Empreendedores: os 4 erros mais comuns entre eles

Empreendedor no escritório em meio a papéis e planilhas.

Você já se perguntou quais são os erros comuns de empreendedores? Um erro frequente é não estabelecer metas tangíveis, outro é traçar metas de curto e de médio prazo. O sucesso de uma startup não é consequência da sorte ou de estar no lugar certo na hora exata.

Um empreendedor é bem-sucedido quando comete poucos erros ou os corrige o quanto antes. E isso é possível quando se aprende algumas lições valiosas logo no início.

No post de hoje vamos mostrar 4 erros mais comuns dos empreendedores que você deve evitar para transformar a sua startup em um sucesso:

4 erros mais comuns entre os empreendedores

1. Não gastar dinheiro suficiente ou gastar muito dinheiro

Em geral, os empreendedores comentem dois grandes erros com relação ao dinheiro disponível no caixa da empresa: ou gastam demais esperando que o dinheiro gasto seja recuperado em um prazo muito curto, ou não gastam absolutamente nada, até conseguirem obter um fluxo de caixa decente.

No entanto, as duas atitudes podem prejudicar o crescimento de uma empresa — é importante gastar dinheiro com sabedoria, investir em produtos de qualidade e oferecer bons salários para conseguir contratar bons funcionários. Esses gastos são fundamentais para que a sua empresa cresça e ocupe um lugar de destaque no futuro.

2. Não investir em marketing

Muitos empreendedores de primeira viagem acreditam que possuem produtos tão inovadores que podem confiar apenas na propaganda boca a boca.

No entanto, uma empresa que deseje prosperar precisa investir pesadamente em marketing para se tornar conhecida no mercado e se tornar a primeira escolha dos consumidores.

Um boa estratégia de marketing inclui SEO, marketing de conteúdo e campanhas de publicidade. Além disso, não deixe de verificar qual estratégia os seus concorrentes usam e pergunte-se como a sua empresa pode se destacar frente a eles.

3. Não estabelecer metas atingíveis

Novos empreendedores tendem a estar tão entusiasmados com uma “grande ideia” que acabam por se lançar no mercado sem um plano sólido.

Mas a realidade é que é preciso definir metas realistas e atingíveis para obter sucesso: estabeleça metas de curto e de longo prazo e como será possível atingi-las. Não diga apenas: quero vender um milhão de unidades do meu produto, defina uma estimativa razoável e as etapas necessárias para alcançá-la.

4. Pensar que é possível fazer tudo sozinho

Um dos erros comuns de empreendedores é pensar que ninguém pode fazer um trabalho tão bem quanto você. É claro que ninguém conhece melhor os produtos que a sua empresa vende e não há ninguém mais interessado em tornar o seu negócio um sucesso.

Mas, a realidade é que acumular funções não apenas te deixará exausto como também pode tornar o sucesso mais difícil de ser alcançado. Contratar colaboradores experientes ajudará sua empresa a encontrar novos caminhos e processos que farão com que ocupe rapidamente um lugar de destaque no mercado.

O que separa um grande empreendedor de um empreendedor mediano é sua capacidade de reconhecer erros, aprender com eles e se adaptar. E no cenário atual de startups competitivas, essa é uma das poucas, se não única, garantia de sucesso.

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Marketing de conteúdo: o que é e como aplicá-lo

O Marketing de conteúdo é uma estratégia de marketing focada na produção e distribuição de conteúdo relevante para o público-alvo de sua empresa. O conteúdo de qualidade focado em solucionar problemas, se torna o condutor para um relacionamento duradouro entre a empresa e os futuros clientes. Esta estratégia é um pilar importante de uma estratégia ainda mais abrangente chamada de inbound marketing ou marketing de atração.

Você deve estar pensando: mas porque devo utilizá-lo na minha empresa? A resposta é muito fácil! Utilizando essa ferramenta em seu negócio você atrai a atenção e o interesse de pessoas, fazendo elas criarem um envolvimento com a sua marca e verem valor no seu negócio. Consequentemente, resultando em uma imagem positiva da sua empresa e gerando mais vendas. Por isso, com certeza vale muito a pena! E mais, seguindo essas dicas você pode começar ainda hoje.

Quais são os objetivos do marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo pode ter diversos objetivos, mas dois deles têm papel chave para uma execução de forma eficaz. E são eles:

Vendas: Definitivamente toda empresa precisa crescer! Este crescimento não acontece sem um volume adequado de vendas. Este deve ser o principal objetivo de qualquer estratégia de marketing. A estratégia de conteúdo contribui significativamente no novo processo de venda que vivenciamos atualmente. Para vender, todo negócio precisa estabelecer um relacionamento com seus clientes, por conta disso, empresas que agregam valor na vida das pessoas tendem a ser lembradas no momento de uma pesquisa. Consequentemente, lembradas também no momento de compra! 

Ser uma empresa referência e com autoridade no seu setor tem total impacto no volume de suas vendas. Seu conteúdo pode e deve ser usado diretamente na geração e nutrição de leads. Em cada uma das fases que ele passa antes da decisão de compra, deverá ser nutrido com conteúdos de valor. Do mesmo modo,  em sua base de clientes um conteúdo informativo,por exemplo, falando sobre seus valores, novos produtos ou lançamentos, também pode ser utilizado para realizar mais vendas para quem já é cliente.

Valorização da Marca: O que sua marca significa para o público? Ao que está relacionada a sua empresa? São perguntas que você deve responder todos os dias. A comunicação de sua empresa e seu posicionamento como marca é um trabalho de construção. O marketing de conteúdo é a ferramenta perfeita para mostrar os seus valores, a cultura de sua empresa e a forma que trata seus clientes. Espelhar a relação que o público alvo terá quando se tornar seu cliente irá aumentar o reconhecimento de sua marca e também conquistar muito mais que clientes, mas “advogados” da sua marca.

Formatos: Como colocar o marketing de conteúdo em ação

Para alcançar o seu público você precisará de muita criatividade. A forma mais prática de se aplicar estratégias de marketing é através da internet. Isso já sabemos. A vantagem disso é poder utilizar todas as ferramentas e oportunidades que ela nos proporciona. No seu negócio você pode aplicar alguns destes 5 formatos que abordarei abaixo, vamos lá?

Redes Sociais

A sua empresa precisa estar onde as pessoas estão. Onde o público gasta mais tempo no dia a dia? Essa é fácil: nas redes sociais. A sua empresa precisa gerar conversas, propondo uma relação além de “Cliente x Empresa”. É importante lembrar que cada rede social tem uma “linguagem” diferente. Por exemplo em o Linkedin é uma comunidade profissional, lá você pode fazer muito networking e gerar parcerias estratégicas para o seu negócio. Já o Twitter tem um tom mais informal, com conteúdo noticioso, desse modo, demanda mais velocidade nas informações. Cada rede, tem sua peculiaridade e também agrega valor para seu negócio de forma diferente.

Blog corporativo

O blog ainda é uma ferramenta essencial de estratégia de marketing para empresas, ao contrário do que muitos pensam. Com o Blog você ganha autoridade no ambiente digital através do seu site. O maior site de buscas do mundo, o google, dita as regras sobre quais são os melhores sites que devem ser acessados por pessoas interessadas nas buscas. Se você apresenta conteúdo relevante para o seu público alvo, mais pessoas irão acessar e conhecer a sua empresa. Você pode criar materiais educativos, informativos e também para vender o seu produto ou serviço e gerar leads.

E-books

Os e-books ou livros digitais se enquadram na categoria de “conteúdos ricos”. É a forma mais popular entre as empresas que investem neste tipo de marketing quando seu foco é a geração de leads. Este formato de conteúdo tem como objetivo pontuar um problema específico que os leads têm. Os livros digitais possuem uma média de 2000 a 3000 palavras, e também podem chegar a altos níveis de profundidade. No quesito visual, também tem como objetivo facilitar a leitura e ser mais dinâmico.

Na Mainô temos alguns e-books, por exemplo o guia de importação e o checklist documental na importação.

Guia de importação - Marketing de conteúdo

Cases de sucesso 

Quem não gosta de ouvir uma boa história? Conhecer os bastidores e a real transformação que seus clientes vivenciaram é uma excelente forma de sua empresa se conectar com seu público. Isso mostra o papel ativo e a preocupação com os resultados dos seus clientes, além de gerar confiança e transmitir uma grande prova social para quem ainda está na fase de pesquisa e/ou ainda está decidindo a compra.

Webinários

Nada mais são do que videoconferências cuja a comunicação visa tirar dúvidas e solucionar as dores do seu público alvo em tempo real ou em material gravado. Essas “palestras online” são um excelente ponto de contato direto com as pessoas que ainda estão em dúvida sobre como utilizar o seu produto ou serviço. Caso seja ao vivo, tem acesso via chat e pode fazer perguntas em tempo real.

Custo benefício do marketing de conteúdo: vale a pena investir?

Pode se dizer que o marketing de conteúdo é democrático. Existem diversas possibilidades para aplicação no seu negócio. O conteúdo exige alguns fatores como consistência e qualidade, afinal de contas, a competição por futuros clientes é grande. Existem diversas opções para se investir na estratégia de conteúdo. Você pode optar por acelerar o seu processo com tráfego pago investindo em anúncios, por exemplo. Porém, existem alternativas muito mais baratas como o blog, onde basta você se dedicar de médio a longo prazo que certamente verá resultados tangíveis. 

 

Inbound Marketing e sua importância para Empresas B2B

Quer saber como uma estratégia de Inbound Marketing pode ajudar a aumentar as vendas B2B e ser a solução para empresas alcançarem seu público em um mercado tão competitivo? Nós preparamos um artigo completo para você entender de forma definitiva como esse método pode aumentar a lucratividade de sua empresa.

Evolução do Marketing

Ao longo da história, o marketing foi evoluindo e continua seguindo o seu processo de expansão. Com os avanços da tecnologia, cada vez mais o consumidor tem voz e busca mais informações antes de adquirir um produto ou serviço. Hoje com poucos cliques você decide se compra ou não alguma coisa.

E cada dia mais, essa evolução cobra que as empresas se reinventem para acompanhar as mudanças de mercado e do consumidor. Em primeiro lugar, se o cliente anteriormente não tinha muito envolvimento e relacionamento com a sua empresa, hoje ele tem. Ele pode ser um promotor ou detrator da sua marca.

O Marketing Digital não é mais uma tendência e sim um investimento para as empresas. Se a sua marca não está na internet, você não existe. Se você for uma empresa B2B (business to business) que vende para outras empresas, mais ainda necessita dominar este assunto para encontrar estratégias que atendam e conquistem o seu público-alvo.

O crescimento da concorrência obrigou as empresas a mudarem suas estratégias para que assim pudessem se destacar em um mercado tão competitivo. Por este motivo, o Marketing Digital possui uma grande vantagem: ele permite que mesmo empresas com poucos recursos possam atrair clientes e aumentar a sua percepção de marca já que existem meios mais baratos e até gratuitos.

Dentro do Marketing Digital existem estratégias que, quando bem executadas, podem trazer um enorme resultado para a empresa a custos mais baixos e de forma facilmente mensurável como: o Marketing de Conteúdo e o Inbound Marketing.

Por que Inbound Marketing?

O que me motivou a escrever esse post foi entender a importância dessas estratégias e os benefícios que elas oferecem para um mercado mais desafiador: o B2B.  Apesar de desafiador, é um mercado cheio de possibilidades, que permite conquistar o cliente através de conteúdos de qualidade, engajamento e relacionamento, permitindo relações duradouras.

Fazendo bom uso dessas estratégias, é possível aumentar suas vendas, conquistar clientes e mantê-los por muito tempo. Como resultado, quanto maior o relacionamento com a sua marca, quanto mais valor ele enxergar, mais ele irá indicar. Um cliente promotor da sua marca pode te trazer muitos novos negócios.

O comportamento do consumidor B2B x B2C

Antes de qualquer ação de marketing e vendas, o primeiro passo é saber com quem você vai falar. É preciso investir tempo, dinheiro e trabalho tendo como base um público e linguagem adequados. Nosso consumidor precisa entender o que estamos falando. E nós precisamos ter bem definido o que e para quem iremos comunicar.

Se queremos falar com todo mundo, acabamos não falando com ninguém. Por isso, se posicione e saiba quem você quer impactar. 

Conceitos básicos: B2C ou B2B?

Existem alguns conceitos de marketing e vendas que são fundamentais para o sucesso de uma estratégia B2B (Business to Business) ou B2C (Business to Consumer).

As vendas B2B são feitas entre empresas, ou seja, uma empresa comercializa produtos para outra empresa. Já o B2C são as vendas realizadas entre a empresa e o consumidor final.  Ao mesmo tempo, por se tratarem de públicos-alvos diferentes, as empresas B2B e B2C precisam adequar estratégias, conteúdos e linguagens específicas e diferenciadas para cada público.

O B2C é direcionado para as massas, por isso, é preciso entender as necessidades básicas e os desejos desse público. É preciso trabalhar as estratégias em cima disso. Aqui a emoção é o principal fator decisivo e o processo de decisão de compra é rápido.

Já o B2B é focado na redução de custos, crescimento do lucro e geração de leads qualificados. Para os consumidores B2B, os dados e informações que o ajudem na tomada de decisão têm grande peso. Por se tratar de um público corporativo, são necessárias mais ferramentas. O custo x benefício é levado em consideração. O consumidor B2B pesquisa, busca argumentos, aprende sobre o produto e avalia bastante. Neste caso, o fator decisivo é a razão e a decisão de compra leva mais tempo.

Canais de comunicação

É possível utilizar os mesmos canais de comunicação para B2B e B2C. Normalmente os mais utilizados são as redes sociais, blogs, e-mail marketing e lojas virtuais. O que os diferencia é a forma como esses canais são usados.

No B2C os conteúdos normalmente são mais diretos e objetivos para se comunicar com o público e as vendas vêm a curto prazo. Enquanto no B2B é comum investir em canais de nichos. Como os ciclos de vendas são mais longos, é preciso gerar, segmentar e nutrir os leads. Consequentemente, quanto mais educados sobre o mercado e o produto, maior a chance de conseguir uma venda no médio e longo prazo. 

Quem trabalha com mercado B2B precisa ter em mente que as ações para esse cliente são diferentes das ações voltadas para o consumidor final. Não são somente as necessidades que são diferentes, o processo de tomada de decisão é outro.

Os compradores B2B baseiam suas decisões em custo x benefício, enquanto consumidores finais se baseiam não somente no preço, mas levam em conta também status, popularidade e diversos outros fatores sociais, emocionais e culturais. Com os compradores B2B é preciso ter em mente que é necessário construir uma relação valiosa e  duradoura. A base aqui é o relacionamento.

O marketing para o consumidor B2B

Diferente do marketing para consumidores, o marketing B2B é focado na geração de leads qualificados para a equipe comercial. Além disso, é o marketing o responsável por atrair, converter e nutrir o lead antes de enviar para o time de  vendas.

Para alcançar uma estratégia de marketing B2B de sucesso, é preciso otimizar a geração de leads. As ações precisam ser trabalhadas de modo a fazer com que o lead avance pelo funil até chegar ao seu momento de compra.

Jornada de Compra do Consumidor: Aplicando o Inbound Marketing

O processo de compra de serviços e produtos vem mudando muito nos últimos anos. Não faz muito tempo, os clientes quando precisavam saber sobre o produto, se dirigiam a loja e recebiam as informações que desejavam. Eles pesquisavam algumas lojas e por fim, efetuavam sua compra.

Hoje em dia, existem diversas ferramentas e muita informação na internet. Por isso, é cada vez mais importante que sua empresa tenha um bom posicionamento e diferenciais com relação a seus concorrentes. Afinal, com a evolução da internet, os clientes tornaram-se muito mais informados e consequentemente mais exigentes.

Para que as empresas possam acompanhar essa evolução do consumidor, elas precisam se adequar às mudanças para seguir crescendo competitivas no mercado. Uma boa estratégia para investir nesse caso é o Inbound Marketing. Dessa forma, as pessoas poderão encontrar conteúdos especializados, aprender sobre o seu produto, criar um relacionamento e engajamento com sua marca e vir a cogitar comprá-lo. Com tanta concorrência e conteúdo disponível, é necessário que a empresa leve em conta algo essencial nessa estratégia: a jornada de compra.

funil de Inbound marketingFunil de Vendas 

1ª etapa: Aprendizado e Descoberta

No primeiro momento, seu cliente possivelmente não identificou ainda que ele tem um problema. Ele ainda está despertando o interesse e curiosidade para entender determinados assuntos relacionados ao seu negócio. É nesse momento que o objetivo da empresa se torna capturar a atenção dele.

Vamos exemplificar? Imagine que você é uma empresa que desenvolve softwares de gestão para empresas de distribuição. Pedro é dono de uma pequena distribuidora de alimentos e tem a necessidade de organizar e controlar o seu estoque de mercadorias.

Nesse momento da jornada dele, você pode optar por oferecer conteúdos como: “Dicas para organizar o estoque da sua empresa” ou “Saiba como controlar o seu estoque em 10 passos”.

Para entender sobre o assunto, ele provavelmente buscará informações na internet ou nas mídias sociais. E a empresa precisa estar lá para que ele possa encontrá-la.

2ª etapa: Reconhecimento do Problema

Nesse momento, o lead já entendeu e se aprofundou um pouco mais sobre o assunto. Mas, agora ele identificou que tem um problema para resolver. O objetivo aqui é gerar nele a necessidade em solucionar a questão. Ou, podemos fazer ele perceber que tem um problema e buscar uma solução.

A distribuidora do Pedro começou a crescer e de repente ele percebeu que está tendo dificuldades para controlar o seu estoque. Ele decide então buscar alternativas de como fazer para controlar melhor esse estoque que precisa aumentar um pouco de tamanho. Nesse momento, sua empresa pode oferecer artigos como: “Boas práticas para armazenagem e controle de estoque” ou “Como fazer uma gestão de estoque eficiente”.
Aqui você também pode oferecer webinars online sobre o tema para tirar as dúvidas ou ainda uma planilha que ajude o Pedro a controlar o seu estoque.

3ª etapa: Consideração da Solução

Após pesquisar mais um pouco, o lead buscou algumas soluções possíveis para começar a avaliá-las.

Esse é o momento de sua empresa criar um senso de urgência para esse lead, fazendo com que ele avance no processo e tenha sua empresa como a primeira opção para resolver o problema dele.

Imagine que a distribuidora do Pedro seguiu crescendo. Fazer o controle do estoque manualmente tornou-se muito arriscado. Além de fazê-lo perder muito tempo nessa tarefa e dos riscos de uma contagem errada que possa atrapalhá-lo fiscalmente no futuro.

Esse é o momento de mostrar para ele que existem soluções no mercado para o problema dele. Alguns conteúdos possíveis aqui seriam: “Por que um software de gestão de estoque é essencial para empresa?” ou “Como escolher um software para controle de estoque?”. Esse é o momento ideal para apresentar seu software para ele.

4ª etapa: Decisão de Compra

Nessa última etapa, o lead analisa as possibilidades para poder efetuar a compra. Essa é a oportunidade de mostrar os diferenciais do seu produto em relação aos concorrentes e ajudá-lo a entender que a sua opção é a melhor.

O Pedro se interessou pelo seu software e está cogitando a compra. É a oportunidade de entregar um conteúdo comparando as suas funcionalidades com as do concorrente, apresentar um case de sucesso de algum cliente da sua empresa ou mesmo oferecer um teste gratuito (trial) de alguns dias para ele conhecer a sua ferramenta. Se ele gostar, a chance de fechar com a sua empresa é grande.

Marketing de Conteúdo: porque utilizá-lo no Inbound Marketing

O Marketing Digital deixou de ser uma tendência de mercado e se tornou um investimento necessário para a maioria das empresas. Se os seus possíveis clientes estão na internet, logo, sua empresa também precisa estar lá.

O Marketing de Conteúdo é essencial para a estratégia de Inbound Marketing. Para produzir um conteúdo de qualidade e atrativo para o seu público, há três coisas que são extremamente importantes: Entender quem são as suas personas, entender bem a jornada de compra do cliente e entender como funciona o funil de vendas.

As personas são personagens fictícios, definidos pela sua empresa como o perfil de cliente ideal. Entendendo bem essa persona, suas dores, o que buscam, aonde buscam e como se comunicam, é possível produzir conteúdos de qualidade para atraí-las. Para descobrir e entender quem são as suas personas, estude o seu mercado e faça pesquisas com seus clientes atuais.

Para cada etapa é importante definir bem que tipos de conteúdo utilizar. Deste modo, nas etapas de aprendizado, descoberta e reconhecimento do problema, os posts em blogs, e-books e webinários sobre os temas escolhidos são perfeitos para compor essa etapa topo de funil.

Já na fase de consideração da solução, os cases de sucesso de seus clientes são excelentes conteúdos. Nesses cases, abordar como seu cliente conseguiu resolver um problema dele com a sua solução é bastante atrativo. Essa fase compõe a etapa meio de funil.

Por fim, e muito importante, a etapa de decisão de compra, quando o lead já se encontra no fundo do funil, está bem quente e pronto para comprar um produto ou serviço. Um teste gratuito na sua ferramenta ou materiais comparativos com outras ferramentas semelhantes, mostrando os diferenciais do seu produto, são excelentes conteúdos para esse momento da jornada.

Uma vez que você entende os tipos de conteúdos ideais para cada etapa, é necessário ter em mente os 4 pilares do Inbound Marketing: 

  • Atração: Através de conteúdo interessante e relevante, o inbound marketing atrai visitantes interessados no seu negócio;
  • Conversão: Nesse momento, o intuito é transformar os visitantes em leads, buscando uma aproximação com seu negócio e fazendo deles potenciais clientes;
  • Vendas: Uma vez que o lead está interessado no produto ou serviço que você oferece, esse é o melhor momento para mostrar que a sua solução é a melhor e fechar a venda;
  • Encantamento: A relação do cliente com a empresa não termina quando ele efetua a compra. Uma vez que o lead se tornou um cliente, é importante mantê-lo encantado com seu produto ou serviço e atendimento. Desta forma, o inbound permite uma relação duradoura, onde você encanta seu cliente com bom atendimento, relacionamento, conteúdos e materiais úteis e interessantes para o negócio dele.

Não basta fazer um conteúdo de qualidade. É preciso saber como distribuí-lo de modo que ele seja encontrado não só por muitas pessoas, mas pelas pessoas certas.

Alguns canais e estratégias mais usados no Inbound Marketing são:

  • Blogs;
  • SEO;
  • redes sociais;
  • sites; 
  • e-mail marketing.

Os materiais mais utilizados são:

  • E-books;
  • Planilhas;
  • Vídeos;
  • Webinars;
  • Infográficos;
  • Cases de sucesso;
  • Podcasts.

Conclusão

É possível perceber que com toda a evolução do marketing, as pessoas estão cada vez mais conectadas à internet, nas redes sociais e em um mercado B2B, a estratégia de Inbound Marketing é de extrema importância e necessidade.

Tendo personas bem definidas, um bom entendimento sobre o funil de vendas, uma jornada de compra bem estabelecida e sabendo como se comunicar e onde encontrar o seu cliente ideal, a chance de fechar vendas é certa.

Usando bem os canais de marketing digital e oferecendo conteúdos de qualidade, é possível atrair e converter bastante leads. Uma vez cliente, não esqueça de permanecer encantando, criando vínculo e relacionamento duradouro com ele. A tendência é que o cliente satisfeito lembre muito da sua marca e indique o seu negócio para outros parceiros.

 

[Dicas do CEO] Você sabe o que são Buyer personas?

Você sabe o que são Buyer personas

Caso a resposta seja negativa, certamente você está perdendo oportunidades de negócio. Descobrindo quem são as nossas Buyer personas, entendemos para quem é feito nosso negócio. Eduardo da Mainô aqui. Esse é mais um Dicas do CEO!

O que são Buyer Personas?

Mainoélson, é você? Calma sei que você não é o Mainoélson.

É só uma pequena brincadeira pra te dar essa dica : tenha o seu Mainoélson.
Buyer Persona, é um é um personagem fictício que criamos. Ele tem 36 anos, é sócio de uma empresa de importação e distribuição. Sua empresa possui 3 anos de mercado, ele já passou da fase de validação do negócio e agora começou a operar com maior volume. Mainoélson precisa agora contratar funcionários para executar o trabalho, e tem medo de tudo sair dos trilhos.

Mainoélson está pronto para ser cliente da Mainô.

Mainoélson é o que chamamos de buyer persona.

Personas são criadas para representar o seu cliente ideal.
Sempre que escrevemos um texto, quando gravamos um vídeo ou quando desenvolvemos uma funcionalidade em nosso software de gestão, nós fazemos para atender um problema da nossa persona. A buyer persona vai muito além de um público generalizado. Você deve buscar entender as dores, comportamentos e o que leva sua persona a tomar decisões por exemplo. Falamos em outro post sobre como seu publico alvo se torna um lead, que nada mais é que um cliente interessado em seus produtos e serviços através de um relacionamento com a sua empresa.

Buyer personas

Já pensou como seria se seu cliente pudesse participar de todas as reuniões da sua empresa? Isso certamente ajudaria a tomar decisões melhores, certo? A persona é a forma de, como o nome diz, personificar seu cliente, ajudando na tomada de pequenas decisões do dia a dia.

Como é o seu Mainoélson? Ficarei feliz de conhecê-lo, deixe ai nos comentários.

Esse foi mais um Dicas do CEO. Até a próxima.

4 dicas de follow-up para melhorar suas vendas

O follow-up é o processo de acompanhamento da venda e desempenho feita pelo vendedor. Boa parte dos profissionais de vendas estão habituados a fazer follow-up, que se divide nos processos de pré-venda (planejamento da venda), venda (negociação) e pós-venda (fidelização do cliente).

Esse acompanhamento é importante para saber as necessidades dos clientes. Pois ele ajuda a equipe comercial a saber todos os detalhes dos processos de venda e abordagem com os contatos comerciais.

Entretanto, muitos vendedores não aproveitam essa estratégia. Segundo pesquisa do blog BDX, 48% dos vendedores não fazem follow-up e apenas 25% entram em contato com os clientes por duas vezes.

Com intuito de entender o desejo de compra do cliente, conheça 4 passos para a equipe de vendas fazer follow-up e
vender mais.

1 – Use CRM

CRM (Customer Relationship Management) é uma ferramenta que faz o cadastro, organização, acompanhamento e ajuda a melhorar a venda para os clientes. Ela contribui para gestão das vendas com efetividade no relacionamento.

Essa ferramenta consegue registrar todos os dados dos contatos comerciais como onde mora, local de trabalho, renda, estado civil, entre outros. Com esses dados a empresa consegue iniciar um relacionamento próximo de qualidade, conhecendo cada uma das necessidades do cliente.

Quanto mais se conhece o cliente, melhor será a abordagem do vendedor, aumentando as chances de venda. De acordo com dados da Aberdeen Group 52% dos vendedores que usam o CRM só batem as suas metas por causa da ferramenta.

E segundo a mesma pesquisa, empresas que adotam o CRM integrado tem uma taxa de renovação 19% maior que empresas sem a ferramenta.

2 – Tome a iniciativa na negociação

Controlar o processo de vendas é essencial para manter contato com o seu cliente. Com um relacionamento próximo a empresa pode prever a hora de ligar e explicar ao lead (potencial cliente) o motivo do contato.

Apesar do cliente ter o poder de decisão, a participação do vendedor pode influenciar o resultado da venda. Essa influência se tornará maior se você o follow-up for feito regularmente.

Não basta a empresa ligar “para saber se o cliente está bem”. É preciso que a empresa ligue para saber se a venda impactou positivamente o negócio, informações sobre o mercado e a promoção de outros produtos e serviços.

Com esses objetivos a empresa consegue manter um diálogo muito mais produtivo com o cliente.

3 – Estabeleça a próxima ação

Conduza o relacionamento com o cliente de uma forma que a cada contato se garanta o fechamento da venda.

Para tanto, convença o cliente que a próximo contato seja decisivo para o fechamento da venda, seja ela uma ligação, reunião presencial ou conferência.

4 – Respeite o horário do cliente

Descubra quais os melhores horários para entrar em contato com o cliente. Alguns preferem falar durante o expediente, outros fora do horário comercial.

A menos que o cliente solicite, evite entrar em contato antes das 9h ou depois das 21h pois isso pode atrapalhar o contato.

Avalie o horário de fechamento da empresa e ligue de forma coerente.

Além disso, tenha atenção com a frequência das ligações. Existe uma linha tênue entre abandonar o cliente e encher sua paciência. Portanto, é necessário encontrar um equilíbrio para contactar o cliente.

Use o follow-up para alavancar suas vendas!

O follow-up é uma estratégia fundamental para acompanhar o processo de venda da empresa.

Com o acompanhamento frequente dos seus contatos, melhor será a abordagem com o consumidor.

Por meio de ferramentas como CRM a empresa consegue dados importantes como local de trabalho, renda, estado civil e etc. Com esses dados é possível entender as necessidades dos clientes, adotando a melhor abordagem possível.

Com as informações detalhadas do cliente a empresa pode tomar a iniciativa do processo de venda, influenciando a resposta do contato sobre a transação ou propostas de fidelização.

Após tomar a iniciativa com o cliente, o próximo passo deve ser calculado pela empresa, indicando que o próximo contato seja para o fechamento da venda.

E não esqueça da hora certa de conversar com o cliente. Evite ligações antes das 9h e depois das 21h. Encontre também o equilíbrio na frequência das ligações para não abandonar o cliente ou esquecê-lo.

Com essas dicas de Follow-up os vendedores venderão mais e a empresa aumentará os seus lucros.

Esse artigo foi escrito por Mateus Portela, redator do Soluções Industriais.

Pipeline de Vendas: Saiba como organizar suas vendas

Uma das maiores dificuldades para quem trabalha com vendas complexas é organizar os passos para vender para inúmeros clientes diferentes ao mesmo tempo. Quanto maior a equipe de vendedores, maior a dificuldade em gerir as oportunidades e as metas individuais. Quanto maior a quantidade de possíveis clientes, maior é a dificuldade em se lembrar dos passos já dados, das reuniões já feitas, etc.

Para lidar com essas dificuldades e controlar os inúmeros passos que precisamos tomar para vender ao cliente final é que existe o Pipeline de Vendas ou Funil de Vendas. Hoje existem inúmeras ferramentas nacionais e estrangeiras com essa finalidade. Aqui na Mainô usamos duas ferramentas diferentes para controlar fases diferentes da jornada do nosso possível cliente. Usamos a Exact Sales para gerir e ajudar nossos pré-vendedores e utilizamos o Pipedrive para gerir e ajudar nossos vendedores.

Para explicar melhor o que é um funil de vendas é importante entender qual é o processo de vendas. A ferramenta não é o processo, a ferramenta existe para gerir o processo já instituído. O funil é o meio de controlar o processo. Vou explicar o nosso processo de vendas e ir pontuando como controlamos em nossos funis e nas ferramentas que fazem a gestão desses funis.

O funil de vendas começa no Marketing

Para criar um funil de vendas primeiramente é preciso conhecer muito bem seu cliente. Quanto mais você conhecer seu cliente e suas dores, mais assertivo você será na sua estratégia. A Mainô, por exemplo, é uma ferramenta de gestão voltada para empresas que distribuem mercadorias e para quem as beneficia para revenda (como Pequenas Indústrias). Desenvolvemos o módulo Comex NF-e que atua ajudando empresas importadoras no processo de comércio exterior.

Entendido o DNA de quem são nossos futuros clientes (empresas que a nossa ferramenta entrega valor e ajuda no propósito geral), conseguimos compreender quem é um possível cliente e, não menos importante, quem não é um possível cliente.

Até aqui o nosso Marketing age para conversar, conhecer e entender os problemas que essas empresas enfrentam e que conseguimos resolver através de nossas funcionalidades (Features). Através de chamadas para ação (CTA), o marketing convida os futuros clientes para testar nossa ferramenta através de nosso site, ou faz um convite para uma demonstração através de conteúdos direcionados para estas empresas. Até aqui falamos apenas de Funil de Marketing e começaremos a falar de Funil de Vendas.

Primeira etapa: Descoberta

A primeira etapa do nosso Funil de Vendas é a descoberta, ou seja, descobrir se as empresas que foram enviadas pelo Marketing são empresas que realmente sofrem com as dores e problemáticas que resolvemos através de nossas soluções. Na etapa de descoberta nós iniciamos a primeira ação de vendas que é proporcionar ao cliente um diagnóstico do seu estado atual, e essa ação é executada pelo nosso time de pré-venda através dos chamados SDRs (Sales Development Representative). Na etapa de descoberta é onde acontece a primeira ligação, o primeiro elo entre a equipe comercial da Mainô e nosso futuro cliente.

Entendido o estado atual do futuro cliente e tendo a certeza de que nossas ferramentas são capazes de melhorar sua gestão, nós oferecemos uma reunião com uma profissional de vendas que seja especializada em seu nicho de atuação –  a maior parte do treinamento da nossa equipe de vendas é sobre a vida de nossos clientes, seus desafios e suas necessidades.

Segunda etapa: Agendamento

A Etapa de Agendamento é onde combinamos a melhor maneira de nos reunir, acordamos os assuntos, apresentamos o especialista e “preparamos o terreno” de ambos os lados para que o momento seja especial.

Para controlar, gerenciar e aprimorar essas duas etapas nós utilizamos o Exact Sales. O nosso Funil de Vendas está embarcado dentro dessa ferramenta para um controle mais aprimorado. A ferramenta nos fornece estatísticas importantes como: o tempo em que os futuros clientes enviados pelo Marketing ficam parados aguardando nosso contato, o tempo que demoramos para conectar a primeira ligação, qual a nossa taxa de conversão para agendamentos (quantos clientes conseguimos diagnosticar e agendar do total que o Marketing envia), além de saber onde está cada possível cliente enviado pelo Marketing.

Daqui pra frente quem cuida de nosso futuro parceiro é a equipe de vendedores especialistas. Na reunião, os nossos especialistas continuam diagnosticando o status quo da gestão do nosso convidado. Entendem suas dores, seus gargalos, seus projetos futuros e o tempo que pretendem dedicar para resolvê-los.

Terceira etapa: Diagnóstico

Nessa fase da reunião o nosso especialista executa a terceira etapa (Etapa de Diagnóstico). Nessa etapa nós continuamos com o propósito de conhecer profundamente quem está do outro lado da tela, da mesa ou da linha. Vale aqui a comparação com o diagnóstico médico. Da mesma forma que, quando você visita um médico (devido a um sintoma apresentado), você recebe um diagnóstico, aqui a ideia é a mesma. Por exemplo, em uma venda recente identificamos que nosso futuro cliente estava com um sério problema: ele havia saído do simples nacional e agora precisava emitir um série de documentos eletrônicos obrigatórios, como o SPED Fiscal.

Quarta etapa: Solução

Após o entendimento completo realizado na fase anterior, nós passamos para a Etapa de Solução (Quarta Etapa). Nessa etapa nós apresentamos como podemos resolver, através de nossas ferramentas, as dores e gargalos que surgiram no diagnóstico e como podemos ajudar nas transformações percebidas durante a jornada até aqui. É a fase de apresentação da solução.

Ainda seguindo o exemplo anterior, para esse futuro cliente, apresentamos o módulo de geração de SPED para o mesmo. Assim ele pôde comprovar que nossa solução resolve sua dor inicial.

Quinta etapa: Negociação

A Quinta Etapa é a etapa de negociação. Para alcançar esta etapa precisamos que nosso futuro cliente tenha conhecimento das suas dores, gargalos e projetos e entenda que a nossa ferramenta é a ferramenta que vai ajudá-lo a superar os obstáculos e alcançar o sucesso. A fase de negociação é a fase de negociar valores, apresentar propostas e contrapropostas, entender o caixa do futuro cliente e apresentar planos e preços.

Sexta etapa: Fechamento

A Sexta Etapa é o fechamento do negócio e formalização de uma parceria que se iniciou na Primeira Etapa. O fechamento é a hora de passar o bastão para os responsáveis em tornar todo o projeto em conjunto numa realidade.

Atualmente utilizamos o Pipedrive para controlar, gerenciar e munir a equipe de informações e taxas sobre cada uma dessas etapas. Nosso funil de Vendas é assim:

funil de vendas
Como a sua empresa organiza o pipeline de vendas? Compartilhe com a gente deixando seu comentário e não deixe de acompanhar o nosso blog!

Como estipular a precificação do meu produto: Valor ou Custo?

A precificação correta dos produtos vendidos pela sua empresa pode torná-los um sucesso. Por outro lado, determinar preços mais altos do que os clientes estão dispostos a pagar, pode fazer com que o negócio perca vendas. Caso a empresa defina preços de venda muito baixos, poderá acabar operando no vermelho.

Não há uma fórmula única para determinar o preço de venda de um produto. No entanto, é possível usar estratégias e métodos de precificação diferentes para encontrar um valor que satisfaça a sua empresa e os seus clientes.

Mas como precificar corretamente os produtos da sua empresa? É o que você vai descobrir agora! Acompanhe!

O que é Preço de Venda?

Preço de venda é o valor cobrado pelos produtos oferecidos aos seus clientes. Esse valor deve cobrir o custo de fabricação, as despesas associadas as vendas e, ainda, permitir que a empresa trabalhe com lucro.

Como fazer a precificação de um produto?

Considere os seguintes fatores ao precificar os produtos da sua empresa.

1. Determine os custos

Antes de precificar os produtos da sua empresa é preciso determinar os custos associados a eles, sejam esses produtos fabricados ou apenas revendidos pela sua empresa.

Se a sua empresa produz os produtos que vende, por exemplo, precisa incluir todos os custos envolvidos na fabricação, desde o desenvolvimento, os materiais e os custos indiretos. Depois disso será possível obter o ponto de equilíbrio, que determinará o valor mínimo pelo qual o produto deve ser vendido para cobrir o valor investido.

2. Conheça seus clientes

Para precificar os produtos da sua empresa corretamente é preciso conhecer os seus clientes. A melhor forma de conhecer os seus consumidores é por meio de uma análise de mercado. O resultado desse processo fornecerá informações valiosas, incluindo a faixa de renda onde de seus clientes e também o perfil de consumo deles.

Com base nessas informações também será possível determinar o quanto os seus clientes estão dispostos a pagar por por um determinado produto, ou seja, a percepção de valor. Por exemplo, se sua loja atende majoritariamente consumidores de classe média, é importante observar que eles podem não estar dispostos a pagar preços muito altos para adquirir seus produtos.

No entanto, eles também estão buscando qualidade, o que fará com que eles não comprem “qualquer coisa”. Por isso é importante achar um ponto de equilíbrio para conseguir satisfazer a percepção de valor.

3. Conheça seus concorrentes

O preço cobrado pelos seus concorrentes também impacta na precificação dos produtos da sua empresa, uma vez que fornecem uma referência que a sua empresa poderá seguir.

É possível, por exemplo, definir preços iguais aos do seu concorrente. Também é possível fixar preços mais baixos, o que atrairá a atenção de um novo público. Ou ainda, caso a intenção seja valorizar seus produtos frente a concorrência, aumentar o preço dos produtos vendidos.

Determine sua estratégia de preços

Existem várias estratégias para precificação de um produto. A estratégia escolhida pode depender dos preços praticados pelos concorrentes da sua empresa ou simplesmente do que funcione melhor para o seu negócio. Abaixo estão algumas estratégias comuns de precificação:

Marcação

A marcação é um método popular de precificação e consiste na adição de uma porcentagem ao custo de um produto. Esse processo permite usar percentuais diferentes para itens diferentes. Para calcular o preço de venda de um produto usando a marcação, é preciso usar a seguinte fórmula:

Preço de venda = Custo do produto + (Custo do produto x Porcentagem de marcação)

Digamos que a sua empresa gaste R$50,00 para fabricar um produto e deseje obter uma margem de lucro de 60%, aplicando a fórmula, obteremos:

R$50 + (R$50 x 0,60) = R$80,00

Nesse caso, um produto com margem de lucro de 60% será vendido por R$80,00. A porcentagem usada dependerá dos custos associados a fabricação e de quanto a sua empresa espera obter de lucro.

Margem

A margem é uma porcentagem que leva em conta o preço de venda e o custo de um produto. A fórmula usada para calcular a margem de um produto é a seguinte:

Margem = (Preço de venda – Custo do produto) / Preço de venda

Suponhamos que você deseje vender um produto por R$80,00:

(R$80 – R$50) / R$80 = 0,375

A margem desse produto será 37,5%.

Como você pode ver, as porcentagens da marcação e da margem não são as mesmas. É possível usar a margem para determinar os preços dos produtos vendidos pela sua empresa quando se deseja obter um lucro específico. Já a marcação é usada para definir o preço de venda de um produto.

Preço Keystone

O preço Keystone determina que todos os produtos devem ser vendidos com um aumento de 100%. Essa metodologia de precificação pode não ser a melhor se a sua empresa vender uma grande variedade de produtos, pois, nesse caso, alguns produtos podem apresentar preços muito baixos, por exemplo.

Preços baseados no valor

A precificação baseada no valor é determinada pelo mercado. Mesmo que a marcação ou a margem possam estabelecer um preço mais baixo, os clientes podem estar dispostos a pagar mais por causa do valor percebido.

Os clientes podem perceber um valor maior com base na experiência de consumo. Podem ainda perceber um valor maior por identificarem um produto novo ou raro.

Preço sugerido

Como o próprio nome diz, representa o preço sugerido, ou seja, é o preço que o fabricante recomenda que o produto seja vendido. Esse procedimento permite que os fabricantes padronizem os preços de seus produtos em diferentes varejistas.

O preço sugerido facilita a precificação dos seus produtos, mas, impossibilita que a sua empresa obtenha uma vantagem sobre seus concorrentes.

Como a sua empresa faz a precificação dos seus produtos? Comente com a gente e não deixe de ler o nosso blog!

Controle de vendas: Assuma o controle da sua carteira de clientes

Há algumas semanas falamos aqui no blog sobre o que é o controle de vendas e indicamos como implementá-lo.

Hoje quero dar enfoque a gestão do cliente dentro do controle de vendas. Afinal, este é um assunto muito amplo. Existe um olhar focado para o estoque, tanto sobre sua capacidade, sazonalidade, giro, disponibilidade, dentre outras características, para o produto e sua qualidade, para o discurso (ou scripts) no relacionamento com os clientes, nos processos referentes a identificação básica do seu primeiro funil de vendas, etc.

Você já fez uma análise sobre como seus vendedores se relacionam em geral com sua carteira de clientes? Sua equipe é composta meramente por “tiradores de pedido”, que recebem uma solicitação do cliente e agem de forma reativa, ou é uma equipe pró-ativa, que se relaciona com o cliente, entende suas necessidades e é capaz de ofertar o mix correto para o cliente? O conhecimento sobre sua carteira de clientes e a capacidade de fazer ofertas que fazem sentido para a mesma é fundamental para que sua equipe tenha o tão almejado controle da carteira de clientes.

Vamos tratar de um caso hipotético onde João, que está começando seu novo negócio, construiu uma bela loja em um excelente ponto da cidade, entrou em contato com um grande amigo, que já trabalha no mesmo ramo de comércio, em busca de uma indicação de um bom distribuidor para fazer a primeira compra de sua loja e abastecer sua loja pela primeira vez. Loja zero! Prateleiras intocadas! Prontas para receberem seus produtos! Esse grande amigo indica sua empresa para que João faça a primeira compra, afinal, vocês já tem relacionamento de sucesso de longos anos trabalhando juntos. João liga para seu vendedor e pergunta: “Qual o mix de produtos você me indica para abastecer minha loja pela primeira vez?”. Seu vendedor saberia responder a essa pergunta de forma inteligente? Congelaria? Chamaria o supervisor, que chamaria o diretor, que acabaria chegando até o empresário para resolver essa questão? Isto é um caso extremo, mas tente pensar no básico: seu vendedor conhece sua carteira de clientes a ponto de conseguir implantar um mix rentável para o cliente?

Quando tratamos de controle de vendas no comércio B2B, ou seja, quando falamos do início até o meio da cadeia, trabalhando com fabricantes, importadores, distribuidores e atacadistas, observo que há sempre uma questão em comum: o supervisor, ou diretor, ou gestor, ou quem quer que seja que está com o poder decisório nas mãos, sempre quer vender mais mix! Quando é o lançamento de um produto novo, todo mundo sabe o que fazer, chovem ideias criativas, mas o tal do mix é o terror dos vendedores B2B. E, realmente, não é fácil trabalhar o mix, pois precisamos de uma série de informações do cliente para que isto seja efetivo:

  1. Qual a curva ABC, em termos de quantidades de vendas no mês, dos produtos que seu cliente compra de você na ponta dele?
  2. Qual a curva ABC desses mesmos produtos em termos de faturamento e de lucro bruto que seus clientes possuem?
  3. Dentro da estratégia da sua empresa, qual a curva ABC de produtos indicada para operar nas negociações?

Caso sua empresa tenha implantado um controle de vendas, essas questões acima não devem ser tão difíceis de responder. Talvez com o cruzamento de uma meia dúzia de relatórios, se tenham todas as informações em mãos. Sendo assim, como assumir o controle da sua carteira de clientes? Como não perder vendas e bons clientes para a concorrência? E, por fim, como, com o controle da sua carteira em mãos, aumentar as vendas de mix? É isso que você quer saber, certo?

Tentei compilar um pouco da nossa experiência, com os clientes da Mainô, em um processo para melhorar o controle de vendas e assumir o controle da sua carteira de clientes em 4 passos.

Passo 1: extraia a Curva ABC dos seus clientes

Há um tempo falamos aqui no blog sobre como utilizar a curva ABC na prática em seu comércio e sobre diversas aplicações da curva ABC. Como você classifica seus clientes na curva ABC vai ser determinante para todo o processo. Eu sugiro que sejam classificados pela margem ou pelo faturamento, minimamente, para que se possa ter o efeito esperado ao final desta análise.

Passo 2: extraia a Curva ABC do seu mix de acordo com a margem dos produtos

Este é outro passo fundamental! Você precisa entender quais os produtos de maior margem do seu mix e quais são os produtos que a margem é baixa ou até trabalha-se no prejuízo para abertura de mercado, para que sua análise de oferta faça sentido.

Passo 3: entenda o ciclo de vida dos produtos de seu mix no estoque do seu cliente

Este, certamente, é o passo mais complexo dentro deste processo. Você precisa conhecer qual o giro de cada um dos produtos do seu mix no seu cliente. Neste passo você entenderá se a capacidade de venda do seu cliente para o seu mix de produtos está aderente com o que sua empresa tem como objetivo. Vou exemplificar:

  • Exemplo 1: Produto XPTO é o produto que seu cliente mais compra, contudo, na curva ABC de margem ele é C. Pode até ser que você o venda no prejuízo. É um produto que seu cliente não deixa nunca acabar no estoque e, possivelmente, que vem ditando o intervalo de compras do mesmo com a sua empresa. Isto te arremete a algum caso na sua empresa?
  • Exemplo 2: Produto XYZ é um produto A na sua curva de margem. Sempre que o cliente vai fazer o pedido seus vendedores são instruídos a colocar umas unidades no pedido para ele, mas, eventualmente, não conseguem, porque o ritmo de saída deles é mais lento. Até vendem. O cliente aceita comprar, mas não é sempre.
  • Exemplo 3: Produto XYK é um produto B. Tem uma boa aceitação pelo mercado. Seus vendedores sempre adicionam nos pedidos porque os clientes aceitam. Não tem uma margem fantástica, mas também não deixa sua empresa no prejuízo e, aparentemente, tem o mesmo efeito para o cliente. Sempre que o pedido vem, a prateleira já está meio vazia e com o estoque próximo de acabar. Sai muito bem na ponta do varejo quando tem uma promoção diferenciada.

Passo 4: o grande final é entregar uma sugestão de pedido de compra para seu cliente

Seu vendedor, com os dados dos três passos acima em mãos, deve entrar em contato com o seu cliente aproximadamente na época em que o mesmo faz o pedido, de preferência alguns dias antes, sugerindo um mix já com as quantidades, valores, itens que serão comprados, etc. O pedido deve conter os produtos que são C para você, mas que ditam o ciclo de compras de seu cliente, mas deve conter todos os produtos A e B do seu mix (TODOS, você leu direito), com quantidades que façam sentido para o ciclo de compras de seu cliente, de modo que, caso ele comprasse todo aquele pedido, de modo previsível, quando se aproximasse a sua próxima compra, o estoque do mesmo estivesse próximo do fim nas prateleiras do seu cliente.

Não se engane. O cliente não vai comprar tudo que seu vendedor, de forma pró-ativa, ofertou. Contudo, tenho certeza de duas coisas: primeiro, que a quantidade de itens que ele vai riscar do pedido vai resultar, ainda assim, em um pedido maior que o mesmo vem comprando e, segundo, que o mix de produtos A e B vai estar bem representado no final.

Vai dar muito trabalho. Seus vendedores vão ter que se relacionar muito mais que o habitual com os clientes de sua carteira. Mas, para ter um controle de vendas efetivo, os vendedores da sua empresa terão que assumir o controle de sua carteira de clientes. Sua empresa venderá mais mix, aumentando a margem de lucro sobre os pedidos. Vocês fidelizarão sua carteira de clientes, afastando a concorrência, pois tenho certeza que os compradores, pelo lado dos seus clientes, não encontrarão atendimento consultivo nesse nível em outro local.

O processo é esse. Agora é só levar este artigo até sua equipe, planejar como vocês vão colocar esse processo em prática e, se você utilizar as informações aqui do artigo para melhorar seu processo, não esquece de vir aqui no blog contar para a gente como foram os resultados! Sempre ficamos felizes em saber que conseguimos ajudar as empresas de comércio do Brasil a evoluírem!

Não consegue essas informações? Não tem ferramenta adequada e não conhece como fazer isso? Quer colocar esse processo para funcionar, mas precisa de ajuda? Que tal conhecer os nossos produtos Traxo e Comex NF-e? Com eles você vai conseguir todos esses relatórios que citei anteriormente, além de que, treinamento a equipe da sua empresa para operar utilizando essas informações e migramos seus dados para que a transição para nossas ferramentas seja o mais tranquila possível. Entre em contato conosco e peça uma demonstração das nossas ferramentas, sem compromisso.

Até a próxima!

O que é controle de vendas e como implementar?

Já dizia Mary Kay: “Nada acontece até que alguém venda alguma coisa”. Apesar de óbvio, muitas empresas no seu dia a dia não dão o devido valor para essa afirmação. A prova disso é a quantidade de empresários que ainda não implementaram adequadamente um bom controle de vendas em suas empresas.

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