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Gestão de riscos na importação: como proteger sua operação 

  • Foto de Suellen Martins Escrito por Suellen Martins
Tempo de Leitura 11 Minutos
  • Postado: 28 de maio de 2025

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As importações movimentaram cerca de US$ 262,5 bilhões em 2024, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Esse dado evidencia a relevância dessa atividade para a economia nacional. Entretanto, por trás desses números impressionantes, existe uma realidade que muitas empresas descobrem apenas quando já é tarde demais: importar sem uma gestão adequada de riscos pode transformar uma oportunidade de negócio em um pesadelo financeiro e operacional.

A complexidade das operações de importação no Brasil, combinada com um ambiente regulatório dinâmico e desafios logísticos únicos, torna a gestão de riscos não apenas recomendável, mas absolutamente indispensável para o sucesso empresarial. Empresas que negligenciam essa área frequentemente enfrentam atrasos que comprometem toda a cadeia produtiva e custos inesperados que corroem completamente a margem de lucro planejada.

Este artigo apresenta um guia completo sobre gestão de riscos na importação, abordando desde os conceitos fundamentais até as estratégias práticas que sua empresa pode implementar hoje mesmo para proteger suas operações e garantir resultados sustentáveis no comércio exterior.

O que é a gestão de riscos na importação e por que ela é essencial

A gestão de riscos na importação é o processo sistemático de identificação, análise, avaliação e tratamento de todos os fatores que podem impactar negativamente uma operação de comércio exterior. Ela engloba desde a análise prévia de fornecedores internacionais até o controle de variações cambiais, passando pela conformidade documental e aduaneira.

Transformar esse conceito em realidade significa criar um sistema de prevenção e resposta que protege a empresa contra prejuízos financeiros, atrasos operacionais e problemas regulatórios. Segundo informações consolidadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em 2024 houve 5.663 operações de embarque de contêineres em portos no Brasil. Dentre essas operações, somente 1.277 (23%) ocorreram dentro do prazo previsto, sendo que a maioria – 3.219 operações – sofreu atrasos significativos.

Esses números revelam apenas a ponta do iceberg quando analisamos os custos reais envolvidos nas operações de importação. Uma classificação incorreta de NCM, por exemplo, pode resultar em multas que variam de 1% a 150% do valor da mercadoria, dependendo da gravidade da infração. Quando combinamos essa realidade com os atrasos portuários mencionados, que podem gerar custos adicionais de armazenagem de até US$ 500 por contêiner por dia, percebemos que uma única falha pode comprometer completamente a viabilidade financeira de uma operação.

Entendendo os riscos que afetam a operação

Riscos fiscais

Os riscos fiscais representam uma das maiores preocupações para importadores brasileiros, especialmente devido à complexidade do sistema tributário nacional e às constantes mudanças na legislação. Esses riscos envolvem desde a aplicação incorreta de alíquotas até problemas de conformidade com obrigações acessórias que podem gerar autuações severas.

O sistema tributário brasileiro incide em múltiplas camadas de impostos sobre as importações. Além disso, a classificação fiscal incorreta é uma das armadilhas mais comuns. Um pequeno erro no código NCM pode resultar em multas que chegam a 150% do valor da mercadoria, sem contar os juros e encargos. 

Riscos logísticos

A logística internacional apresenta desafios que podem transformar uma operação lucrativa em fonte de prejuízos significativos. Desde congestionamentos portuários até problemas de infraestrutura, os riscos logísticos exigem planejamento cuidadoso e estratégias de contingência bem estruturadas.

Os atrasos portuários são uma realidade constante no Brasil. Mesmo esperas de poucos dias podem gerar custos de sobrestadia (demurrage) que variam entre US$ 50 e US$ 500 por dia, dependendo do tipo de embarcação. Outros fatores também podem impactar severamente as operações: greves, problemas de infraestrutura, entre outros. A paralisação dos caminhoneiros em 2018 serve como exemplo emblemático de como eventos inesperados podem interromper completamente as cadeias de suprimento por semanas.

Riscos cambiais

A volatilidade do câmbio representa um dos riscos mais dinâmicos e imprevisíveis para as operações de importação. Como a maioria das transações internacionais é realizada em dólar americano, qualquer flutuação na relação Real/Dólar impacta diretamente os custos e a viabilidade financeira dos negócios.

A moeda americana apresenta oscilações significativas ao longo do tempo. Uma empresa que fecha um negócio com o dólar a R$ 5,00 pode ver esse valor subir para R$ 5,50 ou mais no momento do fechamento, gerando custos acima do previsto. Para importações de grande volume, essa diferença pode representar centenas de milhares de reais não planejados.

O problema se agrava quando consideramos que muitas empresas trabalham com margens apertadas e dependem de importações regulares para manter seus estoques. Nessas situações, variações cambiais adversas podem comprometer não apenas uma operação específica, mas toda a estratégia comercial da empresa.

Principais áreas de risco na operação de importação

Classificação incorreta de NCM

A Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) é o sistema de classificação de mercadorias que determina a alíquota de impostos, as exigências de licenciamento e os controles administrativos aplicáveis a cada produto importado. Cada mercadoria deve ser classificada com um código específico de oito dígitos.

O principal desafio surge quando produtos podem se enquadrar em diferentes classificações, cada uma com tributações distintas. Equipamentos eletrônicos, por exemplo, podem ser classificados como telefones, computadores ou equipamentos de comunicação, resultando em alíquotas completamente diferentes. A complexidade aumenta com produtos multifuncionais ou compostos por diferentes materiais. 

Emissão incorreta de nota fiscal de importação

A nota fiscal de importação formaliza a entrada da mercadoria estrangeira no país e deve refletir exatamente as informações declaradas na Declaração de Importação (DI) ou Declaração Única de Importação (Duimp). Divergências entre esses documentos podem gerar problemas fiscais tanto federais quanto estaduais.

Os erros mais frequentes incluem diferenças entre valores declarados, problemas na classificação fiscal, cálculo incorreto de impostos e inadequação na apropriação de créditos tributários. Essas falhas influenciam diretamente na utilização de créditos de PIS, COFINS e ICMS, podendo gerar rejeições durante inspeções fiscais.

Falhas no Catálogo de Produtos para DUIMP

A DUIMP exige que empresas mantenham um Catálogo de Produtos detalhado e atualizado com informações precisas sobre todas as mercadorias importadas. Este cadastro alimenta o sistema de parametrização de risco da Receita Federal.

Informações incompletas, descrições genéricas ou inconsistências entre o catálogo e a documentação da importação resultam em parametrização para conferência física. Dessa forma, aumenta-se significativamente o tempo de liberação das mercadorias e os custos de armazenagem portuária.

O catálogo deve conter dados técnicos específicos, composição detalhada, finalidade de uso e outras características que permitam a identificação precisa do produto. Descrições vagas como “equipamento eletrônico” ou “produto químico” são insuficientes e aumentam o risco de retenção da carga.

Como estruturar uma gestão de riscos eficaz

Uma boa gestão de riscos na importação é o que diferencia empresas preparadas de empresas vulneráveis. Em meio a um cenário regulatório complexo no Brasil, com variações cambiais frequentes, alterações na legislação e novas exigências como o Catálogo de Produtos para DUIMP, atuar de forma preventiva deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade.

A seguir, veja os três pilares fundamentais para construir uma gestão de riscos realmente eficaz.

1. Mapeamento e identificação dos pontos críticos

Antes de corrigir falhas, é preciso saber onde elas normalmente estão. O mapeamento de riscos começa com a análise detalhada de cada etapa do processo de importação, desde a escolha do fornecedor internacional até a entrada da mercadoria no estoque.

Nesse diagnóstico, o foco deve estar em identificar pontos críticos como:

  • Classificação fiscal de produtos (NCM);
  • Controle cambial e custos financeiros;
  • Conformidade documental e fiscal (NF-e, DUIMP, LPCO);
  • Processos logísticos sujeitos a atrasos ou avarias.

Quanto mais preciso for esse levantamento, mais eficiente será a prevenção e contenção de danos. Infelizmente, é comum empresas descobrirem riscos ocultos apenas no momento em que a operação de fato acontece.

2. Adoção de processos automatizados com tecnologia especializada

Automatizar tarefas repetitivas e sujeitas a erro humano é uma das formas mais rápidas e eficazes de mitigar riscos. Softwares especializados, como o ERP da Mainô, ajudam a manter a assertividade, rastreabilidade e conformidade fiscal de ponta a ponta.

A tecnologia certa permite:

  • Validar informações automaticamente antes da emissão da NF-e de importação;
  • Integrar o Catálogo de Produtos ao Portal Único com consistência;
  • Emitir alertas em tempo real sobre divergências fiscais ou prazos críticos, entre muitas outras funcionalidades que verdadeiramente impactam a operação da empresa de forma positiva. 

Mais do que agilizar o processo, a automação evita erros que custam caro — em tempo, dinheiro e penalidades.

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3. Treinamento da equipe para prevenir falhas humanas

A tecnologia reduz riscos, mas não elimina a importância da capacitação humana. Para que os sistemas sejam usados com eficiência, é indispensável que a equipe envolvida na área de importação da empresa tenha conhecimento aprofundado sobre todas as etapas do processo.

Conhecer os riscos específicos da importação, entender como funciona o Novo Processo de Importação (DUIMP), acompanhar as mudanças na legislação tributária e saber como preencher corretamente documentos como LPCO, Catálogo de Produtos e NF-e são competências que precisam estar presentes no dia a dia da operação.

Treinamentos regulares não apenas atualizam o time sobre essas exigências, mas também padronizam procedimentos, reduzem retrabalho e facilitam a escalabilidade da área. Uma equipe preparada age com mais autonomia, antecipa possíveis problemas e colabora ativamente para uma operação mais segura e eficiente.

Boas práticas para prevenir riscos na importação

Para prevenir riscos na importação, é preciso estabelecer uma cultura interna baseada em previsibilidade, controle e atualização constante. Ao aplicar boas práticas no dia a dia da operação, a empresa reduz a chance de erros e melhora a eficiência.

Veja a seguir quatro práticas fundamentais para uma gestão de riscos mais segura:

1. Padronize seus processos com tecnologia

Empresas que dependem de planilhas e processos manuais enfrentam mais falhas, retrabalho e inconsistência entre departamentos. A padronização, com apoio de sistemas confiáveis, é o primeiro passo para reduzir riscos operacionais.

Com um ERP especializado em importação, como o da Mainô, é possível:

  • Criar fluxos automatizados desde o pedido internacional até a emissão da NF-e;
  • Garantir que todos os dados da importação estejam integrados (despacho, estoque, fiscal);
  • Evitar variações de preenchimento que impactam o Catálogo de Produtos e a DUIMP.

Isso reduz a dependência de ações manuais e garante mais uniformidade nas informações — essencial para manter a operação em conformidade.

2. Use IA como aliada na tomada de decisão

A inteligência artificial vem transformando a forma como os profissionais do comércio exterior lidam com dados. Quando usada de forma estratégica, a IA ajuda a prever cenários, sugerir correções e acelerar decisões.

Na prática, isso significa:

  • Sugestões automatizadas para preenchimento do Catálogo de Produtos;
  • Detecção de divergências fiscais antes da emissão da nota;
  • Apoio ao time fiscal com validações automáticas baseadas em regras atualizadas.

A IA da Mainô, por exemplo, atua como um balizador técnico, ajudando importadores e despachantes a economizarem tempo e tomarem decisões mais seguras.

3. Crie uma cultura de compliance dentro da empresa

Compliance não é responsabilidade apenas do departamento fiscal ou do despachante. Ele deve estar presente na rotina de todos os envolvidos na operação de importação — do time de compras ao financeiro.

Para isso:

  • Estabeleça rotinas de checagem e validação;
  • Garanta que todos conheçam os principais riscos fiscais e aduaneiros;
  • Mantenha uma política clara de responsabilidade sobre documentos e prazos.

A tecnologia contribui com isso ao criar pontos de controle automáticos e fluxos com trilhas de auditoria. Assim, mesmo que uma falha aconteça, é possível identificar sua origem e corrigi-la rapidamente.

4. Revise periodicamente os parâmetros e regras fiscais

O ambiente tributário brasileiro passa por mudanças constantes — e isso impacta diretamente a importação. Atualizações em alíquotas, regimes especiais, legislação do ICMS e estrutura da DUIMP exigem atenção contínua.

Empresas que não revisam seus parâmetros fiscais correm o risco de:

  • Perder benefícios fiscais;
  • Gerar NF-es com erros que impedem o aproveitamento de crédito;
  • Serem autuadas por descumprimento de normas recentes.

Por isso, é fundamental revisar as regras e tributos configurados no sistema com frequência. A Mainô oferece ferramentas e alertas que facilitam essa atualização, além de conteúdos técnicos para manter sua equipe sempre informada.

Como as soluções da Mainô ajudam a reduzir riscos na importação

Com o avanço da digitalização do comércio exterior e a obrigatoriedade de novas exigências, como o Catálogo de Produtos e a DUIMP, contar com ferramentas confiáveis deixou de ser diferencial e passou a ser essencial. A Mainô desenvolveu soluções especializadas para que empresas importadoras tenham mais segurança, agilidade e controle em cada etapa da operação.

ERP especializado com validações fiscais e tributárias

O ERP da Mainô foi desenvolvido especificamente para atender às necessidades de empresas que atuam com importação. O sistema automatiza processos críticos e conta com validações embutidas que evitam erros na emissão da nota fiscal de importação, no cálculo de tributos, na escrituração fiscal, entre outros pontos críticos.

Essas validações ajudam a evitar:

  • Classificações fiscais inconsistentes;
  • Divergências de dados entre o sistema e o Portal Único;
  • Perda de créditos tributários por falhas na NF-e.

Além disso, o sistema é atualizado constantemente para acompanhar mudanças na legislação — como a transição para o Novo Processo de Importação.

IA aplicada à catalogação de produtos

A catalogação de produtos para DUIMP é um dos pontos de maior complexidade para o importador. A Mainô aplica inteligência artificial no processo de catalogação, ajudando o usuário a preencher os atributos com agilidade e prevenir erros que possam travar a transmissão da declaração.

A IA da Mainô atua como uma ferramenta de apoio técnico:

  • Sugere atributos com base na descrição do produto;
  • Indica inconsistências antes do envio ao Portal Único;
  • Reduz o tempo de catalogação e o risco de autuações.

Essa tecnologia é especialmente útil para importadores, consultores e empresas que operam com múltiplos produtos e clientes.

Plataforma integrada que conecta todos os dados da operação

Outro diferencial da Mainô é a integração entre módulos fiscais, logísticos e operacionais. Toda a jornada da importação — do pedido internacional ao faturamento — acontece dentro de uma única plataforma, garantindo consistência nos dados e rastreabilidade completa.

Com isso, a empresa tem:

  • Menos retrabalho;
  • Mais previsibilidade;
  • Alertas e relatórios centralizados;
  • Redução de falhas manuais e desencontro de informações.

Conclusão

A gestão de riscos na importação não precisa ser complexa, mas sim estratégica. Com processos bem mapeados, tecnologia especializada e uma equipe capacitada, é possível transformar riscos em oportunidades de ganho de eficiência, economia tributária e segurança operacional.

A Mainô apoia empresas e profissionais do comércio exterior nessa jornada, oferecendo soluções específicas para os desafios do importador. Se sua empresa está se preparando para o Novo Processo de Importação ou quer mais controle sobre as operações, vale conhecer os produtos que já estão prontos para esse cenário.

Quer ver na prática como funciona? Teste o sistema gratuitamente por 7 dias.

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