Coronavírus: como empresas estão sobrevivendo à crise

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O Coronavírus deixa um status de algo que poderia vir a ser um surto e passa ao estágio de pandemia com impactos reais nas empresas. Visto isso, como as empresas estão lidando com a crise?

Adaptações que outrora eram adiadas como, a tendência do modelo de trabalho remoto ou “home office”, hoje se fazem praticamente obrigatórias.

Entende-se que nem todos os negócios conseguem se adaptar rapidamente a um momento como esse, mas medidas precisam ser tomadas priorizando a saúde própria, de colaboradores, de seus familiares e da sociedade como um todo.

Neste artigo, iremos abordar todos os aspectos que hoje já são realidade e como as empresas podem tomar medidas para ultrapassar esse momento de crise que estamos vivenciando.

Coronavírus: como tudo começou

O primeiro alerta sobre o surgimento do coronavírus, foi dado em 31 de dezembro de 2019. Na ocasião, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu um comunicado sobre uma série de casos de pneumonia de origem desconhecida em Wuhan, cidade chinesa com aproximadamente  11 milhões de habitantes. Desde então, esse novo coronavírus, que recebeu o nome técnico Covid-19, matou milhares de pessoas na China e se espalhou por cinco continentes.

Coronavírus: impactos e status de Pandemia

Para muitos dos brasileiros, o vírus não passava de uma falácia.  Isso inclui políticos, trabalhadores e até mesmo os empresários. Isso de certa forma retardou uma ação mais estratégica pelas partes, fazendo com que medidas mais drásticas precisassem ser tomadas às pressas. 

A economia mundial enfrenta turbulências, desde que a disseminação do novo coronavírus começou. Diversos tipos de restrições, como a de voos da Europa para os EUA, bolsas de valores caindo em todo o mundo e o dólar em uma alta histórica são parte dos impactos causados pela pandemia. Os efeitos são percebidos em todas as áreas, sejam geopolíticas, econômicas e sociais.

Impactos na economia brasileira

Como o impacto do coronavírus já é uma realidade, não deixaria de atingir as mais diversas esferas no país.  A China, epicentro do vírus, é a principal produtora e fornecedora em, diversos setores,  para o Brasil. Isso afeta o fornecimento de produtos, gerando uma alta de preços, consequentemente, uma baixa no consumo. As pessoas deixam de viajar, desmarcam eventos, dispensam serviços e também precisam mudar a sua forma de trabalho por conta do isolamento.

Isso modifica o modelo de negócios das empresas, mesmo que de maneira provisória.

Por exemplo, a estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada hoje (19) no Rio de Janeiro, calcula que os prejuízos sofridos pelo setor até 115,6 mil empregos formais. Essa é a maior perda calculada até o momento e não há como reverter esse cenário, apenas se adaptar.

O que vem pela frente para as empresas?

Analisando os fatos, diversos “tabus” foram quebrados, impulsionando ainda mais as empresas e pessoas a tomarem a decisão de se reinventar e se adequar às novas tecnologias e as diferentes formas de trabalho.

Algumas situações que foram postas a mudança no atual cenário:

  •  Empresas desconheciam ou desencorajavam o home office;
  •  Gestores acreditavam que colaboradores não “rendiam” em casa;
  •  Alguns professores mais tradicionais desacreditavam no ensino à distância;
  •  Lojas físicas resistiam ao e-commerce;
  •  Restaurantes procrastinavam o delivery;
  •  Criticava-se as aulas virtuais para crianças;
  •  Fundos aconselhavam a bolsa como um excelente investimento.

 

Home office por conta do coronavírus.
*Escritórios vazios

As empresas estão sendo colocadas à prova em novas modalidades, e o que está em jogo é a  sobrevivência ao longo desta crise. Quantas coisas estão mudando? Quantos negócios estão sendo repensados? A forma de fazer negócios certamente mudará após esse momento.

Adaptação:como passar pela crise

Sabemos que nem todas as empresas, estão preparadas para enfrentar essa crise. Uma dica é: não resista. Colocar seus colaboradores em risco, ou até a si mesmo, não irá mudar o fato de que existe uma crise. Ela é real, e se o seu negócio quiser sobreviver, precisará de bastante resiliência e adaptação.

Diversas empresas se colocaram à disposição com seus produtos e serviços para ajudar a população nesse momento delicado. A Ambev, disponibilizou a sua capacidade de produção e matéria prima do álcool, para transformá-lo em gel higienizador e disponibilizá-los em hospitais públicos. Serviços de educação online e streaming, colocaram programações gratuitas em suas plataformas por 30 dias, para ajudar a população a ficar menos ociosa e buscar qualificação nesses dias de quarentena. Esses são belos exemplos que o seu negócio pode seguir e se fortalecer mesmo que em meio a uma pandemia.

Na Mainô, não foi diferente, nós de fato reafirmamos  nosso compromisso e disponibilidade em ajudar a cada empreendedor, sejam clientes ou não.

Durante esta semana, criamos uma série de webinários chamada “Mainô contra o Covid”, onde falamos sobre áreas que fazem parte do nosso dia a dia, e que sabemos que podem contribuir com empreendedores e empresas, para ultrapassar esse momento.

Coronavírus: Mainô contra o Covid

No primeiro dia da série falamos sobre trabalho remoto, o famoso “home office”. Os diretores da Mainô compartilharam como esse modelo de trabalho pode ser produtivo para o seu negócio, tomando alguns cuidados na hora de gerir a sua equipe;

Dia 01: Assista a gravação

O segundo dia (19/03) foi dedicado ao Comércio exterior. Falamos sobre os  impactos com convidados que além de especialistas, também possuem empresas que estão se deparando com as mesmas dores. Debatemos como todas se adaptaram e estão passando por esse momento de instabilidade;

Dia 02: Assista a Gravação

Amanhã, dia 20/03, você ainda terá a oportunidade de assistir um debate sobre como times de vendas estão mudando o seu foco em meio a um momento delicado, para gerar oportunidades de venda.

Dia 03: Assista Ao vivo: Adaptando vendas ao Home office

Conte nos comentários, como a sua empresa está se adaptando a este momento?

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Até a próxima.

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