Sistema de gestão para atacadistas: 6 motivos para contratar

A utilização de um sistema de gestão para atacadistas pode ser a solução dificuldades enfrentadas nas atividades da empresa. Em um mercado competitivo e repleto de concorrentes, conseguir otimizar o negócio é  considerado uma grande vantagem competitiva.

O uso da tecnologia permite que as empresas atacadistas obtenham grandes saltos de desempenho ao automatizar processos internos, reduzir custos e aumentar a produtividade. Em vez de fazer uma gestão de estoque manualmente – perdendo um grande tempo e com grandes chances de erros – um sistema de gestão para atacadistas pode atualizar os estoques automaticamente com base nas informações das notas fiscais.

Se você busca pelas melhores formas para potencializar os resultados da sua empresa, confira os 6 principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas.

Dois homens no estoque de um depósito atacadista conferindo mercadorias.

6 motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas

Um sistema de gestão para atacadistas é uma ferramenta que centraliza diversas informações fundamentais da empresa em uma única plataforma – permitindo a integração das informações e a automação de processos internos. Com poucos cliques você consegue acessar os dados necessários para otimizar a tomada de decisão.

Para ajudá-lo a compreender o impacto que essa ferramenta pode ter na sua empresa, separamos os principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas.

1. Agilidade nos processos internos

Um sistema de gestão para atacadistas permite que a sua empresa ganhe agilidade na execução dos processos internos. Em vez de perder tempo realizando diversas rotinas manuais e repetitivas, o sistema fica encarregado por essas atividades. Isso libera os funcionários para que se dediquem a atividades mais estratégicas.

Pense no setor de logística da empresa, que fica encarregado pela entrega correta dos produtos. As informações sobre os produtos que devem sair da empresa podem ser extraídas diretamente das notas fiscais de venda. Deste modo fica à disposição da equipe que precisa analisar estes dados.

2. Redução nos custos

Com o aumento da produtividade da empresa, os custos tendem a diminuir – seja por conta da redução da necessidade de mão de obra, pela diminuição das chances de falhas nos processos ou pelo aumento da qualidade de todas as atividades. O impacto de utilizar um sistema de gestão para atacadistas reflete diretamente nos resultados alcançados. Isso significa reduzir custos de forma profissional.

3. Organização dos processos

A estruturação dos processos internos é fundamental! Para que as atividades fluam da melhor maneira, não é? Por este motivo, com um sistema de apoio que fornece todas as informações necessárias, é possível otimizar a organização interna para alcançar resultados ainda melhores.

4. Diminuição dos erros

Imagine uma empresa atacadista que tem uma gestão de estoque ineficiente. Isso pode refletir em pedidos errados de compra de produtos ou na venda de produtos que estão fora de estoque para os clientes, não é? Esses são alguns dos erros que podem ser evitados com um sistema de gestão para atacadistas.

5. Integração entre as informações

Todas as informações internas da empresa podem ser integradas para facilitar o seu entendimento. Quando o setor de vendas, contabilidade, gestão de estoque e logística conseguem estabelecer uma boa comunicação, a venda de um produto se torna mais simples, não é? Lembre-se que quanto melhor a comunicação interna, os processos se tornam agéis e como consequência sua empresa se torna mais estratégica e lucrativa.

6. Aumento da qualidade de diversos processos essenciais

Nos exemplos que abordamos ao longo deste artigo falamos sobre vários processos que são beneficiados por um sistema de gestão para atacadistas: contabilidade, vendas, gestão de estoque, logística, financeiro, entre diversos outros. Os benefícios são notados em toda a organização.

Como vimos, um sistema de gestão para atacadistas apresenta muitos benefícios. E ele torna a sua empresa mais ágil e competitiva. Diante de um mercado em que a agilidade hoje é um ponto-chave, contar com uma boa solução pode potencializar ainda mais a organização.

Você já conhecia os principais motivos para contratar um sistema de gestão para atacadistas? A Mainô possui soluções específicas para seu negócio. Realize vendas, emita notas fiscais, controle seu estoque e financeiro de forma integrada e com poucos cliques com nosso software.  Gostaria de conhecer melhor sobre as funcionalidades dessa solução? Entre em contato conosco agora mesmo através deste link e fale com um de nossos especialistas.

Simples Nacional: quais as vantagens para PMEs

O Simples Nacional se trata de um regime tributário especial dedicado a beneficiar micro e pequenas empresas. Além disso é um regime que simplifica o recolhimento de impostos destes negócios através de apenas uma guia, a DAS. Porém este benefício é muito mais do que isso. Ele tem uma série de benesses das quais vamos citar as vantagens mais importantes. Leia este artigo até o final para aproveitar por completo as oportunidades deste benefício.

1. É simplificado

Talvez esta seja a mais importante vantagem para empresas de pequeno porte. A simplificação dos impostos facilita muito o controle para negócios desta faixa. Em um só sistema, é possível incluir 8 tributos em uma única forma de cálculo e pagamento. Para isso, basta acessar a tabela do Simples Nacional, verificar em qual faixa de receita seu negócio se enquadra e fazer o cálculo.

Abrange os seguintes impostos:

IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica);

CSLL (Contribuição Social de Lucro Líquido);

Pis/Pasep (Programa de Integração Social e Programa de Formação de Patrimônio do Servidor Público);

Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social);

IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados);

ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços);

ISS (Imposto Sobre Serviço);

CPP (Contribuição para Seguridade Social).

2. Tem vantagens em Licitações Públicas

Empresas enquadradas no Simples Nacional têm preferência em licitações nacionais, estaduais ou municipais. Também serve como critério de desempate. Uma bela vantagem não?

3. Conta com regras especiais

Para empresas do simples existem algumas regras especiais para protesto de títulos por meio da redução de taxas, o que reflete positivamente na economia do negócio.

4. Traz economia em tributos para a empresa

Com unificação de impostos, pagos de forma simplificada, pode representar até 40% de economia para as empresas de acordo com suas condições — principalmente se forem ligadas à indústria, ao comércio varejista e à prestação de serviços.

5. Reduz a burocracia

Sem a necessidade de realizar cadastros estaduais e municipais, o Simples Nacional reduz significativamente a burocracia. O CNPJ no sistema do Simples é o único identificador da inscrição da empresa;

6. Economiza tempo 

Como acima, a agilidade em resolver processos burocráticos e as facilidades para manter em dia o pagamento de tributos, a empresa ganha tempo para se dedicar a outras questões importantes do seu negócio.

7. Uma alternativa para a crise

A partir de 2016, várias empresas brasileiras optaram pelo Simples como forma de driblar os altos impostos e não ter tanto prejuízo com a crise financeira nacional.

8. Reduz custos trabalhistas

No Simples Nacional não paga INSS Patronal, o que reduz os custos na folha de pagamento de cada funcionário.

Gostou de saber um pouco mais sobre as vantagens do Simples Nacional? Então siga nossas redes sociais e fique por dentro de outros conteúdos como este!

Já possui um sistema de gestão? Experimente gratuitamente o Mainô o software de gestão para Distribuidoras e empresas de comércio exterior. Clique aqui e confira.

 

O que é ERP e quais as suas vantagens

ERP: os enterprise resource plannings são softwares de gestão empresarial que nasceram em um ambiente econômico e organizacional de contínua informatização e otimização de processos internos através da adoção massiva de softwares que tratavam de etapas específicas dos processos produtivos nas empresas.  Aplicados na Europa e Estados Unidos no início dos anos 90, os sistemas de gestão empresarial chegaram ao Brasil por volta de 1996 com a ideia de agilizar processos e fluxos de informações anteriormente distribuídos através de documentos físicos. 

ERP system,

Para compreender o ambiente de aplicação de um ERP é fundamental se habituar com seus antecessores e com o cenário que os mesmos geraram. O início do conceito de transferência de dados e informações através de ferramentas informatizadas remonta ao MRP, na década de 70.

ERP : como tudo começou?

O MRP (Material Requirements Planning) é, antes de um sistema, um conjunto de princípios discutidos no livro de Joseph Orlicky “Material Requirements Planning (1975)” que foi desenvolvido desde 1964 a partir de diversas pesquisas de Joseph, incluindo a do modelo toyotista. Esse livro apresenta as formulações das disciplinas de Planejamento de Gestão de Materiais e, ao longo do tempo, tornou-se uma espécie de guia para a gestão industrial na época.

Após a publicação do livro em 1975, a empresa Black&Decker foi pioneira ao adotar os conceitos recém apresentados gerando, posteriormente, uma forte onda de adoção dessa nova forma de gestão. Com a utilização massiva dos computadores, o conceito do MRP é aplicado no formato de software, respeitando as diretrizes de boa gestão apresentadas por Orlicky em seu livro. Esse software era responsável por tarefas cotidianas relacionadas ao agendamento de produção e não gerava uma visão muito estratégica dos aspectos com que tratava.

Em 1983, com o uso mais comum dos computadores, nasce o MRP II (Manufacturing Resources Planning) que passa a integrar atividades mais complexas do dia a dia de uma empresa, gerando uma base de dados mais sólida e capaz de auxiliar nas tomadas de decisão estratégicas. Essa ferramenta integrava não apenas o setor de produção, mas também engenharia e financeiro, proporcionando uma melhor visualização do negócio como um organismo só.

Já nos anos 90 temos a aplicação dos Sistemas ERP, a evolução dos conceitos apresentados anteriormente e que possibilita a integração completa da empresa, sem exclusão de nenhum dos setores, por mais secundárias que sejam suas atividades. Dessa forma o ERP passa a ser uma espécie de sistema circulatório da empresa, possibilitando que a informação chegue aos diversos setores e pontos de demanda da organização. Essa capacidade de capilaridade da informação entre setores torna a empresa mais interdependente, mais unida e gera resultados de uma forma mais dinâmica devido à contínua troca de dados.

O intercâmbio de informações que o ERP proporciona gera soluções tanto específicas quanto genéricas, agilizando tomada de decisões e processos passíveis de automação, como o preenchimento de formulários e emissão de notas.

Tendo em vista essas capacidades produtivas do Enterprise Resource Planning, consegue-se apontar 4 aspectos de grande avanço quando pensamos na implementação desse software:

  1. Planejamento

    Um sistema ERP é capaz de gerar um potencial de planejamento estratégico muito grande por conta do acesso rápido e otimizado a diversos dados de setores, processos, atividades e resultados de uma empresa. O software também armazena prognósticos, previsões e atividades agendadas. Ter uma noção completa de todos os fatores inerentes a empresa e suas operações é um ponto a favor da capacidade de planejamento e desenvolvimento de estratégias empresariais.

  2. Retrabalhos

    A falta de integração de processos é o principal ponto quando o assunto é a realização de tarefas e atividades por mais de uma vez. Um retrabalho é considerado uma perda de tempo e dinheiro dentro da empresa, portanto, se isso se torna corriqueiro, o gasto de energia e de dinheiro vai pesar muito no final do mês e acabar gerando um déficit muito grande nas contas da empresa. O ERP atua, portanto, como controle de etapas de processo e do andamento de ciclos produtivos, de vendas, financeiro, de recursos humanos entre outros.

  3. Controle

    De forma integrada com o ponto anterior, o ERP permite o controle de processos, métodos e atividades, com objetivo de garantir que tudo está sendo aplicado no momento adequado e da forma que se espera. A falta de controle, por sua vez, pode gerar conflito de processos, falta de compatibilidade entre dados financeiros e produtivos, bem como a instabilidade das decisões da alta gerência por conta do cruzamento incorreto de dados.

  4. Qualidade

    O controle de qualidade é capaz de garantir a competitividade da empresa não apenas atestando a conformidade do produto com os padrões esperados, mas também com relação à qualidade necessária nos processos e no fluxo de informações dentro da própria organização.


O ERP consegue garantir adequação de processos produtivos, de movimentação,
armazenagem, de emissão de documentos e notas, de otimização do fluxo de informações bem como facilitação de auditorias. Ao final, isso garante que tudo dentro da empresa flua de maneira mais natural e automática.

Um bom software ERP deve ser capaz de proporcionar diversos benefícios como: Controle de estoque otimizado, gestão e cálculo financeiro (principalmente de tributos e fluxo de caixa), emissão de notas fiscais, boletos e controle de operações de produção e vendas.

Um layout simples ajuda a empresa a economizar com treinamentos, otimizando custos financeiros e alocação de tempo em atividades secundárias. Utilizar um sistema alinhado com diretrizes minimalistas e que sigam a filosofia de facilitação de uso gera benefícios e agilidade na execução de tarefas diárias.

ERP: Mainô Sistemas

O software ERP oferecido pela Mainô alia boas ferramentas com a fácil utilização e garante uma aplicabilidade do sistema de forma simplificada e ágil, garantindo menos custos e menor investimento de tempo para a realização de treinamentos para uso efetivo e eficiente do sistema. Outro ponto a favor do sistema é a capacidade de acesso remoto, através da internet, isso permite um acompanhamento melhor dos processos empresariais mesmo fora dos limites da organização, permitindo ao gestor um controle mais eficiente e contínuo bem como a gestão da qualidade muito mais consistente.

De maneira a concluir a reflexão sobre os sistemas ERP, podemos apontar que, atualmente, a gana de alcançar vantagens competitivas mais significativas bem como a necessidade de aplicação de alternativas tecnológicas nas empresas faz com que o ERP seja uma ferramenta muito importante e benéfica no sentido de integração de dados e uniformização do fluxo de informações.

Me chamo Gabriel Novoa, sou formado em Relações Internacionais com MBA em Gestão de Logística Internacional e autor da #piluladoconhecimento no Linkedin. Sou um apaixonado pela logística e por transmitir conhecimento de maneira simplificada e acessível a todos.

 

Empreendedores: os 4 erros mais comuns entre eles

Empreendedor no escritório em meio a papéis e planilhas.

Você já se perguntou quais são os erros comuns de empreendedores? Um erro frequente é não estabelecer metas tangíveis, outro é traçar metas de curto e de médio prazo. O sucesso de uma startup não é consequência da sorte ou de estar no lugar certo na hora exata.

Um empreendedor é bem-sucedido quando comete poucos erros ou os corrige o quanto antes. E isso é possível quando se aprende algumas lições valiosas logo no início.

No post de hoje vamos mostrar 4 erros mais comuns dos empreendedores que você deve evitar para transformar a sua startup em um sucesso:

4 erros mais comuns entre os empreendedores

1. Não gastar dinheiro suficiente ou gastar muito dinheiro

Em geral, os empreendedores comentem dois grandes erros com relação ao dinheiro disponível no caixa da empresa: ou gastam demais esperando que o dinheiro gasto seja recuperado em um prazo muito curto, ou não gastam absolutamente nada, até conseguirem obter um fluxo de caixa decente.

No entanto, as duas atitudes podem prejudicar o crescimento de uma empresa — é importante gastar dinheiro com sabedoria, investir em produtos de qualidade e oferecer bons salários para conseguir contratar bons funcionários. Esses gastos são fundamentais para que a sua empresa cresça e ocupe um lugar de destaque no futuro.

2. Não investir em marketing

Muitos empreendedores de primeira viagem acreditam que possuem produtos tão inovadores que podem confiar apenas na propaganda boca a boca.

No entanto, uma empresa que deseje prosperar precisa investir pesadamente em marketing para se tornar conhecida no mercado e se tornar a primeira escolha dos consumidores.

Um boa estratégia de marketing inclui SEO, marketing de conteúdo e campanhas de publicidade. Além disso, não deixe de verificar qual estratégia os seus concorrentes usam e pergunte-se como a sua empresa pode se destacar frente a eles.

3. Não estabelecer metas atingíveis

Novos empreendedores tendem a estar tão entusiasmados com uma “grande ideia” que acabam por se lançar no mercado sem um plano sólido.

Mas a realidade é que é preciso definir metas realistas e atingíveis para obter sucesso: estabeleça metas de curto e de longo prazo e como será possível atingi-las. Não diga apenas: quero vender um milhão de unidades do meu produto, defina uma estimativa razoável e as etapas necessárias para alcançá-la.

4. Pensar que é possível fazer tudo sozinho

Um dos erros comuns de empreendedores é pensar que ninguém pode fazer um trabalho tão bem quanto você. É claro que ninguém conhece melhor os produtos que a sua empresa vende e não há ninguém mais interessado em tornar o seu negócio um sucesso.

Mas, a realidade é que acumular funções não apenas te deixará exausto como também pode tornar o sucesso mais difícil de ser alcançado. Contratar colaboradores experientes ajudará sua empresa a encontrar novos caminhos e processos que farão com que ocupe rapidamente um lugar de destaque no mercado.

O que separa um grande empreendedor de um empreendedor mediano é sua capacidade de reconhecer erros, aprender com eles e se adaptar. E no cenário atual de startups competitivas, essa é uma das poucas, se não única, garantia de sucesso.

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[Dicas do CEO] Você sabe o que são Buyer personas?

Você sabe o que são Buyer personas

Caso a resposta seja negativa, certamente você está perdendo oportunidades de negócio. Descobrindo quem são as nossas Buyer personas, entendemos para quem é feito nosso negócio. Eduardo da Mainô aqui. Esse é mais um Dicas do CEO!

O que são Buyer Personas?

Mainoélson, é você? Calma sei que você não é o Mainoélson.

É só uma pequena brincadeira pra te dar essa dica : tenha o seu Mainoélson.
Buyer Persona, é um é um personagem fictício que criamos. Ele tem 36 anos, é sócio de uma empresa de importação e distribuição. Sua empresa possui 3 anos de mercado, ele já passou da fase de validação do negócio e agora começou a operar com maior volume. Mainoélson precisa agora contratar funcionários para executar o trabalho, e tem medo de tudo sair dos trilhos.

Mainoélson está pronto para ser cliente da Mainô.

Mainoélson é o que chamamos de buyer persona.

Personas são criadas para representar o seu cliente ideal.
Sempre que escrevemos um texto, quando gravamos um vídeo ou quando desenvolvemos uma funcionalidade em nosso software de gestão, nós fazemos para atender um problema da nossa persona. A buyer persona vai muito além de um público generalizado. Você deve buscar entender as dores, comportamentos e o que leva sua persona a tomar decisões por exemplo. Falamos em outro post sobre como seu publico alvo se torna um lead, que nada mais é que um cliente interessado em seus produtos e serviços através de um relacionamento com a sua empresa.

Buyer personas

Já pensou como seria se seu cliente pudesse participar de todas as reuniões da sua empresa? Isso certamente ajudaria a tomar decisões melhores, certo? A persona é a forma de, como o nome diz, personificar seu cliente, ajudando na tomada de pequenas decisões do dia a dia.

Como é o seu Mainoélson? Ficarei feliz de conhecê-lo, deixe ai nos comentários.

Esse foi mais um Dicas do CEO. Até a próxima.

Dicas do CEO: 10 dicas práticas de como dar feedback

Olá ,
Eduardo, aqui da Mainô. Tudo bem?

No post anterior falei sobre as reuniões 1:1 e como elas podem ser uma excelente ferramenta para aumentar o engajamento do time e melhorar a comunicação.

As reuniões 1:1 são uma excelente oportunidade para trocar feedbacks. Falamos em outro post de forma profunda sobre este tema. Você pode acessar aqui

Mas será que estamos preparados para isso? Sabemos dar feedback? Sabemos ouvir feedback?

10 dicas para uma boa reunião 1:1

Este é o passo a passo para aplicar o feedback. Vamos lá:

  1. Comece dizendo o que você aprecia na pessoa. Todos têm um lado positivo, então procure começar a reunião com um elogio;

  2. Cuidado com o “mas”, ele pode invalidar seu elogio. Por exemplo: “Você é muito inteligente, mas não está se saindo muito bem.” Repare que o “mas” praticamente invalidou o ponto positivo que você ressaltou. Ao invés disso diga: “Queria dizer que eu admiro muito sua inteligência e como você consegue resolver os problemas rapidamente.”. Depois fale sobre o ponto de melhoria. São oportunidades diferentes;
  3. Após ressaltar o ponto positivo, fale sobre o ponto de melhoria;
  4. É muito melhor quando a pessoa toma consciência por si só dos problemas. Antes de citar o ponto de melhoria, por que não verificar se a própria pessoa já tomou consciência do problema? Ao invés de dizer: “você não está batendo às metas, o que está havendo?”, porque não perguntar: “como você avalia seus resultados?”. Existe uma grande chance de a pessoa citar exatamente aquilo que você queria dizer. Tente guiar a conversa com boas perguntas. Assim você evita dar respostas e pratica auto-responsabilidade na pessoa;
  5. Fale do “porquê”. Se o ponto de melhoria é, por exemplo, uma meta não batida, tente mostrar como passar a bater as metas pode ajudar a pessoas nos objetivos dela, não nos seus;
  6. Não seja generalista, dê exemplos. Evite dizer “Você é muito disperso.”. Ao invés disso, dê exemplos: “Na reunião de ontem você estava no celular enquanto estávamos discutindo um ponto importante”;
  7. Elogios podem ser dados em público, mas falar dos pontos de melhoria, é importante que seja no privado;
  8. Mas cuidado, algumas pessoas não gostam de exposição. Trate-os da maneira mais confortável para eles;
  9. Peça feedback para seus liderados. É incrível o quanto as pessoas que trabalham com você podem ajudá-lo a enxergar pontos de melhoria que você não vê;
  10. Explique previamente como funciona a reunião, e explique como a pessoa deve receber feedback. Explique que ela deve evitar se justificar ou jogar a culpa para outra pessoa, que não é uma reunião de acusações.
    A finalidade é alinhamento e crescimento profissional.

Dica Extra:

Todo feedback é bom, quando é dado com sinceridade e amor.

Até a próxima!

[Dicas do CEO] Metas: A fórmula do sucesso de qualquer empresa

Olá,

Eduardo, aqui da Mainô. Tudo bem?

Quero falar hoje sobre a fórmula do sucesso de qualquer empresa. Não importa a área de atuação, não importa o produto, não importa o mercado. A fórmula é basicamente a mesma.

Pessoas boas e unidas em torno de um objetivo claro. Eduardo, é só isso? Sim, é só isso.

É fácil conseguir? Não. Se você acha fácil, provavelmente acha que tem a fórmula do sucesso, mas não tem.

Encontrar pessoas boas é difícil. Mantê-las unidas é um desafio.

Criar metas claras é um desafio (pesquise sobre metas SMART). Alinhá-las aos objetivos estratégicos e comunicar isso claramente é outro.

Juntar tudo isso na mesma empresa é mais complicado ainda.

Pra qual meta você está trabalhando? Se ainda não sabe o motivo da existência da sua empresa veja esse post, com certeza irá te ajudar!

Tudo, absolutamente tudo que qualquer pessoa na sua empresa faz, deveria estar relacionada a uma meta, que por sua vez está relacionada a um objetivo estratégico, que por sua vez contribui para um propósito maior.

Certa vez, perguntaram a um faxineiro que trabalhava para a NASA durante o projeto Apollo 11 o que ele estava fazendo tão tarde lá e porque ainda não havia ido pra casa. Ele respondeu: “Estou ajudando o homem a ir a lua”.

Todo mundo na sua empresa entende os objetivos da organização? As metas de equipe ajudam esse objetivo? Sua meta individual contribui para um propósito maior?

Vai pensando que eu volto semana que vem.

Não esqueça de deixar o seu comentário!  Até o próximo Dicas do CEO.

[Dicas do CEO] Cultura empresarial: O que a Netflix e a Mainô tem em comum?

Olá,

Eduardo aqui da Mainô. Tudo bem?

O Dicas do CEO é um espaço onde abordo diversos temas relacionados a gestão. Um dos meus preferidos é a cultura empresarial.

Esses dias percebi que a Mainô e a Netflix tem algo em comum. Calma, infelizmente a Mainô ainda não se tornou um unicórnio. Mas a Mainô compartilha com a Netflix um importante par de valores: Liberdade e responsabilidade.

Veja um trecho do que diz o manual de cultura empresarial da Netflix (sim, eles possuem um manual para isso), no item Freedom and Responsibility (liberdade e responsabilidade)

“Existem empresas onde as pessoas andam pelo escritório deixando o lixo no chão para outra pessoa limpar, e há empresas onde as pessoas no escritório se inclinam para pegar o lixo que vêem, como se estivessem em casa. Nós nos esforçamos para ser o segundo, uma empresa onde todos sentem o senso de responsabilidade de fazer a coisa certa para ajudar a empresa como um todo. Pegar o lixo é a metáfora para cuidar de problemas, pequenos e grandes, e nunca pensar “esse não é meu trabalho”. Não temos regras sobre como pegar o lixo real ou metafórico. Tentamos criar o senso de propriedade para que esse comportamento ocorra naturalmente.

Nosso objetivo é inspirar as pessoas mais do que gerenciá-las. Confiamos em nossas equipes para fazer o que eles acham que é melhor para a Netflix – dando-lhes muita liberdade, poder e informações para apoiar suas decisões. Por sua vez, isso gera um senso de responsabilidade e autodisciplina que nos leva a fazer um ótimo trabalho, beneficiando toda a empresa.

Acreditamos que as pessoas prosperam sendo confiáveis, livres e capazes de fazer a diferença. Por isso, promovemos a liberdade e a capacitação sempre que podemos.”

Agora veja o banner que temos na entrada da Mainô:

 

Viu algo em comum? E pra você, o que é prioridade na sua empresa? Pessoas ou processos?

Essa é o Dicas do CEO de hoje. Deixe seu comentário e nos diga o que você achou desse post.

 

Dicas do CEO : O que você faria com 1 milhão na sua conta? Entenda o Funil de vendas

Olá,

Eduardo da Mainô aqui. Tudo bem?

O post de hoje é mais uma sequência da série métricas, que é direcionada aos gestores de uma empresa de comércio e distribuição. Amanhã é feriado aqui no Rio de Janeiro, então antecipei o e-mail do Dicas do CEO para hoje.

Leia até o final pois tem um desafio para você. 😉

Hoje quero falar sobre métricas de venda. Você sabe qual a importância de controlar as métricas comerciais?

Não tem certeza? Então vamos fazer um simples teste.

O que você faria se, de um dia para o outro, aparecesse 1 milhão de reais na conta bancária da sua empresa?

Na realidade a resposta em si não importa muito, pois ela varia muito de empresa para empresa. O importante é saber a resposta.

Se você não sabe o que fazer com R$ 1 milhão na conta da sua empresa é porque, com certeza, não controla devidamente suas métricas comerciais.

Controlar métricas comerciais não é controlar faturamento da empresa. Nem valor das vendas.

O que importa de verdade é se você conhece uma forma de sua empresa transformar 1 milhão de reais em 2 milhões de reais em X meses. É criar uma máquina de crescimento. E para criar essa máquina de crescimento, o foco não pode ser apenas manter a carteira de clientes, e sim expandi-la.

Uma empresa focada em crescimento conhece muito bem suas métricas de aquisição de novos clientes (funil). Assim, ela utiliza os recursos disponíveis para basicamente duas coisas:

  • Identificar anomalias no funil e melhorar a performance comercial;
  • Aumentar os recursos aplicados em oportunidades para captar possíveis compradores;

Todo o resto é custo. No fim das contas, o objetivo é vender mais.

Controlando o FUNIL

Nessa altura espero que você já esteja convencido que para crescer seu negócio é preciso, primeiramente, conhecer seu funil de aquisição de novos clientes.

A imagem a seguir representa um funil de aquisição de novos clientes de uma empresa de comércio B2B. Ao contrário do varejo, no B2B (business-to-business) cada oportunidade de negócio pode ser identificada e acompanhada. Sendo assim, é possível monitorar onde cada oportunidade está no funil comercial e, no fim do mês, montar um relatório como esse.

 

Tendo essa visão clara você pode agir.

Se o funil apresentado acima fosse o da sua empresa, qual seria a primeira ação que você tomaria?

Me responde aqui nos comentários que no próximo “Dicas do CEO”  eu passo a resposta correta! 

Dicas do CEO: Nova série – Métricas que todo distribuidor deve monitorar

Olá,

Eduardo da Mainô aqui. Tudo bem?

O post de hoje inicia uma nova série, que é direcionada aos gestores de uma empresa de comércio e distribuição. Esse texto é baseado em alguns artigos que tive acesso da indústria de distribuição americana. Então, o que você vai encontrar nessa série é o que há de mais avançado em gestão.

Você deve ler esse artigo se:

 

  • É gestor em uma empresa de comércio e distribuição (distribuidoras, importadoras, fabricantes, indústrias, etc);

 

  • Acredita que pode estar perdendo dinheiro porque seu estoque está no seu depósito por muito tempo.

 

  • Acredita que tem problemas com baixa rotatividade e estoque obsoleto.

 

  • Quer resolver esses problemas e evitá-los no futuro.

 

Só se pode gerenciar, o que se pode medir. E no post de hoje, vou falar sobre um dos mais importantes KPIs para uma empresa que trabalha com estoque: o Retorno do Investimento sobre o Estoque.

Retorno do Investimento sobre o Estoque

O retorno do investimento sobre o estoque, basicamente informa como a sua empresa transforma seu estoque em lucro. Quanto maior, melhor. Simples o suficiente para você não ter desculpas para não monitorar. 🙂

Um índice superior a 1, indica que você vende o seu inventário a um preço superior ao custo de aquisição. Quanto mais alto esse índice, maior a lucratividade.

Para calcular, divida sua margem bruta pelo custo médio de estoque.

Retorno do Investimento sobre o Estoque = (margem bruta) / (custo médio do estoque)

Se você tiver um índice de 1,57, por exemplo, isso indica que você está recebendo R$ 1,57 em lucro bruto para cada R$ 1,00 investido em seu inventário.

Pergunta: Obviamente é preciso obter um valor maior que 1, o que significa que as vendas do seu inventário são lucrativas. Mas existe um valor ideal para esse índice?

Não há um “número certo” para o índice. Todos os negócios de atacado e distribuição são únicos, os tipos de clientes, os preços dos produtos e as margens podem variar muito. Medir esse número é importante por três motivos:

  • Acompanhar sua produtividade e trabalhar para melhorá-la.
  • Analisar quais produtos, segmentos de mercado, categorias de mercadorias e departamentos são os mais produtivos para gerar lucro para o seu negócio.
  • Se comparar com a concorrência (benchmark).

Quer se aprofundar em gestão de estoque? Recomendo esse post: https://blog.maino.com.br/planejamento-de-estoque-inimigo-ou-aliado/

Até semana que vem.