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Hedge cambial: a importância de adotar estratégias de proteção no comércio exterior

  • Foto de Suellen Martins Escrito por Suellen Martins
Tempo de Leitura 6 Minutos
  • Postado: 21 de jun de 2023

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Empresas que atuam no comércio exterior lidam com operações de câmbio diariamente, seja enviando ou recebendo moedas estrangeiras. Mas apesar da relevância, não é incomum encontrar aquelas que não adotam estratégias de hedge cambial.

Não dar a devida atenção à proteção contra as variações de moedas pode trazer impactos negativos na operação do negócio. Entre eles, há o consumo das margens de lucro da empresa na operação, afetando seu planejamento financeiro. 

Nesse sentido, as estratégias de hedge cambial ganham destaque. Por meio delas é possível ter mais previsibilidade na operação e minimizar riscos intrínsecos à volatilidade cambial.

Pensando nisso, este artigo falará mais sobre o hedge cambial e a importância dele para empresas que atuam no comércio exterior. Acompanhe a leitura!

Qual a relação entre o mercado de câmbio e o comércio exterior?

O comércio exterior e o mercado de câmbio possuem uma relação muito próxima. Afinal, quando uma empresa realiza importações ou exportações, ela pode lidar com diferentes moedas estrangeiras, como dólar, euro, yuan e tantas outras. 

Por exemplo, se uma empresa brasileira está exportando seus produtos para os Estados Unidos, ela receberá pagamentos em dólares. Já se ela importar dos EUA, precisará converter seu reais para viabilizar a operação.

É nesse ponto que o mercado de câmbio entra em jogo. As empresas atuantes no comércio exterior precisam acessar soluções cambiais para comprar a moeda necessária para pagar seus fornecedores no exterior ou receber pagamentos de seus clientes estrangeiros.

Por isso, as operações de importação e exportação são influenciadas por elementos como a taxa de câmbio. Ela indica quanto de uma moeda é necessário para adquirir uma determinada quantidade de outra moeda. 

Flutuações nas taxas de câmbio podem impactar o preço dos produtos importados e exportados. Isso pode afetar a competitividade das empresas no mercado global. 

O que é o hedge cambial no comércio exterior?

O hedge cambial é uma estratégia com foco na proteção contra os riscos relacionados às flutuações nas taxas de câmbio. O objetivo é minimizar o impacto negativo da volatilidade sobre as transações internacionais.

Para entender melhor, imagine que seu negócio uma empresa que pretende importar produtos da China. A operação será de US$ 100 mil, com pagamento em duas parcelas.

Nesse contexto, um aumento no dólar entre os dois meses, mesmo que pequeno, pode resultar em um encarecimento significativo da operação. Inclusive, ele pode até impactar o planejamento financeiro da empresa.

Cenários similares acontecem quando a empresa está exportando. Nesse caso, se houver uma queda no preço da moeda, a margem da empresa pode ser consumida. 

Assim, a partir do hedge cambial, as empresas podem proteger seus planos e margens desses riscos. Isso contribui para assegurar que elas terão mais previsibilidade para pagamento ou recebimento, independente da variação das moedas.

Como funcionam as estratégias de hedge cambial?

Após entender mais sobre o hedge cambial, é preciso saber como essas estratégias funciona. Uma das principais abordagens é por meio da trava de câmbio.

Ela representa um contrato estabelecido entre duas partes para a compra ou venda de uma determinada quantia de moeda estrangeira em uma data futura predefinida. Nesse caso, a uma taxa de câmbio é acordada no momento da negociação. 

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Assim, a trava é estabelecida ao fechar o contrato de câmbio com o banco de câmbio, determinando a taxa da moeda. Nesse momento, são acordados elementos como o vencimento do contrato.

Como a taxa não sofrerá alterações até o vencimento do contrato, você ganha previsibilidade. Ou seja, há um “congelamento” da taxa de câmbio, reduzindo os riscos de ficar exposto à volatilidade. 

“A gente sempre diz que o cliente tem que focar no negócio dele, de forma estratégica, e não fazer especulação no mercado. Então depois que finalizamos a operação, a recomendação é que ele esqueça de olhar o câmbio e foque na operação com mais tranquilidade”, destaca Rafael Moraes, diretor comercial do Braza Bank, maior banco exclusivo de câmbio do Brasil em volume de dólares movimentados de acordo com ranking do Banco Central.  

O que causa a volatilidade cambial?

A volatilidade cambial é causada por uma série de fatores econômicos, políticos e financeiros. Eles afetam a oferta e a demanda de moedas estrangeiras e geram oscilações nas taxas de câmbio. 

Por exemplo, mudanças nas políticas monetárias, como a alteração das taxas de juros pelos bancos centrais, podem causar flutuações nas taxas de câmbio. Isso acontece porque um país pode ficar mais ou menos atrativo para investimentos estrangeiros. 

Também há a influência de indicadores econômicos, como crescimento, inflação, balança comercial etc. Eles têm um impacto significativo nas perspectivas econômicas de um país, o que pode levar a movimentos voláteis nas taxas de câmbio.

Além disso, há a questão da geopolítica. Eleições, mudanças de governo, crises políticas e tensões comerciais entre países, podem afetar a confiança dos investidores e causar incerteza nos mercados.

Portanto, os fluxos de capital entre os países têm um impacto significativo nas taxas de câmbio. Além disso, vários desses fatores podem interagir e se amplificar, contribuindo para intensificar a volatilidade.

Por que é importante adotar estratégias de proteção? 

Adotar estratégias de hedge cambial é fundamental para empresas do comércio exterior. Elas geram:

  • Redução de riscos: com o hedge, a empresa se protege de variações nas taxas de câmbio e fica menos vulnerável a impactos negativos;
  • Previsibilidade para as operações: essas estratégias otimizam o controle do fluxo de caixa e oportunizam uma gestão mais eficiente no campo financeiro;
  • Estabilidade para o planejamento: a proteção cambial facilita o desenho das estratégias da empresa, tornando-a menos vulnerável a “surpresas” desagradáveis causadas pela volatilidade;
  • Aumento da competitividade: com estratégias de proteção cambial e melhores planejamentos, as empresas podem se tornar mais competitivas e fortes no seu nicho.

Portanto, ao adotar estratégias de proteção, as empresas podem ter uma visão mais clara dos riscos e oportunidades associados às transações no comércio exterior. Isso facilita o planejamento estratégico de longo prazo e tomada de decisões estratégicas. 

Como adotar estratégias de hedge cambial?

O primeiro passo para adotar estratégias de hedge cambial é fazer um diagnóstico da sua empresa. É precisa saber quais tipos de operação você realiza, a frequência, o capital movimentado e, principalmente, suas margens. 

A partir daí, é possível avançar para escolher e negociar as soluções mais adequadas, como a trava de câmbio. Nesse momento, além do tipo de serviço, é essencial contar com um bom parceiro para suas operações. 

Embora diversos bancos operem com câmbio, nem todos têm a área como o seu foco. Essa falta de expertise causa uma lentidão no processo, o que pode afetar o sucesso de transações e o planejamento eficaz de estratégias de hedge. 

Portanto, é fundamental ter realmente um parceiro para as necessidades de câmbio. “Todos os nossos esforços são em atender o cliente da melhor maneira possível. Entender qual é a demanda dele. Se está num momento legal, a gente vai ter contato”, explica Rafael Moraes.

“Prezamos por um atendimento ágil e especializado nos contratos de câmbio e swift, custos competitivos e onboarding facilitado. Tudo isso garante dinamismo e maior segurança para as operações de nossos clientes”, complementa o gerente de estratégia comercial do Braza Bank, Marcelo Cursino. 

Conheça mais sobre o Braza Bank, maior banco exclusivo de câmbio do Brasil, e as suas soluções clicando aqui. Aproveite para também se inscrever na newsletter, que fala de câmbio, comércio exterior e negócios globais, aqui.

*Esse artigo é de autoria da empresa Braza Bank*

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