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Como importar da China: Entenda o processo

  • Foto de Letícia Eloi Escrito por Letícia Eloi
Tempo de Leitura 11 Minutos
  • Postado: 10 de jan de 2022
Atualizado: 25 de maio de 2023

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Não é mistério para ninguém o papel de fábrica do mundo desempenhado pela China nos dias de hoje. Ao conferir produtos diversos, de simples objetos de plástico, como potes, brinquedos, enfeites de Natal, até máquinas e eletrônicos, nos deparamos com o tão famoso Made in China.

Se, há uns anos, os bens fabricados e exportados pela China se resumiam a imitações ou objetos baratos, hoje, vinte anos após a entrada do país na OMC, a China se tornou um centro de inovação e qualidade tecnológica. Marcas, como a Huawei e a Xiaomi, se tornam cada vez mais populares no mercado Ocidental, sendo símbolos de inovação, qualidade e bom preço. 

Importar da China é considerada uma importante estratégia de negócios, adotada por empresas de diversos segmentos. Seja na importação de máquinas e equipamentos para a indústria de base, na importação de tecnologias de ponta ou de bens de consumo para a revenda, muitas delas enxergam e fazem da importação de produtos chineses o ponto central do seu desenvolvimento.

Se você tem interesse em importar da China, continue lendo este artigo e inteire-se sobre o processo, os principais produtos, as vantagens e os desafios desta empreitada.

Você verá:

  • Importando da China: passo a passo
  • Por quê importar da China?
  • Principais custos de uma importação da China
  • Produtos mais comuns na importação
  • Principais vantagens e desvantagens da importação
  • Como é feito o desembaraço aduaneiro na importação?
  • Principais pontos de atenção

Importando da China: passo a passo

Como consumidores, já estamos familiarizados com a compra de produtos chineses em sites como a Aliexpress e a Shein. No entanto, a importação com fins comerciais se distingue fundamentalmente da importação para consumo próprio. 

As lojas on-line mencionadas acima não são uma boa alternativa para uma empresa que deseja, por exemplo, revender produtos chineses. Então, como importar da China? Abaixo trataremos dos pontos principais do processo:

1. Tenha um CNPJ

Parece bobeira, mas é importante reforçar que um CNPJ, mesmo de MEI, é essencial para realizar operações de comércio exterior de forma legal. Dessa forma, eventuais impostos e taxas inerentes ao processo de importação serão recolhidos corretamente, sem o risco de uma sanção pelo governo.

2. Possua uma Habilitação no RADAR/Siscomex

Além disso, você precisará da habilitação no RADAR/Siscomex. Esta é obrigatória para operar no comércio exterior. A habilitação deve ser feita no RADAR (Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros), que centraliza todas as informações referentes ao Comex.

3. Defina o tipo de importação: Direta ou Indireta

Um fator fundamental que definirá a sua jornada na importação é se você importará diretamente do fabricante ou se buscará uma trading, uma intermediária para o processo de importação. Ambas opções possuem seus benefícios e seus desafios.

Importar diretamente do fabricante

Se optar por importar diretamente do fabricante, você será o responsável por lidar com todas as burocracias do processo, o que exige uma certa experiência importadora da sua empresa. É válido destacar que você também pode buscar um despachante aduaneiro para cuidar dos processos.

Negociar direto com o fabricante possibilita uma redução de custos e, até mesmo, a customização/personalização do produto desejado. Também é possível combinar o recebimento de amostras e quantidade mínima de bens.

Importar por meio de uma Trading

Uma Trading consiste em um intermediário entre o fabricante e o comprador, que reúne um catálogo variado de produtos. Ela compra, estoca e revende os produtos. Ao optar por essa categoria, você terá acesso a diversos produtos de fabricantes distintos, porém de forma centralizada, reduzindo eventuais custos de frete.

Essa pode ser a opção mais prática para um importador iniciante, ainda que os preços dos bens não sejam os mesmos dos preços de fábrica. Quer saber melhor como funciona esse tipo de importação? Veja mais no artigo de Importação por Conta e Ordem! 

Se a sua intenção for criar um e-commerce de revenda de produtos chineses, uma outra opção é a realização do dropshiping. Essa é uma forma de venda em que o vendedor não mantém nenhum produto em estoque.

Por meio do dropshiping, é possível negociar diretamente com o fornecedor, que vende o produto por um preço x. Você anuncia o produto no seu e-commerce por um preço y, incluindo seu lucro e custos logísticos, e a mercadoria será enviada ao cliente diretamente pelo fornecedor. 

Dessa maneira, você faz a compra e revenda do item, mas não precisa de estoque, uma vez que o produto é enviado direto para o consumidor. No entanto, vale a pena contratar a customização da embalagem, de forma que a sua marca não perca valor.

4. Escolha bem os seus fornecedores

Um ponto muito delicado ao pensar em importar da China é justamente a análise e escolha dos fornecedores. Muitas vezes, a distância geográfica, as diferenças culturais e as barreiras linguísticas são encaradas como um entrave nesse processo. Mas não é bem assim. 

Saiba tudo sobre o Ano Novo Chinês, um dos maiores feriados da cultura chinesa, e como afeta o comex!

Atualmente, é possível pesquisar e se conectar com fornecedores do mundo todo pela internet. A dica é: use os grandes sites B2B chineses a seu favor, como o Alibaba e o Made in China. Nesses sites você terá acesso a uma gama de fabricantes dos mais diversos produtos. 

Lembre-se: encontrar fornecedores confiáveis pode ser o ponto central no sucesso da sua empreitada. Por isso, atente-se às documentações legais exigidas para o produto desejado, como licenças e certificações de qualidade, de acordo com a NCM relacionada. Fora isso, conheça bem a capacidade de produção do fornecedor, prazo de entrega e demais aspectos que podem influenciar a compra.

Por quê importar da China?

Apesar da importação poder ser custosa, importar da China pode trazer muitas vantagens para a sua empresa. Confira algumas delas:

  • Preço: ainda que a importação encareça o bem, o custo final produto pode ser menor do que o produzido nacionalmente, já que os produtos chineses são, em geral, bem mais baratos;
  • Exclusividade: alguns produtos são produzidos exclusivamente pela China, indo de artigos de papelaria, até tecnologias de ponta;
  • Inovação: atualmente, o país é um dos que mais investe em tecnologia e inovação, estando entre os primeiros nos pedidos de patente. Aliado a um preço mais baixo, esse fator torna os produtos chineses ainda mais atrativos;
  • Capacidade de fornecimento: além de possuir uma elevada capacidade de produção de forma geral, a China conta com uma grande diversidade de fabricantes. Isso possibilita mais opções na escolha de fornecimento e amplia o espaço de negociação;
  • Qualidade: por muito tempo, os produtos chineses foram associados à baixa qualidade. Entretanto, hoje em dia, o país possui marcas nacionais fortes, sobretudo no setor de eletrônicos, como a Huawei e a Xiaomi.

Sendo assim, apesar dos custos e do tempo de importação, importar da China pode ser uma estratégia importante no desenvolvimento da sua empresa e na ampliação dos seus negócios.

Principais custos de uma importação da China 

Para trazer mercadorias da China, é preciso arcar com alguns custos de importação. Vale ressaltar que eles variam de acordo com vários fatores, como tipo de produto, quantidade, modal de transporte, taxas alfandegárias, entre outros. Veja quais são:

Valor da mercadoria: O valor do produto importado desempenha um papel fundamental na determinação do preço final e na margem de lucro, pois também serve como base para o cálculo dos impostos. Portanto, quanto mais baixo for o valor do produto, menores serão os custos de importação e os impostos a serem pagos.

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Impostos: Ao chegar ao Brasil, uma carga importada requer o pagamento de impostos pelo importador, a fim de legalizar a importação e permitir a circulação do produto pelo território nacional. Os tributos que incidem sobre a operação são: II, IPI, PIS, COFINS, ICMS e ISS.

Logística: As despesas logísticas estão relacionadas ao manuseio, transporte, armazenamento e entrega da carga. Uma importação mal planejada pode gerar prejuízos para os importadores. Por exemplo, se a mercadoria passar pelo canal de inspeção mais rigoroso (vermelho), precisará ficar retida na alfândega por mais dias, o que aumenta os custos de armazenagem.

Frete: O transporte internacional é responsável por trazer uma carga de outro país, e as modalidades mais utilizadas são o transporte marítimo e o transporte aéreo. Os custos do frete variam de acordo com o tipo de contêiner utilizado, a quantidade de espaço ocupado, a distância entre a origem e o destino da mercadoria, além de considerações como a oferta e a demanda no mercado. 

Seguro: Embora o seguro de carga não seja obrigatório, é altamente recomendado. A ocorrência de imprevistos não é previsível e, caso não esteja devidamente protegido, pode resultar em grandes prejuízos.

Despesas aduaneiras: Essas despesas estão associadas ao processo de desembaraço da mercadoria e são de responsabilidade do importador. Os custos variam conforme o tipo de serviço e o volume da carga.

Produtos mais comuns na importação 

Já sabemos que o país é o maior centro de produção de bens do mundo. Também vimos as principais etapas sobre como importar da China, além dos benefícios. É interessante, também, conhecer quais são os principais produtos chineses importados pelo Brasil:

  1. Equipamentos de telecomunicações;
  2. Tubos e válvulas termiônicas;
  3. Plataformas e estruturas flutuantes;
  4. Compostos organo-inorgânicos;
  5. Demais produtos – Indústria de Transformação;
  6. Máquinas e aparelhos elétricos;
  7. Aparelhos elétricos para ligação;
  8. Peças e acessórios para escritório;
  9. Medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários;
  10. Máquinas de energia elétrica.

Nessa lista, destaca-se a presença dos equipamentos e acessórios eletrônicos, assim como insumos para a indústria, de base e setorial, como a farmacêutica. Isso exemplifica a diversidade do mercado chinês e as múltiplas oportunidades de negócios existentes.

Por outro lado, uma variedade de outros produtos também é importada. Entre as categorias populares, estão artigos para a casa, eletrônicos em geral, peças para esses aparelhos, peças de automóveis, roupas e muitos outros itens. 

O que não posso importar?

Entretanto, existem algumas restrições na importação de produtos para o Brasil. Segundo a Receita Federal Brasileira, é proibido importar:

  • bens destinados à revenda ou a serem submetidos a processo de industrialização, quando importados por pessoa física, ressalvadas as importações realizadas por produtor rural, artesão, artista ou assemelhado;
  • produtos falsificados e/ou pirateados;
  • mercadoria atentatória à moral, aos bons costumes, à saúde ou à ordem pública; 
  • substâncias entorpecentes ou drogas;
  • moeda em espécie; e
  • produtos proibidos pelos órgãos de controle administrativo de saúde, metrologia, segurança pública, proteção ao meio ambiente, controles sanitários, fitossanitários e zoossanitários.

Principais vantagens e desvantagens da importação

Além de ter acesso a produtos que muitas vezes não têm no Brasil, fazer uma importação possui outros prós. Por exemplo, se o importador negocia com um país cuja moeda é mais desvalorizada, há uma vantagem cambial. 

Outro ponto relevante é o tempo de produção da mercadoria. Certas vezes, o tempo para importar uma carga é menor do que o período de produção dos produtos. Sendo assim, tem-se um pouco mais de agilidade. Junto a isso, o governo oferece alguns incentivos fiscais para empresas brasileiras importarem. 

Todavia, é essencial reconhecer que também existem desvantagens associadas a esse processo. Em primeiro lugar, está a possibilidade de atrasos na entrega dos produtos. Diversos motivos podem contribuir para esses atrasos, como problemas logísticos, atrasos no transporte, questões alfandegárias e problemas no fornecimento por parte do exportador. 

O mau planejamento é mais um problema. Quando não há um alinhamento entre a demanda prevista e a quantidade importada, resulta-se em prejuízos financeiros, desperdício de recursos e até mesmo perda de oportunidades de venda.

Por fim, a falta de confiança e credibilidade entre as empresas envolvidas pode gerar conflitos ao longo do processo. Isso acontece quando há desacordo em relação a prazos, qualidade dos produtos, condições contratuais ou problemas de comunicação. Consequentemente, leva a disputas legais, litígios ou a interrupção das relações comerciais entre as organizações.

Como é feito o desembaraço aduaneiro da importação? 

Em resumo, o desembaraço aduaneiro é um processo burocrático em que há a liberação da entrada de cargas vindas do exterior no País. Portanto, todos os bens e mercadorias, independente do que seja, que chegam ao Brasil passam por essa etapa. Em média, esse processo dura 8 dias, mas esteja preparado caso dure mais. 

Primeiramente, é necessário registrar a DI ou a DUIMP, documento que contém todas as informações sobre a operação e será o primeiro a ser analisado pelos fiscalizadores. Após isso, define-se o canal pelo qual a mercadoria passará.

Se quiser saber mais sobre os canais de parametrização, confira nosso post!

Caso sua carga não caia no canal verde, poderá ir para o amarelo, vermelho ou cinza. No canal amarelo, ocorre a conferência da documentação. Se não houver irregularidades, o processo de liberação é concluído sem a necessidade de uma inspeção física. Já no canal vermelho, a carga é verificada pelos fiscalizadores para ter certeza de que o importador está importando o que declarou.

Da mesma forma, no canal cinza, tanto a mercadoria quanto a documentação são examinadas, porém de maneira mais rigorosa. Esse canal é reservado para casos com fortes indícios de fraude e outros crimes. A carga pode ficar retida por um período de até 180 dias, acarretando perdas financeiras consideráveis devido aos custos de armazenamento.

Alguns produtos requerem uma licença especial de importação, o que pode acarretar em um desembaraço aduaneiro mais demorado. Por exemplo, medicamentos, óculos de sol, brinquedos e alimentos estão entre os produtos que exigem uma licença específica devido à sua natureza potencialmente prejudicial à saúde pública ou à necessidade de validação pelos órgãos reguladores, como a Anvisa. 

Se todos os documentos estiverem em conformidade e a carga estiver em ordem, você receberá suas mercadorias devidamente regularizadas, prontas para serem comercializadas em território nacional.

Pontos de atenção do processo

  • Conheça bem o produto que você deseja importar: assim, estará atento a possíveis fraudes ou problemas de fabricação;
  • Pesquise, analise e inspecione os fornecedores antes de fechar negócio: encontrar fornecedores confiáveis nem sempre é fácil, por isso, invista tempo e recursos nessa etapa;
  • Negocie com alguns fornecedores: logo, você poderá melhorar as suas chances de fechar um bom negócio, sustentável para a sua empresa;
  • Esteja atento às obrigações legais inerentes ao processo de importação: documentos, tarifas, impostos e demais trâmites burocráticos devem ser cumpridos corretamente para que sua importação seja bem-sucedida;
  • Saiba a NCM do produto: a NCM irá indicar se e, caso se aplique, quais licenças ou certificações de qualidade são necessárias para a nacionalização do produto.

Esses tópicos merecem especial atenção ao se considerar importar da China e demais países. Esteja atento a esses fatores de forma que sua operação não seja prejudicada.

Saiba mais sobre importação de produtos!

Importar da China, como vimos, pode ser o ponto de virada no sucesso da sua empresa. Internacionaliza-la por meio da importação possibilita a diversificação de seus bens e serviços, ampliando seus negócios. 

Se interessou pelo processo de importação e quer saber mais? Então confira nosso guia definitivo para importar produtos!

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