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A atuação das mulheres no comércio exterior

  • Foto de Suellen Martins Escrito por Suellen Martins
Tempo de Leitura 3 Minutos
  • Postado: 8 de mar de 2023

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A jornada pela conquista dos direitos das mulheres é marcada por muitas lutas, principalmente quando falamos de mercado de trabalho e autonomia feminina. Vários protestos, revoltas e greves aconteceram para que elas alcançassem o mínimo de igualdade política e econômica.

Somente nas últimas décadas, elas conseguiram um espaço maior na sociedade e condições melhores para desempenharem suas funções. Antes disso, a participação delas no ramo de trabalho era totalmente marcada por exploração e violência. O próprio Dia Internacional da Mulher se originou a partir de um ato cruel contra as trabalhadoras, em 25 de março de 1911. 

Naquele dia, um incêndio atingiu a fábrica de vestimentas “Triangle Shirtwaist”, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. A tragédia matou 146 pessoas, sendo 123 mulheres. Na época, as portas da fábrica ficavam trancadas para impedir que elas saíssem para descansar durante o turno. Por isso, as vítimas não puderam fugir do fogo. 

De maneira gradativa, as mulheres foram assumindo posições em áreas predominantemente masculinas, como é o caso do comércio exterior. Neste artigo, vamos falar mais sobre a participação delas nesse setor e a importância dessa representatividade. 

Mulheres no comércio exterior: como começaram?

Ainda que a presença feminina esteja apagada em diferentes momentos da história, as mulheres estão envolvidas nas operações do comércio internacional desde a antiguidade, com a venda de produtos para países estrangeiros nos portos e feiras. Geralmente, elas dependiam da permissão do marido, que já trabalhava nessa área. 

Em alguns países asiáticos, como a China, essas senhoras ajudavam a movimentar a economia, pois detinham conhecimento sobre os ítens comercializados e auxiliavam os cônjuges com as negociações. As escocesas também executavam atividades de forma ativa no comex. Entre os séculos XVI e XIX, elas atuaram na troca de mercadorias durante viagens pelo Báltico e pela Escandinávia. 

Mesmo que os livros tenham deixado de lado a contribuição feminina para o comex, essas mulheres foram fundamentais para a construção de riqueza de seus países. Muitas vezes, elas comercializavam matérias-primas, artefatos e alimentos ou agiam indiretamente, fornecendo esses itens para serem vendidos pelos homens. 

Cenário atual das mulheres no comex

Apesar de ser um triunfo feminino, a inserção das mulheres no mercado de trabalho também está relacionada à mão-de-obra barata, uma vez que elas não recebiam um salário justo nem ocupavam cargos importantes. As consequências dessa desigualdade são vistas até hoje. Um relatório do Fórum Econômico Mundial apontou que serão necessários mais 267 anos para a equidade salarial entre homens e mulheres ser alcançada no mundo. 

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Segundo o IBGE, as trabalhadoras brasileiras recebem quase 21% a menos que o gênero oposto. Entretanto, uma pesquisa da Catho mostrou que 30% das mulheres cursaram nível superior e pós-graduação, enquanto homens são 24%. Em resumo, mesmo sendo mais instruídas, elas ganham menos. 

Quando falamos de comex, nos últimos 20 anos, tem sido possível observar mais profissionais femininas, inclusive em posições de destaque. Além de ocupar bons cargos, elas têm feito mais cursos e especializações para atuar na área. Essa representatividade é muito importante para que outras mulheres se sintam inspiradas a ingressarem num setor que ainda é majoritariamente masculino. 

De acordo com o artigo “External Trade Effects on Women’s Employment: The case of Brazil”, de Marta Reis Castilho, 53% dos cargos de alta qualificação são ocupados por mulheres nas empresas de exportação. Já nas de importação, esse número representa 32,4%. 

Em 2021, foi lançado o estudo “Desafios da Facilitação do Comércio para Mulheres Comerciantes e Despachantes Aduaneiras no Brasil”, iniciativa do Grupo Banco Mundial. O objetivo era entender os obstáculos que impedem a participação igualitária das mulheres no comércio internacional. 

Conforme a investigação, mais da metade (55%) das despachantes aduaneiras afirmam ter passado por situações negativas com autoridades quando visitaram recintos alfandegados. Cerca de 67% das despachantes acreditam que seu feedback tenha sido levado em consideração, enquanto para os homens esse percentual foi de 74%. 

Um avanço para as mulheres

Naquele mesmo ano, houve um acontecimento histórico. Pela primeira vez, em 26 anos de existência, uma mulher assumiu a diretoria geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). Ngozi Okonjo-Iweala assumiu o posto durante a pandemia do coronavírus, sucedendo a Roberto Azevêdo. A economista e política nigeriana foi Ministra das Finanças do seu país por duas vezes. 

Embora com percalços, as mulheres têm consolidado seu espaço em todos os âmbitos da sociedade. No comércio exterior, o avanço delas tem sido expressivo e a tendência é ser cada vez mais forte. Nós da Mainô parabenizamos as mulheres do comex por sua determinação, força e inteligência. Feliz dia internacional da mulher!

E você, já sabia de todas essas informações? Deixe nos comentários! 

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