Controle por lote e validade: qual a importância para a sua empresa

O Controle por lote e validade proporciona gerenciamento e segurança para distribuidores de diversos setores. Seja em setores como o de cosméticos, tecnologia, alimentos, medicamentos ou qualquer outro que atue com produtos perecíveis.

O sistema de gestão Mainô, otimiza toda a gestão do estoque, mesmo que tudo esteja desorganizado, pra você controlar de forma automática através de um sistema totalmente integrado. Leia o artigo até o final e confira dicas práticas para a sua empresa de distribuição.

Controle de estoque: qual o impacto no seu negócio

Dentro de qualquer distribuidora o controle de estoque é algo indispensável. Ter controle dos seus produtos desde a chegada dos suprimentos, a entrada no estoque e armazenamento, é eliminar um grande problema que a maioria das empresas de distribuição enfrenta. Ter um olhar sobre toda a operação garante que você consiga gerenciar as mercadorias evitando desperdícios.

O controle de estoque é apenas o início de uma gestão eficaz. Existem outros pontos que também precisam de muita atenção. Desde o seu fornecedor a entrega e também a experiência do cliente como um todo. No entanto, se a sua operação logística é ruim, pode gerar a falta ou excesso  de produtos no estoque, causando impacto direto nas suas vendas. Isso nós sabemos que é um péssimo sinal para o seu negócio. 

O que é e como funciona um lote

De forma simplista, em logística, um lote é qualquer remessa composta por várias unidades de um mesmo item de suprimento. Esse lote é formado por produtos com o mesmo prazo de validade e, consequentemente, código de barras iguais.

Normalmente, para se ter um controle e rastreabilidade ainda maior, você também pode identificar cada item com um número de série. O benefício disso é que na distribuição de produtos eletrônicos, por exemplo, este controle permite descobrir quais peças foram usadas em cada um dos aparelhos e, gerenciar as garantias junto ao fabricante e até trocas por defeitos recorrentes em um lote específico.

funcionário efetuando controle por lote e validade no estoque

Controle por lote e validade: benefícios da gestão de estoque

Existem diversos tipos de movimentações de estoque. Seguir boas práticas refletirá em benefícios diretos, como evitar o desperdício de produtos perecíveis. Regras como FIFO, LIFO e FEFO garantem um padrão nessas movimentações. Além de tudo, você diminui os riscos existentes na operação como manter produtos obsoletos ou  avariados. Atentar para estes detalhes melhora a qualidade da sua gestão de estoque de forma geral.

Controle por lote e validade: sistemas de gestão ajudam?

Se no seu negócio de distribuição você ainda não possui um ERP para gerenciar a sua operação  de forma automatizada, você está deixando seu dinheiro na mesa!

Com um software de gestão, você pode garantir um controle de estoque por lote e validade de forma segura, eficiente e totalmente automatizada. Além de ter uma visão completa da sua empresa, você terá de forma integrada seu estoque,  financeiro e vendas. Consequentemente, evitará multas e complicações com o fisco e com órgãos regulamentadores. 

Automação no controle por lote e validade

Realizar o controle por lote e validade de forma manual pode ser muito trabalhoso e você sabe disso. Sempre fica uma sensação de que os seus relatórios de estoque nunca estão batendo. No entanto, essa não precisa ser a sua realidade! Com o Mainô você terá um sistema robusto pronto para atender as demandas da sua empresa de distribuição.

Com o Mainô você terá:

  • Controle do estoque por número de lote e validade
    permitindo o acompanhamento de todos os movimentos realizados pelo produto por entrada e saída. Por exemplo: compra de composição de estoque e saída para remessas e vendas;
  • Rastreabilidade do produto pelo seu número de lote e validade ou série:
    Você conecta todas as informações referente aos produtos em toda a cadeia de suprimento. Agilidade e segurança em casos de recall por exemplo;
  • Relatórios a poucos cliques, extraindo em planilhas toda a movimentação;
  • Integração com todas as áreas da empresa, inclusive o setor financeiro, compras e vendas.

Suas obrigações de forma automatizada

Além de tudo isso, as novas demandas dos órgãos reguladores obrigam diversos setores a exporem as informações de rastreabilidade dos produtos. No software Mainô, você pode cadastrar de forma simples os dados de lote, datas de fabricação, produção e validade, atendendo a todas estas obrigatoriedades.

Se você deseja otimizar toda a gestão do estoque, mesmo que tudo esteja desorganizado, pra você controlar de forma automática e 100% integrada, fale com nossos especialistas e conheça a solução definitiva de controle por lote e validade para o seu negócio de distribuição.

Sistema de gestão para atacadistas: 6 motivos para contratar

A utilização de um sistema de gestão para atacadistas pode ser a solução dificuldades enfrentadas nas atividades da empresa. Em um mercado competitivo e repleto de concorrentes, conseguir otimizar o negócio é  considerado uma grande vantagem competitiva.

O uso da tecnologia permite que as empresas atacadistas obtenham grandes saltos de desempenho ao automatizar processos internos, reduzir custos e aumentar a produtividade. Em vez de fazer uma gestão de estoque manualmente – perdendo um grande tempo e com grandes chances de erros – um sistema de gestão para atacadistas pode atualizar os estoques automaticamente com base nas informações das notas fiscais.

Se você busca pelas melhores formas para potencializar os resultados da sua empresa, confira os 6 principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas.

Dois homens no estoque de um depósito atacadista conferindo mercadorias.

6 motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas

Um sistema de gestão para atacadistas é uma ferramenta que centraliza diversas informações fundamentais da empresa em uma única plataforma – permitindo a integração das informações e a automação de processos internos. Com poucos cliques você consegue acessar os dados necessários para otimizar a tomada de decisão.

Para ajudá-lo a compreender o impacto que essa ferramenta pode ter na sua empresa, separamos os principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas.

1. Agilidade nos processos internos

Um sistema de gestão para atacadistas permite que a sua empresa ganhe agilidade na execução dos processos internos. Em vez de perder tempo realizando diversas rotinas manuais e repetitivas, o sistema fica encarregado por essas atividades. Isso libera os funcionários para que se dediquem a atividades mais estratégicas.

Pense no setor de logística da empresa, que fica encarregado pela entrega correta dos produtos. As informações sobre os produtos que devem sair da empresa podem ser extraídas diretamente das notas fiscais de venda. Deste modo fica à disposição da equipe que precisa analisar estes dados.

2. Redução nos custos

Com o aumento da produtividade da empresa, os custos tendem a diminuir – seja por conta da redução da necessidade de mão de obra, pela diminuição das chances de falhas nos processos ou pelo aumento da qualidade de todas as atividades. O impacto de utilizar um sistema de gestão para atacadistas reflete diretamente nos resultados alcançados. Isso significa reduzir custos de forma profissional.

3. Organização dos processos

A estruturação dos processos internos é fundamental! Para que as atividades fluam da melhor maneira, não é? Por este motivo, com um sistema de apoio que fornece todas as informações necessárias, é possível otimizar a organização interna para alcançar resultados ainda melhores.

4. Diminuição dos erros

Imagine uma empresa atacadista que tem uma gestão de estoque ineficiente. Isso pode refletir em pedidos errados de compra de produtos ou na venda de produtos que estão fora de estoque para os clientes, não é? Esses são alguns dos erros que podem ser evitados com um sistema de gestão para atacadistas.

5. Integração entre as informações

Todas as informações internas da empresa podem ser integradas para facilitar o seu entendimento. Quando o setor de vendas, contabilidade, gestão de estoque e logística conseguem estabelecer uma boa comunicação, a venda de um produto se torna mais simples, não é? Lembre-se que quanto melhor a comunicação interna, os processos se tornam agéis e como consequência sua empresa se torna mais estratégica e lucrativa.

6. Aumento da qualidade de diversos processos essenciais

Nos exemplos que abordamos ao longo deste artigo falamos sobre vários processos que são beneficiados por um sistema de gestão para atacadistas: contabilidade, vendas, gestão de estoque, logística, financeiro, entre diversos outros. Os benefícios são notados em toda a organização.

Como vimos, um sistema de gestão para atacadistas apresenta muitos benefícios. E ele torna a sua empresa mais ágil e competitiva. Diante de um mercado em que a agilidade hoje é um ponto-chave, contar com uma boa solução pode potencializar ainda mais a organização.

Você já conhecia os principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas? A Mainô possui soluções específicas para seu negócio. Realize vendas, emita notas fiscais, controle seu estoque e financeiro de forma integrada e com poucos cliques com nosso software.  Gostaria de conhecer melhor sobre as funcionalidades dessa solução? Entre em contato conosco agora mesmo através deste link e fale com um de nossos especialistas.

Gestão de estoque: 9 conceitos práticos para seu negócio

Gestão de estoque

Profissional efetuando a gestão de estoque

Toda empresa necessita de uma boa gestão em relação aos seus departamentos, sendo assim, o estoque é praticamente o protagonista e é considerado por muitos “pulmão das organizações”, principalmente as ligadas à distribuição de produtos. O risco existente nas operações são gigantescos, podendo ser observados em situações que façam o produto se tornar obsoletos ou então sofrido algum tipo de avarias/perdas.

A prática de gestão de estoque está ligada a uma série de preocupações, que para controlar são necessárias medidas de avaliação com base em indicadores e métricas para ajudar a ajustar comportamentos que tragam qualquer tipo de danos para os produtos e dessa forma, não ter a chance de forçar o descarte. Segundo Ronald Ballou, “A escolha de uma boa estratégia de logística exige o emprego de grande parte dos mesmos processos criativos inerentes ao desenvolvimento de uma boa estratégia corporativa. Abordagens inovadoras de estratégia de logística podem proporcionar vantagens competitivas”.

Como melhorar a minha gestão de estoque de forma inteligente?

As buscas incessantes de melhoria para o processo de aprimoramento e gestão são automaticamente convertidos em benefícios, barateando o manuseio dos produtos e conduzindo as operações de vendas ao consumidor final, com um preço bem mais justo e competitivo, fazendo com que a empresa se torne uma grande vitrine atraindo diversas novas possibilidades de negócio e tendo a condição fazer cotações em maior escala com preços palpáveis, aumentando o giro de estoque e uma nova demanda atendendo cada vez mais clientes.

Dos maiores distribuidores aos menores, vale ressaltar o cuidado com as condições de acomodação dos produtos, pois muitos deles possuem prazos de validade ou até mesmo, uma fragilidade maior aos outros. A estrutura a ser utilizada pela empresa, deve ser de acordo com produto que pretende trabalhar, ou então estar preparado para acomodar qualquer tipo de produto, como por exemplo: 

 

  • Medicamentos, alguns tipos de alimentos, e até mesmo sorvete devem ser acomodados dentro de câmaras frias com controle de temperatura. 

 

  • Produtos com prazo de validade, devem ser acomodados de forma ágil e que facilite a saída de acordo com FIFO (Primeiro que entra, primeiro que saí), para que o controle seja impecável evitando rupturas no estoque por mercadorias vencidas.

 

Existem vários métodos, conceitos e práticas para gestão de estoque que resolvem as problemáticas do dia a dia, fazendo com que a empresa tenha cada vez mais qualidade em seus serviços e produtos, vou falar sobre algumas práticas e como elas geram impactos com base em um bom controle.

Conheça as 9 melhores práticas na gestão de estoque intelingente

Curva ABC:

É conhecido como análise ou conceito de Pareto, tem por objetivo criar categorias para os produtos correlacionando a um grau de importância dentro do estoque, dividindo em três partes estabelecendo assim a importância de 80% como A, 20% como B e C. Com essa análise, fica bem claro qual o produto tem mais valor agregado em estoque, não somente por preço de venda e sim por maior movimento, dando o entendimento que é imprescindível a existência deles no estoque. Todos os outros produtos, tem sua parcela de importância também e é importante tê-los, pois de certa forma, seus clientes compram eles.

Diagrama de Ishikawa:

Conhecido com espinha de peixe, esse método é muito útil para identificar problemas dentro dos processos adotados pela empresa, ele tem como premissa a organização das informações e para identificar as causas e efeitos durantes as atividades.

Previsão de demanda:

Esse método tem como base a previsão de atendimento ao seu mercado, fazendo com que você consiga ter uma base das quantidades necessárias para atender seus clientes, evitando compras emergenciais que aumentam muito os custos com as operações. Pode ser utilizado para prever as compras futuras de um produto ou então de todos estoque, sendo separadas em alguns métodos diferentes, sendo eles: Período Sazonal, Suavização Exponencial, Média Móvel.

Período Sazonal

Essa previsão é voltada para empresas que seu negócio seja extremamente sazonal adotando a análise diretamente referente ao período de crescimento ou declínio da demanda de anos anteriores para serem usados como base.

Suavização Exponencial

A única diferença entre a suavização e a média é que para calcular, será adicionado um peso para o período levado em consideração, por exemplo: a avaliação feita com base nos últimos anos terá menos peso que a dos últimos meses.

Média Móvel

Para utilizar esse tipo de previsão, é necessário ter conhecimento sobre sua demanda e identificar se existe variação na execução das vendas. Sendo a demanda variável, pode ser feita a média móvel com base nos três últimos meses ou anos para projetar o próximo período.

Giro de estoque: qual a importância na gestão de estoque?

O Giro de estoque tem por sua característica, trazer dados como quantas vezes o produto ou estoque teve necessidade de reposição, auxiliando no entendimento das futuras compras e ele pode ser alinhado a curva ABC, e deve ser realizado após o inventário, para que você consiga dados consolidados. Saber sobre o movimento que o seu produto está fazendo é fundamental para o gerenciamento do estoque.

FIFO e LIFO:

Nacionalmente conhecidos como PEPS (Primeiro que entra, primeiro que sai) e UEPS (Último que entra, primeiro que sai), esses métodos podem ser utilizados de diferentes formas baseado na necessidade de agilidade do fluxo do estoque ou até mesmo fora dele. Um bom exemplo de como utilizá-los, é da seguinte forma:

PEPS

Produtos que tem maior saída do estoque, sempre devem ser primeiro nas partes iniciais ou intermediárias do estoque e mantém assim, uma busca sempre pelo mais antigo em estoque para que ele tenha uma saída imediata.

UEPS

Pode ser facilmente aplicado na parte de transporte, onde a mercadoria que vai sair por última, é acomodada primeiro dentro do veículo.

Esses são alguns métodos que certamente vão ajudar na sua prática de gestão de estoque, fazendo com que os custos sejam reduzidos, evitando rupturas e compras desnecessárias, maximizando os lucros e melhor fluxo de trabalho.

Se você deseja se aprofundar ainda mais neste assunto nós temos um Guia de gestão de estoque gratuito para para Distribuidoras, Indústrias e Importadoras, com algumas dicas que podem melhorar ainda mais o controle de estoque da sua empresa.

 

Como ter um controle de estoque ágil, eficiente e seguro?

Toda empresa tem ciência dos setores que precisam ser geridos e controlados, garantindo o seu real funcionamento. Entre esses métodos gerenciais fundamentais para a otimização dos resultados na rotina empresarial, o gerenciamento e controle de estoque ainda representam um grande desafio. Apesar de ser uma tarefa básica e muito importante, esse controle ainda não é muito investido nas empresas e acaba sendo deixado um pouco de lado comparado aos outros setores de gerenciamento. As empresas se enganam muito em achar que o gerenciamento de estoque se limita apenas às entradas e saídas de materiais ou em apenas ter o produto em estoque para a venda. E isso pode trazer diversas consequências para a sua empresa. 

Existe uma grande dificuldade em manter uma boa gestão ou saber por onde começar esse processo. Um bom controle e gerenciamento pode beneficiar a sua empresa em vários aspectos, além de promover uma maior vantagem competitiva no mercado. O principal objetivo da gestão de estoque é não deixar haver despesas ou prejuízos com os seus produtos, garantindo um bom desempenho de todas as operações do estoque, como controlar e registrar todas as entradas e saídas, monitorar o ciclo das mercadorias em estoque, além da distribuição dessas mercadorias em armazéns e o mais importante, garantir a satisfação de seus clientes. 

Mas, como começar a ter esse gerenciamento e controle de estoque? Uma boa maneira é a automatização! Muitas empresas pecam ao não investirem em recursos tecnológicos para controle e gestão de estoque. Porém, automatizar o controle do estoque reduz significativamente os equívocos e falhas nos processos.  Com a Mainô, que é uma solução digital para esse setor, não será mais necessário realizar operações manuais defasadas. O nosso sistema ajuda a facilitar o trabalho operacional da sua empresa, além de tornar os processos mais rápidos, confiáveis, práticos e eficientes. A seguir, alguns pontos de benefícios que a Mainô traz no gerenciamento e controle de estoque.

Estoque

Além do cadastro manual completo de produto no estoque, você consegue alimentar o seu estoque diretamente pelas notas de entrada de seus fornecedores. Para facilitar ainda mais este processo, as empresas que possuem o Certificado Digital A1 contam com uma funcionalidade de “Monitoramento de NF-e Emitidas Contra o CNPJ” onde depois de localizada a nota, basta incorporar todos os produtos dela em seu estoque, fazendo os ajustes necessários e alimentando produtos já existentes também. Além dessa, outra dificuldade muito presente em distribuidoras é quando as mesmas recebem mercadorias de seus fornecedores em grandes quantidades e precisam fazer a conversão da unidade de medida. Por exemplo, se um produto veio do seu fornecedor como caixa com várias quantidades, mas você vende o seu produto para seus clientes em unidades, você conseguirá fazer a conversão da unidade de medida de CX para UN rapidamente e o sistema ainda atualiza o custo médio de cada unidade em cima do valor total da caixa.

Além da conversão da unidade de medida, você também consegue dividir produtos no estoque através da entrada de uma movimentação. Para facilitar, imagine que seu fornecedor lhe vende uma caixa de blusas, mas nessa caixa você tem blusas de cores diferentes. Como que você alimenta o seu estoque da maneira correta? Com a Mainô você consegue dividi-lo de acordo com as quantidades de cada cor, assim os produtos ficam separados no estoque, prontos para as vendas, para o controle e, se precisar, você ainda pode agrupar produtos iguais em seu estoque. 

Relatórios de gerenciamento

Com o relatório de movimentações de estoque é possível fazer um gerenciamento das entradas e saídas de cada produto, permitindo acompanhar melhor as necessidades do mercado e as diversas demandas durante todo o ano. Afinal, toda empresa tem picos de demandas e com o relatório de movimentações por período você consegue prever  isso facilmente. Além disso, você conta também com os relatórios de posição de estoque onde você consegue saber o saldo do seu estoque em um determinado dia e o relatório de produtos mais vendidos, que te ajuda a entender as demandas relacionadas a cada produto. Um plus do Sistema Mainô é o Relatório de Quantidade Crítica e Mínima de Produtos em Estoque. Com ele você recebe um e-mail de aviso toda vez que um produto chega em uma quantidade crítica ou mínima no seu estoque, isso te ajuda a não deixar o seu estoque zerar e consequentemente não atender as demandas de seus clientes. 

Controle do custo médio de entrada dos produtos em estoque

Outro ponto muito importante é ter o controle do custo de aquisição de cada produto no estoque. Com a Mainô você já sabe que consegue alimentar o seu estoque com as notas dos seus fornecedores. Mas, você sabia que, dependendo do regime da empresa, o custo dos impostos já são acrescidos automaticamente no valor de entrada do seu produtos no estoque? E tem mais, o nosso sistema ainda calcula o preço médio de entrada do produto no estoque, que é o resultado da soma dos valores dos produtos antigos com os valores dos produtos novos dividida pela quantidade total de itens disponíveis no estoque. Isso te ajuda a saber quanto realmente gasta na aquisição de cada produto, sem precisar de cálculos confusos e assim encontrar o valor adequado de venda do seu produto, que pode até ser feito em massa em cima de um fator.

Planejamento de produção

Muito importante também para empresas que dependem do seu estoque para produção é o controle através do planejamento de produção. É preciso que se mantenha um bom estoque de matéria prima, por exemplo, para poder garantir a continuação do processo de produção. Com o planejamento de produção da Mainô você consegue informar a quantidade planejada e a quantidade executada de cada produto na produção.

Notas de transferências e armazenagem

Empresas que possuem matriz e filial costumam fazer muitas notas de transferência entre empresas e notas de armazenagem. Com a Mainô você consegue fazer automaticamente uma nota de transferência ou uma nota para o seu armazém em cima de uma nota de entrada do seu fornecedor. Além disso, você poderá deixar as parametrizações de impostos pré definidas para esses tipos de notas. 

 

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Endereçamento logístico: tudo o que você precisa saber

O endereçamento logístico permite que os produtos do estoque de uma empresa sejam localizados mais facilmente pelos funcionários.

Além disso, esse sistema torna mais simples o controle de entrada e saída de mercadorias, uma vez que determina que os produtos de alto giro fiquem próximos à área de entrada e saída.

Mas como funciona o endereçamento logístico? É o que você vai entender melhor agora! Acompanhe!

Como funciona o endereçamento logístico?

O endereçamento logístico pode ser entendido como o “endereço” de um produto no estoque de uma empresa. Nesse sistema as ruas são os corredores, o número do prédio corresponde a numeração das colunas, o nível corresponde ao andar e as sequências correspondem ao número de um apartamento.

Como é feito o endereçamento logístico?

O endereçamento logístico não deve usar letras, mas sim números. Por exemplo, se um funcionário estiver no corredor 10 e precisar ir para o corredor 20, saberá imediatamente que precisa deslocar-se por 10 corredores.

Mas, se ao contrário estiver no corredor F e precisar chegar ao corredor P demorará mais tempo para saber por quantos corredores precisará deslocar-se.

A seguir classificaremos cada item do endereçamento. Confira.

1. Área

O número de áreas de um armazém varia de acordo com o seu tamanho – empresas pequenas podem ter somente uma ou duas áreas, já empresas de grande porte podem ser compostas de diversas áreas.

Nesse caso, é preciso estabelecer diferentes códigos para cada área de armazenagem, mantendo uma sequência crescente para numerar os corredores.

2. Ruas

Os corredores de um armazém devem formar uma sequência numérica. O corredor 1 deve ficar próximo ao local de recebimento e do envio de mercadorias.

3. Módulo

Os módulos são os “edifícios” de um endereçamento logístico e correspondem ao espaço de armazenagem localizado entre duas colunas de um porta-palete.

Cada corredor deve ser preenchido por módulos dos dois lados. Os módulos do lado direito devem ser de numeração par e os do lado esquerdo de numeração ímpar, como acontece nas ruas de uma cidade.

4. Nível

Cada nível corresponde ao andar de um prédio e deve ser numerado em ordem crescente, começando pelo nível mais baixo.

5. Sequência

A sequência equivale a um apartamento e corresponde a cada boxe ou vão de armazenamento.  Depois de numerar todo o espaço físico do armazém é preciso estabelecer o endereço de cada item.

O sistema de localização permitirá que os itens sejam encontrados mais facilmente, uma vez que todas as áreas são organizadas de uma mesma maneira. O investimento destinado ao endereçamento logístico será rapidamente recuperado pois, todo o processo de armazenamento e expedição de mercadorias será otimizado.

Ao fazer o endereçamento, certifique-se de colocar os produtos de menor giro em locais mais afastados e os produtos campeões de venda mais próximos à área de saída. Isso evitará que o tempo de deslocamento dos funcionários dentro do estoque não seja ampliado na procura dos itens de maior giro.

Você já conhecia o endereçamento logístico? Que tal automatizar a organização do estoque da sua empresa? Entre em contato conosco agora mesmo!

Controle de vendas: Assuma o controle da sua carteira de clientes

Há algumas semanas falamos aqui no blog sobre o que é o controle de vendas e indicamos como implementá-lo.

Hoje quero dar enfoque a gestão do cliente dentro do controle de vendas. Afinal, este é um assunto muito amplo. Existe um olhar focado para o estoque, tanto sobre sua capacidade, sazonalidade, giro, disponibilidade, dentre outras características, para o produto e sua qualidade, para o discurso (ou scripts) no relacionamento com os clientes, nos processos referentes a identificação básica do seu primeiro funil de vendas, etc.

Você já fez uma análise sobre como seus vendedores se relacionam em geral com sua carteira de clientes? Sua equipe é composta meramente por “tiradores de pedido”, que recebem uma solicitação do cliente e agem de forma reativa, ou é uma equipe pró-ativa, que se relaciona com o cliente, entende suas necessidades e é capaz de ofertar o mix correto para o cliente? O conhecimento sobre sua carteira de clientes e a capacidade de fazer ofertas que fazem sentido para a mesma é fundamental para que sua equipe tenha o tão almejado controle da carteira de clientes.

Vamos tratar de um caso hipotético onde João, que está começando seu novo negócio, construiu uma bela loja em um excelente ponto da cidade, entrou em contato com um grande amigo, que já trabalha no mesmo ramo de comércio, em busca de uma indicação de um bom distribuidor para fazer a primeira compra de sua loja e abastecer sua loja pela primeira vez. Loja zero! Prateleiras intocadas! Prontas para receberem seus produtos! Esse grande amigo indica sua empresa para que João faça a primeira compra, afinal, vocês já tem relacionamento de sucesso de longos anos trabalhando juntos. João liga para seu vendedor e pergunta: “Qual o mix de produtos você me indica para abastecer minha loja pela primeira vez?”. Seu vendedor saberia responder a essa pergunta de forma inteligente? Congelaria? Chamaria o supervisor, que chamaria o diretor, que acabaria chegando até o empresário para resolver essa questão? Isto é um caso extremo, mas tente pensar no básico: seu vendedor conhece sua carteira de clientes a ponto de conseguir implantar um mix rentável para o cliente?

Quando tratamos de controle de vendas no comércio B2B, ou seja, quando falamos do início até o meio da cadeia, trabalhando com fabricantes, importadores, distribuidores e atacadistas, observo que há sempre uma questão em comum: o supervisor, ou diretor, ou gestor, ou quem quer que seja que está com o poder decisório nas mãos, sempre quer vender mais mix! Quando é o lançamento de um produto novo, todo mundo sabe o que fazer, chovem ideias criativas, mas o tal do mix é o terror dos vendedores B2B. E, realmente, não é fácil trabalhar o mix, pois precisamos de uma série de informações do cliente para que isto seja efetivo:

  1. Qual a curva ABC, em termos de quantidades de vendas no mês, dos produtos que seu cliente compra de você na ponta dele?
  2. Qual a curva ABC desses mesmos produtos em termos de faturamento e de lucro bruto que seus clientes possuem?
  3. Dentro da estratégia da sua empresa, qual a curva ABC de produtos indicada para operar nas negociações?

Caso sua empresa tenha implantado um controle de vendas, essas questões acima não devem ser tão difíceis de responder. Talvez com o cruzamento de uma meia dúzia de relatórios, se tenham todas as informações em mãos. Sendo assim, como assumir o controle da sua carteira de clientes? Como não perder vendas e bons clientes para a concorrência? E, por fim, como, com o controle da sua carteira em mãos, aumentar as vendas de mix? É isso que você quer saber, certo?

Tentei compilar um pouco da nossa experiência, com os clientes da Mainô, em um processo para melhorar o controle de vendas e assumir o controle da sua carteira de clientes em 4 passos.

Passo 1: extraia a Curva ABC dos seus clientes

Há um tempo falamos aqui no blog sobre como utilizar a curva ABC na prática em seu comércio e sobre diversas aplicações da curva ABC. Como você classifica seus clientes na curva ABC vai ser determinante para todo o processo. Eu sugiro que sejam classificados pela margem ou pelo faturamento, minimamente, para que se possa ter o efeito esperado ao final desta análise.

Passo 2: extraia a Curva ABC do seu mix de acordo com a margem dos produtos

Este é outro passo fundamental! Você precisa entender quais os produtos de maior margem do seu mix e quais são os produtos que a margem é baixa ou até trabalha-se no prejuízo para abertura de mercado, para que sua análise de oferta faça sentido.

Passo 3: entenda o ciclo de vida dos produtos de seu mix no estoque do seu cliente

Este, certamente, é o passo mais complexo dentro deste processo. Você precisa conhecer qual o giro de cada um dos produtos do seu mix no seu cliente. Neste passo você entenderá se a capacidade de venda do seu cliente para o seu mix de produtos está aderente com o que sua empresa tem como objetivo. Vou exemplificar:

  • Exemplo 1: Produto XPTO é o produto que seu cliente mais compra, contudo, na curva ABC de margem ele é C. Pode até ser que você o venda no prejuízo. É um produto que seu cliente não deixa nunca acabar no estoque e, possivelmente, que vem ditando o intervalo de compras do mesmo com a sua empresa. Isto te arremete a algum caso na sua empresa?
  • Exemplo 2: Produto XYZ é um produto A na sua curva de margem. Sempre que o cliente vai fazer o pedido seus vendedores são instruídos a colocar umas unidades no pedido para ele, mas, eventualmente, não conseguem, porque o ritmo de saída deles é mais lento. Até vendem. O cliente aceita comprar, mas não é sempre.
  • Exemplo 3: Produto XYK é um produto B. Tem uma boa aceitação pelo mercado. Seus vendedores sempre adicionam nos pedidos porque os clientes aceitam. Não tem uma margem fantástica, mas também não deixa sua empresa no prejuízo e, aparentemente, tem o mesmo efeito para o cliente. Sempre que o pedido vem, a prateleira já está meio vazia e com o estoque próximo de acabar. Sai muito bem na ponta do varejo quando tem uma promoção diferenciada.

Passo 4: o grande final é entregar uma sugestão de pedido de compra para seu cliente

Seu vendedor, com os dados dos três passos acima em mãos, deve entrar em contato com o seu cliente aproximadamente na época em que o mesmo faz o pedido, de preferência alguns dias antes, sugerindo um mix já com as quantidades, valores, itens que serão comprados, etc. O pedido deve conter os produtos que são C para você, mas que ditam o ciclo de compras de seu cliente, mas deve conter todos os produtos A e B do seu mix (TODOS, você leu direito), com quantidades que façam sentido para o ciclo de compras de seu cliente, de modo que, caso ele comprasse todo aquele pedido, de modo previsível, quando se aproximasse a sua próxima compra, o estoque do mesmo estivesse próximo do fim nas prateleiras do seu cliente.

Não se engane. O cliente não vai comprar tudo que seu vendedor, de forma pró-ativa, ofertou. Contudo, tenho certeza de duas coisas: primeiro, que a quantidade de itens que ele vai riscar do pedido vai resultar, ainda assim, em um pedido maior que o mesmo vem comprando e, segundo, que o mix de produtos A e B vai estar bem representado no final.

Vai dar muito trabalho. Seus vendedores vão ter que se relacionar muito mais que o habitual com os clientes de sua carteira. Mas, para ter um controle de vendas efetivo, os vendedores da sua empresa terão que assumir o controle de sua carteira de clientes. Sua empresa venderá mais mix, aumentando a margem de lucro sobre os pedidos. Vocês fidelizarão sua carteira de clientes, afastando a concorrência, pois tenho certeza que os compradores, pelo lado dos seus clientes, não encontrarão atendimento consultivo nesse nível em outro local.

O processo é esse. Agora é só levar este artigo até sua equipe, planejar como vocês vão colocar esse processo em prática e, se você utilizar as informações aqui do artigo para melhorar seu processo, não esquece de vir aqui no blog contar para a gente como foram os resultados! Sempre ficamos felizes em saber que conseguimos ajudar as empresas de comércio do Brasil a evoluírem!

Não consegue essas informações? Não tem ferramenta adequada e não conhece como fazer isso? Quer colocar esse processo para funcionar, mas precisa de ajuda? Que tal conhecer os nossos produtos Traxo e Comex NF-e? Com eles você vai conseguir todos esses relatórios que citei anteriormente, além de que, treinamento a equipe da sua empresa para operar utilizando essas informações e migramos seus dados para que a transição para nossas ferramentas seja o mais tranquila possível. Entre em contato conosco e peça uma demonstração das nossas ferramentas, sem compromisso.

Até a próxima!

Picking: o que é e como ele pode melhorar a logística

O Picking é uma metodologia que facilita a localização e a coleta de produtos no estoque de uma empresa depois que uma venda é feita. Uma boa estratégia de Picking deve reduzir o tempo gasto na localização e envio dos produtos para o cliente final.

O número e a classificação de produtos por pedido também definem uma estratégia de Picking eficiente.

Existem diferentes modalidades de Picking que podem ser aplicadas na sua empresa. Mas qual escolher? É o que você vai descobrir agora! Acompanhe!

Picking discreto

Nessa metodologia cada operador fica responsável por apenas um pedido por vez e a coleta também é feita individualmente. É um método bastante lento e exige amplos deslocamentos.

No entanto, o Picking discreto reduz muito os erros durante o processo, uma vez que existe uma única ordem de serviço para cada produto coletado.

Picking por lote

É o método aplicado na maioria das empresas. Envolve uma área de armazenamento, um sistema de manuseio de material e uma área para expedição e coleta. Nessa modalidade os pedidos são coletados por lotes de mercadorias e cada funcionário precisa retirar certa quantidade de cada item para suprir todos os pedidos sob sua responsabilidade.

Funciona melhor em depósitos que apresentam baixa diversidade de produtos e é um método que gera poucos erros.

Bucket brigades

O bucket brigades é um processo que busca compensar a diferença de produtividade entre os funcionários de um depósito e para isso, as tarefas são realizadas de forma sucessiva, como em uma linha de produção.

É um modelo que exige menos planejamento e menos controle por parte da administração da empresa.

Picking por onda

É um misto dos modelos por zona e por lote, em que todas as zonas são coletadas ao mesmo tempo em turnos de revezamento e separados em pedidos individuais na área de consolidação. É muito eficiente, rápido e gera a diminuição de erros.

Picking por zona

Nesse método a área total do depósito é organizada de modo que haja várias zonas de picking, atribuídas a diferentes funcionários. Quando o pedido chega, o responsável pelo setor encaminha o pedido até um local específico, onde o pedido será conferido e finalizado.

Esse modelo permite a redução do tempo de deslocamento, no entanto, para que funcione bem é preciso observar se existem setores onde os funcionários estão ociosos e setores onde os funcionários estão sobrecarregados. E, se for o caso, fazer os ajustes necessários para que todos as zonas apresentem a mesma demanda.

Qual modelo Picking é o ideal para a minha empresa?

Toda empresa é única e uma solução de coleta de pedidos pode ser adequada a um negócio. Também é preciso analisar se o número de funcionários da sua empresa é suficiente para implantar o modelo pretendido.

A escolha de um sistema ideal para a sua empresa depende de vários requisitos, como custo, complexidade, número de pedidos atendidos e tamanho dos produtos vendidos. A determinação de todos esses requisitos garantirá que a solução mais eficiente seja selecionada.

Qual modelo de Picking é usado na sua empresa? Comente aqui!

Boas práticas para armazenagem e controle de estoque

A sua empresa enfrenta problemas de gerenciamento e controle de estoque? Entregar seus produtos ao consumidor final no prazo e por múltiplos canais pode ser desafiador. Também pode ser um problema acompanhar de perto as muitas demandas do estoque da sua empresa e, ao mesmo tempo, monitorar o fluxo do inventário.

É por isso que toda empresa precisa adotar boas práticas a fim de melhorar o gerenciamento do seu estoque. Quer conhecê-las? Continue a leitura e descubra!

Dicas de gerenciamento e controle de estoque

1. Padronize seu estoque

A redução da variedade de classificações dos produtos em estoque é um dos principais objetivos da padronização. A padronização ajuda a otimizar as classificações, composições e práticas para atender às necessidades de gestão de estoque de cada empresa.

Por isso, busque criar uma padronização para o seu estoque. Ela irá reduzir falhas, evitar o retrabalho e aumentar a produtividade dos funcionários.

2. Armazene os produtos conforme suas características

Um controle de estoque eficiente deve armazenar as mercadorias de acordo com as suas características. Por exemplo, artigos perigosos devem ser guardados em locais com acesso controlado, assim como os itens caros. Produtos perecíveis requerem um espaço especial de armazenamento, com refrigeração.

3. Organize o espaço do armazém

O gerenciamento eficiente do estoque deve levar em conta o espaço disponível para armazenamento. Além disso, o local destinado ao estoque de mercadorias deve ser organizado de maneira inteligente, otimizando o espaço disponível.

Busque reestruturar a planta do armazém de modo a melhorar o acesso dos funcionários. Os corredores de acesso as mercadorias devem ser espaçosos e bem localizados permitindo a visualização dos produtos de ambos os lados. Também é preciso reservar espaço para máquinas ou equipamentos de transporte, caso seu uso seja necessário.

Como a oferta e a demanda dos produtos mudam continuamente, é preciso fazer constantes alterações no layout do armazenamento, modificando os planos de armazenamento para corresponder ao seu novo modelo de negócios.

4. Cuidado com a conservação das mercadorias e insumos

O controle de estoque também deve prever a conservação das mercadorias. Os produtos precisam ser armazenados em um espaço adequado, longe das variações de temperatura e da umidade, de acordo com as orientações do fabricante.

Logo após a descarga, é necessário verificar as condições dos produtos recebidos para conferir se o produto foi transportado de acordo as especificações necessárias para a sua conservação.

5. Estoque conforme o tamanho

Produtos pequenos devem ser estocados em locais menores enquanto os grandes devem ser armazenados em locais de dimensões maiores. Para conseguir o armazenamento ideal de produtos de tamanhos variados é importante contar com prateleiras de tamanhos diferentes e racks de altura regulável.

6. Organize por fluxo de saída e popularidade

Uma vantagem de otimizar o gerenciamento do controle de estoque da sua empresa é que esse processo permite rastrear vendas e pedidos de cada produto da empresa. Essas informações permitem melhorar de forma inteligente a organização do seu inventário. Posicione os produtos mais vendidos em um lugar que seja possível acessá-los mais facilmente, como próximo a saída.

Como esses produtos serão acessados continuamente, isso reduzirá o trabalho da equipe e a movimentação dentro do armazém.

Dessa forma, todo o gerenciamento de estoque será mais eficiente e o armazenamento e o envio serão executados com mais rapidez.

7. Organize por similaridade

Produtos recebidos juntos ou expedidos juntos, também devem ser estocados próximos. Aproximar os produtos por similaridade permite localizar mais facilmente esses produtos, diminuindo o tempo de coleta e a circulação de pessoas dentro do armazém.

8. Integridade

A integridade dos produtos em estoque garante que a empresa minimize prejuízos. Todos os produtos recebidos devem ser bem cuidados desde a recepção, passando pela estocagem e pela distribuição.

9. Tenha indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho (KPIs) se destinam a analisar a performance operacional do controle de estoque da empresa e identificar gargalos ou falhas no processo. Quanto mais cedo uma empresa implantar tecnologias logísticas, maiores são as chances de tomar decisões acertadas de acordo com as suas reais necessidades.

Garantir que o produto certo esteja no lugar certo, no momento certo, é fundamental para gerenciar a volatilidade da cadeia de suprimentos. Um software de gestão de estoque pode agilizar as operações, consolidando as informações de vendas e dando aos funcionários acesso a dados atuais e confiáveis do estoque da sua empresa.

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Como escolher um software para controle de produção?

Como a sua empresa realiza o controle de produção? Como você sabe, o controle de produção tem início com a compra de matérias-primas e termina na expedição dos produtos em estoque.

Para aumentar a produtividade e reduzir custos, os gestores precisam de um sistema de gestão eficaz, capaz de otimizar processos e extrair os melhores resultados da produção. Porém, é preciso escolher uma ferramenta que se adapte bem a todas as peculiaridades da indústria.

Para te ajudar nessa empreitada, preparamos algumas dicas de como escolher um bom software de  controle de produção para sua empresa. Acompanhe!

5 dicas de como escolher um software de controle de produção

Dica 1. Escolha um bom fornecedor

Ao escolher um software de controle de produção tenha certeza que ele atenderá as necessidades da sua indústria. O fornecedor possui clientes com demandas semelhantes as suas? O software possui as funções específicas de controle que a sua indústria precisa?

Antes de escolher um sistema busque informações sobre o vendedor, assista a vídeos explicativos ou a demonstrações das suas funcionalidades e não deixe de tirar todas as suas dúvidas sobre a ferramenta que estiver analisando.

Dica 2. Procure por uma implantação de alto nível

A sua empresa precisa usufruir de todos os benefícios oferecidos por um software de controle de produção. Para isso, é vital contar com treinamento e um processo de implantação de qualidade. Essa é a melhor maneira de garantir que o softwares funcionará como deveria.

Além disso, caso a implantação do sistema seja realizado por um profissional qualificado será possível observar pontos de melhoria que poderiam passar despercebidos pela sua equipe.

Dica 3. Invista em tecnologia de ponta

Escolha um software de controle de produção que utilize tecnologias de última geração. A tecnologia web é apontada como a melhor escolha para um sistema industrial.

Essa tecnologia permite uma rápida atualização do sistema, sem a necessidade de interromper o trabalho da sua equipe de trabalho. Além disso, um software web conta com potentes sistemas de armazenamento em nuvem, uma forma de proteger todos os dados sensíveis da sua empresa.

O armazenamento em nuvem possui o benefício adicional de permitir o fácil acesso a todos os dados da sua corporação por meio de qualquer dispositivo conectado a internet, agilizando o processo de gestão.

Dica 4. Foque na melhoria constante

A tecnologia e a gestão empresarial estão sempre evoluindo para melhor atender as necessidades de uma indústria. Por isso, escolha um software para controle de produção de um fornecedor que invista na melhoria constante dos processos tecnológicos e no treinamento da sua equipe.

Dica 5. Fique atento ao suporte

Mesmo os melhores softwares podem apresentar problemas. Além disso, a sua equipe de trabalho pode ter dúvidas técnicas a respeito de algumas funcionalidades do sistema. Para que esses problemas não afetem a produtividade da sua empresa é preciso contar com o apoio constante de um serviço de suporte ao cliente.

O serviço de suporte deve ser ágil ao oferecer soluções para que a sua empresa não sofra com problemas ou falhas técnicas capazes de causar prejuízos ao seu negócio.

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Como utilizar a curva ABC na prática em seu comércio

Quando falamos em gestão de estoque, em cadeia de suprimentos, ou mesmo em gestão de vendas em empresas de comércio, é lugar comum aparecer alguém falando sobre a Curva ABC. Caso você ainda não esteja familiarizado com este conceito, nosso analista de Customer Onboarding, Jonathan Monteiro, escreveu um excelente artigo onde introduz alguns conceitos de controle de estoque, dentre eles, a Curva ABC. Continue reading “Como utilizar a curva ABC na prática em seu comércio”