Sistema de gestão para atacadistas: 6 motivos para contratar

A utilização de um sistema de gestão para atacadistas pode ser a solução dificuldades enfrentadas nas atividades da empresa. Em um mercado competitivo e repleto de concorrentes, conseguir otimizar o negócio é  considerado uma grande vantagem competitiva.

O uso da tecnologia permite que as empresas atacadistas obtenham grandes saltos de desempenho ao automatizar processos internos, reduzir custos e aumentar a produtividade. Em vez de fazer uma gestão de estoque manualmente – perdendo um grande tempo e com grandes chances de erros – um sistema de gestão para atacadistas pode atualizar os estoques automaticamente com base nas informações das notas fiscais.

Se você busca pelas melhores formas para potencializar os resultados da sua empresa, confira os 6 principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas.

Dois homens no estoque de um depósito atacadista conferindo mercadorias.

6 motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas

Um sistema de gestão para atacadistas é uma ferramenta que centraliza diversas informações fundamentais da empresa em uma única plataforma – permitindo a integração das informações e a automação de processos internos. Com poucos cliques você consegue acessar os dados necessários para otimizar a tomada de decisão.

Para ajudá-lo a compreender o impacto que essa ferramenta pode ter na sua empresa, separamos os principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas.

1. Agilidade nos processos internos

Um sistema de gestão para atacadistas permite que a sua empresa ganhe agilidade na execução dos processos internos. Em vez de perder tempo realizando diversas rotinas manuais e repetitivas, o sistema fica encarregado por essas atividades. Isso libera os funcionários para que se dediquem a atividades mais estratégicas.

Pense no setor de logística da empresa, que fica encarregado pela entrega correta dos produtos. As informações sobre os produtos que devem sair da empresa podem ser extraídas diretamente das notas fiscais de venda. Deste modo fica à disposição da equipe que precisa analisar estes dados.

2. Redução nos custos

Com o aumento da produtividade da empresa, os custos tendem a diminuir – seja por conta da redução da necessidade de mão de obra, pela diminuição das chances de falhas nos processos ou pelo aumento da qualidade de todas as atividades. O impacto de utilizar um sistema de gestão para atacadistas reflete diretamente nos resultados alcançados. Isso significa reduzir custos de forma profissional.

3. Organização dos processos

A estruturação dos processos internos é fundamental! Para que as atividades fluam da melhor maneira, não é? Por este motivo, com um sistema de apoio que fornece todas as informações necessárias, é possível otimizar a organização interna para alcançar resultados ainda melhores.

4. Diminuição dos erros

Imagine uma empresa atacadista que tem uma gestão de estoque ineficiente. Isso pode refletir em pedidos errados de compra de produtos ou na venda de produtos que estão fora de estoque para os clientes, não é? Esses são alguns dos erros que podem ser evitados com um sistema de gestão para atacadistas.

5. Integração entre as informações

Todas as informações internas da empresa podem ser integradas para facilitar o seu entendimento. Quando o setor de vendas, contabilidade, gestão de estoque e logística conseguem estabelecer uma boa comunicação, a venda de um produto se torna mais simples, não é? Lembre-se que quanto melhor a comunicação interna, os processos se tornam agéis e como consequência sua empresa se torna mais estratégica e lucrativa.

6. Aumento da qualidade de diversos processos essenciais

Nos exemplos que abordamos ao longo deste artigo falamos sobre vários processos que são beneficiados por um sistema de gestão para atacadistas: contabilidade, vendas, gestão de estoque, logística, financeiro, entre diversos outros. Os benefícios são notados em toda a organização.

Como vimos, um sistema de gestão para atacadistas apresenta muitos benefícios. E ele torna a sua empresa mais ágil e competitiva. Diante de um mercado em que a agilidade hoje é um ponto-chave, contar com uma boa solução pode potencializar ainda mais a organização.

Você já conhecia os principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas? A Mainô possui soluções específicas para seu negócio. Realize vendas, emita notas fiscais, controle seu estoque e financeiro de forma integrada e com poucos cliques com nosso software.  Gostaria de conhecer melhor sobre as funcionalidades dessa solução? Entre em contato conosco agora mesmo através deste link e fale com um de nossos especialistas.

Simples Nacional: quais as vantagens para PMEs

O Simples Nacional se trata de um regime tributário especial dedicado a beneficiar micro e pequenas empresas. Além disso é um regime que simplifica o recolhimento de impostos destes negócios através de apenas uma guia, a DAS. Porém este benefício é muito mais do que isso. Ele tem uma série de benesses das quais vamos citar as vantagens mais importantes. Leia este artigo até o final para aproveitar por completo as oportunidades deste benefício.

1. É simplificado

Talvez esta seja a mais importante vantagem para empresas de pequeno porte. A simplificação dos impostos facilita muito o controle para negócios desta faixa. Em um só sistema, é possível incluir 8 tributos em uma única forma de cálculo e pagamento. Para isso, basta acessar a tabela do Simples Nacional, verificar em qual faixa de receita seu negócio se enquadra e fazer o cálculo.

Abrange os seguintes impostos:

IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica);

CSLL (Contribuição Social de Lucro Líquido);

Pis/Pasep (Programa de Integração Social e Programa de Formação de Patrimônio do Servidor Público);

Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social);

IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados);

ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços);

ISS (Imposto Sobre Serviço);

CPP (Contribuição para Seguridade Social).

2. Tem vantagens em Licitações Públicas

Empresas enquadradas no Simples Nacional têm preferência em licitações nacionais, estaduais ou municipais. Também serve como critério de desempate. Uma bela vantagem não?

3. Conta com regras especiais

Para empresas do simples existem algumas regras especiais para protesto de títulos por meio da redução de taxas, o que reflete positivamente na economia do negócio.

4. Traz economia em tributos para a empresa

Com unificação de impostos, pagos de forma simplificada, pode representar até 40% de economia para as empresas de acordo com suas condições — principalmente se forem ligadas à indústria, ao comércio varejista e à prestação de serviços.

5. Reduz a burocracia

Sem a necessidade de realizar cadastros estaduais e municipais, o Simples Nacional reduz significativamente a burocracia. O CNPJ no sistema do Simples é o único identificador da inscrição da empresa;

6. Economiza tempo 

Como acima, a agilidade em resolver processos burocráticos e as facilidades para manter em dia o pagamento de tributos, a empresa ganha tempo para se dedicar a outras questões importantes do seu negócio.

7. Uma alternativa para a crise

A partir de 2016, várias empresas brasileiras optaram pelo Simples como forma de driblar os altos impostos e não ter tanto prejuízo com a crise financeira nacional.

8. Reduz custos trabalhistas

No Simples Nacional não paga INSS Patronal, o que reduz os custos na folha de pagamento de cada funcionário.

Gostou de saber um pouco mais sobre as vantagens do Simples Nacional? Então siga nossas redes sociais e fique por dentro de outros conteúdos como este!

Já possui um sistema de gestão? Experimente gratuitamente o Mainô o software de gestão para Distribuidoras e empresas de comércio exterior. Clique aqui e confira.

 

O que é ERP e quais as suas vantagens

ERP: os enterprise resource plannings são softwares de gestão empresarial que nasceram em um ambiente econômico e organizacional de contínua informatização e otimização de processos internos através da adoção massiva de softwares que tratavam de etapas específicas dos processos produtivos nas empresas.  Aplicados na Europa e Estados Unidos no início dos anos 90, os sistemas de gestão empresarial chegaram ao Brasil por volta de 1996 com a ideia de agilizar processos e fluxos de informações anteriormente distribuídos através de documentos físicos. 

ERP system,

Para compreender o ambiente de aplicação de um ERP é fundamental se habituar com seus antecessores e com o cenário que os mesmos geraram. O início do conceito de transferência de dados e informações através de ferramentas informatizadas remonta ao MRP, na década de 70.

ERP : como tudo começou?

O MRP (Material Requirements Planning) é, antes de um sistema, um conjunto de princípios discutidos no livro de Joseph Orlicky “Material Requirements Planning (1975)” que foi desenvolvido desde 1964 a partir de diversas pesquisas de Joseph, incluindo a do modelo toyotista. Esse livro apresenta as formulações das disciplinas de Planejamento de Gestão de Materiais e, ao longo do tempo, tornou-se uma espécie de guia para a gestão industrial na época.

Após a publicação do livro em 1975, a empresa Black&Decker foi pioneira ao adotar os conceitos recém apresentados gerando, posteriormente, uma forte onda de adoção dessa nova forma de gestão. Com a utilização massiva dos computadores, o conceito do MRP é aplicado no formato de software, respeitando as diretrizes de boa gestão apresentadas por Orlicky em seu livro. Esse software era responsável por tarefas cotidianas relacionadas ao agendamento de produção e não gerava uma visão muito estratégica dos aspectos com que tratava.

Em 1983, com o uso mais comum dos computadores, nasce o MRP II (Manufacturing Resources Planning) que passa a integrar atividades mais complexas do dia a dia de uma empresa, gerando uma base de dados mais sólida e capaz de auxiliar nas tomadas de decisão estratégicas. Essa ferramenta integrava não apenas o setor de produção, mas também engenharia e financeiro, proporcionando uma melhor visualização do negócio como um organismo só.

Já nos anos 90 temos a aplicação dos Sistemas ERP, a evolução dos conceitos apresentados anteriormente e que possibilita a integração completa da empresa, sem exclusão de nenhum dos setores, por mais secundárias que sejam suas atividades. Dessa forma o ERP passa a ser uma espécie de sistema circulatório da empresa, possibilitando que a informação chegue aos diversos setores e pontos de demanda da organização. Essa capacidade de capilaridade da informação entre setores torna a empresa mais interdependente, mais unida e gera resultados de uma forma mais dinâmica devido à contínua troca de dados.

O intercâmbio de informações que o ERP proporciona gera soluções tanto específicas quanto genéricas, agilizando tomada de decisões e processos passíveis de automação, como o preenchimento de formulários e emissão de notas.

Tendo em vista essas capacidades produtivas do Enterprise Resource Planning, consegue-se apontar 4 aspectos de grande avanço quando pensamos na implementação desse software:

  1. Planejamento

    Um sistema ERP é capaz de gerar um potencial de planejamento estratégico muito grande por conta do acesso rápido e otimizado a diversos dados de setores, processos, atividades e resultados de uma empresa. O software também armazena prognósticos, previsões e atividades agendadas. Ter uma noção completa de todos os fatores inerentes a empresa e suas operações é um ponto a favor da capacidade de planejamento e desenvolvimento de estratégias empresariais.

  2. Retrabalhos

    A falta de integração de processos é o principal ponto quando o assunto é a realização de tarefas e atividades por mais de uma vez. Um retrabalho é considerado uma perda de tempo e dinheiro dentro da empresa, portanto, se isso se torna corriqueiro, o gasto de energia e de dinheiro vai pesar muito no final do mês e acabar gerando um déficit muito grande nas contas da empresa. O ERP atua, portanto, como controle de etapas de processo e do andamento de ciclos produtivos, de vendas, financeiro, de recursos humanos entre outros.

  3. Controle

    De forma integrada com o ponto anterior, o ERP permite o controle de processos, métodos e atividades, com objetivo de garantir que tudo está sendo aplicado no momento adequado e da forma que se espera. A falta de controle, por sua vez, pode gerar conflito de processos, falta de compatibilidade entre dados financeiros e produtivos, bem como a instabilidade das decisões da alta gerência por conta do cruzamento incorreto de dados.

  4. Qualidade

    O controle de qualidade é capaz de garantir a competitividade da empresa não apenas atestando a conformidade do produto com os padrões esperados, mas também com relação à qualidade necessária nos processos e no fluxo de informações dentro da própria organização.


O ERP consegue garantir adequação de processos produtivos, de movimentação,
armazenagem, de emissão de documentos e notas, de otimização do fluxo de informações bem como facilitação de auditorias. Ao final, isso garante que tudo dentro da empresa flua de maneira mais natural e automática.

Um bom software ERP deve ser capaz de proporcionar diversos benefícios como: Controle de estoque otimizado, gestão e cálculo financeiro (principalmente de tributos e fluxo de caixa), emissão de notas fiscais, boletos e controle de operações de produção e vendas.

Um layout simples ajuda a empresa a economizar com treinamentos, otimizando custos financeiros e alocação de tempo em atividades secundárias. Utilizar um sistema alinhado com diretrizes minimalistas e que sigam a filosofia de facilitação de uso gera benefícios e agilidade na execução de tarefas diárias.

ERP: Mainô Sistemas

O software ERP oferecido pela Mainô alia boas ferramentas com a fácil utilização e garante uma aplicabilidade do sistema de forma simplificada e ágil, garantindo menos custos e menor investimento de tempo para a realização de treinamentos para uso efetivo e eficiente do sistema. Outro ponto a favor do sistema é a capacidade de acesso remoto, através da internet, isso permite um acompanhamento melhor dos processos empresariais mesmo fora dos limites da organização, permitindo ao gestor um controle mais eficiente e contínuo bem como a gestão da qualidade muito mais consistente.

De maneira a concluir a reflexão sobre os sistemas ERP, podemos apontar que, atualmente, a gana de alcançar vantagens competitivas mais significativas bem como a necessidade de aplicação de alternativas tecnológicas nas empresas faz com que o ERP seja uma ferramenta muito importante e benéfica no sentido de integração de dados e uniformização do fluxo de informações.

Me chamo Gabriel Novoa, sou formado em Relações Internacionais com MBA em Gestão de Logística Internacional e autor da #piluladoconhecimento no Linkedin. Sou um apaixonado pela logística e por transmitir conhecimento de maneira simplificada e acessível a todos.

 

Regime tributário : quais são as obrigações para cada tipo de empresa

Compreender com clareza as características do seu regime tributário é um desafio para muitos empresários. E criar uma visão comparativa entre os diferentes regimes tributários é ainda mais complicado. Será que a sua empresa deveria optar pelo Lucro Real ou Lucro Presumido? Como funciona o Simples Nacional? E o que é o Microempreendedor Individual (MEI)?

Cada um desses regimes tributários possui características únicas, fazendo com que eles sejam mais indicados em situações diferentes. Não existe um regime tributário que seja melhor que os demais. Na verdade, é fundamental que exista um bom estudo para avaliar qual é mais indicado de acordo com as particularidades do seu negócio.

Neste artigo entenderemos melhor quais são as obrigações de cada regime tributário. Acompanhe.

Quais são as principais obrigações de cada regime tributário?

Cada regime tributário possui um funcionamento particular. E isso inclui uma variação nas obrigações que devem ser respeitadas pelas empresas optantes pelo regime. Logo a seguir entenderemos de uma vez por todas quais são as principais obrigações dos principais regimes tributários: Lucro Real, Lucro Presumido, Simples Nacional e Microempreendedor Individual (MEI).

Lucro Real

O Lucro Real é um regime tributário que incide com base no lucro líquido auferido no período – que pode ser encontrado pela subtração entre a receita e as despesas dedutíveis. Ou seja, os tributos que incidem sobre a renda da empresa utilizam o valor real faturado pela empresa, ao contrário do Lucro Presumido e do Simples Nacional.

Os tributos que incidem sobre a renda da empresa são o IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e a CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido). Porém, além desses tributos, as empresas optantes pelo Lucro Presumido também devem recolher vários outros tributos: PIS, COFINS, ICMS, IPI, entre outros impostos que podem variar entre uma empresa e outra – como Imposto de Importação ou INSS patronal.

Já as obrigações acessórias do Lucro Real são:

  • Livros Comerciais e Livros Fiscais: Livro Diário, Livro Razão, Livro de Registro de Duplicatas, Livro Caixa, Livro Registro de Inventário, Livro Registro de Entradas, Livro para Registro Permanente de Estoque, Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur), Livro de Movimentação de Combustíveis.
  • DES – Declaração Eletrônica de Serviços.
  • DAPI – Declaração de Apuração e Informação do ICMS.
  • GIA – Guia de Informação e Apuração do ICMS.
  • SINTEGRA – Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços.
  • EFD ICMS/IPI – Escrituração Fiscal Digital.
  • DCTF – Declaração de Débitos Tributários Federais.
  • EFD Contribuições.
  • SEFIP/GFIP: a SEFIP – Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social.
  • CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
  • VAF/DAMEF – Declaração Anual do Movimento Econômico Fiscal.
  • ECD – Escrituração Contábil Digital.
  • ECF – Escrituração Contábil Fiscal.
  • DIRF – Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte.
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
  • DIRPF – Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física.

regime tributário

Lucro Presumido

O Lucro Presumido é calculado com base em uma presunção do lucro da empresa em determinado período. Ou seja, trata-se de um regime tributário simplificado para determinar a base de cálculo do IRPJ e da CSLL para pessoa jurídica. Em vez de recolher os tributos baseados no lucro real auferido, é feita uma presunção que considera as características da empresa.

Os tributos que devem ser recolhidos pelas empresas optantes pelo Lucro Presumido são muito semelhantes ao Lucro Real — incluindo IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ICMS e IPI. Já as obrigações acessórias são as seguintes:

  • Livros comerciais e livros fiscais: Livro Diário, Livro Razão, Livro Caixa, Livro de Registro de Duplicatas, Livro Registro de Inventário, Livro Registro de Entradas, entre outros que são exigidos apenas em casos específicos.
  • DES – Declaração Eletrônica de Serviços: declaração municipal obrigatória para as empresas prestadoras de serviço.
  • GIA – Guia de Informação e Apuração do ICMS.
  • EFD ICMS/IPI – Escrituração Contábil Digital.
  • DCTF – Declaração de Débitos Tributários Federais.
  • EFD Contribuições.
  • SEFIP (Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social) e GFIP (Guia de Recolhimento de FGTS e de Informações à Previdência Social).
  • ECD – Escrituração Contábil Digital.
  • ECF – Escrituração Contábil Fiscal.
  • DIRF – Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte.
  • RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime tributário simplificado para facilitar o recolhimento dos tributos. O seu cálculo é feito de acordo com a atividade exercida pela empresa (CNAE) e a faixa da sua renda bruta auferida no período. Com base nisso, é necessário aplicar uma alíquota única para o recolhimento de vários impostos: IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, INSS, IPI, ICMS e ISS.

Já as obrigações acessórias do Simples Nacional são:

  • Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (DEFIS).
  • Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF).
  • Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).
  • Cadastro geral de Empregados e Desempregados (CAGED).
  • Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
  • Escrituração contábil.
  • Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquota e Antecipação devida por Contribuintes da categoria Simples Nacional (DeSTDA).

Microempreendedor Individual (MEI)

O Microempreendedor Individual é um regime tributário simplificado para empresários que não possuem sócios, têm no máximo um funcionário e alcançam um faturamento anual de até R$81.000,00. Neste caso, para facilitar a vida desse pequeno empresário, todos os tributos que incidem são um valor mensal fixo de 5% do salário mínimo vigente – que é acrescido de R$1,00 para as empresas do comércio / indústria e R$ 5,00 para os prestadores de serviço.

Além de recolher esse tributo fixo mensalmente, o MEI possui algumas outras obrigações acessórias – que também são simplificadas:

  • Emissão de nota fiscal.
  • Relatório mensal das receitas.
  • Entrega da Declaração Anual do Faturamento do Simples Nacional (DASN-SIMEI).
  • Prestação das informações do funcionário contratado.
  • Alvará de Funcionamento Permanente.

 

Você já conhecia as obrigações para cada tipo de regime tributário? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário.

 

[Dicas do CEO] Despachantes aduaneiros “diferentes”

“Eduardo, os despachantes aduaneiros são os caras que registram a Declaração de Importação”. 

Será que é só isso mesmo?

Eduardo da Mainô aqui. Esse é o Dicas do CEO!

Segundo minhas contas, esse é o trigésimo nono post que eu envio.

E também o último.

Sim, estou precisando me dedicar a outros projetos. Preciso de um tempo…

Mas a boa notícia é que vou continuar postando, só que agora no meu Linkedin pessoal.

O primeiro assunto que vamos falar por lá é sobre como Despachantes aduaneiros estão se destacando em um mercado que se tornou tão comoditizado.

Em outro post aqui do blog falamos um pouco sobre este movimento,

este que certamente irá revolucionar a profissão, o despachante aduaneiro 4.0.

Despachantes aduaneiros

Sobre as dicas, elas agora terão uma frequência muito maior.

Pra testar esse novo formato,  o post já está disponível no meu perfil, como disse acima. Clique aqui para ler a dica.

Não esqueça de seguir meu perfil no Linkedin para continuar acessando as dicas.

Obrigado por estar junto conosco durante este tempo. O canal muda, mas as dicas não param.

Espero vocês por lá!

Dicas do CEO: Tipos de Feedback – Falhas são falhas, faltas são faltas

A pergunta principal deste post é :  você sabe o tipo de feedback seu time precisa? É ideal que você, empreendedor, entenda este conceito e aplique de forma correta para o crescimento saudável de sua empresa.

Eduardo aqui, com as Dicas do CEO da semana.

Todos os dias lido com empreendedores, em quase sua totalidade, tem o hábito de reclamar de seus funcionários. Dizem que não estão comprometidos, possuem baixa qualificação técnica ou não entregam resultados.

Mas o que você como líder pode fazer para resolver isso? Precisamos exercitar a mentalidade de solução e não de problema. Vamos juntos aos pontos?

Qual tipo de feedback aplicar? Diagnóstico!

Primeiramente, não adianta tomar ações baseadas em diagnósticos errados. E o que mais acontece são os líderes, nesse momento, confundirem falhas com faltas.

Como assim? Continue lendo e tenha a resposta.

Faltas ≠ Falhas

Imagine um jogo de futebol. O que é uma falha um jogo? Um chute pra fora? Um passe errado, certo?

E o que é uma falta no futebol? Uma infração a regra do jogo.

Quando um jogador falha, o treinador corrige. Quando um jogador comete falta, o árbitro adverte.

Você não vai conseguir ajudar as pessoas na sua empresa a evoluírem enquanto continuar tratando falhas como faltas, e vice versa.

Falha é técnica. Se resolve com treinamento.

Falta é comportamental. Se resolve com feedback.

feedback

Já falamos sobre feedback aqui no dicas, certo? Falamos sobre reuniões 1:1 também. Essa é uma das melhores formas para aumentar o engajamento do time e melhorar a comunicação.

A essa altura do campeonato você já sabe dar feedback, mas é importante saber a hora correta de usar a ferramenta. Caso ainda tenha dúvidas, no Dicas do CEO anterior, listamos 10 dicas de como você pode aplicar este conceito em seu negócio. Use o feedback para adequação de comportamento, de atitude.

Comece a praticar  isso e veja a mudança acontecer.

Eduardo, e se não acontecer?

Isso é assunto para o próximo post. Fique por dentro do Blog Mainô! Assim como este temos muitos outros conteúdos para alavancar ainda mais os seus negócios. Até o próximo Dicas do CEO.

[Dicas do CEO] Cultura empresarial: O que a Netflix e a Mainô tem em comum?

Olá,

Eduardo aqui da Mainô. Tudo bem?

O Dicas do CEO é um espaço onde abordo diversos temas relacionados a gestão. Um dos meus preferidos é a cultura empresarial.

Esses dias percebi que a Mainô e a Netflix tem algo em comum. Calma, infelizmente a Mainô ainda não se tornou um unicórnio. Mas a Mainô compartilha com a Netflix um importante par de valores: Liberdade e responsabilidade.

Veja um trecho do que diz o manual de cultura empresarial da Netflix (sim, eles possuem um manual para isso), no item Freedom and Responsibility (liberdade e responsabilidade)

“Existem empresas onde as pessoas andam pelo escritório deixando o lixo no chão para outra pessoa limpar, e há empresas onde as pessoas no escritório se inclinam para pegar o lixo que vêem, como se estivessem em casa. Nós nos esforçamos para ser o segundo, uma empresa onde todos sentem o senso de responsabilidade de fazer a coisa certa para ajudar a empresa como um todo. Pegar o lixo é a metáfora para cuidar de problemas, pequenos e grandes, e nunca pensar “esse não é meu trabalho”. Não temos regras sobre como pegar o lixo real ou metafórico. Tentamos criar o senso de propriedade para que esse comportamento ocorra naturalmente.

Nosso objetivo é inspirar as pessoas mais do que gerenciá-las. Confiamos em nossas equipes para fazer o que eles acham que é melhor para a Netflix – dando-lhes muita liberdade, poder e informações para apoiar suas decisões. Por sua vez, isso gera um senso de responsabilidade e autodisciplina que nos leva a fazer um ótimo trabalho, beneficiando toda a empresa.

Acreditamos que as pessoas prosperam sendo confiáveis, livres e capazes de fazer a diferença. Por isso, promovemos a liberdade e a capacitação sempre que podemos.”

Agora veja o banner que temos na entrada da Mainô:

 

Viu algo em comum? E pra você, o que é prioridade na sua empresa? Pessoas ou processos?

Essa é o Dicas do CEO de hoje. Deixe seu comentário e nos diga o que você achou desse post.

 

[Resolvido] Entenda o Funil de Vendas

Olá,

Eduardo da Mainô aqui. Tudo bem?

No post anterior do Dicas do CEO, apresentei um case de um funil comercial e deixei um desafio. Vamos relembrar:

 

 

Se o funil apresentado acima fosse o da sua empresa, qual seria a primeira ação que você tomaria?

Recebi diversas respostas e queria destacar alguns trechos:

“…está tendo uma perda muito grande no caminho…”

“Algum processo precisa ser modificado ou melhorado.”

“…o número de contatos estabelecidos em relação aos clientes prospectados está, no meu modo de entender, razoável…”

“…precisa aumentar o número de visitas comerciais…”

“…seria necessário fazermos uma análise de mercado para pontuarmos onde o nosso produto ou serviço apresenta falha…”

Vamos analisar os fatos:

Prospecta-se 360 contatos mensalmente

O volume pode ser aumentado? Depende se há demanda de mercado. O funil converte 5,55% das prospecções em venda, então ao aumentar o volume de prospecções, é preciso entender se essa taxa de conversão não vai cair.

Estabelece-se contatos em 80% dos casos

É uma excelente taxa. Geralmente listas frias tem um percentual muito menor de sucesso no contato. Então esse percentual alto pode indicar duas coisas:

  • É uma lista fria com excelente qualidade e vale a pena ser trabalhada;
  • É uma carteira de clientes conhecida com o qual o vendedor já tem relacionamento.

Se for o primeiro caso, melhor dos mundos. Tudo indica que é possível escalar às vendas por esse caminho. Se for o segundo caso, você não conseguirá escalar às vendas rapidamente por essa estratégia, visto que você provavelmente não conseguirá dobrar o número de clientes na sua carteira em pouco tempo.

A maior perda está de “contato estabelecido” para “visita comercial”

A cada 4 contatos estabelecidos apenas uma visita é marcada. Se eu fosse gerente comercial dessa empresa, esse seria meu primeiro ponto de análise. Visto que se estabelece um contato, porque ele não gera uma visita comercial? Nesse caso é necessário acompanhar de perto o trabalho comercial para identificar se o discurso está correto. Aqui na Mainô gravamos todas as ligações comerciais através de uma ferramenta chamada Total Voice. Assim podemos, semanalmente, avaliar as principais objeções e melhorar o discurso.

É verdade que as cold-calls tradicionais, aquelas que ligam para falar do produto e para marcar uma reunião sem entender profundamente o lead, não funcionam. Entretanto, ligar para agregar valor e coletar informações, pode ser uma excelente alternativa para crescer rapidamente no mercado. Não faltam casos de sucesso para sustentar isso!

“Respeitar o cliente, é tentar entendê-lo antes de querer receitar uma solução!” _Jacco Vanderkooij

Então antes de vender, converse e entenda seu possível cliente, isso é respeitar ele e o tempo dele!

70% das visitas geram propostas

Aqui mora uma pegadinha. Parece um índice bom, mas se 30% das visitas não geram sequer uma proposta, talvez a visita não deveria ter ocorrido. 30% do tempo de visita do seu comercial está sendo desperdiçado, provavelmente é um cliente que não tem FIT com o produto, e a reunião não fazia sentido de ser marcada.

40% das propostas fecham

40% é um excelente índice. Demonstra que, quando você consegue uma reunião que transmite valor,  você consegue vender.

Conclusão

Analisando o funil, é possível identificar melhor os gargalos, baseado em dados e tomar ações concretas. O primeiro passo é, de fato, construir o funil e, para isso, é fundamental utilizar ferramentas de CRM. Dá para fazer com excel? Sim, mas os dados são serão muito confiáveis.

Aqui na Mainô utilizamos diversas ferramentas que vão do Marketing a Vendas, como RD Station, Exact Sales e Pipedrive. Essas ferramentas, além de automatizar diversas atividades, permitem que os relatórios sejam extraídos de forma simples, apoiando a tomada de decisão.

O que achou deste artigo? Deixe seu comentário.

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Dicas do CEO: Nova série – Métricas que todo distribuidor deve monitorar

Olá,

Eduardo da Mainô aqui. Tudo bem?

O post de hoje inicia uma nova série, que é direcionada aos gestores de uma empresa de comércio e distribuição. Esse texto é baseado em alguns artigos que tive acesso da indústria de distribuição americana. Então, o que você vai encontrar nessa série é o que há de mais avançado em gestão.

Você deve ler esse artigo se:

 

  • É gestor em uma empresa de comércio e distribuição (distribuidoras, importadoras, fabricantes, indústrias, etc);

 

  • Acredita que pode estar perdendo dinheiro porque seu estoque está no seu depósito por muito tempo.

 

  • Acredita que tem problemas com baixa rotatividade e estoque obsoleto.

 

  • Quer resolver esses problemas e evitá-los no futuro.

 

Só se pode gerenciar, o que se pode medir. E no post de hoje, vou falar sobre um dos mais importantes KPIs para uma empresa que trabalha com estoque: o Retorno do Investimento sobre o Estoque.

Retorno do Investimento sobre o Estoque

O retorno do investimento sobre o estoque, basicamente informa como a sua empresa transforma seu estoque em lucro. Quanto maior, melhor. Simples o suficiente para você não ter desculpas para não monitorar. 🙂

Um índice superior a 1, indica que você vende o seu inventário a um preço superior ao custo de aquisição. Quanto mais alto esse índice, maior a lucratividade.

Para calcular, divida sua margem bruta pelo custo médio de estoque.

Retorno do Investimento sobre o Estoque = (margem bruta) / (custo médio do estoque)

Se você tiver um índice de 1,57, por exemplo, isso indica que você está recebendo R$ 1,57 em lucro bruto para cada R$ 1,00 investido em seu inventário.

Pergunta: Obviamente é preciso obter um valor maior que 1, o que significa que as vendas do seu inventário são lucrativas. Mas existe um valor ideal para esse índice?

Não há um “número certo” para o índice. Todos os negócios de atacado e distribuição são únicos, os tipos de clientes, os preços dos produtos e as margens podem variar muito. Medir esse número é importante por três motivos:

  • Acompanhar sua produtividade e trabalhar para melhorá-la.
  • Analisar quais produtos, segmentos de mercado, categorias de mercadorias e departamentos são os mais produtivos para gerar lucro para o seu negócio.
  • Se comparar com a concorrência (benchmark).

Quer se aprofundar em gestão de estoque? Recomendo esse post: https://blog.maino.com.br/planejamento-de-estoque-inimigo-ou-aliado/

Até semana que vem.