Case de Sucesso Traxo: AEC.rio Contabilidade

A AEC.rio Contabilidade é uma parceira da Mainô e nós fizemos uma entrevista com o Alvaro Castro, proprietário da empresa AEC.rio. Eles são uma empresa de Contabilidade que atende clientes do segmento atacadista, indústrias, comércio exterior, entre outros, e utilizam o Traxo como solução para ajudá-los em seu dia a dia, otimizando processos de emissão das NF-es, controle de estoque, controle de produção, monitoramento de tributação, entre outros.

Clique abaixo e confira a entrevista completa:

O MBC 3ª edição foi um sucesso

No último dia 16, aconteceu a 3ª edição do Mainô Business Conference (MBC) e foi um verdadeiro sucesso. Lembrar que o MBC foi pensado inicialmente como um café para empresários a fim de debater assuntos sobre gestão empresarial e hoje tomou essa proporção nos dá um orgulho imenso.
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Estoque para autopeças: 6 dicas para otimização e controle

A gestão do estoque para autopeças é uma estratégia muito importante para o sucesso do negócio. Os impactos dessa atividade dentro de uma empresa podem ser notados nos custos, na agilidade na entrega, na produtividade, na satisfação do cliente, entre diversos outros aspectos.

Quando existe uma boa gestão do estoque para autopeças e a logística funciona de forma impecável, todas as atividades desenvolvidas pela organização fluem de maneira mais natural. Os funcionários sabem exatamente como devem trabalhar para alcançar os resultados propostos e as chances de erros são reduzidas drasticamente.

Se você busca formas de otimizar e melhorar a gestão do seu estoque para autopeças, confira as dicas que veremos neste artigo.

 

A importância da gestão de estoque para autopeças

Todos os produtos comercializados atravessam diversos processos desde o momento em que saem da indústria e chegam até o seu consumidor. A logística para autopeças é a rotina que se encarrega de todo o fluxo de deslocamento dos materiais – tanto dentro quanto fora da empresa.

Grande parte desses processos acontecem ainda dentro da sua organização, o que ressalta a importância da gestão de armazém para lidar da melhor forma possível com as movimentações internas. Além disso, a qualidade dos processos internos do estoque de autopeças reflete diretamente na agilidade para o atendimento do consumidor.

Confira os fatores que comprovam a importância da gestão e controle de estoque para autopeças:

  • Qualidade do produto entregue. Com uma gestão do estoque adequada e uma logística com processos bem estruturados, os produtos são movimentados da forma adequada e entregues com toda a sua qualidade para o cliente.
  • Agilidade no atendimento ao cliente. Quanto mais atenção é dada para a gestão do estoque e para a logística da empresa, mais efetivo é o processo de entrega da mercadoria ao consumidor.
  • Redução de custos e aumento dos resultados. Processos bem estruturados consomem menos recursos e aumentam a produtividade da organização – gerando um impacto nas finanças.
  • Diminuição de perdas e desperdícios. Processos mal estruturados podem gerar a perda ou desperdício de mercadorias em meio à dificuldade enfrentada pelos responsáveis pela gestão de armazém e logística.

6 dicas de organização e controle de estoque para autopeças

A gestão do estoque para autopeças, bem como a otimização da logística e a gestão de armazém são rotinas complementares que devem estar sempre em sintonia. Uma empresa que possui domínio total sobre as mercadorias desde o momento em que entram na sua empresa até o momento em que são entregues para o consumidor consegue vivenciar todos os benefícios que acabamos de abordar.

Para colocar isso em prática na sua empresa, você pode seguir as seguintes dicas:

 

1. Estruture os processos internos

É importante que todos os processos relacionados à gestão do estoque para autopeças sejam bem estruturados e controlados. Uma simples falha no meio do sistema pode comprometer a qualidade de todo o trabalho – gerando problemas que causam aumento de custos, desperdício, informações equivocadas ou atrasos na entrega ao cliente.

Por esse motivo deve ser dada atenção aos seguintes aspectos:

  • recebimento adequado das mercadorias;
  • separação dos produtos por categorias; 
  • armazenamento nos locais certos;
  • registro das informações sobre as mercadorias; 
  • separação dos pedidos dos clientes; 
  • envio das mercadorias.

Além desses há ainda diversos outros processos que são necessários em meio a todo esse fluxo. Ter isso bem organizado, documentado e com ferramentas que automatizem e otimizem o processo irá beneficiar a empresa como um todo.

 

2. Acerte na gestão de armazém

A armazenagem correta dos produtos da sua empresa de autopeças é fundamental para manter a sua qualidade. É importante categorizar todos os materiais de acordo com as suas principais características e encontrar as melhores formas de alocá-los. Assim é mais fácil realizar a movimentação e reduzir as chances de perdas e avarias.

 

3. Contrate mão de obra qualificada

Para que todos esses processos funcionem de forma adequada é necessário contar com uma mão de obra qualificada, não é mesmo? Por melhor que estejam estruturados os fluxos de atividade, são os funcionários que estão lidando diretamente com a movimentação e armazenamento das mercadorias.

 

4. Trabalhe com a previsibilidade dos produtos

Outro aspecto que merece uma atenção especial do gestor responsável pelos estoques da empresa é a variação da demanda ao longo do ano. Prever os níveis ideais de estoque é importante para garantir que todas as demandas possam ser atendidas sem maiores problemas, certo? Por essa razão, ter previsibilidade das variações da demanda evita complicações.

 

5. Adote um controle rigoroso de entradas e saídas

Informações atualizadas são importantes para fazer uma boa gestão do estoque. Uma ótima forma de garantir o acesso a dados relevantes é realizando um registro rigoroso de todas as entradas e saídas de mercadorias da empresa. Deve-se sempre manter o controle de estoque com informações atualizadas.

 

6. Modernize os processos com o uso da tecnologia

As empresas de autopeças que buscam os melhores resultados com a logística e gestão do estoque exploram as ferramentas digitais que permitem modernizar os processos.

Em vez de adotar controles manuais, é possível utilizar softwares de gestão que facilitam a integração de informações da organização.

O Mainô é um sistema de gestão para comércio que possui funcionalidades de controle de estoque automático – que é atualizado através da emissão ou recebimento das NF-es. Dessa forma, os controles estão sempre atualizados e fica mais fácil analisar as informações e otimizar a logística.
Confira algumas funcionalidades do módulo de Controle de Estoque Automático do Traxo:

  • Cada emissão de Nota Fiscal de Entrada ou Saída gera automaticamente uma atualização do estoque;
  • Controle de Estoque disponível, reservado e armazenado;
  • Controle de produção, insumos, matérias-primas e produtos acabados para indústrias;
  • Busca automática de Notas Fiscais emitidas conta o CNPJ de sua empresa, permitindo incorporar os produtos a seu estoque;
  • Controle de estoque realizado de forma automática por meio do registro de Notas Fiscais de Entrada e Saída.

Como a sua empresa de autopeças lida com o estoque e logística? Você gostaria de conhecer melhor as funcionalidades do Mainô? Então entre em contato conosco!

 

 

 

Como calcular uma margem de lucro do seu produto?

Conhecer a margem de lucro dos produtos comercializados pela empresa é fundamental para alcançar bons resultados financeiros. O objetivo de qualquer empresa é obter uma boa lucratividade, certo? Alcançar esse objetivo passa diretamente pela contribuição gerada por meio venda de cada um dos produtos.

Muitos empresários analisam apenas o faturamento bruto obtido pelas vendas dos produtos. E isso muitas vezes gera uma falsa sensação de que estão alcançando resultados positivos. Entretanto, quando é feita uma análise ao final do período percebe-se que o fluxo de caixa não reflete esses bons resultados e que o lucro obtido é muito abaixo do esperado.

Você já passou por situações semelhantes a essa? Então você precisa compreender como calcular a margem de lucro do seu produto. Confira neste artigo.

A importância de conhecer a margem de lucro

Uma empresa precisa pagar diversas despesas fixas e variáveis no decorrer das suas operações, certo? Todos esses custos precisam ser levados em conta no momento de definir o preço de venda dos produtos e de analisar os resultados alcançados.

A margem de lucro é uma forma de visualizar claramente qual é a contribuição real de cada um dos seus produtos para compor os lucros da organização. Para isso, é preciso fazer uma relação entre o faturamento obtido e todos os custos envolvidos na operação da empresa.

A grande importância de conhecer a margem de lucros dos seus produtos está relacionada à análise correta sobre os resultados obtidos. Se você compra uma mercadoria por R$100,00 e revende por R$150,00, parece fácil compreender que o lucro obtido foi de R$50,00. Entretanto, essa lógica não considera os gastos com combustível, funcionários, aluguel da sala comercial, energia elétrica, entre vários outros.

É apenas depois de calcular todas as despesas que precisam ser pagas pela sua empresa que você consegue avaliar quanto essa venda pode gerar de lucro. E isso é fundamental para calcular corretamente o lucro líquido e otimizar o fluxo de caixa.

Como calcular a margem de lucro de um produto

O cálculo da margem de lucro é muito simples de ser feito – basta que você tenha em mãos as informações necessárias. Veremos a seguir como você pode calcular a margem de lucro bruta e líquida dos seus produtos.

Margem de lucro bruta

Margem Bruta = (Receita Líquida – Custos Operacionais) / Receita Líquida

A fórmula da margem de lucro bruta considera o lucro bruto da empresa – que considera apenas os custos operacionais, sem a incidência de tributação e despesas fixas e variáveis. Veja um exemplo de cálculo:

  • receita líquida: R$1.000,00;
  • custos: R$600,00;
  • lucro: R$400,00;
  • margem de lucro bruta = R$400,00 / R$1.000,00 = 40%.

Margem de lucro líquida

Margem Líquida = (Receita Líquida – Custos – Despesas) / Receita Líquida

Para o cálculo da margem de lucro líquida vamos considerar a incidência dos tributos, despesas fixas e variáveis – tornando uma análise mais próxima da realidade. Veja um exemplo de cálculo:

  • receita líquida: R$1.000,00;
  • custos: R$600,00;
  • impostos: R$100,00;
  • despesas fixas e variáveis: R$100,00;
  • lucro líquido: R$1.000,00 – R$600,00 – R$100,00 – R$100,00 = R$200,00;
  • margem de lucro líquida = R$200,00 / R$1.000,00 = 20%.

Note que ambas as fórmulas podem ser aplicadas tanto para calcular a margem de lucro geral da empresa ou de um produto em específico. Nesse caso, é preciso fazer um rateio das despesas fixas e variáveis para identificar a incidência desses custos em cada uma das operações de venda.

Existe uma margem de lucro ideal?

O objetivo de qualquer empresário é potencializar o lucro líquido da empresa e otimizar o seu fluxo de caixa. Por conta disso, surge uma pergunta muito comum: existe uma margem de lucro ideal?

Entretanto, não existe uma resposta mágica para essa pergunta. Cada ramo de atividade trabalha com margens muito diferentes que devem se adaptar aos custos da empresa e ao mercado consumidor.

Uma boa forma de acertar na definição do preço de venda é avaliar as condições do mercado, a postura dos concorrentes e definir um posicionamento de mercado – sem nunca deixar de lado a busca pelo aumento do lucro líquido.

Você já sabia como calcular a margem de lucro do seu produto? Deixe seu comentário! 

4 dicas para evitar a inadimplência no setor de autopeças

Você está em busca das melhores formas de evitar a inadimplência no setor de autopeças? Esse é um grave problema enfrentado por muitas empresas que atuam nesse segmento – que pode se tornar ainda mais complicado quando não são elaboradas estratégias para reduzir os casos de ausência ou atraso nos pagamentos.

É necessário fazer um grande esforço para conquistar novos clientes e fechar bons negócios, não é? Entretanto, as preocupações da empresa não podem ser interrompidas no momento em que a venda é fechada. O controle sobre o recebimento dos pagamentos também é muito importante para alcançar os resultados financeiros desejados.

Se você busca soluções para esse problema, confira 4 dicas para evitar a inadimplência no seu negócio!

 

4 dicas para evitar a inadimplência no setor de autopeças

Conseguir evitar a inadimplência no setor de autopeças é determinante para o sucesso das empresas que atuam nesse segmento. Durante os anos em que o Brasil enfrentou uma crise econômica, o setor de autopeças foi um dos maiores afetados – com grandes altas no índice de inadimplência e demissões em massa por conta da diminuição do faturamento.

Para manter a saúde do fluxo de caixa, você pode seguir as dicas que separamos para evitar a inadimplência.

 

1. Análise de crédito

Saber para quais clientes você pode conceder crédito é o primeiro passo para fugir da inadimplência. Se um dos seus clientes é uma pequena empresa que possui um grande histórico de dívidas e passa por um momento de baixas nas vendas, talvez não seja uma boa ideia conceder crédito, não é?

Uma boa análise sobre as condições de pagamento dos seus clientes pode salvá-lo de negócios prejudiciais para a sua empresa. Para isso, você pode buscar informações em órgão de proteção ao crédito, investigar o histórico de pagamento dos clientes, analisar o balanço e balancete do cliente, entre outras ações para garantir o pagamento efetivo pelas compras.

 

2. Seja flexível no recebimento e busque a redução de custo

Muitos clientes deixam de realizar o pagamento dentro do prazo combinado pela dificuldade de se adequar aos prazos de vencimento ou formas de pagamento propostas. Enquanto alguns preferem pagar através de boleto no início do mês, outros optam pelo pagamento no cartão de crédito apenas no final do mês.

Respeitar essas particularidades é uma ótima forma de garantir o efetivo pagamento das parcelas devidas. Para que o seu fluxo de caixa não sofra com essas variações nas datas de recebimento, procure colocar em prática ações para a redução de custo das operações internas – reduzindo a necessidade de capital de giro para manter as operações em funcionamento.

 

3. Estruturação dos processos internos

A sua empresa possui processos internos estruturados para fazer a cobrança dos clientes e aumentar as chances de receber os pagamentos devidos? Em muitos casos a inadimplência é causada pelo simples esquecimento do pagamento ou pela falta de prioridade dos seus clientes. Nesses casos, um lembrete próximo à data do pagamento pode ser um diferencial.

Procure estruturar os processos internos de modo que seja dada uma atenção especial para o recebimento dos pagamentos: lembretes da data de vencimento, negociação logo após o vencimento, estratégias de cobrança, entre outras ações que contribuem para reduzir os casos de inadimplência.

 

4. Uso de ferramentas tecnológicas para automação de processos

Se estruturar os processos internos é importante para evitar a inadimplência no setor de autopeças, a automação de processos torna isso ainda mais efetivo. Muitas empresas enfrentam dificuldades justamente no momento de lidar com tantas informações de clientes, vendas e datas de vencimento diferentes – o que torna difícil a cobrança efetiva.

Por esse motivo as ferramentas tecnológicas que permitem a automação de processos se tornaram tão populares dentro das empresas brasileiras. É possível utilizar sistemas de gestão que integram emissão de NF-e, controle de estoque, emissão de boletos, cobranças, monitoramento de NF-es recebidas contra seu CNPJ, entre diversos outros processos – gerando agilidade nas rotinas internas e redução de custo.

Explorando a automação de processos você consegue identificar facilmente o histórico de todos os seus clientes e realizar cobranças de forma automática. O Mainô é um sistema de gestão para comércio que possui diversas funcionalidades voltadas para empresas de comércio e distribuição – incluindo a cobrança de clientes para evitar a inadimplência no seu negócio.

 

Como a sua empresa lida com a inadimplência? Você gostou das dicas para evitar a inadimplência no setor de autopeças? Deixe o seu comentário!

NF-e de Transferência para Filial: Como emitir?

Se você trabalha em uma empresa que possui filiais conhece importância da emissão de NF-e de transferência. Embora seu preenchimento seja relativamente simples, há ocasiões em que podem surgir questionamentos e dúvidas.

Geralmente os empresários, quando iniciam as operações com filiais, tendem a achar que, por se tratar da mesma empresa, não é preciso emitir nota fiscal ao movimentar mercadorias entre elas. Entretanto, é importante ressaltar que, para o governo, cada estabelecimento do mesmo titular é um estabelecimento autônomo, conforme a Lei Complementar nº 87/1996 (Lei Kandir), Art. 11, 3º:

II – é autônomo cada estabelecimento do mesmo titular;

Sendo assim, é preciso que cada estabelecimento, de forma independente, tenha documentos fiscais que justifiquem a entrada e saída de mercadorias. A NF-e de transferência é o documento que garante que toda a movimentação de produto (física ou fiscal) seja acompanhada de nota fiscal, evitando assim problemas futuros como multas.

Se você necessita movimentar mercadorias entre matriz e filial e emitir NF-e de transferência, leia este artigo e não seja pego de surpresa nas fiscalizações.

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6 perguntas frequentes sobre a ECD

A ECD (Escrituração Contábil Digital) é uma obrigação acessória que desperta muitas dúvidas nas empresas brasileiras. Essa obrigação é integrante do Projeto SPED — que surgiu para modernizar os procedimentos fiscais e contábeis, substituindo o papel por processos digitais.

Você sabe se a sua empresa é obrigada a entregá-la? Como funciona essa obrigação? Quais são as penalidades pelo atraso na entrega? Essas são apenas algumas das perguntas mais comuns entre os empresários sobre a Escrituração Contábil Digital.

Neste artigo responderemos a 6 perguntas frequentes sobre a ECD. Confira!

1. O que é ECD?

A Escrituração Contábil Digital (ECD) representa a entrega dos livros contábeis em um formato digital. Ela engloba os seguintes livros:

  • livro Diário e seus auxiliares, se houver;
  • livro Razão e seus auxiliares, se houver;
  • livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento auxiliares.

Ou seja, em vez de apresentar a escrituração contábil em papel, todas as informações são organizadas e transmitidas para o poder público por meio de um arquivo digital.

2. Como funciona a ECD?

O funcionamento da ECD é bem simples: todas as informações obrigatórias devem ser inseridas em um sistema e transmitidas digitalmente. Para que o processo seja válido, é necessário comprovar a autoria do arquivo digital através de uma assinatura digital com certificado de segurança, emitido pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

3. Quem está obrigado a entregar a ECD?

As empresas obrigadas a entregar a ECD são:

  • Empresas que estão sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real.
  • Empresas tributadas pelo Lucro Presumido que fazem a distribuição de lucros ou dividendos com valores superiores aos da base de cálculo do Imposto de Renda diminuída dos impostos e contribuições a que a empresa em questão estiver sujeita.
  • Sociedades em Conta de Participação, que devem apresentar os livros auxiliares do sócio ostensivo.
  • Organizações isentas e imunes que são obrigadas e entregar com base nos termos da Instrução Normativa RFB 1.252/2012.
  • Empresas do Simples Nacional que receberam aporte através de investimento anjo a partir de 2017.

4. Quais dados devem ser informados?

Os dados informados estão divididos nos seguintes livros:

G – Diário Geral;

R – Diário com Escrituração Resumida (vinculado a um livro auxiliar);

A – Diário Auxiliar;

Z – Razão Auxiliar;

B – Livro de Balancetes Diários e Balanços.

5. Qual o prazo para entrega?

O prazo para a entrega da ECD está previsto no art. 5º da Instrução Normativa no 1.420/2013: “a ECD será transmitida anualmente ao SPED até o último dia útil do mês de maio do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira à escrituração”.

6. Como facilitar a entrega da ECD?

Para garantir o atendimento de todas as exigências relacionadas à entrega da ECD, muitas empresas optam pela utilização de um software fiscal. Ele automatiza diversos procedimentos contábeis, organiza as informações necessárias para transmitir ao poder público e facilita o relacionamento com o contador.

Como vimos, a Escrituração Contábil Digital ainda gera muitas dúvidas aos empreendedores brasileiros. Porém, com um bom auxiliar contábil e um software que automatize boa parte dos procedimentos, é possível reduzir muito o trabalho desta obrigação. Essa precaução também diminui a possibilidade de erros humanos, bem como potenciais multas e penalidades.

Você já conhecia todas essas informações sobre a ECD? Gostaria de conhecer melhor as funcionalidades de um software fiscal? Então visite o site da Traxo!

Tudo o que você precisa saber sobre o bloco K do SPED Fiscal

Você sabe como funciona o bloco K do SPED Fiscal? Com tantas novidades introduzidas pelo SPED, muitas empresas ainda estão se adaptando a todas as exigências do poder público e o controle relacionado ao estoque e de produção criado pelo bloco K é um desses casos.

O intuito de todo programa SPED é modernizar os procedimentos contábeis e fiscais, facilitando a vida das empresas e do Fisco. Porém, a transição para o mundo digital requer muita atenção e o acesso a informações atualizadas se torna fundamental.

Para as empresas da indústria, passa a ser obrigatória a apresentação das informações relacionadas aos insumos utilizados na produção de seus produtos e sobre o estoque de materiais. Foi para monitorar essas atividades que se tornou obrigatória a entrega do bloco K do SPED Fiscal.

Neste artigo veremos tudo o que você precisa saber sobre o bloco K do SPED Fiscal.

O que é o SPED Fiscal?

Antes de falarmos especificamente sobre o bloco K, é importante analisarmos todo o contexto da sua obrigatoriedade. Tudo iniciou em 2007 com a criação do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). Ele é um projeto que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal  (PAC).

O objetivo do SPED é modernizar o cumprimento das obrigações transmitidas pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores. Para alcançar essa finalidade, o SPED é dividido em diversos módulos:

  • NF-e – nota fiscal eletrônica;
  • CT-e – conhecimento de transporte eletrônico;
  • NFS-e – nota fiscal de serviços eletrônica;
  • EFD – Escrituração Fiscal Digital ou SPED Fiscal;
  • ECD – Escrituração Contábil Digital ou SPED contábil;
  • EFD Contribuições;
  • ECF – Escrituração Contábil Fiscal;
  • eSocial;
  • e-Financeira;
  • MDF-e – Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais;
  • EFD Reinf;

Entenda como funciona a EFD

É no módulo do SPED Fiscal do EFD que o bloco K está inserido. O arquivo da Escrituração Fiscal Digital deve ser gerado todos os meses pela empresa e transmitido para a Receita Federal através da internet. A sua estrutura pode ser dividida em vários blocos:

  • Bloco C – documentos fiscais I – mercadorias (ICMS/IPI);
  • Bloco D – documentos fiscais II – serviços (ICMS);
  • Bloco E – apuração do ICMS e do IPI;
  • Bloco G – controle de crédito de ICMS do ativo permanente (CIAP);
  • Bloco H – inventário físico;
  • Bloco K – livro de registro de controle da produção e do estoque.

O que é o bloco K do SPED Fiscal?

O bloco K do SPED Fiscal é uma obrigação acessória que consiste em um livro de registro de controle de produção e estoque na versão digital. No Ajuste SINIEF nº 10/2014 havia sido definido o início da obrigação em 2015 e escrevemos um artigo sobre isso aqui no blog. No entanto,  várias mudanças ocorreram desde então.

O objetivo do bloco K do SPED Fiscal é permitir que a Receita Federal consiga acabar com a sonegação das indústrias que não possuem um controle preciso de produção e estoques. Através da declaração se torna possível acompanhar todas as variações de consumo e diferenças de inventários.

Quem é obrigado a enviar o bloco K?

As indústrias ou empresas equiparadas a indústrias e atacadistas ficam obrigadas a enviar de forma digital para a Receita Federal o Livro de Registro de Controle de Produção e do Estoque através do SPED Fiscal.

>>> Leia também: Quem deve entregar o SPED Fiscal: empresa ou contabilidade?

A entrega do bloco K começou a valer em janeiro de 2017 e os prazos de obrigatoriedade foram definidos no Ajuste SINEF nº 25 de 2016:

  • 1º de janeiro de 2017, restrita à informação dos saldos de estoques escriturados nos Registros K200 e K280, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10 a 32 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).
  • 1º de janeiro de 2019, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 11, 12 e nos grupos 291, 292 e 293 da CNAE.
  • 1º de janeiro de 2020, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 27 e 30 da CNAE.
  • 1º de janeiro de 2021, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados na divisão 23 e nos grupos 294 e 295 da CNAE.
  • 1º de janeiro de 2022, correspondente à escrituração completa do Bloco K, para os estabelecimentos industriais classificados nas divisões 10, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 24, 25, 26, 28, 31 e 32 da CNAE.

Quais informações são necessárias?

As informações que devem ser informadas no bloco K do SPED Fiscal são:

  • a quantidade produzida;
  • a quantidade de materiais que foi consumida;
  • a quantidade que foi produzida em terceiros;
  • a quantidade de materiais consumida na produção em terceiros;
  • as movimentações internas de estoque que não estejam diretamente relacionadas à produção;
  • os materiais de propriedade da empresa e em seu poder;
  • os materiais de propriedade da empresa e em poder de terceiros;
  • os materiais de propriedade de terceiros em poder da empresa;
  • a lista de materiais de todos os produtos que são fabricados em produção própria e em terceiros.

Principais registros do bloco K

O bloco K do SPED Fiscal é composto de diversos registros. Confira quais são os principais deles:

  • Registro 0200 – tabela de identificação do item, que apresenta o cadastro de todos os produtos e serviços da empresa.
  • Registro 0210 – consumo específico padronizado, que apresenta a lista de materiais padrão de todos os produtos acabados e semiacabados da empresa.
  • Registro K200 – estoque escriturado.
  • Registro K220 – movimentações internas entre mercadorias.
  • Registro K230 – itens produzidos.
  • Registro K235 – insumos consumidos.
  • Registro K250 – industrialização efetuada por terceiros – itens produzidos.
  • Registro K255 – industrialização em terceiros – insumos consumidos.
  • Registro K210 – desmontagem de mercadorias – item de origem.
  • Registro K215 – desmontagem de mercadorias – itens de destino.
  • Registro K260 – reprocessamento/reparo de produto/insumo.
  • Registro K265 – reprocessamento/reparo – mercadorias consumidas e/ou retornadas.
  • Registro K270 – correção de apontamento dos registros K210, K220, K230, K250 e K260.
  • Registro K275 – correção de apontamento e retorno de insumos dos registros K215, K220, K235, K255 e K265.

Consequências da falta do envio do bloco k

Deixar de enviar o bloco K do SPED Fiscal ou enviar dados incorretos pode acarretar penalidades para a sua empresa. Isso inclui multas, juros e a suspensão de serviços disponibilizados pela Receita Federal (como a emissão de notas fiscais eletrônicas, por exemplo).

Nos casos de atraso na entrega, é cobrada uma multa de 1% sobre o valor do estoque acrescidos de R$ 500 para empresas optantes pelo Simples Nacional. Já para as empresas de outros regimes tributários, o acréscimo é de R$ 1,5 mil. No caso de envio de informações incorretas, a multa é de 3% sobre as obrigações comerciais.

As empresas obrigadas a emitir o bloco K do SPED Fiscal e deixarem de fazer o recolhimento ou recolherem valores menores do que o devido devem pagar uma multa de 100% do valor devido. Além disso, os responsáveis correrem o risco de serem autuados criminalmente por sonegação de impostos.

Como me precaver e não perder o prazo?

Para não perder o prazo do Bloco K é importante que atente se seu sistema de gestão (ERP) atende os seguintes pontos:

(a) Emita o SPED Fiscal e Contribuições;

(b) Tenha as funções de gestão relacionadas a compras, vendas e PCP.

A Mainô, por exemplo, possui soluções que atendem a esses dois requisitos.

Você já conhecia todas essas informações sobre o bloco K do SPED Fiscal? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe aqui o seu comentário!

4 passos para reduzir a inadimplência no meu comércio

Em tempos de crise todas as ações das empresas devem ser direcionadas para maximizar seus lucros e diminuir suas despesas e custos. Mas é importante que os empresários tenham em mente que tão importante quanto diminuir seus custos é buscar reduzir a sua taxa de inadimplência.

Em tempos de recessão, as pessoas/empresas têm sua renda diminuída, aumentando a taxa de inadimplência. E isso acarreta em uma reação em cadeia que vai desde a falta de caixa para pagar os débitos até o congelamento da economia.  Nesse contexto, uma preocupação constante de qualquer empresa é reduzir a inadimplência de seus clientes, pois isso irá impactar não apenas no lucro como até mesmo na continuidade do negócio.

Nos últimos anos as políticas governamentais possibilitaram uma ampliação do crédito a fim de aquecer a economia. No entanto, com cenário atual de crescimento dos índices de inadimplências e desemprego, é preciso ter cautela ao ceder créditos e blindar a empresa contra a possibilidade de não pagamento.

Embora a maioria desses índices tragam informações sobre consumidores finais, o mercado opera em cadeia. Distribuidores e atacadistas também são afetados através de seus clientes varejistas por essas taxas.

Nesse artigo traremos dicas valiosas para melhorar seus processos e reduzir a inadimplência no seu comércio do setor de distribuição e atacado. Continue conosco e saiba como ter bons resultados mesmo em meio à crise.

Passo 1. Limite o crédito de seus clientes para reduzir a inadimplência

Antes de conceder crédito a seus clientes é fundamental que conheça o perfil de seu comprador. Isso porque a partir do seu histórico de compras/pagamentos é possível verificar se ele tem a reputação de bom pagador. Assim, sua empresa pode evitar surpresas futuras.

Além disso, quando as compras são de somas muito altas, é importante ter um processo cauteloso de vendas, que inclui uma boa investigação do seu comprador bem como um contrato que garanta ressarcimento em caso de não pagamento.

As agências de proteção ao crédito são ótimas ferramentas para isso. Adotar como padrão consultas ao Serasa, SPC e verificar se existem títulos protestados em cartórios são rotinas que devem ser seguidas por todo setor de cadastro de clientes, principalmente nas vendas a prazo.

A internet ajuda muito quando se trata de pessoa jurídica, exemplo disso é a lista de devedores da Dívida Ativa da União disponibilizada pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

Passo 2. Formalize suas cobranças

Busque sempre meios de realizar cobranças formais. Vincule seus boletos aos respectivos documentos fiscais. Dessa maneira fica muito mais fácil comprovar e identificar para quais vendas a cobrança se refere, ajudando muito em posteriores ações de cobrança.

Deixe as informações claras para seus clientes no corpo do boleto, como o que está sendo pago, juros e multas por atraso e, principalmente, número da empresa para contato. Essa prática ajuda a dirimir possíveis dúvidas geradas sobre o documento.

Passo 3. Converse com um especialista contábil 

Uma das pessoas mais qualificadas para você conversar sobre formas de evitar ou reduzir a inadimplência no seu comércio é o contador. Ele poderá lhe ajudar a identificar as falhas nos seus processos que contribuem para o problema.

O contador, por meio dos índices de “Giro de Duplicatas a Receber (GDR)” e “Prazo Médio de Pagamento a Fornecedores (PMPF)”, poderá lhe orientar se os atuais prazos de recebimento que são praticados em seu estabelecimento são adequados para cobrir os custos das suas mercadorias. Ou se eles são responsáveis pela sua empresa ter de recorrer a ações como empréstimos de capital de giro junto a instituições financeiras, que por sinal possuem juros altos.

Passo 4. Utilize bons sistemas de gestão para reduzir a inadimplência no seu comércio

Escolher o sistema de gestão correto para o seu negócio é essencial para otimizar seus processos e acompanhar o recebimento de seus clientes. Eles são importantes pois ajudam:

  • a automatizar suas rotinas;
  • padronizar a análise de crédito;
  • permitir uma melhor avaliação das compras pregressas;
  • ajudar nas rotinas de cobrança do seu estabelecimento.

 

Tão bom quanto ter boas vendas é ter a certeza de que irá receber o pagamento delas, não é mesmo? Dessa forma, leve em consideração que se preocupar em reduzir a inadimplência do seu comércio deve ser um ponto a se atentar em qualquer fase da abordagem com o seu cliente, principalmente no momento do cadastro e definição do limite de crédito.

Além disso, não se esqueça de que o auxílio de profissionais especializados, como contadores e administradores, ajuda a identificar situações que agravam o problema. Escolher software especializado e adequados ao modelo do seu estabelecimento permite que a rotina da sua empresa esteja padronizada e de acordo com os seus processos.

Quais dessas estratégias você já utiliza para reduzir a inadimplência no seu comércio? Deixe um comentário!

Novidade no Sistema: Módulo de Planos de Contas

O que é o Módulo de Planos de Contas?

O Plano de Contas é uma nova forma de cadastrar e manter suas contas. É uma listagem onde você pode, para cada conta cadastrada, criar sub-contas.

Este módulo se encontra no menu Financeiro -> Plano de Contas do sistema.

Como utilizar o Módulo de Planos de Contas?

Por padrão o sistema cria 3 planos de contas:

  • Receitas
  • Despesas
  • Lucro – Prejuízo

Para criar mais planos de contas-raiz basta clicar no botão Cadastrar Conta no fim da página.

Abaixo de cada conta-raiz ou conta que possa ter subconta, há um botão de Cadastrar Subconta, que abre a seguinte caixa de diálogo:

Nela você pode editar o código e descrição da conta e se ela permite mais subcontas.

Ao clicar no nome de uma conta, você poderá editar a mesma:

Repare que uma conta-raiz não pode ter os parâmetros Permitir Subcontas e Ativo alterados.

As exceções para essa estrutura são as contas e subcontas da categoria Lucro – Prejuízo.

Nelas você pode definir se o saldo é positivo ou negativo.

Por último, o botão Ativo permite ativar ou desativar uma conta. Se ela estiver desativada, permanecerá na listagem, porém com um indicador visual de inativação:

Com isso, fechamos o Módulo de Planos de Contas. Lembre-se: qualquer dúvida, nosso suporte está pronto para atendê-lo e qualquer feedback será apreciado.