reduzir custos e agilizar as operações de importação. Com o uso de ferramentas tecnológicas, a sua empresa pode otimizar os resultados obtidos com importações de produtos.

A importância do controle de importação para reduzir custos

Para as empresas que buscam reduzir custos e otimizar o seu fluxo de caixa, a utilização de um controle automatizado é fundamental. Veja todas as suas características que geram resultados positivos para a sua organização:

  • Agilidade no fluxo de informações. Uma solução de controle de importação integra todas informações necessárias para que a importação aconteça sem problemas e no menor tempo possível.
  • Controle de estoque. Com mais controle sobre as importações, a empresa ganha mais previsibilidade sobre a entrada de mercadorias no estoque.
  • Acompanhamento das cargas. Um sistema digital também permite o acompanhamento das cargas desde o seu envio até a chegada nos estoques da empresa.
  • Redução da chance de erros. Com mais rotinas executadas de forma automática, são reduzidas as chances de erros no processo de importação de mercadorias.
  • Otimização do fluxo de caixa. Além de reduzir custos, o controle de importação também permite que o fluxo de caixa seja otimizado por conta da previsibilidade de custos e de tempo necessário para o recebimento das mercadorias.

Comex NF-e: a solução ideal para o controle de importação

O Comex NF-e é um sistema de gestão para importação que pode ser a solução ideal para o controle da sua empresa. Ele reúne diversas funcionalidades muito importantes para o seu negócio. Veja quais são as principais vantagens do Comex NF-e:

  • Emissão da NF-e de entrada em 2 minutos. O Comex NF-e realiza o cálculo das Notas Fiscal de Entrada, Remessa por Conta e Ordem, Encomenda e Venda em poucos cliques, utilizando como base a Declaração de Importação.
  • Redução de erros. Com automação dessas rotinas, os processos se tornam mais ágeis e são eliminados os erros de cálculo e digitação.
  • Gestão nas nuvens. Todas as informações do Comex NF-e ficam armazenadas na nuvem e podem ser acessadas de qualquer dispositivo com conexão com a internet.
  • Integração de dados. Todos os dados inseridos na plataforma são integrados para gerar informações ainda mais exatas e úteis para a gestão das importações.
  • Controle de estoque automático. Cada emissão de Nota Fiscal de Entrada ou Saída gera automaticamente uma atualização do Estoque.
  • Monitoramento Tributário. Mantém as parametrizações tributárias atualizadas, poupando muito tempo gasto em parametrizações, além de reduzir os erros nos cálculos dos impostos, evitando multas e dores de cabeça.
  • Sistema de gestão completo para importadores. A plataforma foi criada para auxiliar as empresas importadoras a realizar essas operações da melhor forma possível, sejam operações de importação por conta e ordem (ICOT), importação por encomenda ou direta.

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Você já conhecia a importância do controle de importação para reduzir custos? Gostaria de conhecer melhor as funcionalidades do Comex NF-e? 
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Estoque para autopeças: 6 dicas para otimização e controle

A gestão do estoque para autopeças é uma estratégia muito importante para o sucesso do negócio. Os impactos dessa atividade dentro de uma empresa podem ser notados nos custos, na agilidade na entrega, na produtividade, na satisfação do cliente, entre diversos outros aspectos.

Quando existe uma boa gestão do estoque para autopeças e a logística funciona de forma impecável, todas as atividades desenvolvidas pela organização fluem de maneira mais natural. Os funcionários sabem exatamente como devem trabalhar para alcançar os resultados propostos e as chances de erros são reduzidas drasticamente.

Se você busca formas de otimizar e melhorar a gestão do seu estoque para autopeças, confira as dicas que veremos neste artigo.

 

A importância da gestão de estoque para autopeças

Todos os produtos comercializados atravessam diversos processos desde o momento em que saem da indústria e chegam até o seu consumidor. A logística para autopeças é a rotina que se encarrega de todo o fluxo de deslocamento dos materiais – tanto dentro quanto fora da empresa.

Grande parte desses processos acontecem ainda dentro da sua organização, o que ressalta a importância da gestão de armazém para lidar da melhor forma possível com as movimentações internas. Além disso, a qualidade dos processos internos do estoque de autopeças reflete diretamente na agilidade para o atendimento do consumidor.

Confira os fatores que comprovam a importância da gestão e controle de estoque para autopeças:

  • Qualidade do produto entregue. Com uma gestão do estoque adequada e uma logística com processos bem estruturados, os produtos são movimentados da forma adequada e entregues com toda a sua qualidade para o cliente.
  • Agilidade no atendimento ao cliente. Quanto mais atenção é dada para a gestão do estoque e para a logística da empresa, mais efetivo é o processo de entrega da mercadoria ao consumidor.
  • Redução de custos e aumento dos resultados. Processos bem estruturados consomem menos recursos e aumentam a produtividade da organização – gerando um impacto nas finanças.
  • Diminuição de perdas e desperdícios. Processos mal estruturados podem gerar a perda ou desperdício de mercadorias em meio à dificuldade enfrentada pelos responsáveis pela gestão de armazém e logística.

6 dicas de organização e controle de estoque para autopeças

A gestão do estoque para autopeças, bem como a otimização da logística e a gestão de armazém são rotinas complementares que devem estar sempre em sintonia. Uma empresa que possui domínio total sobre as mercadorias desde o momento em que entram na sua empresa até o momento em que são entregues para o consumidor consegue vivenciar todos os benefícios que acabamos de abordar.

Para colocar isso em prática na sua empresa, você pode seguir as seguintes dicas:

 

1. Estruture os processos internos

É importante que todos os processos relacionados à gestão do estoque para autopeças sejam bem estruturados e controlados. Uma simples falha no meio do sistema pode comprometer a qualidade de todo o trabalho – gerando problemas que causam aumento de custos, desperdício, informações equivocadas ou atrasos na entrega ao cliente.

Por esse motivo deve ser dada atenção aos seguintes aspectos:

  • recebimento adequado das mercadorias;
  • separação dos produtos por categorias; 
  • armazenamento nos locais certos;
  • registro das informações sobre as mercadorias; 
  • separação dos pedidos dos clientes; 
  • envio das mercadorias.

Além desses há ainda diversos outros processos que são necessários em meio a todo esse fluxo. Ter isso bem organizado, documentado e com ferramentas que automatizem e otimizem o processo irá beneficiar a empresa como um todo.

 

2. Acerte na gestão de armazém

A armazenagem correta dos produtos da sua empresa de autopeças é fundamental para manter a sua qualidade. É importante categorizar todos os materiais de acordo com as suas principais características e encontrar as melhores formas de alocá-los. Assim é mais fácil realizar a movimentação e reduzir as chances de perdas e avarias.

 

3. Contrate mão de obra qualificada

Para que todos esses processos funcionem de forma adequada é necessário contar com uma mão de obra qualificada, não é mesmo? Por melhor que estejam estruturados os fluxos de atividade, são os funcionários que estão lidando diretamente com a movimentação e armazenamento das mercadorias.

 

4. Trabalhe com a previsibilidade dos produtos

Outro aspecto que merece uma atenção especial do gestor responsável pelos estoques da empresa é a variação da demanda ao longo do ano. Prever os níveis ideais de estoque é importante para garantir que todas as demandas possam ser atendidas sem maiores problemas, certo? Por essa razão, ter previsibilidade das variações da demanda evita complicações.

 

5. Adote um controle rigoroso de entradas e saídas

Informações atualizadas são importantes para fazer uma boa gestão do estoque. Uma ótima forma de garantir o acesso a dados relevantes é realizando um registro rigoroso de todas as entradas e saídas de mercadorias da empresa. Deve-se sempre manter o controle de estoque com informações atualizadas.

 

6. Modernize os processos com o uso da tecnologia

As empresas de autopeças que buscam os melhores resultados com a logística e gestão do estoque exploram as ferramentas digitais que permitem modernizar os processos.

Em vez de adotar controles manuais, é possível utilizar softwares de gestão que facilitam a integração de informações da organização.

O Traxo é um sistema de gestão para comércio que possui funcionalidades de controle de estoque automático – que é atualizado através da emissão ou recebimento das NF-es. Dessa forma, os controles estão sempre atualizados e fica mais fácil analisar as informações e otimizar a logística.
Confira algumas funcionalidades do módulo de Controle de Estoque Automático do Traxo:

  • Cada emissão de Nota Fiscal de Entrada ou Saída gera automaticamente uma atualização do estoque;
  • Controle de Estoque disponível, reservado e armazenado;
  • Controle de produção, insumos, matérias-primas e produtos acabados para indústrias;
  • Busca automática de Notas Fiscais emitidas conta o CNPJ de sua empresa, permitindo incorporar os produtos a seu estoque;
  • Controle de estoque realizado de forma automática por meio do registro de Notas Fiscais de Entrada e Saída.

Como a sua empresa de autopeças lida com o estoque e logística? Você gostaria de conhecer melhor as funcionalidades do Traxo? Então entre em contato conosco!

 

 

Por que não usar planilhas para gerenciar dados da empresa?

Muitas empresas ainda usam planilhas para gerenciar dados. Porém, essa é uma prática cada vez menos eficiente. Isso porque ela apresenta problemas de segurança, demora no cruzamento de dados, erros, perda de dados, entre outras falhas que podem comprometer o seu negócio.

Imagine uma empresa que utiliza planilhas para gerenciar dados enquanto as suas concorrentes utilizam um software específico para a gestão da empresa. Todo o tempo perdido com o cruzamento de dados e em busca dos erros identificados certamente faz uma grande diferença nos resultados que essa organização pode alcançar no mercado, não é?

Empresas que usam softwares para gestão de dados possuem maior competitividade, agilidade na tomada de decisões, taxa de retrabalho menor, entre outras vantagens.

Neste artigo veremos 4 motivos pelos quais uma empresa não deve confiar em planilhas para gerenciar dados. Confira.

4 motivos para não usar planilhas para gerenciar dados

Por muito tempo as planilhas foram muito eficientes para gerenciar os dados empresariais e representaram um grande avanço em relação aos controles feitos no papel. Entretanto, a tecnologia segue evoluindo e as planilhas já não são a melhor alternativa para essa finalidade.

Veja 4 motivos que comprovam que você não deve mais utilizar planilhas para gerenciar dados da sua empresa.

1. Falhas de segurança

O uso das planilhas para gerenciar dados apresenta sérios problemas de segurança – que estão relacionadas à confiabilidade dos dados e ao controle de acessos.

Por ser um software que funciona através de fórmulas complexas, não é incomum que um usuário menos experiente insira informações nas células erradas e comprometa a qualidade dos dados gerados.

Além disso, é muito difícil exercer um controle sobre quem acessa os arquivos que reúnem os dados empresariais – tornando as informações vulneráveis.

2. Lentidão nos processos internos

Quando o excel começou a ser utilizado no ambiente empresarial, um dos seus grandes destaques era o ganho de tempo proporcionado pelo uso de fórmulas – que agilizam os cálculos e podem extrair informações automaticamente. Entretanto, hoje em dia existem outras soluções que fazem esse processo de forma mais rápida e eficiente.

Em vez de perder tempo preenchendo diversas planilhas do excel, é possível utilizar um software de gestão empresarial que integra e centraliza os dados de todos os setores da empresa. Isso gera um grande ganho de tempo com a automação.

3. Maior dificuldade no acesso aos dados

Outro aspecto que deixa o excel atrás das outras soluções disponíveis para a gestão empresarial é a dificuldade no acesso dos dados. É possível abrir uma planilha apenas no computador em que ela está salva, sem a possibilidade de acessar os dados através de outros dispositivos.

Softwares que usam tecnologias mais modernas como o armazenamento na nuvem permitem que esses dados possam ser acessados de qualquer lugar, por qualquer dispositivo que esteja conectado à internet. 

4. Baixa integração das informações

Apesar de possuir muitas funcionalidades que auxiliam no gerenciamento dos dados da empresa, o excel possui limitações na integração das informações.

Mesmo que você consiga criar um ótimo controle financeiro, é muito difícil integrar esses dados com o controle de estoque ou utilizar as informações inseridas na nota fiscal de forma automática.

Sistema de gestão: uma ótima solução para os seus problemas

Já imaginou integrar todas as informações da emissão de NF-e, controle de estoque, cobranças e monitoramento de notas fiscais recebidas contra seu CNPJ, monitoramento tributário? Essas são algumas das rotinas que não podem ser realizadas com uma planilha do excel para gerenciar dados, mas estão inclusas em um sistema de gestão, como o Traxo e o Comex NF-e.

Essas ferramentas são desenvolvidas especialmente para facilitar o controle empresarial e gerar dados úteis para o gestor – automatizando processos e aumentando a produtividade da organização. Todos esses ganhos internos contribuem positivamente para os resultados alcançados no mercado.

Você ainda utiliza uma planilha no excel para gerenciar dados? Gostaria de conhecer melhor as funcionalidades de um sistema de gestão?

6 perguntas frequentes sobre a ECD

A ECD (Escrituração Contábil Digital) é uma obrigação acessória que desperta muitas dúvidas nas empresas brasileiras. Essa obrigação é integrante do Projeto SPED — que surgiu para modernizar os procedimentos fiscais e contábeis, substituindo o papel por processos digitais.

Você sabe se a sua empresa é obrigada a entregá-la? Como funciona essa obrigação? Quais são as penalidades pelo atraso na entrega? Essas são apenas algumas das perguntas mais comuns entre os empresários sobre a Escrituração Contábil Digital.

Neste artigo responderemos a 6 perguntas frequentes sobre a ECD. Confira!

1. O que é ECD?

A Escrituração Contábil Digital (ECD) representa a entrega dos livros contábeis em um formato digital. Ela engloba os seguintes livros:

  • livro Diário e seus auxiliares, se houver;
  • livro Razão e seus auxiliares, se houver;
  • livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento auxiliares.

Ou seja, em vez de apresentar a escrituração contábil em papel, todas as informações são organizadas e transmitidas para o poder público por meio de um arquivo digital.

2. Como funciona a ECD?

O funcionamento da ECD é bem simples: todas as informações obrigatórias devem ser inseridas em um sistema e transmitidas digitalmente. Para que o processo seja válido, é necessário comprovar a autoria do arquivo digital através de uma assinatura digital com certificado de segurança, emitido pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

3. Quem está obrigado a entregar a ECD?

As empresas obrigadas a entregar a ECD são:

  • Empresas que estão sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real.
  • Empresas tributadas pelo Lucro Presumido que fazem a distribuição de lucros ou dividendos com valores superiores aos da base de cálculo do Imposto de Renda diminuída dos impostos e contribuições a que a empresa em questão estiver sujeita.
  • Sociedades em Conta de Participação, que devem apresentar os livros auxiliares do sócio ostensivo.
  • Organizações isentas e imunes que são obrigadas e entregar com base nos termos da Instrução Normativa RFB 1.252/2012.
  • Empresas do Simples Nacional que receberam aporte através de investimento anjo a partir de 2017.

4. Quais dados devem ser informados?

Os dados informados estão divididos nos seguintes livros:

G – Diário Geral;

R – Diário com Escrituração Resumida (vinculado a um livro auxiliar);

A – Diário Auxiliar;

Z – Razão Auxiliar;

B – Livro de Balancetes Diários e Balanços.

5. Qual o prazo para entrega?

O prazo para a entrega da ECD está previsto no art. 5º da Instrução Normativa no 1.420/2013: “a ECD será transmitida anualmente ao SPED até o último dia útil do mês de maio do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira à escrituração”.

6. Como facilitar a entrega da ECD?

Para garantir o atendimento de todas as exigências relacionadas à entrega da ECD, muitas empresas optam pela utilização de um software fiscal. Ele automatiza diversos procedimentos contábeis, organiza as informações necessárias para transmitir ao poder público e facilita o relacionamento com o contador.

Como vimos, a Escrituração Contábil Digital ainda gera muitas dúvidas aos empreendedores brasileiros. Porém, com um bom auxiliar contábil e um software que automatize boa parte dos procedimentos, é possível reduzir muito o trabalho desta obrigação. Essa precaução também diminui a possibilidade de erros humanos, bem como potenciais multas e penalidades.

Você já conhecia todas essas informações sobre a ECD? Gostaria de conhecer melhor as funcionalidades de um software fiscal? Então visite o site da Traxo!

Importação de vinho: como calcular o preço de venda

As empresas que trabalham com a importação de vinho encaram muitas dúvidas sobre a melhor forma de precificar os produtos. Diferentemente de outros produtos, em que é apenas adicionada uma margem de lucro sobre os custos, o vinho merece uma atenção especial por toda a qualidade agregada e por tratar-se de um produto importado e diferenciado.

O preço final do vinho não é influenciado apenas pelo valor do produto, taxas e impostos de importação. É preciso considerar toda a questão da qualidade do vinho, procedência, público-alvo consumidor, estabelecimento que irá vender (distribuidora, restaurante, mercado, etc.), entre outras questões.

Imagine que você importe um vinho argentino de ótima qualidade e difícil de encontrar no Brasil. Mesmo que o valor pago seja muito baixo, você não pode vendê-lo a um custo igual aos vinhos populares. Isso porque, dessa forma, ele perderia grande parte do seu valor aos olhos do público, tornando-se um vinho comum.

Neste artigo veremos como calcular o preço de venda na importação de vinho. Confira.

Como funciona a importação de vinho?

O Brasil possui uma política muito rígida em relação a importação de vinho e de outras bebidas alcoólicas — criando uma alta carga tributária sobre esses produtos. As legislações que regulam a importação de vinho no Brasil são: a Lei do Vinho – Lei nº 7.678/1988 e o Decreto nº 8.198/2014.

Essas disposições apenas demostram como é feito o controle sobre a importação de vinho dentro do território nacional. Além disso, ajudam a explicar a carga tributária sobre os vinhos importados, que é estimada em 82,25%. E elas podem majorar em até 150% sobre os vinhos importados com os custos de frete internacional, armazém alfandegário, desembaraço aduaneiro, rotulagem, selo fiscal, análises químicas e frete interno.

Como calcular o preço de venda?

Considerando todos os custos que incidem sobre o valor do vinho importado, é natural concluir que o preço de venda deve ser calculado com uma margem sobre as despesas, não é? Entretanto, muitos outros fatores merecem atenção na precificação desses produtos.

Veja quais são os principais aspectos que devem ser considerados para calcular o preço de venda ideal do vinho importado.

Custo da importação:

O primeiro fator a ser considerado é, de fato, o custo da importação de vinho. Por mais que todos os outros fatores exerçam uma grande influência, você deve garantir, ao menos, que o preço consiga cobrir todas as despesas e alcançar a margem de lucro desejada.

Qualidade do vinho:

Você não pode vender um vinho de mesa nacional ao mesmo custo de um vinho premium vindo do Uruguai — por menos que você tenha pago por esse produto. A qualidade de um produto deve refletir diretamente no seu preço de venda para que o público crie uma percepção maior de valor.

Procedência do produto:

Quando você toma um vinho feito com uvas plantadas no interior da Itália é natural que dê uma atenção muito maior à bebida que está degustando, não é? A procedência do vinho importado também deve entrar na equação para encontrar o preço de venda ideal.

Público consumidor:

Quem é o público consumidor do seu produto? Existe uma grande diferença entre comercializar vinhos premium para ocasiões especiais ou vinhos comuns para o dia a dia. Determine quem é o seu público-alvo e defina o preço de venda conforme os seus hábitos de consumo.

Estabelecimento que compra o vinho:

A venda para um consumidor final merece uma precificação diferente da venda feita para um supermercado ou um restaurante — que compra em quantidades maiores. Tenha em mente quem é o estabelecimento que vai comprar o vinho importado para acertar na composição do preço.

Assim como degustar um bom vinho é uma arte, a precificação merece uma atenção especial pois um vinho especial precisa de um preço de acordo, para aumentar a experiência e o valor percebido. E isso irá impactar diretamente nas vendas.

Exemplo de cálculo

Para que fique mais clara a influência de todos esses fatores no cálculo do preço de venda do vinho importado, vamos conferir um exemplo de cálculo. O primeiro passo para chegarmos o preço de venda ideal é identificar os principais custos envolvidos:

  • valor da garrafa de vinho: R$ 10,00;
  • tributos: R$ 8,00.
  • frete e outros gastos acessórios: R$ 7,00;

Somando todas essas despesas, chegamos ao custo total do produto: R$ 25,00. Porém, ainda é necessário adicionar a margem de lucro desejada, certo?

Se utilizarmos uma margem de lucro de 20% sobre a venda, basta calcular R$25,00 + 20% = R$30,00

Mas será que o preço ideal para vender essa garrafa de vinho importado é mesmo R$30,00? Nesse momento você precisa fazer uma análise dos fatores subjetivos que conferimos no capítulo anterior: qualidade do vinho, procedência do produto, público consumidor e estabelecimento que compra o vinho.

Depois dessa análise, talvez você identifique que os vinhos com essa qualidade são todos vendidos acima de R$35,00 – podendo ajustar o preço de acordo com os objetivos do seu negócio. O mais importante é que você se certifique de que todos os custos estão sendo cobridos e a venda gera lucro para a empresa.

Você já sabia como calcular o preço de venda na importação de vinho? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

O que é manifestação do destinatário?

Em tempos de mundo conectado a segurança online é primordial. A possibilidade de se negociar com pessoas e empresas de qualquer parte do mundo permite expandir o seu empreendimento. No entanto, isso diminui o controle sobre as informações do seu negócio que podem ser usadas da maneira errada por indivíduos mal-intencionados e resultar em alguns problemas para você.

Pensando em se adaptar a esse contexto de informatização foi que o governo brasileiro criou o projeto SPED, o qual visa dar maior segurança eletrônica aos seus contribuintes. E para se adaptar a esse contexto foi criada a manifestação do destinatário.

O que é manifestação do destinatário?

Sem a manifestação do destinatário qualquer empresa pode emitir notas fiscais para o seu CNPJ. E isso pode ter impactos muito negativos para a sua empresa como, por exemplo, cair na malha fina do governo ao realizar o cruzamento das informações acessórias dos contribuintes.

Ela também é conhecida pela sigla MD-e, e permite que o destinatário possa confirmar, ou não, sua participação em uma determinada operação.

Embora muitas empresas ainda possam optar em aderir à MD-e, aquelas que se enquadram em alguma das situações abaixo estão obrigadas à realizar a manifestação do destinatário ao receber suas notas:

  • Operações com álcool cuja utilização tenha fins não combustíveis, conforme ajuste Sinief 4, que foi publicado no Diário Oficial da União em 21 de março de 2014.
  • Empresas do ramo de combustíveis, e aqui devem ser incluídas revendedoras, distribuidoras, postos que trabalham com revenda a retalho.
  • Atacadistas ou distribuidores que trabalham com cigarros, bebidas alcoólicas, refrigerantes ou água mineral.
  • Todas as notas fiscais cujo valor ultrapasse o limite de R$ 100.000,00 (cem mil reais).

Salienta-se que a obrigatoriedade da MD-e dá-se para as NF-es que acobertem as operações com os itens citados acima (combustíveis, lubrificantes – derivados ou não de petróleo, álcool, cigarros, etc).

A finalidade da manifestação do destinatário

Essa é mais uma prática instituída pelo governo que visa proporcionar mais segurança aos seus contribuintes. Principalmente devido a essa nova realidade que está sendo implantada pelo fisco devido ao projeto de digitalização e informatização de seus processos.

Com a manifestação do destinatário fica muito mais fácil impedir emissão de notas fiscais fraudulentas. Ela também ajuda a identificar com mais facilidade crimes de lavagem de dinheiro, já que o documento só poderá ser emitido caso haja aceite de ambas as partes.

Você já pensou as complicações que podem acontecer caso sua empresa caia na malha fina devido a má-fé de terceiros?

Conheça os tipos de manifestação do destinatário

Nas situações em que é necessária a manifestação do destinatário ela pode se dar das seguinte maneiras:

  • Ciência da emissão: nela o contribuinte informa que sabe que a nota fiscal foi emitida para o seu CNPJ, embora não seja confirmação de que a operação aconteceu.
  • Confirmação da operação: aqui o cliente confirma que existiu a operação e a mercadoria foi recebida. Após haver a confirmação, não existe mais a possibilidade de o documento fiscal ser cancelado.
  • Operação não realizada: os casos mais comuns que podem ensejar nessa manifestação do destinatário são aqueles em que a mercadoria não é entregue (devido a acidentes, avarias durante o transporte) ou se foi entregue outro produto que não o solicitado.
  • Desconhecimento da operação: essa opção é escolhida quando a empresa não realizou a negociação que está sendo acobertada pelo documento fiscal. É também uma forma que o contribuinte tem de se proteger de futuros débitos tributários decorrente de fraudes realizadas por terceiros.

A manifestação de destinatário eletrônica é um procedimento realizado no ambiente virtual e pode ser feita através de uso de software específico. Dessa maneira, para que sua empresa esteja realmente protegida, é necessário obter um programa de automação que dê conta da operacionalização desses processos. Ele deve fazê-lo de forma simplificada, diminuindo os erros da sua equipe, dando maior agilidade e melhorando a performance da sua empresa.

Quer saber como o Traxo pode ajudar aumentar a lucratividade da sua empresa? Mande-nos agora mesmo uma mensagem com sua dúvida.

Como emitir uma NF-e com DIFAL

O ICMS é um dos impostos mais complexos presentes no sistema tributário brasileiro. E é normal que gere dúvidas. Há muitos pequenos detalhes que fazem toda diferença. Segundo o inciso I do artigo 155 da Constituição Federal de 1988, o ICMS incide sobre:

“[…] operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior, é um dos impostos mais complexos presentes no sistema tributário brasileiro.”

 

As formas de como ele pode ser apurado são várias: o  regime normal de tributação, a substituição tributária e o diferencial de alíquota, também conhecido como o DIFAL, são apenas alguns exemplos de apuração.

A apuração ganha destaque ao verificarmos a existência de regras próprias para o recolhimento do imposto em operações interestaduais. Será sobre ele que trataremos no presente post.

O que é o DIFAL?

É uma forma de cálculo do ICMS que ocorre quando envolvem operações de produtos entre estados para consumidor final, de uso e consumo ou que irão compor o ativo imobilizado, dentre outras.

Saiba para que serve o DIFAL

Ele é um imposto também utilizado para intervir economicamente. Isso porque, sem a sua existência, aqueles que realizassem compras interestaduais pagariam uma alíquota menor do ICMS. Os percentuais interestaduais são menores do que aqueles praticados internamente e isso acabaria desestimulando a economia local. É nesse momento que percebemos o ICMS exercendo a sua função extrafiscal.

Como é o cálculo do DIFAL?

Para se calcular o imposto é necessário primeiro conhecer qual a alíquota interna do estado de destino dos itens e a alíquota interestadual praticada na operação.

Dessa forma se, na operação interestadual entre a venda da empresa A para a empresa B possui uma alíquota de 12, e internamente a alíquota praticada no estado da empresa B é de 18%, o percentual referente ao DIFAL que deverá incidir sobre o valor da operação será de 6%.

Leia também >> DIFAL: O que é e como calcular?

Quem é responsável pelo recolhimento?

Seu recolhimento deve ser feito pelo emissor do documento fiscal, quando o destinatário não for contribuinte. Quando o destinatário for contribuinte do DIFAL, o recolhimento deverá ficar por conta dele.

Uma dica importante é realizar a emissão de uma GNRE (Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais) para cada NF-e emitida. Isso facilita o controle e identificação dos valores pagos.

Aprenda como emitir a NF-e do DIFAL

As mudanças ocorridas em 2018 obrigam a NF-e a possuir informações sobre o DIFAL.

Como nela não existe um campo específico para informar sobre ele em cada produto, o contribuinte deverá informar o valor de cada item já contendo o valor do imposto embutido.

Perceba que isso gera um problema para a empresa, já que as alíquotas praticadas entre os estados são diferentes, o que possibilitará aumento dos custos do produto de acordo com o local para o qual a venda será feita.

Leia também >> Como emitir NF-e com DIFAL

Mudanças no cálculo do DIFAL em 2018

O convênio 93/2015 trouxe modificações importantes para o cálculo do DIFAL, dentre elas a obrigatoriedade do recolhimento do imposto em operações para consumidor final e não-contribuintes do ICMS.

Nesse caso, o imposto deverá ser recolhido pelo emissor da nota e não pelo destinatário.

A apuração correta do ICMS ainda é um desafio para empresas de diferentes portes. Sabendo disso, investir periodicamente em atualizações e treinamentos é necessário para entender sobre a dinâmica do recolhimento desses impostos e, especificamente, do DIFAL.

Outro aspecto que deve ser considerado é a constante preocupação em classificar os produtos de maneira correta (como produtos “normais” ou “substitutos”, por exemplo), fazer revisões periódicas no cadastro de produtos, utilizar bons programas de automação comercial e ter domínio sobre as regras de cálculo que ocorre em cada operação.

O acompanhamento adequado com um profissional da área contábil é essencial para evitar problemas futuros com o fisco, decorrente de apurações realizadas da maneira incorreta. Esse comportamento aliado ao uso de softwares de qualidade ajudarão a sua empresa a evitar surpresas indesejadas relacionadas ao cálculo e apuração do DIFAL, uma tarefa bastante complexa.

Você ainda tem dúvidas sobre a apuração do DIFAL? Deixe-as em nossos comentários.

5 dicas fundamentais para encantar e reter clientes

Você sabia que é mais fácil vender para quem já comprou seu produto? Reter clientes pode ser até 5 vezes mais barato do que conquistar novos. Portanto, sua empresa deve estar preparada não apenas para encantar e atrair novos clientes como também para fidelizá-los. Um cliente fiel traz um benefício adicional de ser um porta-voz que aumenta a credibilidade de sua empresa.

Que tal umas dicas para encantar e reter clientes? Confira no nosso artigo!

1. Capacite a equipe de vendas para encantar e reter clientes

O início do processo de vendas tem grande importância. Ele não apenas capta novos negócios como também influencia o retorno do cliente. Por isso, dê máxima atenção a forma que um cliente é atendido

Toda a cadeia comercial deve ser qualificada para atuar com eficiência nesta etapa do processo de vendas. É importante atender de forma única cada potencial comprador. Isso faz com que ele se sinta valorizado, ou seja, ele passa a perceber valor em sua empresa. 

Perceba que, atualmente, até a gentileza no trato com as pessoas vem sendo um diferencial nas vendas. Por meio de uma relação de proximidade, respeito, conhecimento e atenção, é possível encantar e reter clientes.

Para obter essa excelência, implante treinamentos de qualidade no atendimento e técnicas de tratamentos adequados a serem prestados aos clientes.

2- Implante uma política diferenciada de pós-venda

O pós-venda é muito importante para reter clientes. Empresas que direcionam seus esforços para somente captar novos clientes podem perder boas oportunidades de negócio. Isso porque, como dito no início do texto, é mais fácil vender para quem já comprou.

Portanto, invista no pós-venda. Há várias maneiras de conseguir essa fidelização, tais como:

  • Pedir feedback do atendimento e dos produtos;
  • Dar um suporte adequado que sane as dúvidas e resolva os problemas do seu cliente;
  • Dar brindes e outras coisas úteis e interessantes (textos, e-books, webinários, cursos, entre outros);
  • Fazer novas ofertas baseadas nas compras, comportamento e preferências de seus clientes.

3- Conheça o perfil de seu cliente

Conhecer seu público-alvo é outra forma de reter clientes. Assim, é possível oferecer produtos e serviços desejados de acordo com as preferências de seu público. E não apenas isso, é possível, também, entender os hábitos de compra, consumo e até mesmo a melhor linguagem e maneira de se relacionar com seus potenciais compradores.

4- Faça-se presente, sem importunar seu cliente

Construir bons relacionamentos é a chave para atrair potenciais compradores e fechar novas vendas. Portanto, construa uma relação com sua base de contatos, seja por meio de e-mail marketing, redes sociais, etc.

Mas lembre-se, é muito importante que esse relacionamento seja personalizado e humanizado. Evite linguagens robotizadas, impessoais e frias. Hoje as empresas investem cada vez mais em criar um tom de voz próximo ao humano. Isso não só facilita o atendimento como tem ajudado muitas empresas a conquistarem novas vendas.

5- Invista em logística

Hoje o e-commerce já é parte da rotina dos consumidores. Inclusive, muitas pessoas preferem comprar pela internet pela comodidade e outras vantagens. E existem vários fatores que fazem os clientes preferirem comprar em uma determinada loja virtual. Um deles é a entrega.

Entregas dentro do prazo, com um preço de frete bom, podem ser os fatores que farão as pessoas comprarem em sua loja. E para que a sua empresa conquiste excelência na entrega é preciso investir em logística. Ter um inventário do estoque correto, terceirizar uma empresa confiável de entregas, etc., terá grande impacto na satisfação de seus clientes. 

Várias são as ações para encantar e reter clientes. Aplique essas dicas acima e você verá como sua empresa lucrará com isso.

Gostou do artigo? Então você pode se interessar pelo nosso e-book Guia prático: como aumentar vendas

Como emitir uma NF de remessa para feira ou exposição

Você conhece as particularidades que precisam ser observadas na emissão de uma NF de remessa para feira ou exposição? A participação nesses eventos é uma prática muito comum pois aumenta a visibilidade sobre a marca e atrai novos clientes. Porém, muitas dúvidas surgem em relação à legalização dessa prática.

Quais serão as informações que precisam ter na NF de remessa? Como funciona o transporte das mercadorias? De que forma a sua empresa pode se certificar de que está fazendo tudo dentro das normas legais? Essas são apenas algumas dúvidas comuns sobre o assunto.

Neste artigo veremos como emitir uma NF de remessa para feira ou exposição. Confira!

Emissão da NF de remessa

Para fazer o transporte das suas mercadorias da empresa até o local da feira ou exposição será necessário emitir uma nota fiscal que acompanha os produtos ao longo do percurso. Confira quais são os principais dados que devem estar inclusos nesse documento:

  • Natureza da operação: remessa para exposição ou feira.
  • Destinatário: o próprio nome da sua empresa.
  • Endereço: endereço da feira ou exposição.
  • CFOP: 5914 / 6914 para mercadorias normais e 5415 / 6415 para mercadorias sujeitas a substituição tributária.
  • Código da situação tributária:
    • CSOSN: 400 para o Simples Nacional.
    • CST: 41 para outros regimes tributários.

É importante ressaltar que essa é uma operação não tributada, independente do regime tributário da sua empresa.

Como preencher a NF de uma venda?

Nem sempre você concretizará vendas no local da feira ou exposição, mas quando isso acontecer será necessário emitir uma nota fiscal, certo? Para isso, confira as particularidades que diferem essa NF de uma venda realizada normalmente no estabelecimento da empresa:

  • Natureza da operação: venda fora do estabelecimento.
  • CFOP: 5104, que indica que a venda foi realizada fora do estabelecimento.

O restante dos dados informados são os mesmos utilizados em uma nota fiscal de venda regular, incluindo as informações sobre tributação além do CFOP.

Retorno da mercadoria para a empresa

No retorno das suas mercadorias do local da feira ou exposição para a sua empresa também será preciso portar uma nota fiscal para o transporte – justificando essa operação em casos de fiscalização. Assim como a NF de remessa para o local do evento, também devem ser observadas algumas particularidades:

  • Natureza da operação: retorno de mercadoria ou bem remetido para exposição ou feira.
  • Destinatário: novamente, será utilizado o nome da sua empresa.
  • Endereço: o endereço da sua empresa.
  • CFOP: 1914 / 2914 para mercadorias normais ou 1415 / 2415 para mercadorias sujeitas a substituição tributária.
  • Código da situação tributária:
    • CSOSN: 400 para o Simples Nacional;
    • CST: 41 para outros regimes tributários.

Essa também é uma operação não tributada, seja qual for o regime tributário da sua empresa. Além disso, é importante ressaltar dois detalhes importantes no transporte de retorno das mercadorias para a sua empresa.

  • Essa NF deve conter apenas as mercadorias que não foram vendidas no evento.
  • As mercadorias devem retornar à empresa no prazo máximo de 60 dias após a emissão da NF de saída dos produtos da empresa.

 

Você já sabia como funciona a emissão de uma NF de remessa para feira ou exposição? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!