Despachante Aduaneiro 4.0: o futuro do Comex

Aconteceu no dia 26 de julho de 2019 no SINDAERJ, o movimento que certamente irá revolucionar o Comex. Com os olhos voltados para a inovação, utilização das novas tecnologias e um posicionamento consultivo nasce o Despachante Aduaneiro 4.0.

Comércio Exterior 4.0

Problemas como o excesso de burocracia e processos operacionais antiquados, estão deixando de fazer parte de diversos negócios, no Comex não seria diferente. Deste modo, as transformações vindas a partir da indústria 4.0 são as grandes  aliadas para a modernização e simplificação dos processos de comércio exterior. Marcadas pela automação, integração de dados e computação em nuvem, estas iniciativas fazem parte da crescente inovação e formam o Comex 4.0.

Antes as importadoras, exportadoras e distribuidoras, necessitavam de soluções para problemas do dia a dia do negócio, com a criação de startups para esse setor, hoje já vivenciam o impacto positivo dessas mudanças no setor. 

Despachante Aduaneiro 4.0: um agente de soluções

O Despachante aduaneiro é um agente fundamental para a implementação das mudanças que a tecnologia traz consigo. Portanto, se antes o seu papel era apenas fazer os “desembaraços” e realizar a burocracia que a empresa não deseja resolver, hoje os softwares de gestão e automatização dos processo, potencializam a atuação deste profissional no mercado de consultoria aduaneira, como foi declarado no evento. Confira as fotos neste link

Mesmo com a inovação tomando conta de todo o mercado,  ainda existem profissionais que não se atualizam.

O resultado disso é que estes profissionais dependem de força operacional, realizam tarefas manualmente, com potencial margem de erro.

Despachante Aduaneiro 4.0: consultores Aduaneiros

O Despachante Aduaneiro deve se tornar um consultor de processos de importação. Prevendo futuros problemas e resolvendo os gargalos da operação interna do cliente. Consequentemente, para quem enxerga oportunidades, a tecnologia é este elo de otimização entre o despachante aduaneiro e o cliente. Segundo Eduardo Ferreira, CEO da Mainô, as soluções tecnológicas auxiliam o profissional a desenvolver esse aspecto consultivo. Uma empresa que possui um ERP como o Mainô, em conjunto com seu despachante, consegue emitir uma nota fiscal de importação em apenas 2 minutos, o que normalmente é algo que levaria algumas horas. Desta forma, ela otimizará o tempo criando um ambiente mais produtivo e um negócio mais lucrativo. 

A Mainô, líder em soluções tecnológicas para empresas de Comex,  distribuidores e indústrias, apoiou diretamente o movimento. Em parceria com Célia Regina, Diretora da Worldgate Cargo e Presidente do Sindaerj e Carlos Araújo, Despachante Aduaneiro e fundador do comexblog, foi dado o pontapé inicial junto a essa nova visão latente em meio aos profissionais de despacho aduaneiro. 

Despachantes 4.0

O profissional que se atualiza utilizando a tecnologia amplia a forma que conduz seus processos. Da mesma forma, sistemas de gestão podem ser utilizados em outros setores da empresa. Vale muito conhecer soluções tecnológicas que entendem a evolução do Comex. 

Use a tecnologia a favor do seu negócio

Existem diversas opções de sistemas de gestão mas poucas focadas em comex. Por outro lado, problemas comuns vivenciados por empresas de Comex como a substituição tributária e a nota de importação podem ser resolvidos de forma rápida. Imagine o monitoramento das NCMs de mercadorias com notificações automáticas de todas as alterações tributárias e a emissão de uma NF-e de entrada de importação, em apenas 2 minutos? Certamente, com a tecnologia de softwares como o Mainô isso é possível. 

 

 

Tributação na Importação: Redução no Paraná e Santa Catarina

Quem trabalha com Comércio Exterior deve ficar de olho no Paraná e em Santa Catarina. São estados que têm os menores custos de tributação sobre os serviços de importação do país. A vantagem fiscal é considerável e reflete na redução de custos, fluxo de caixa e na competitividade das vendas.

Para efeitos de comparação, em São Paulo, o ICMS sobre o desembaraço aduaneiro, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços (ICMS), gira em torno de 20%. O cenário é totalmente diferente em Santa Catarina. O estado definiu regimes especiais que possibilitam a redução da base de cálculos dos impostos referentes à importação, há também o crédito presumindo que faz com que Santa Catarina tenha a menor taxa tributária do país seguido do Paraná, que também oferece vantagens competitivas para importar através de seus portos.

Incentivo fiscal na importação no Paraná e Santa Catarina

O principal segredo para tributar menos em terras catarinenses é o benefício fiscal adotado pelo estado chamado Tratamento Tributário Diferenciado (TTD) que, durante a transação e solicitação do pedido de concessão ao fisco pode trazer vantagens como redução do ICMS.  Especificamente o TTD 409 possibilita ao importador reivindicar pela não cobrança da tarifa cheia de ICMS e que seja recolhido apenas um percentual obrigatório de garantia ao fisco catarinense, que pode variar de 0,6% a 2,6%, dependendo dos produtos importados.

Já no Paraná, os empresários devem ficar atentos às importações acontecerem via os portos de Paranaguá e Antonina. Nesses casos o benefício fiscal é incorporado ao TTD, só que o imposto recolhido é de 6% de ICMS nas importações.

planilha de cálculo de nf-e de importação

Simulação de economia no processo de importação

Para ilustrar melhor esses benefícios, criamos uma situação hipotética de uma importação com valor VMLD de R$ 100.000,00. Observe a tabela comparativa abaixo:

O valor do ICMS hipotético foi calculado pela maior taxa de ICMS de cada estado (8,6% para o Paraná e 2,6% para Santa Catarina), enquanto o valor do IPI hipotético foi calculado com uma taxa de 10% para todos os estados. O valor de Outras Despesas consiste no somatório de PIS, Cofins e a Taxa do Siscomex. Os valores de PIS e COFINS hipotéticos foram calculados pelas alíquotas de empresas no regime de lucro real ( PIS = 1,65% e COFINS = 7,6%) e a taxa do Siscomex com o valor de 1 adição (R$ 214,50).

Nesta simulação fica evidente a vantagem de realizar-se uma importação via SC frente a SP, onde o valor final da NF-e é 12,48% menor, enquanto o valor do ICMS é 87% menor. A vantagem competitiva é extremamente significativa!

Veja também >> PIS e COFINS na Importação: Como recuperar impostos

O Comex NF-e está preparado para atender importadores que querem se beneficiar dos regimes diferenciados do PR e SC

Para facilitar o dia a dia das operações, com o Comex NF-e os importadores não precisam se preocupar com todas essas nuances tributárias na emissão da nota fiscal, podendo usufruir das vantagens fiscais oferecidas pelos estados de Santa Catarina e Paraná.

Com apoio da nossa equipe de implantação, configuramos o sistema para empresas que possuem tributações diferenciadas e, a partir daí, todas as NF-es já são criadas seguindo estes parâmetros. O resultado é facilidade na emissão das NF-es, mesmo usufruindo de um benefício tributário complexo, pois o Comex NF-e torna os processos mais ágeis e elimina erros de cálculos, reduzindo eventuais custos operacionais correlatos e permitindo que o empresário se concentre no que é importante para ele: gerir sua empresa, gerar novos negócios e buscar novas oportunidades!

Você ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato com nossos especialistas!

Tributação importação e redução

Promoção de Indicação no Traxo

Durante os últimos meses tivemos uma adoção em massa de milhares de empresa ao Traxo. Em menos de 6 meses, são mais de 3 mil empresas que já utilizaram o Traxo, seja nas suas versões gratuitas ou pagas.

 

Nesses meses percebemos que devido a situação econômica do país, muitas empresas ainda não tem condições de adquirir um plano do sistema, permanecendo no Traxo Free, mas precisam emitir mais do que 5 NF-es / mês.

 

Pensando nessas empresas, criamos uma promoção para o Traxo do tipo “o patrão pirou”.

 

Além de todas as vantagens do Traxo que você já conhece, como monitoramento ilimitado de NF-es recebidas, controle de estoque integrado, gestão de vendas, gestão de cobranças e emissão de boletos mais barato que o banco, o Traxo possui planos diferentes com limite de NF-es emitidas.

 

Atualmente os planos são assim:

 

  • Traxo Free: até 5 NF-es por mês, é 100% gratuito;
  • Traxo Small: até 30 NF-es por mês, R$59,90 / mês;
  • Traxo Standard: até 300 NF-es por mês, R$129,90 / mês;
  • Traxo Full: até 3.000 NF-es por mês, R$199,90 / mês;

 

Agora imagine se os planos fossem assim:

 

  • Traxo Free: até 5 NF-es 30 NF-es por mês, é 100% gratuito;
  • Traxo Small:até 30 NF-es 300 NF-es por mês, R$59,90 / mês;
  • Traxo Standard: até 300 NF-es 3.000 NF-es por mês, R$129,90 / mês;

 

Imagine se você pudesse adquirir o plano Traxo Small sem pagar nada?

 

Ou adquirir o plano Traxo Standard pelo Preço do Small?

 

Ou o Traxo Full pelo Preço do Standard?

 

Pois nós pensamos em um jeito de tornar isso possível!

 

Mas tem que ser agora.

 

Essa promoção só vale para as 50 primeiras empresa que indicarem 5 novas empresas para o Traxo.

 

Como funciona?

 

Ao acessar o Traxo (se você ainda não tem conta, crie uma em www.traxo.com.br), você verá na parte superior do sistema um link exclusivo seu. Cada empresa que se cadastrar através do seu link exclusivo, nós enviaremos um e-mail para você avisando. Assim que 5 empresas se cadastrarem através do seu link exclusivo você ganha o upgrade de plano. Para sempre! Sem pegadinhas.

 

Aqui é onde fica seu link exclusivo no Traxo:

promocao-traxo


Dicas para divulgar seu link

Aqui vão algumas dicas para divulgar seu link exclusivo. Uma boa divulgação aumenta e muito as chances do seu sucesso. Veja aqui 5 dicas:

 

  1. Divulgue seu link exclusivo nas redes sociais, mas não se esqueça de escrever um texto junto incentivando as pessoas a utilizarem o sistema.
  2. Não esqueça o LinkedIn, que é uma excelente forma de comunicação empresarial.
  3. Divulgue seu link em grupos de WhatsApp relacionados a empresas. Nada de grupos que só tem fotos de gatos, isso não adianta.
  4. Divulgue para sua lista de e-mails. Isso geralmente é o mais eficaz.
  5. Nós vamos te dar uma ajudinha! A cada nota fiscal enviada por sua empresa para outra empresa, o Traxo enviará automaticamente seu link exclusivo convidando o destinatário da NF-e a utilizar o sistema. Se o destinatário da NF-e se cadastrar no Traxo Free pelo seu link exclusivo, ele também ganha. São + 5 NF-es por mês, ou seja, 10 NF-es por mês para seu parceiro de negócios.

 

Lembre-se que essa promoção só vale para as 50 primeiras empresa que indicarem 5 novas empresas para o Traxo.

 

botao-clique-aqui-acesso-imediato-traxo

 

Atualizando!!

 

NF-e de Importação: como calcular igual seu despachante?

Nesse artigo vamos falar um pouco sobre como se calcula uma NF-e de Importação. Antes de qualquer coisa, é importante entender duas siglas importantes no processo de importação. Vamos a elas:

VMLE (valor FOB)

Trata-se do Valor da Mercadoria no Local de Embarque. É o valor da mercadoria e outras despesas anteriores ao embarque. Também conhecido como valor FOB.

VMLD (valor CIF)

Trata-se do Valor da Mercadoria no Local de Descarga. É o valor do VMLE acrescido do frete e do seguro. Também conhecido como valor CIF.

Isso significa dizer que quando uma mercadoria sai do exterior o seu valor é o VMLE, ou valor FOB. No momento que ela chega em território nacional seu valor é o VMLD, ou valor CIF. Por exemplo, vamos supor que uma determinada mercadoria custou $2,00 a unidade. Foram importadas 2000 unidades e a taxa de câmbio fechou em 2,50 R$ / $. Então isso significa que o VMLE foi de:

VMLE = $2,00 por unidade * 2.000 unidades =

VMLE = $4.000,00

Convertendo para reais:

VMLE = $4.000,00 * 2.50 R$ / $ =

VMLE = R$10.000,00

Em seguida, vamos supor agora que o Frete + Seguro dessa mercadoria custou $1.000,00 ou, convertendo para real, R$ 2.500,00. Então o VMLD dessa mercadoria é:

VMLD = VMLE  + Frete + Seguro

VMLD = R$ 10.000,00 + R$ 2.500,00

VMLD = R$ 12.500,00.

A partir daí temos a base para calcular os outros impostos.

Obs: Todos os cálculos aqui demonstrados são os mesmos utilizados na planilha que auxilia no cálculo de NF-e de Importação, que disponibilizamos para download gratuitamente. Baixe agora!

Primeiro Passo: aprendendo a calcular os impostos da NF-e de Importação

1) IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO

Base de cálculo: VMLD ou valor CIF

Ainda em nosso exemplo, vamos supor que o imposto de importação possui uma taxa de 20%. Logo:

BC II = R$ 12.500,00

II = 20% de R$ 12.500,00

II = R$ 2.500,00.

2) IPI

Base de Cálculo: Valor CIF + II

Seguindo nosso exemplo, temos:

BC IPI = CIF / VMLD + II

BC IPI = R$ 12.500,00 (CIF / VMLD) + R$ 2.500,00 (II)

BC IPI = R$ 15.000,00.

Supondo que o IPI possui taxa de 10%, logo o valor do IPI seria:

IPI = 10% de R$ 15.000,00

IPI = R$ 1.500,00.

3) PIS E COFINS

Base de Cálculo: Valor CIF

Vale lembrar que desde 08/10/2014 a base de cálculo do PIS e COFINS passou a ser apenas o valor aduaneiro, excluindo assim o ICMS, bem como as próprias alíquotas de PIS e COFINS.

Para efeito de exemplo, vamos supor que a alíquota do PIS é de 2% e a do COFINS é de 10%, totalizando 12%. Sendo assim, nossa base de cálculo seria:

BC PIS = BC COFINS = R$ 12.500,00 (CIF)

PIS = 2% de R$ 12.500,00

PIS = R$ 250,00

COFINS = 10% de R$ 12.500,00

COFINS = R$ 1250,00

4) ICMS

Finalmente, chegamos ao ICMS na importação. Sua base de cálculo é calculada da seguinte forma:

BC ICMS = CIF + II + IPI + PIS + COFINS + TX SISCOMEX + AFRMM (marinha mercante) + ICMS

Repare que o valor do ICMS compõe sua própria Base de Cálculo. Por isso, devemos calculá-lo de forma diferente. Ora, para calcular a base de cálculo do ICMS precisamos do valor do próprio ICMS. Mas para calcular o valor do imposto precisamos da sua base de cálculo. Como resolver?

Em nosso exemplo, vamos suporte que a Taxa do Siscomex seja R$ 400,00 e a AFRMM seja R$100,00. Para resolver esse problema vamos recorrer a matemática financeira. Para isso vamos montar a expressão:

BC ICMS = CIF + II + IPI + PIS + COFINS + TX SISCOMEX + AFRMM + ICMS

BC ICMS = R$ 12.5000 (CIF) + R$ 2.500,00 (II) + R$ 1.500,00 (IPI) + R$ 250,00 (PIS) + R$ 1.250,00 (COFINS) + R$ 400,00 (Siscomex) + R$ 100,00 (AFRMM) + ICMS

Temos então que:

BC ICMS = R$ 18.500,00 + ICMS.

Suponha que, nesse exemplo, o ICMS seja de 16%. Então, para calcular sua base de cálculo, fazemos:

BC ICMS = R$ 18.500,00 / (100% – 16%)

BC ICMS = R$ 18.500,00 / (84%)

BC ICMS = R$ 18.500,00 / (0,84)

BC ICMS = R$ 22.023,81

Agora calculamos o valor do ICMS:

ICMS = 16% de R$ 22.023,81

ICMS = R$ 3.523,81.

Podemos fazer a prova real agora:

BC ICMS = R$ 18.500,00 + ICMS

BC ICMS = R$ 18.500,00 + R$ 3.523,81

BC ICMS = R$ 22.023,81

E agora?

Pronto! Agora já sabemos calcular todos os impostos, exatamente da mesma forma que o despachante faz! É bom lembrar que muitas vezes existem taxas aduaneiras que são incluídas na base de cálculo do ICMS, juntamente com a taxa do SISCOMEX e AFRMM. Sempre peça para seu despachante detalhar na DI todas as taxas que são utilizadas na base de cálculo do ICMS, pois elas alteram o valor final da nota fiscal. Eventuais multas também são incluídas na base do ICMS.

Segundo Passo: aprendendo a calcular a NF-e de Importação

Agora que já sabemos calcular os impostos, fazer a Nota Fiscal Eletrônica é mais fácil, a não ser que você use o sistema da receita ou algum outro sistema que precise digitar a nota fiscal inteira manualmente, aí você vai ter trabalho. 🙂

Ao fazer a NF-e de Importação, não existe uma única forma correta, existe uma forma mais adotada e recomendada pelas fiscalizações aduaneiras. E é essa forma que vou ensinar para vocês agora.

1) VALOR DOS PRODUTOS

Antigamente utiliza-se o valor dos produtos igual a base de cálculo do IPI. Por isso, o valor dos produtos sera considerado CIF + II. Entretanto, cada vez mais o II vem sendo destacado no layout do DANFE. Sendo assim, temos utilizado no campo de valor dos produtos apenas o CIF.

2) II

Antigamente o campo II não deveria ser informado, justamente porque seu valor já era informado no valor dos produtos. Então é comum encontrar uma NF-e de Importação antiga sem valor de II. Entretanto, mais uma vez, cada vez mais o II vem sendo destacado no layout do DANFE. Então deve-se utilizar seu campo próprio.

3) IPI

Deve ser informado o Valor do IPI.

4) PIS

Deve ser informado o Valor do PIS.

5) COFINS

Deve ser informado o Valor do COFINS.

6) ICMS

Deve ser informado o Valor do ICMS.

7) OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS

Deve ser informado o Valor do PIS + Valor do COFINS + Taxa do Siscomex + AFRMM. Nesse momento você deve estar em dúvida. Se o PIS e COFINS já estão em seus campos próprios, por que eles devem ser somados ao valor de outras despesas? Acontece que, na validação do valor total da nota fiscal que a receita federal faz, o PIS e COFINS não são considerados no total da NF-e de Importação. Por isso a necessidade de incluí-los em outras despesas acessórias.

* Obs: Caso existam outras taxas consideradas na base de cálculo do ICMS, devem ser acrescentadas neste campo.

8) VALOR TOTAL DA NF-E

Na importação, o valor da NF-e será:

Valor dos Produtos + Outras Despesas + IPI + ICMS.

Mas e o frete? Se o valor CIF já está considerando o frete, então ele já esta contido no valor dos produtos.

Terceiro Passo: automatizando tudo!

Achou complexo? Veja o lado positivo: o despachante aduaneiro já efetuou o cálculo de todos os impostos para você. Provavelmente, no momento da emissão da nota, os impostos já foram inclusive debitados da sua conta corrente. Não seria necessário calcular tudo novamente, se não fosse um simples fato:

“Na nota fiscal de importação os impostos precisam ser informados item a item, enquanto na DI eles vem agrupados por adição.” _Importador desesperado tentado emitir uma NF-e

No meu dia a dia lido com importadores que, muitas vezes, levam horas para emitir uma única nota fiscal. Em casos mais dramáticos, já vi importadores me confessarem que estavam a mais de uma semana tentando emitir a nota fiscal de importação, mas os valores nunca batiam. Isso ocorre por um único motivo: os sistemas que não são especializados em importação tentam calcular a nota fiscal como se ela fosse uma nota fiscal qualquer, sem se atentar as suas particularidades.

Por isso é importante que as empresas que trabalham com importação utilizem, em suas empresas, ERPs que possuam a funcionalidade de gerar a nota fiscal de importação a partir da importação do XML da Declaração de Importação. Essa simples funcionalidade pode reduzir o tempo de confecção de uma nota fiscal de dias para menos de 5 minutos, além de evitar erros, atrasos no processo e multas.

Conclusão

Pronto! Com esse conhecimento você já pode até desembaraçar uma Declaração de Importação e emitir a Nota Fiscal de Entrada. Nesse artigo revelamos todo conhecimento e inteligencia que está implementado em nosso software, o Comex NF-e. Caso queira saber mais sobre nosso sistema, acesse www.comexnfe.com.br ou clique aqui para iniciar uma conversa por Whatsapp e tirar dúvida com nossos consultores.

Produtos parados no estoque: o que fazer

Prever a demanda de um produto é uma tarefa difícil e que requer uma base de dados inteligente, além de uma boa experiência para interpretar esses dados e tomar decisões assertivas.

A existência de produtos parados no estoque implica em custos de armazenagem e até prejuízos, caso haja produtos perecíveis que passaram da validade. É possível então reduzir os níveis de estoque e evitar esses excessos?

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Um simples erro na gestão do estoque de uma empresa pode gerar retrabalho, perda de produtividade e prejuízos que podem comprometer a saúde financeira do negócio. Apesar de essa ser uma área mais operacional, ela envolve uma parte considerável do capital de giro das empresas.

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Cálculo de nota fiscal de entrada de importação: os erros mais comuns

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Nota fiscal de entrada de importação: o que você precisa saber

A nota fiscal de entrada de importação é o documento que, oficialmente, registra o ingresso de mercadorias em uma entidade por meio de um processo ordinário de importação. A sua base é a DI, que é a Declaração de Importação, a qual também apresenta a taxa de conversão do dólar, moeda usada como referência para as operações de importação.

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