O que é compliance? Sua empresa segue essas práticas?

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Complicance: o que é afinal?

A partir de agora não vamos falar da velha e boa gestão que tanto se fala aqui nos conteúdos da Mainô. Esqueceremos aquela visão purista, até mesmo simplista, da gestão que se preocupa apenas em vender mais e cortar custos. Cortar mais custos e aumentar ainda mais a carteira de clientes…

Mas não me entenda mal! Só estou dizendo que apesar de serem essenciais, nenhuma das duas práticas fala sobre deixar os processos internos funcionando perfeitamente, o que também pode ser decisivo no crescimento da organização.

compliance

Hoje, vamos falar sobre uma prática de gestão capaz de levantar alguns negócios ou pôr a perder oportunidades das mais bem sucedidas. Independente se seu negócio já é um grande empreendimentos, ou nem tão grande assim, já é superavitário ou deficitário e com dívidas. O único erro que talvez você tenha cometido foi achar que seu negócio estava indo bem sem ele.

Pausa para piadinha infame: o que é o que é? Você pode começar um negócio sem, mas não consegue prosseguir sem ele?

Estamos falando senhoras e senhores, do implacável compliance.

ALERTA: Se você ainda não sentiu que precisava se importar com compliance, cuidado. As atividades da sua empresa precisam de um gás.

O significado de compliance

Apesar da evolução do significado do termo com o tempo, eu sempre me inspiro no post da endeavor para conseguir bem o significado e a importância dessa prática na empresa:

“Compliance, em termos didáticos, significa estar absolutamente em linha com normas, controles internos e externos, além de todas as políticas e diretrizes estabelecidas para o seu negócio. É a atividade de assegurar que a empresa está cumprindo à risca todas as imposições dos órgãos de regulamentação, dentro de todos os padrões exigidos de seu segmento. E isso vale para as esferas trabalhista, fiscal, contábil, financeira, ambiental, jurídica, previdenciária, ética, etc.”.

Deixe me adicionar um pouco de história à sua leitura, meu caro, minha cara…

Sua origem reside em um passado não tão distante, 1930. Nasceu como uma espécie de regulamentação para instituições bancárias, exigindo que houvesse cooperação entre os bancos centrais e que suas operações fossem mais seguras e confiáveis!

Seu berço era a Suíça mas 30 anos depois o seu foco já era mais agressivo ao buscar a criação de procedimentos internos de controle, treinamento de pessoal e supervisão de algumas atividades caso fossem suspeitas! Já nessa época, o compliance contava com executivos especializados (compliance officers) para assegurar que as empresas estariam cumprindo com o regulamentado.

Embora seu nascimento seja em instituições bancárias, o compliance logo permeou o mundo corporativo pela sua eficácia como ferramenta.

Se você der um “google” rapidinho, verá que o compliance também é uma ferramenta que faz a empresa passar longe de fraudes e corrupções, mas este não é meu foco.

Meu foco aqui é saber se você ainda se pergunta 2 coisas:

Mas qual o risco que uma empresa corre se não tiver compliance?

ou

O que muda de fato se eu adotar o compliance?

É simples e eu vou responder as duas perguntas com uma só resposta:

Uma estrutura sólida dos processos internos evita gargalos e perdas desnecessárias que aumentam o custo de operação.

Um exemplo simples é o fisco. Se a empresa não tiver em ordem com as obrigações fiscais, provavelmente vai precisar arcar com uma simples multa.

Outro exemplo bem simples é a falta de controle das vendas e do estoque. Se não tiver, você vai acabar vendendo menos do que pode ou vendendo algo que não têm, confere?

De uma forma ou de outra, alguma hora a conta chega e você vai se preocupar mais em resolver problemas do que focar no crescimento da empresa, de fato.

Sabe aquela sensação horrível de trabalhar, trabalhar e sempre ter que apagar algum incêndio como se as coisas não conseguissem fluir corretamente?

Essa sensação é capaz de desmotivar qualquer empreendedor que enxerga o negócio como uma máquina de problemas. Imagina aquela empresa sem processos, que quanto mais vende, mas se enrola com notas fiscais e acaba prestando contas erradas?

Vai ouvir sermão do contador, puxão de orelha da fazenda… talvez crie trauma de vender pois sabe que terá problemas.

O que esse pessoal não sabe, ou ignora, é que hoje a tecnologia resolve esses problemas como num piscar de olhos e a Mainô apoia isso.

Para te ajudar a pôr ordem na casa e ter segurança de que todos os processos fluirão sem ter medo.

Topa conhecer como a Mainô faz o compliance pela sua empresa?

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