Como ter um controle de estoque ágil, eficiente e seguro?

Toda empresa tem ciência dos setores que precisam ser geridos e controlados, garantindo o seu real funcionamento. Entre esses métodos gerenciais fundamentais para a otimização dos resultados na rotina empresarial, o gerenciamento e controle de estoque ainda representam um grande desafio. Apesar de ser uma tarefa básica e muito importante, esse controle ainda não é muito investido nas empresas e acaba sendo deixado um pouco de lado comparado aos outros setores de gerenciamento. As empresas se enganam muito em achar que o gerenciamento de estoque se limita apenas às entradas e saídas de materiais ou em apenas ter o produto em estoque para a venda. E isso pode trazer diversas consequências para a sua empresa. 

Existe uma grande dificuldade em manter uma boa gestão ou saber por onde começar esse processo. Um bom controle e gerenciamento pode beneficiar a sua empresa em vários aspectos, além de promover uma maior vantagem competitiva no mercado. O principal objetivo da gestão de estoque é não deixar haver despesas ou prejuízos com os seus produtos, garantindo um bom desempenho de todas as operações do estoque, como controlar e registrar todas as entradas e saídas, monitorar o ciclo das mercadorias em estoque, além da distribuição dessas mercadorias em armazéns e o mais importante, garantir a satisfação de seus clientes. 

Mas, como começar a ter esse gerenciamento e controle de estoque? Uma boa maneira é a automatização! Muitas empresas pecam ao não investirem em recursos tecnológicos para controle e gestão de estoque. Porém, automatizar o controle do estoque reduz significativamente os equívocos e falhas nos processos.  Com a Mainô, que é uma solução digital para esse setor, não será mais necessário realizar operações manuais defasadas. O nosso sistema ajuda a facilitar o trabalho operacional da sua empresa, além de tornar os processos mais rápidos, confiáveis, práticos e eficientes. A seguir, alguns pontos de benefícios que a Mainô traz no gerenciamento e controle de estoque.

Estoque

Além do cadastro manual completo de produto no estoque, você consegue alimentar o seu estoque diretamente pelas notas de entrada de seus fornecedores. Para facilitar ainda mais este processo, as empresas que possuem o Certificado Digital A1 contam com uma funcionalidade de “Monitoramento de NF-e Emitidas Contra o CNPJ” onde depois de localizada a nota, basta incorporar todos os produtos dela em seu estoque, fazendo os ajustes necessários e alimentando produtos já existentes também. Além dessa, outra dificuldade muito presente em distribuidoras é quando as mesmas recebem mercadorias de seus fornecedores em grandes quantidades e precisam fazer a conversão da unidade de medida. Por exemplo, se um produto veio do seu fornecedor como caixa com várias quantidades, mas você vende o seu produto para seus clientes em unidades, você conseguirá fazer a conversão da unidade de medida de CX para UN rapidamente e o sistema ainda atualiza o custo médio de cada unidade em cima do valor total da caixa.

Além da conversão da unidade de medida, você também consegue dividir produtos no estoque através da entrada de uma movimentação. Para facilitar, imagine que seu fornecedor lhe vende uma caixa de blusas, mas nessa caixa você tem blusas de cores diferentes. Como que você alimenta o seu estoque da maneira correta? Com a Mainô você consegue dividi-lo de acordo com as quantidades de cada cor, assim os produtos ficam separados no estoque, prontos para as vendas, para o controle e, se precisar, você ainda pode agrupar produtos iguais em seu estoque. 

Relatórios de gerenciamento

Com o relatório de movimentações de estoque é possível fazer um gerenciamento das entradas e saídas de cada produto, permitindo acompanhar melhor as necessidades do mercado e as diversas demandas durante todo o ano. Afinal, toda empresa tem picos de demandas e com o relatório de movimentações por período você consegue prever  isso facilmente. Além disso, você conta também com os relatórios de posição de estoque onde você consegue saber o saldo do seu estoque em um determinado dia e o relatório de produtos mais vendidos, que te ajuda a entender as demandas relacionadas a cada produto. Um plus do Sistema Mainô é o Relatório de Quantidade Crítica e Mínima de Produtos em Estoque. Com ele você recebe um e-mail de aviso toda vez que um produto chega em uma quantidade crítica ou mínima no seu estoque, isso te ajuda a não deixar o seu estoque zerar e consequentemente não atender as demandas de seus clientes. 

Controle do custo médio de entrada dos produtos em estoque

Outro ponto muito importante é ter o controle do custo de aquisição de cada produto no estoque. Com a Mainô você já sabe que consegue alimentar o seu estoque com as notas dos seus fornecedores. Mas, você sabia que, dependendo do regime da empresa, o custo dos impostos já são acrescidos automaticamente no valor de entrada do seu produtos no estoque? E tem mais, o nosso sistema ainda calcula o preço médio de entrada do produto no estoque, que é o resultado da soma dos valores dos produtos antigos com os valores dos produtos novos dividida pela quantidade total de itens disponíveis no estoque. Isso te ajuda a saber quanto realmente gasta na aquisição de cada produto, sem precisar de cálculos confusos e assim encontrar o valor adequado de venda do seu produto, que pode até ser feito em massa em cima de um fator.

Planejamento de produção

Muito importante também para empresas que dependem do seu estoque para produção é o controle através do planejamento de produção. É preciso que se mantenha um bom estoque de matéria prima, por exemplo, para poder garantir a continuação do processo de produção. Com o planejamento de produção da Mainô você consegue informar a quantidade planejada e a quantidade executada de cada produto na produção.

Notas de transferências e armazenagem

Empresas que possuem matriz e filial costumam fazer muitas notas de transferência entre empresas e notas de armazenagem. Com a Mainô você consegue fazer automaticamente uma nota de transferência ou uma nota para o seu armazém em cima de uma nota de entrada do seu fornecedor. Além disso, você poderá deixar as parametrizações de impostos pré definidas para esses tipos de notas. 

 

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Endereçamento logístico: tudo o que você precisa saber

O endereçamento logístico permite que os produtos do estoque de uma empresa sejam localizados mais facilmente pelos funcionários.

Além disso, esse sistema torna mais simples o controle de entrada e saída de mercadorias, uma vez que determina que os produtos de alto giro fiquem próximos à área de entrada e saída.

Mas como funciona o endereçamento logístico? É o que você vai entender melhor agora! Acompanhe!

Como funciona o endereçamento logístico?

O endereçamento logístico pode ser entendido como o “endereço” de um produto no estoque de uma empresa. Nesse sistema as ruas são os corredores, o número do prédio corresponde a numeração das colunas, o nível corresponde ao andar e as sequências correspondem ao número de um apartamento.

Como é feito o endereçamento logístico?

O endereçamento logístico não deve usar letras, mas sim números. Por exemplo, se um funcionário estiver no corredor 10 e precisar ir para o corredor 20, saberá imediatamente que precisa deslocar-se por 10 corredores.

Mas, se ao contrário estiver no corredor F e precisar chegar ao corredor P demorará mais tempo para saber por quantos corredores precisará deslocar-se.

A seguir classificaremos cada item do endereçamento. Confira.

1. Área

O número de áreas de um armazém varia de acordo com o seu tamanho – empresas pequenas podem ter somente uma ou duas áreas, já empresas de grande porte podem ser compostas de diversas áreas.

Nesse caso, é preciso estabelecer diferentes códigos para cada área de armazenagem, mantendo uma sequência crescente para numerar os corredores.

2. Ruas

Os corredores de um armazém devem formar uma sequência numérica. O corredor 1 deve ficar próximo ao local de recebimento e do envio de mercadorias.

3. Módulo

Os módulos são os “edifícios” de um endereçamento logístico e correspondem ao espaço de armazenagem localizado entre duas colunas de um porta-palete.

Cada corredor deve ser preenchido por módulos dos dois lados. Os módulos do lado direito devem ser de numeração par e os do lado esquerdo de numeração ímpar, como acontece nas ruas de uma cidade.

4. Nível

Cada nível corresponde ao andar de um prédio e deve ser numerado em ordem crescente, começando pelo nível mais baixo.

5. Sequência

A sequência equivale a um apartamento e corresponde a cada boxe ou vão de armazenamento.  Depois de numerar todo o espaço físico do armazém é preciso estabelecer o endereço de cada item.

O sistema de localização permitirá que os itens sejam encontrados mais facilmente, uma vez que todas as áreas são organizadas de uma mesma maneira. O investimento destinado ao endereçamento logístico será rapidamente recuperado pois, todo o processo de armazenamento e expedição de mercadorias será otimizado.

Ao fazer o endereçamento, certifique-se de colocar os produtos de menor giro em locais mais afastados e os produtos campeões de venda mais próximos à área de saída. Isso evitará que o tempo de deslocamento dos funcionários dentro do estoque não seja ampliado na procura dos itens de maior giro.

Você já conhecia o endereçamento logístico? Que tal automatizar a organização do estoque da sua empresa? Entre em contato conosco agora mesmo!

Controle de vendas: Assuma o controle da sua carteira de clientes

Há algumas semanas falamos aqui no blog sobre o que é o controle de vendas e indicamos como implementá-lo.

Hoje quero dar enfoque a gestão do cliente dentro do controle de vendas. Afinal, este é um assunto muito amplo. Existe um olhar focado para o estoque, tanto sobre sua capacidade, sazonalidade, giro, disponibilidade, dentre outras características, para o produto e sua qualidade, para o discurso (ou scripts) no relacionamento com os clientes, nos processos referentes a identificação básica do seu primeiro funil de vendas, etc.

Você já fez uma análise sobre como seus vendedores se relacionam em geral com sua carteira de clientes? Sua equipe é composta meramente por “tiradores de pedido”, que recebem uma solicitação do cliente e agem de forma reativa, ou é uma equipe pró-ativa, que se relaciona com o cliente, entende suas necessidades e é capaz de ofertar o mix correto para o cliente? O conhecimento sobre sua carteira de clientes e a capacidade de fazer ofertas que fazem sentido para a mesma é fundamental para que sua equipe tenha o tão almejado controle da carteira de clientes.

Vamos tratar de um caso hipotético onde João, que está começando seu novo negócio, construiu uma bela loja em um excelente ponto da cidade, entrou em contato com um grande amigo, que já trabalha no mesmo ramo de comércio, em busca de uma indicação de um bom distribuidor para fazer a primeira compra de sua loja e abastecer sua loja pela primeira vez. Loja zero! Prateleiras intocadas! Prontas para receberem seus produtos! Esse grande amigo indica sua empresa para que João faça a primeira compra, afinal, vocês já tem relacionamento de sucesso de longos anos trabalhando juntos. João liga para seu vendedor e pergunta: “Qual o mix de produtos você me indica para abastecer minha loja pela primeira vez?”. Seu vendedor saberia responder a essa pergunta de forma inteligente? Congelaria? Chamaria o supervisor, que chamaria o diretor, que acabaria chegando até o empresário para resolver essa questão? Isto é um caso extremo, mas tente pensar no básico: seu vendedor conhece sua carteira de clientes a ponto de conseguir implantar um mix rentável para o cliente?

Quando tratamos de controle de vendas no comércio B2B, ou seja, quando falamos do início até o meio da cadeia, trabalhando com fabricantes, importadores, distribuidores e atacadistas, observo que há sempre uma questão em comum: o supervisor, ou diretor, ou gestor, ou quem quer que seja que está com o poder decisório nas mãos, sempre quer vender mais mix! Quando é o lançamento de um produto novo, todo mundo sabe o que fazer, chovem ideias criativas, mas o tal do mix é o terror dos vendedores B2B. E, realmente, não é fácil trabalhar o mix, pois precisamos de uma série de informações do cliente para que isto seja efetivo:

  1. Qual a curva ABC, em termos de quantidades de vendas no mês, dos produtos que seu cliente compra de você na ponta dele?
  2. Qual a curva ABC desses mesmos produtos em termos de faturamento e de lucro bruto que seus clientes possuem?
  3. Dentro da estratégia da sua empresa, qual a curva ABC de produtos indicada para operar nas negociações?

Caso sua empresa tenha implantado um controle de vendas, essas questões acima não devem ser tão difíceis de responder. Talvez com o cruzamento de uma meia dúzia de relatórios, se tenham todas as informações em mãos. Sendo assim, como assumir o controle da sua carteira de clientes? Como não perder vendas e bons clientes para a concorrência? E, por fim, como, com o controle da sua carteira em mãos, aumentar as vendas de mix? É isso que você quer saber, certo?

Tentei compilar um pouco da nossa experiência, com os clientes da Mainô, em um processo para melhorar o controle de vendas e assumir o controle da sua carteira de clientes em 4 passos.

Passo 1: extraia a Curva ABC dos seus clientes

Há um tempo falamos aqui no blog sobre como utilizar a curva ABC na prática em seu comércio e sobre diversas aplicações da curva ABC. Como você classifica seus clientes na curva ABC vai ser determinante para todo o processo. Eu sugiro que sejam classificados pela margem ou pelo faturamento, minimamente, para que se possa ter o efeito esperado ao final desta análise.

Passo 2: extraia a Curva ABC do seu mix de acordo com a margem dos produtos

Este é outro passo fundamental! Você precisa entender quais os produtos de maior margem do seu mix e quais são os produtos que a margem é baixa ou até trabalha-se no prejuízo para abertura de mercado, para que sua análise de oferta faça sentido.

Passo 3: entenda o ciclo de vida dos produtos de seu mix no estoque do seu cliente

Este, certamente, é o passo mais complexo dentro deste processo. Você precisa conhecer qual o giro de cada um dos produtos do seu mix no seu cliente. Neste passo você entenderá se a capacidade de venda do seu cliente para o seu mix de produtos está aderente com o que sua empresa tem como objetivo. Vou exemplificar:

  • Exemplo 1: Produto XPTO é o produto que seu cliente mais compra, contudo, na curva ABC de margem ele é C. Pode até ser que você o venda no prejuízo. É um produto que seu cliente não deixa nunca acabar no estoque e, possivelmente, que vem ditando o intervalo de compras do mesmo com a sua empresa. Isto te arremete a algum caso na sua empresa?
  • Exemplo 2: Produto XYZ é um produto A na sua curva de margem. Sempre que o cliente vai fazer o pedido seus vendedores são instruídos a colocar umas unidades no pedido para ele, mas, eventualmente, não conseguem, porque o ritmo de saída deles é mais lento. Até vendem. O cliente aceita comprar, mas não é sempre.
  • Exemplo 3: Produto XYK é um produto B. Tem uma boa aceitação pelo mercado. Seus vendedores sempre adicionam nos pedidos porque os clientes aceitam. Não tem uma margem fantástica, mas também não deixa sua empresa no prejuízo e, aparentemente, tem o mesmo efeito para o cliente. Sempre que o pedido vem, a prateleira já está meio vazia e com o estoque próximo de acabar. Sai muito bem na ponta do varejo quando tem uma promoção diferenciada.

Passo 4: o grande final é entregar uma sugestão de pedido de compra para seu cliente

Seu vendedor, com os dados dos três passos acima em mãos, deve entrar em contato com o seu cliente aproximadamente na época em que o mesmo faz o pedido, de preferência alguns dias antes, sugerindo um mix já com as quantidades, valores, itens que serão comprados, etc. O pedido deve conter os produtos que são C para você, mas que ditam o ciclo de compras de seu cliente, mas deve conter todos os produtos A e B do seu mix (TODOS, você leu direito), com quantidades que façam sentido para o ciclo de compras de seu cliente, de modo que, caso ele comprasse todo aquele pedido, de modo previsível, quando se aproximasse a sua próxima compra, o estoque do mesmo estivesse próximo do fim nas prateleiras do seu cliente.

Não se engane. O cliente não vai comprar tudo que seu vendedor, de forma pró-ativa, ofertou. Contudo, tenho certeza de duas coisas: primeiro, que a quantidade de itens que ele vai riscar do pedido vai resultar, ainda assim, em um pedido maior que o mesmo vem comprando e, segundo, que o mix de produtos A e B vai estar bem representado no final.

Vai dar muito trabalho. Seus vendedores vão ter que se relacionar muito mais que o habitual com os clientes de sua carteira. Mas, para ter um controle de vendas efetivo, os vendedores da sua empresa terão que assumir o controle de sua carteira de clientes. Sua empresa venderá mais mix, aumentando a margem de lucro sobre os pedidos. Vocês fidelizarão sua carteira de clientes, afastando a concorrência, pois tenho certeza que os compradores, pelo lado dos seus clientes, não encontrarão atendimento consultivo nesse nível em outro local.

O processo é esse. Agora é só levar este artigo até sua equipe, planejar como vocês vão colocar esse processo em prática e, se você utilizar as informações aqui do artigo para melhorar seu processo, não esquece de vir aqui no blog contar para a gente como foram os resultados! Sempre ficamos felizes em saber que conseguimos ajudar as empresas de comércio do Brasil a evoluírem!

Não consegue essas informações? Não tem ferramenta adequada e não conhece como fazer isso? Quer colocar esse processo para funcionar, mas precisa de ajuda? Que tal conhecer os nossos produtos Traxo e Comex NF-e? Com eles você vai conseguir todos esses relatórios que citei anteriormente, além de que, treinamento a equipe da sua empresa para operar utilizando essas informações e migramos seus dados para que a transição para nossas ferramentas seja o mais tranquila possível. Entre em contato conosco e peça uma demonstração das nossas ferramentas, sem compromisso.

Até a próxima!

Picking: o que é e como ele pode melhorar a logística

O Picking é uma metodologia que facilita a localização e a coleta de produtos no estoque de uma empresa depois que uma venda é feita. Uma boa estratégia de Picking deve reduzir o tempo gasto na localização e envio dos produtos para o cliente final.

O número e a classificação de produtos por pedido também definem uma estratégia de Picking eficiente.

Existem diferentes modalidades de Picking que podem ser aplicadas na sua empresa. Mas qual escolher? É o que você vai descobrir agora! Acompanhe!

Picking discreto

Nessa metodologia cada operador fica responsável por apenas um pedido por vez e a coleta também é feita individualmente. É um método bastante lento e exige amplos deslocamentos.

No entanto, o Picking discreto reduz muito os erros durante o processo, uma vez que existe uma única ordem de serviço para cada produto coletado.

Picking por lote

É o método aplicado na maioria das empresas. Envolve uma área de armazenamento, um sistema de manuseio de material e uma área para expedição e coleta. Nessa modalidade os pedidos são coletados por lotes de mercadorias e cada funcionário precisa retirar certa quantidade de cada item para suprir todos os pedidos sob sua responsabilidade.

Funciona melhor em depósitos que apresentam baixa diversidade de produtos e é um método que gera poucos erros.

Bucket brigades

O bucket brigades é um processo que busca compensar a diferença de produtividade entre os funcionários de um depósito e para isso, as tarefas são realizadas de forma sucessiva, como em uma linha de produção.

É um modelo que exige menos planejamento e menos controle por parte da administração da empresa.

Picking por onda

É um misto dos modelos por zona e por lote, em que todas as zonas são coletadas ao mesmo tempo em turnos de revezamento e separados em pedidos individuais na área de consolidação. É muito eficiente, rápido e gera a diminuição de erros.

Picking por zona

Nesse método a área total do depósito é organizada de modo que haja várias zonas de picking, atribuídas a diferentes funcionários. Quando o pedido chega, o responsável pelo setor encaminha o pedido até um local específico, onde o pedido será conferido e finalizado.

Esse modelo permite a redução do tempo de deslocamento, no entanto, para que funcione bem é preciso observar se existem setores onde os funcionários estão ociosos e setores onde os funcionários estão sobrecarregados. E, se for o caso, fazer os ajustes necessários para que todos as zonas apresentem a mesma demanda.

Qual modelo Picking é o ideal para a minha empresa?

Toda empresa é única e uma solução de coleta de pedidos pode ser adequada a um negócio. Também é preciso analisar se o número de funcionários da sua empresa é suficiente para implantar o modelo pretendido.

A escolha de um sistema ideal para a sua empresa depende de vários requisitos, como custo, complexidade, número de pedidos atendidos e tamanho dos produtos vendidos. A determinação de todos esses requisitos garantirá que a solução mais eficiente seja selecionada.

Qual modelo de Picking é usado na sua empresa? Comente aqui!

Como escolher um software para controle de produção?

Como a sua empresa realiza o controle de produção? Como você sabe, o controle de produção tem início com a compra de matérias-primas e termina na expedição dos produtos em estoque.

Para aumentar a produtividade e reduzir custos, os gestores precisam de um sistema de gestão eficaz, capaz de otimizar processos e extrair os melhores resultados da produção. Porém, é preciso escolher uma ferramenta que se adapte bem a todas as peculiaridades da indústria.

Para te ajudar nessa empreitada, preparamos algumas dicas de como escolher um bom software de  controle de produção para sua empresa. Acompanhe!

5 dicas de como escolher um software de controle de produção

Dica 1. Escolha um bom fornecedor

Ao escolher um software de controle de produção tenha certeza que ele atenderá as necessidades da sua indústria. O fornecedor possui clientes com demandas semelhantes as suas? O software possui as funções específicas de controle que a sua indústria precisa?

Antes de escolher um sistema busque informações sobre o vendedor, assista a vídeos explicativos ou a demonstrações das suas funcionalidades e não deixe de tirar todas as suas dúvidas sobre a ferramenta que estiver analisando.

Dica 2. Procure por uma implantação de alto nível

A sua empresa precisa usufruir de todos os benefícios oferecidos por um software de controle de produção. Para isso, é vital contar com treinamento e um processo de implantação de qualidade. Essa é a melhor maneira de garantir que o softwares funcionará como deveria.

Além disso, caso a implantação do sistema seja realizado por um profissional qualificado será possível observar pontos de melhoria que poderiam passar despercebidos pela sua equipe.

Dica 3. Invista em tecnologia de ponta

Escolha um software de controle de produção que utilize tecnologias de última geração. A tecnologia web é apontada como a melhor escolha para um sistema industrial.

Essa tecnologia permite uma rápida atualização do sistema, sem a necessidade de interromper o trabalho da sua equipe de trabalho. Além disso, um software web conta com potentes sistemas de armazenamento em nuvem, uma forma de proteger todos os dados sensíveis da sua empresa.

O armazenamento em nuvem possui o benefício adicional de permitir o fácil acesso a todos os dados da sua corporação por meio de qualquer dispositivo conectado a internet, agilizando o processo de gestão.

Dica 4. Foque na melhoria constante

A tecnologia e a gestão empresarial estão sempre evoluindo para melhor atender as necessidades de uma indústria. Por isso, escolha um software para controle de produção de um fornecedor que invista na melhoria constante dos processos tecnológicos e no treinamento da sua equipe.

Dica 5. Fique atento ao suporte

Mesmo os melhores softwares podem apresentar problemas. Além disso, a sua equipe de trabalho pode ter dúvidas técnicas a respeito de algumas funcionalidades do sistema. Para que esses problemas não afetem a produtividade da sua empresa é preciso contar com o apoio constante de um serviço de suporte ao cliente.

O serviço de suporte deve ser ágil ao oferecer soluções para que a sua empresa não sofra com problemas ou falhas técnicas capazes de causar prejuízos ao seu negócio.

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Planejamento e Controle de Produção: 3 etapas para implantar

O Planejamento e Controle de Produção (PCP) é uma ferramenta gerencial que analisa o uso de matérias-primas, estoque e maquinário de forma a otimizar a produção da seu empresa. Esse controle permite a tomada de decisões baseadas em dados, no momento certo e no lugar exato, para atingir a máxima eficiência. Continue reading “Planejamento e Controle de Produção: 3 etapas para implantar”

Controle de estoque: tudo que você precisa saber

Compreender e gerenciar adequadamente o estoque de mercadorias da empresa é essencial para o crescimento do seu negócio. Um controle de estoque eficiente permite agilizar as vendas ao melhorar a eficiência e a organização da empresa, diminuindo desperdícios.

O controle de estoque também permite que uma empresa administre a movimentação das suas mercadorias. Assim obtém informações precisas sobre quais produtos possuem maior saída e quais ficam encalhados no estoque. Com isso é possível obter uma melhor saúde e gestão financeira da empresa.

Quer saber como otimizar o controle de estoque e melhorar o controle administrativo da sua empresa? Então, continue a leitura!

5 dicas essenciais para o controle de estoque da sua empresa

1. Mantenha o seu estoque atualizado

Um controle de estoque eficiente deve assegurar que cada produto da empresa tenha um local pré-determinado no estoque. Ele também propicia que o registro de cada produto esteja sempre atualizado. Isso garantirá que a sua equipe de vendas tenha acesso às informações atualizadas a qualquer momento.

Dados precisos não beneficiam somente a equipe de vendas, mas toda a empresa. Por exemplo, o departamento de compras pode precisar contabilizar o custo e a quantidade de cada item existente no estoque da empresa para determinar a quantidade que deverá ser comprada no próximo mês. Com informações atualizadas é possível tomar essa decisão com mais segurança.

2. Monitore todos os aspectos do estoque

Depois de atualizar as informações de todos os seus produtos em estoque é preciso monitorar a logística da cadeia de suprimentos. É necessário visualizar toda a trajetória de um produto desde o momento em que a sua empresa faz o pedido até o momento em que ele é vendido e entregue na casa de um cliente.

Saber onde cada um dos seus produtos está, em tempo real, é algo que irá lhe propiciar total controle da operação. Por meio da utilização de uma solução tecnológica, é possível obter todos os dados necessários para operar e posicionar um negócio para um crescimento exponencial.

3. Estabeleça procedimentos eficientes

Um controle de estoque eficiente exige procedimentos de compra sincronizados com o histórico de vendas e com os dados das demandas anteriores. O histórico de vendas é a ferramenta que determina com precisão a quantidade de produtos que precisará ser comprada a cada trimestre. Os produtos que permanecerem no estoque por um período de 12 meses devem ser marcados como obsoletos e liquidados para evitar custos desnecessários.

>>> Veja também: Gestão de Estoque: Como Transformar Prejuízo em Lucro

Procedimentos como esse permitem tomar decisões importantes sobre o desempenho dos seus produtos no mercado. Produtos que vendem pouco devem ser monitorados e ter o seu estoque reduzido. Já os produtos que vendem acima das expectativas devem ser estocados de acordo com o aumento da demanda e posicionados adequadamente para otimizar as vendas.

4. Divida o estoque por categorias

Uma das melhores técnicas para melhorar o controle de estoque da empresa é categorizando o setor. Um estoque pode ser dividido em vários subconjuntos diferentes, dependendo do tipo de informação que a sua empresa precisa coletar.

Você pode categorizar o local com base na rapidez com que um produto vende ou com base na lucratividade, por exemplo.

5. Estruture o layout para otimizar o estoque

Reestruturar o layout do seu estoque é a melhor maneira de melhorar o processo de recebimento, separação e expedição. A estruturação também permite alocar os produtos que vendem mais para perto da área de vendas. É fácil determinar quais são esses produtos com base no histórico de vendas.

Também é possível otimizar o layout do estoque por meio de prateleiras, para aproveitar o espaço vertical. No entanto, é importante observar que cada empresa terá uma necessidade diferente de layout.

É preciso organizar cada estoque de modo a melhorar o fluxo de trabalho, otimizar as vendas e aproveitar melhor o espaço disponível, de acordo com a necessidade dos vendedores da sua empresa.

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O que é controle de estoque e como implementar?

O controle de estoque é uma ferramenta utilizada por empresas de diversos ramos e portes, que necessitam controlar o fluxo de materiais e mercadorias dentro do estabelecimento. O estoque de uma empresa é um bem tangível, mantido para venda ou uso próprio da empresa. A ideia principal acerca de controlar o estoque é geri-lo de forma que traga redução de custos e melhoria do atendimento de seus clientes. E para alcançar a excelência no controle de estoque, é necessário ter uma boa estratégia na previsão de demanda de vendas. Continue reading “O que é controle de estoque e como implementar?”

O que é logística e qual sua importância para o comércio exterior?

Você sabe o que é logística? Trata-se de um dos assuntos que levanta mais dúvidas nos empreendedores quando falamos sobre comércio exterior. A complexidade no transporte das mercadorias já é grande dentro do território nacional e operações de importação e exportação adicionam ainda mais complexidade aos processos.

Uma empresa que deseja alcançar bons resultados precisa otimizar a gestão do estoque, certo? Entretanto, esse procedimento se torna mais difícil quando não existe uma previsibilidade exata sobre a chegada das mercadorias importadas e os custos totais da operação ainda são desconhecidos. 

Para evitar essas complicações é importante conhecer mais sobre o que é logística. Neste artigo veremos um pouco mais sobre o assunto.

O que é logística internacional?

Todas as empresas que lidam com comércio exterior sabem como pode ser complexo operacionalizar a importação ou exportação de produtos. Além do risco do aumento do tempo de deslocamento das mercadorias, existem diversos trâmites burocráticos que tornam ainda mais demorados os fluxos de operações.

A logística internacional é uma área estratégica que lida com as ações externas da empresa, procurando estruturar melhor os processos e melhorar o relacionamento com os parceiros comerciais. Isso é fundamental para tornar toda a empresa mais eficiente – refletindo desde a gestão do estoque até os resultados financeiros.

A importância da logística para empresas de comércio exterior

A preocupação contínua em otimizar os processos de logística em empresas de comércio exterior é fundamental para o desenvolvimento das suas operações de forma cada vez mais previsível, com menos custos e riscos. Quando as operações não funcionam corretamente, pode ocorrer um impacto negativo para a empresa. Esse impacto pode representar não apenas prejuízo financeiro na operação, mas um desgaste na imagem da empresa com seus clientes e outros stakeholders.

Muitos empresários pensam o que é logística somente como transporte de mercadorias. Entretanto, o assunto é muito mais amplo. Na área comercial da Mainô, por exemplo, ajudamos diariamente empresários que tiveram desgastes com clientes devido a demora na emissão de notas fiscais. Apesar de se tratar de um assunto fiscal, uma mercadoria não pode ser transportada do ponto A para o ponto B sem a NF-e. Dessa forma, ter um software de emissão de notas fiscais que minimiza o tempo gasto deve sim ser uma preocupação da área de logística.

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Veja alguns dos fatores que comprovam a importância da logística para as empresas de comércio exterior:

  • Organização interna da empresa: o domínio sobre o que é logística permite que todos os setores da empresa estejam preparados para encarar os procedimentos necessários, evitando perda de tempo, desperdício de recursos e outros transtornos que poderiam surgir.
  • Economia de recursos da importação: compreender todos os procedimentos da importação de produtos permite que você tome as melhores decisões e poupe dinheiro.
  • Melhoria da relação com parceiros: negociar preços e prazos benéficos para ambas as partes é uma ótima forma de melhorar o relacionamento com os seus parceiros de importação.
  • Redução de erros no comércio exterior: por conta de toda a complexidade envolvida no comércio exterior, podem ocorrer muitos erros no meio do percurso. A logística garante que você tenha domínio sobre todo o processo de transporte das mercadorias até a sua empresa.
  • Gestão do estoque: com o aumento da previsibilidade de custos e prazos, a gestão do estoque também fica facilitada, aumentando a qualidade das informações.

Dicas para melhorar a logística internacional

Para as empresas importadoras que desejam melhorar seus processos de logística, é possível alcançar uma melhoria no desempenho seguindo as seguintes dicas:

  • Compreenda as normas de negociação: é preciso que você conheça as normas de negociação vigentes no país da empresa exportadora para que você saiba exatamente o que esperar da operação, incluindo obrigações e custos que você poderá arcar.
  • Conheça os seus fornecedores: se já é importante conhecer a fundo quem são os seus fornecedores brasileiros, descobrir mais sobre os seus fornecedores estrangeiros é fundamental. Busque informações sobre a sua reputação, mercadorias oferecidas, preços praticados, prazo para entrega, condições de pagamento, entre outras que possam ser úteis.
  • Conheça a cultura local: Compreender a forma com que os fornecedores negociam e lidam com a construção de relacionamentos comerciais é fundamental para estabelecer relações duradouras. Parte dessa compreensão vem do estudo da cultura e costumes locais.
  • Avalie o melhor método de transporte: faça uma boa avaliação sobre a melhor forma de transporte das suas mercadorias, pensando no processo de logística como um todo, até que os produtos estejam na sua empresa. Analise custos, prazos de entrega e eventuais problemas que poderiam inviabilizar a operação.

Ampliou seu conhecimento sobre o que é logística e sua importância no comércio exterior? Se você deseja conferir mais informações úteis como essa, deixe o seu comentário!

Estoque para autopeças: 6 dicas para otimização e controle

A gestão do estoque para autopeças é uma estratégia muito importante para o sucesso do negócio. Os impactos dessa atividade dentro de uma empresa podem ser notados nos custos, na agilidade na entrega, na produtividade, na satisfação do cliente, entre diversos outros aspectos.

Quando existe uma boa gestão do estoque para autopeças e a logística funciona de forma impecável, todas as atividades desenvolvidas pela organização fluem de maneira mais natural. Os funcionários sabem exatamente como devem trabalhar para alcançar os resultados propostos e as chances de erros são reduzidas drasticamente.

Se você busca formas de otimizar e melhorar a gestão do seu estoque para autopeças, confira as dicas que veremos neste artigo.

 

A importância da gestão de estoque para autopeças

Todos os produtos comercializados atravessam diversos processos desde o momento em que saem da indústria e chegam até o seu consumidor. A logística para autopeças é a rotina que se encarrega de todo o fluxo de deslocamento dos materiais – tanto dentro quanto fora da empresa.

Grande parte desses processos acontecem ainda dentro da sua organização, o que ressalta a importância da gestão de armazém para lidar da melhor forma possível com as movimentações internas. Além disso, a qualidade dos processos internos do estoque de autopeças reflete diretamente na agilidade para o atendimento do consumidor.

Confira os fatores que comprovam a importância da gestão e controle de estoque para autopeças:

  • Qualidade do produto entregue. Com uma gestão do estoque adequada e uma logística com processos bem estruturados, os produtos são movimentados da forma adequada e entregues com toda a sua qualidade para o cliente.
  • Agilidade no atendimento ao cliente. Quanto mais atenção é dada para a gestão do estoque e para a logística da empresa, mais efetivo é o processo de entrega da mercadoria ao consumidor.
  • Redução de custos e aumento dos resultados. Processos bem estruturados consomem menos recursos e aumentam a produtividade da organização – gerando um impacto nas finanças.
  • Diminuição de perdas e desperdícios. Processos mal estruturados podem gerar a perda ou desperdício de mercadorias em meio à dificuldade enfrentada pelos responsáveis pela gestão de armazém e logística.

6 dicas de organização e controle de estoque para autopeças

A gestão do estoque para autopeças, bem como a otimização da logística e a gestão de armazém são rotinas complementares que devem estar sempre em sintonia. Uma empresa que possui domínio total sobre as mercadorias desde o momento em que entram na sua empresa até o momento em que são entregues para o consumidor consegue vivenciar todos os benefícios que acabamos de abordar.

Para colocar isso em prática na sua empresa, você pode seguir as seguintes dicas:

 

1. Estruture os processos internos

É importante que todos os processos relacionados à gestão do estoque para autopeças sejam bem estruturados e controlados. Uma simples falha no meio do sistema pode comprometer a qualidade de todo o trabalho – gerando problemas que causam aumento de custos, desperdício, informações equivocadas ou atrasos na entrega ao cliente.

Por esse motivo deve ser dada atenção aos seguintes aspectos:

  • recebimento adequado das mercadorias;
  • separação dos produtos por categorias; 
  • armazenamento nos locais certos;
  • registro das informações sobre as mercadorias; 
  • separação dos pedidos dos clientes; 
  • envio das mercadorias.

Além desses há ainda diversos outros processos que são necessários em meio a todo esse fluxo. Ter isso bem organizado, documentado e com ferramentas que automatizem e otimizem o processo irá beneficiar a empresa como um todo.

 

2. Acerte na gestão de armazém

A armazenagem correta dos produtos da sua empresa de autopeças é fundamental para manter a sua qualidade. É importante categorizar todos os materiais de acordo com as suas principais características e encontrar as melhores formas de alocá-los. Assim é mais fácil realizar a movimentação e reduzir as chances de perdas e avarias.

 

3. Contrate mão de obra qualificada

Para que todos esses processos funcionem de forma adequada é necessário contar com uma mão de obra qualificada, não é mesmo? Por melhor que estejam estruturados os fluxos de atividade, são os funcionários que estão lidando diretamente com a movimentação e armazenamento das mercadorias.

 

4. Trabalhe com a previsibilidade dos produtos

Outro aspecto que merece uma atenção especial do gestor responsável pelos estoques da empresa é a variação da demanda ao longo do ano. Prever os níveis ideais de estoque é importante para garantir que todas as demandas possam ser atendidas sem maiores problemas, certo? Por essa razão, ter previsibilidade das variações da demanda evita complicações.

 

5. Adote um controle rigoroso de entradas e saídas

Informações atualizadas são importantes para fazer uma boa gestão do estoque. Uma ótima forma de garantir o acesso a dados relevantes é realizando um registro rigoroso de todas as entradas e saídas de mercadorias da empresa. Deve-se sempre manter o controle de estoque com informações atualizadas.

 

6. Modernize os processos com o uso da tecnologia

As empresas de autopeças que buscam os melhores resultados com a logística e gestão do estoque exploram as ferramentas digitais que permitem modernizar os processos.

Em vez de adotar controles manuais, é possível utilizar softwares de gestão que facilitam a integração de informações da organização.

O Traxo é um sistema de gestão para comércio que possui funcionalidades de controle de estoque automático – que é atualizado através da emissão ou recebimento das NF-es. Dessa forma, os controles estão sempre atualizados e fica mais fácil analisar as informações e otimizar a logística.
Confira algumas funcionalidades do módulo de Controle de Estoque Automático do Traxo:

  • Cada emissão de Nota Fiscal de Entrada ou Saída gera automaticamente uma atualização do estoque;
  • Controle de Estoque disponível, reservado e armazenado;
  • Controle de produção, insumos, matérias-primas e produtos acabados para indústrias;
  • Busca automática de Notas Fiscais emitidas conta o CNPJ de sua empresa, permitindo incorporar os produtos a seu estoque;
  • Controle de estoque realizado de forma automática por meio do registro de Notas Fiscais de Entrada e Saída.

Como a sua empresa de autopeças lida com o estoque e logística? Você gostaria de conhecer melhor as funcionalidades do Traxo? Então entre em contato conosco!